sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Jarbas promete tarifa zero para abastecimento de água

No guia desta noite, o senador e candidato a governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) usou como tema o abastecimento de água. Prometeu que haverá água de graça para os pernambucanos de baixa renda, e disse que se eleito, criará a tarifa zero no abastecimento. O peemedebista também voltou a protestar sobre a quebra de sigilo da filha do candidato a presidente José Serra (PSDB).

JARBAS VASCONCELOS
O guia de Jarbas abordou a questão do abastecimento de água. Relembrou que investiu R$ 800 milhões no programa Água de Pernambuco, que abasteceu 92% das torneiras do Estado. "Com esforço, Jarbas construiu a barragem de Pirapama e realizou mais de 300 obras em 133 municípios", diz a locução. O candidato também fez uma promessa: "Vou criar a tarifa zero e garantir água de graça para todos os pernambucanos".

O senador repetiu seu mantra de que quando assumiu o governo, em 1999, recebeu o "Estado falido". "Pernambuco devia a Deus e ao Mundo. Era um caos na Região Metropolitana do Recife, faltando água em várias casas. Eu encarei o problema, e deixei barragem de Pirapama pronta. Uma das obras que mais me orgulho é a Adutora do Oeste, com a qual conseguimos levar água para os lugares mais secos do Estado", disse Jarbas. O programa exibiu imagens do município de Orocó, onde começa a Adutora, e depoimentos de populares. "O problema da falta de água será resolvido de vez com o Canal do Sertão, que terá 400 quilômetros, beneficiando 16 municípios pernambanos e gerando empregos na agricultura irrigada", completou o senador.

No final, Jarbas 'pediu permissão' para falar "de um assunto que diz respeito a todo Brasil: o episódio envolvendo a Receita Federal e a filha de José Serra. "É lamentável. Já denunciamos várias vezes o aparelhamento por parte do presididente da República e do Partido dos Trabalhadores (PT) com os órgãos e as instituições federais. Deu no que deu. Já é o oitavo caso de violação de sigilo fiscal. Isso só existe em em regimes autoritários, regimes didatoriais. Pernambuco na minha pessoa, na voz da oposição, faz o mais veemente protesto contra essa ignomínia (desonra extrema)", protestou Jarbas.

Jarbas considera reação de socialista “ridícula”

Um dia após a ma­ni­fes­ta­ção da ju­ven­tu­de do PMDB em fren­te ao Palácio do Campo das Princesas, o se­na­dor Jarbas Vasconcelos, tachou como ri­dí­cu­la a ati­tu­de da Frente Popular de in­gres­sar com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) con­tra a co­li­ga­ção Per­nambuco Pode Mais, por causa de pan­fle­tos dis­tri­buí­dos por mi­li­tan­tes pee­me­de­bis­tas. Jarbas adian­tou que fez um re­gis­tro sobre o caso que en­tra­rá no seu guia hoje. Sobre o ma­ni­fes­to do Palácio e a que­bra do si­gi­lo da filha do can­di­da­to à pre­si­dên­cia, José Serra (PSDB), o se­na­dor se po­si­cio­nou de ma­nei­ra con­tun­den­te: “O ato daqui é ri­dí­cu­lo e o de lá, de ex­tre­ma gra­vi­da­de”.
“Uma das coi­sas mais ri­di­cu­las que eu vi em Per­nam­buco, nos ul­ti­mos anos, é esse ato da Frente Popular. Nin­guém da­ni­fi­cou nada, nin­guém des­res­pei­tou nada, nem ten­tou in­va­dir o Palácio. Se o go­ver­na­dor não quer mais pro­tes­to na fren­te do Palácio, pelo amor de Deus, né? Coisa do ri­dí­cu­lo atroz”, dis­pa­rou. Quanto à par­ti­ci­pa­ção do seu filho na ma­ni­fes­ta­ção, Jar­bas res­pon­deu: “Eu nem sei dizer se ele es­ta­va lá. Mas se ele es­ta­va, fazia bem, porque ele é mi­li­tan­te, quer par­ti­ci­par. E ele não vai ficar res­tri­to de ir à Praça da Re­pública fazer um pro­tes­to por que é meu filho”, as­se­ve­rou.

