sábado, 13 de maio de 2017

Mendonça credencia Fundaj como Escola de Governo


Cerimônia no Recife
No Recife, Mendonça Filho assina credenciamento da Fundaj como Escola de Governo e rebate críticas a sua gestão. Com a autorização do ministro da Educação, Fundação Joaquim Nabuco irá oferecer cursos de pós-graduação
Foto: Do Google/por Agência Brasil
Diario de Pernambuco
Por: Alef Pontes

Em cerimônia realizada no Museu do Homem do Nordeste, em Casa Forte, o ministro da Educação Mendonça Filho assinou, na manhã deste sábado (13), o termo de credenciamento da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) como Escola de Governo. Com a autorização, o instituto irá oferecer cursos de pós-graduação em diversos setores da educação, desenvolvimento econômico e pesquisa social.
A direção de formação da instituição fica a cargo do cientista político e mestre em políticas públicas Felipe Oriá, que defende o papel da escola como formadora de gestores. Para ele, falta no Brasil a liberdade de pensar o sistema de maneira ampla, a partir de experiências empíricas e práticas, que é justamente o foco que pretende dar ao novo modelo de ensino a ser implementado. "As escolas que lideram no que tem de mais interessante e inovador na área de política pública, criam uma linha de pensamento de uma determinada área, seja conhecimento conhecimento ou pesquisa, e aliam com a prática. Isso dá a liberdade de garantir um corpo de servidores com maior autonomia para o dia a dia", afirma.
Na visão do gestor, o caminho para colocar essas ideias em prática, de maneira que corresponda à situação na qual a sociedade está inserida, é elaborar uma escola pautada pela demanda. "A estruturação dos cursos vai ser feita ao redor da demanda de redesenho de políticas públicas, a partir da experiência já acumulada na Fundação com muita qualidade, principalmente, na área de educação", diz, lembrando que o órgão já realizou cursos de formação de gestores educacionais e de representantes para os conselhos municipais e estaduais.
Além de educação, existem cursos desenhados para as áreas de produção cultural, desenvolvimento econômico, primeira infância e direitos humanos. "Não só a Fundação tem um corpo de pesquisa muito grande como também tem um acúmulo de interações com o município e governo estadual. Então já partimos de um ponto muito avançado, principalmente nas áreas de educação, desenvolvimento econômico e pesquisa social", pondera Oriá

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