Marco Maciel vai em busca de votos na periferia do Recife




HO­ME­NA­GEM A MARCO MACIEL

Na pas­sa­gem de Jarbas por Serra Talha­da, na pró­xi­ma se­gun­da-feira, o pre­fei­to Carlos Evandro (PR), que não vota no PT, vai pres­tar uma ho­me­na­gem es­pe­cial ao se­na­dor Marco Maciel (DEM), seu can­di­da­to ao Senado. Folha Política

Grito ser­ta­ne­jo

A Igreja re­sol­veu re­for­çar os pro­tes­tos da po­pu­la­ção do Pajeú con­tra a bu­ra­quei­ra das es­tra­das que cor­tam a re­gião. Bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Bisol che­gou a as­si­nar um ma­ni­fes­to fa­zen­do coro ao in­con­for­mis­mo dos ser­ta­ne­jos. Sem ex­pli­ca­ções, a ope­ra­ção tapa-bu­ra­co foi pa­ra­li­sa­da. Folha Política

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Onda favorece governistas

Se as eleições fossem hoje, governadores aliados do presidente Lula se elegeriam em 11 Estados contra sete da oposição. Dos governistas, além de Pernambuco, entram nesta lista Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Acre, Amazonas, Ceará, Paraíba, Espírito Santo, Sergipe e maranhão. Já a oposição elegeria os governadores de Minas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rondônia e Paraná. A disputa está acirrada em sete Estados - Santa Catarina, Mato Grosso, Alagoas, Piauí, Tocantins, Amapá e Rondônia, além do Distrito Federal. Pelo andar da carruagem, o pleito pode ser definido no primeiro turno em 12 Estados. Em melhor situação se encontram, pela ordem, Eduardo Campos (PSB), de Pernambuco; Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo; Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro; Beto Richa (PSDB), do Paraná; Renato Casagrande (PSB), do Espírito Santo; André Puccinelli (PMDB), do Mato Grosso do Sul; e Tião Viana (PT), do Acre. Pelo levantamento, baseado nas últimas pesquisas do Ibope e Datafolha, a onda favorável à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, está ajudando por tabela a impulsionar candidaturas aliadas aos governos estaduais. A única exceção, até o momento, tem sido Minas, onde o candidato Antônio Anastasia, do PSDB, virou o jogo e está derrotando Hélio Costa, apoiado por Lula. Folha Política

TSE cassa candidatura de Jáder Barbalho

BRA­SÍ­LIA (AE) - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de­ci­diu ontem que o de­pu­ta­do fe­de­ral Jader Barbalho (PMDB-PA) não po­de­rá dis­pu­tar neste ano uma ca­dei­ra no Senado Federal. Por 5 votos a 2, o TSE con­cluiu que Barbalho deve ser bar­ra­do pela Lei da Ficha Limpa por­que em 2001 re­nun­ciou ao man­da­to de se­na­dor. Na oca­sião, ele en­fren­ta­va um pro­ces­so por que­bra de de­co­ro par­la­men­tar após o sur­gi­men­to de sus­pei­tas de en­vol­vi­men­to com des­vios de re­cur­sos pú­bli­cos.
A de­ci­são foi to­ma­da um dia de­pois de o TSE ter bar­ra­do a can­di­da­tu­ra do ex-se­na­dor Joaquim Roriz ao go­ver­no do Distrito Federal. Em 2007, Roriz re­nun­ciou ao man­da­to de se­na­dor para es­ca­par de um pro­ces­so por que­bra de de­co­ro par­la­men­tar que po­de­ria levar à sua cas­sa­ção e à ine­le­gi­bi­li­da­de. A Lei da Ficha Limpa, que é deste ano, tor­nou os po­lí­ti­cos que re­nun­ciam ine­le­gí­veis por oito anos con­ta­dos a par­tir do ano em que ter­mi­na­ria o man­da­to.
“O ob­je­ti­vo que o le­gis­la­dor quis al­can­çar foi im­pe­dir que in­gres­sas­sem na vida po­lí­ti­ca aque­les que re­nun­cia­ram para não só não per­de­rem o man­da­to como tam­bém para não se tor­na­rem ine­le­gí­veis”, afir­mou du­ran­te o jul­ga­men­to de an­teon­tem o pre­si­den­te do TSE, Ricardo Lewandowski.
“O que há é que o le­gis­la­dor atual­men­te con­si­de­ra essa re­nún­cia como uma causa que aten­ta con­tra o prin­cí­pio da mo­ra­li­da­de e da pro­bi­da­de ad­mi­nis­tra­ti­va. Não cabe à Justiça Eleitoral ava­liar se o can­di­da­to so­fre­ria ou não a perda do man­da­to. Interessa ve­ri­fi­car se houve re­nún­cia desde o ofe­re­ci­men­to de de­nún­cia”, afir­mou o re­la­tor, Arnaldo Versiani. A pe­di­do do Ministério Público Eleitoral, o TSE re­for­mou uma de­ci­são an­te­rior, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará, que tinha con­ce­di­do o re­gis­tro da can­di­da­tu­ra de Barbalho.
Os mi­nis­tros Marco Aurélio Mello e Marcelo Ribeiro vo­ta­ram a favor de ser con­ce­di­do re­gis­tro à can­di­da­tu­ra de Jader Barbalho. Eles ob­ser­va­ram que a Lei da Ficha Limpa, que tor­nou ine­le­gí­veis os po­lí­ti­cos que re­nun­ciam, é deste ano. Ou seja, ela não exis­tia na época em que Barbalho re­nun­ciou.

Menezes: “Quem do PSDB vai fazer oposição?”


As es­pe­cu­la­ções sobre a re­la­ção cada vez mais pró­xi­ma entre a maio­ria dos in­te­gran­tes do PSDB es­ta­dual e a ala go­ver­nis­ta já vi­ra­ram rea­li­da­de para o ve­rea­dor do Recife, Marcos Menezes (DEM). Na linha de fren­te da cam­pa­nha de Jarbas Vasconcelos (PMDB) ao go­ver­no do Estado, o de­mo­cra­ta já não in­clui os pro­por­cio­nais tu­ca­nos em sua cota de par­la­men­ta­res que de­ve­rão com­por a ban­ca­da da opo­si­ção na Assembleia Legislativa, a par­tir de 2011.”Quem do PSDB vai fazer opo­si­ção a Eduardo Campos? Só Terezinha Nunes? Antônio Moraes (PSDB) já disse que se o par­ti­do for para Eduardo Campos, ele vai tam­bém”, ques­tio­nou, em en­tre­vis­ta à Rádio Folha 96,7 FM, re­fe­rin­do-se à de­cla­ra­ção feita, an­teon­tem, pelo de­pu­ta­do es­ta­dual e can­di­da­to à ree­lei­ção.
O ce­ná­rio de ade­sis­mo ao pa­lan­que so­cia­lis­ta, de­se­nha­do tanto por pre­fei­tos li­ga­dos ao PSDB como ao Democratas, é visto com maus olhos pelo ve­rea­dor, que atri­bui o fato à fle­xi­bi­li­da­de da le­gis­la­ção elei­to­ral vi­gen­te. “Isso tra­duz o ba­laio de gato das nos­sas leis. Não temos po­lí­ti­cos ideo­ló­gi­cos, com ­ideias fixas. Temos po­lí­ti­cos de mo­men­to, que vão para onde for me­lhor pra si. Quem sofre com isso é o elei­tor”, ava­liou. Menezes ainda apro­vei­tou para ques­tio­nar a pos­tu­ra do de­pu­ta­do es­ta­dual Pedro Eurico (PSDB), an­ti­go alia­do de Jarbas que vem pro­ta­go­ni­zan­do um bate-boca pú­bli­co com o pee­me­de­bis­ta, desde o iní­cio da cam­pa­nha. “Como ele mi­li­ta du­ran­te quatro anos ao lado do go­ver­no Jarbas e vem dizer agora que ele é o pior po­lí­ti­co do mundo? Acho que o gran­de aper­reio dele é que não vai con­se­guir re­no­var o man­da­to”, pro­vo­cou. Em tom de aler­ta, o de­mo­cra­ta tam­bém man­dou um re­ca­do para o atual go­ver­na­dor sobre con­se­quen­cias fu­tu­ras das ade­sões de úl­ti­ma ho­ra: “Amanhã, o pró­prio Edu­ardo Campos vai so­frer como Jarbas está so­fren­te agora e como Arraes so­freu no pas­sa­do”.

Jarbistas fazem protesto no Palácio

Vestindo preto, em sinal de luto, e usan­do na­ri­zes de pa­lha­ço, a ju­ven­tu­de li­ga­da ao can­di­da­to ao Governo do Es­tado pela co­li­ga­ção Pernam­buco Pode Mais, Jarbas Vas­con­celos (PMDB), com­prou a bri­ga, ontem, com o Governo do Estado. Em fren­te ao Pa­lácio do Campo das Prin­cesas, o grupo parou em pro­tes­to con­tra o “uso de di­nhei­ro pú­bli­co na cam­pa­nha elei­to­ral”. A mo­vi­men­ta­ção foi mo­ti­va­da pelo fla­gran­te do ca­mi­nhão es­tam­pan­do a lo­go­mar­ca da ges­tão so­cia­lis­ta que des­car­re­ga­va ma­te­rial para o co­mí­cio da pre­si­den­ciá­vel Dilma Rousseff (PT), na úl­ti­ma sexta-feira. Toda a chapa ma­jo­ri­tá­ria go­ver­nis­ta e o pre­si­den­te Lula tam­bém par­ti­ci­pa­ram do even­to.
Por conta disso, uma mi­nia­tu­ra de ca­mi­nhão foi car­re­ga­da pela mi­li­tân­cia du­ran­te toda a mo­bi­li­za­ção que co­me­çou em fren­te ao ci­ne­ma São Luiz, se­guiu em di­re­ção à Praça da República, aden­trou pela Con­de da Boa Vista e ter­mi­nou na Agamenon Magalhães, no Der­by. Panfletagem e pa­la­vras de ordem deram o tom do com­ba­te con­tra “uso da má­qui­na”. Defronte do Palácio, a mi­li­tân­cia ecoa­va: “ver­go­nha, go­ver­no sem ver­go­nha”, “ero, ero, ero, eu quero meu di­nhei­ro”, “ado ado ado, go­ver­no ma­quia­do”. Faixas e car­ta­zes en­gros­sa­vam a atua­ção.

Eduardo busca apoio e ouve cobrança

Bem que a di­re­ção do Sin­dicato de Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol/PE) se es­for­çou para fazer de uma ple­ná­ria um ato de apoio - com toda pompa e cir­cuns­tân­cia - ao go­ver­na­dor-can­di­da­to Edu­ardo Campos (PSB). Só es­que­ce­ram de com­bi­nar com os fi­lia­dos, que pu­se­ram o so­cia­lis­ta em uma saia-justa, ontem, ao co­bra­rem au­men­to sa­la­rial para os po­li­ciais com mais tempo de ser­vi­ço, nos mes­mos mol­des da gra­ti­fi­ca­ção dada aos no­va­tos. Eduardo fez mea-culpa re­co­nhe­cen­do que o Estado co­me­teu uma “in­jus­ti­ça”.
O co­mis­sá­rio Antônio Ro­berto, co­nhe­ci­do como Ro­berto Catapora, ini­ciou as re­cla­ma­ções. “Governador, com todo res­pei­to, nós que somos a Polícia Civil, es­ta­mos na rua e sa­be­mos como é. Houve um au­men­to di­fe­ren­cia­do para os (po­li­ciais) que en­tra­ram. Anti­guidade é posto”, co­brou. Já o co­mis­sá­rio Cícero Tadeu fez um de­sa­ba­fo. “Votei no se­nhor, acre­di­tei. Por causa de uma po­lí­ti­ca hor­rí­vel de Jarbas. Estou in­se­gu­ro. Hoje me sinto em di­fi­cul­da­de de con­fiar”, la­men­tou Tadeu

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Benone Leão Deputado Estadual Nº 25000

Benone Leão Nº 25000
Vou lutar na Assembléia Legislativa de Pernambuco pela perenização do Rio Pajeú e por projetos de irrigações na região perenizada.
Pela volta da cultura do algodão, o ouro branco do semi-árido Nordestino.
Por melhor qualidade de vida para os Sertanejos de todas as regiões de Pernambuco.


Benone
Leão Deputado estadual nº 25000
Mendonça Deputado Federal nº 2525
Senadores: Marco Maciel nº 256 e Raul nº 232
Com Jarbas Governador Pernambuco Pode Mais !!!

FOTOS COMPROVAM CAMPANHA DE RANDS USANDO CRIANÇAS NO PAJEÚ

Crianças também foram flagradas em São José do Egito hasteando bandeiras do petista Maurício Rands, candidato a Federal. Até agora, ninguém ligado a Rands, Inocêncio Oliveira ou José Marcos de Lima se manifestou a respeito da grave e comprovada denúncia de uso de crianças em campanha hasteando bandeiras de candidatos em São José do Egito, flagradas semana passada.



Por Nill Júnior

Reeleição certa de André de Paula

Presidente es­ta­dual do DEM, Men­donça Filho disse, ontem, que a ree­lei­ção do de­pu­ta­do fe­de­ral André de Paula é prio­ri­da­de da le­gen­da. Se­gundo ele, De Paula tem novo man­da­to ga­ran­ti­do pela sua in­ser­ção no Grande Recife, o apoio de Roberto Magalhães e dos pre­fei­tos de Vitória e Santa Maria. Folha Política

Sérgio Guerra: “Não marquei nenhum encontro”

RE­NA­TA BE­ZER­RA DE MELO
Alvo de crí­ti­cas de­vi­do ao apa­ren­te dis­tan­cia­men­to do alia­do e can­di­da­to ao go­ver­no do Estado, Jarbas Vascon­celos (PMDB), o se­na­dor Sér­gio Guerra (PSDB) negou, ontem, in­for­ma­ções do Palá­cio do Campo das Princesas, se­gun­do as quais ele já teria en­con­tro mar­ca­do com o go­ver­na­dor Eduardo Campos (PSB) para de­fi­nir o pós-elei­ções. “Não sei de nada disso. Não tenho nada certo com nin­guém. Não mar­quei ne­nhum en­con­tro”, in­sis­tiu o tu­ca­no, afir­man­do que seu único pro­je­to de fu­tu­ro, no mo­men­to, é via­jar du­ran­te 15 dias ao tér­mi­no do plei­to. “Estou muito can­sa­do”, de­sa­ba­fou Guerra. Coordenador geral da cam­pa­nha de José Serra (PSDB) à Presidência da República, o tu­ca­no tam­bém dis­pu­ta uma vaga na Câmara Federal, con­ci­lian­do as duas ati­vi­da­des.

De Brasília, ele tam­bém mi­ni­mi­zou o fato de ter via­bi­li­za­do, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, on­tem, a apro­va­ção de pro­je­to em favor da ad­mi­nis­tra­ção es­ta­dual, na área de ciên­cia e tec­no­lo­gia. “Isso não é mo­ti­vo ab­so­lu­ta­men­te para dizer que há rom­pi­men­to (entre ele e Jarbas)”, ava­li­zou. Não foi a pri­mei­ra vez que o se­na­dor fez o meio de campo no Congresso Nacio­nal em prol de um po­lí­ti­co de par­ti­do ad­ver­sá­rio ao seu. Para o pró­prio Eduardo, Guer­ra já ga­ran­tiu verba para a BR-408, vi­san­do du­pli­car a es­tra­da até Carpina.

“Ele (Eduardo) mesmo agra­­­de­ceu de pú­bli­co”, re­cor­dou o tu­ca­no. Mais atrás, quan­­do ainda mi­li­ta­va no PSB, na con­di­ção de de­pu­ta­do fe­de­ral, tam­bém cos­tu­rou re­cur­sos para a ges­tão Jarbas Vasconcelos (PMDB) à fren­te da Prefeitura do Recife, assim como tam­bém o fez a pe­di­do do ex-pre­fei­to Roberto Maga­lhães (DEM).

Guerra não vê gra­vi­da­de em ar­ti­cu­lar pelo ges­tor so­cia­lis­ta, em sua visão, por­que isso não é mais no­vi­da­de. “Já fiz isso 20 vezes. Estou fa­zen­do o que sem­pre fiz. Se Jarbas ou Marco Maciel (DEM) es­ti­ves­sem lá, fa­riam o mes­mo”, com­pa­rou, fri­san­do que nin­guém bar­ra­rá pro­je­tos em be­ne­fí­cio do Estado. “As coi­sas do Governo no Senado sou eu que cuido”, ar­re­ma­tou. Ques­tionado sobra hi­pó­te­se de ade­rir à Frente Popular mais na fren­te, foi ta­xa­ti­vo: “Não vou mi­grar para nada”. E pon­de­rou que elei­ção não pas­sou para estar se dis­cu­tin­do vi­tó­ria de Eduardo Campos.

Marco Maciel rebate Lula com números

RE­NA­TA BE­ZER­RA DE MELO
Munido com um dis­cur­so de 14 pá­gi­nas, o se­na­dor e can­di­da­to à ree­lei­ção pela co­li­ga­ção Pernambuco Pode Mais, Marco Maciel (DEM), foi à tri­bu­na do Senado, ontem, re­pu­diar as crí­ti­cas do pre­si­den­te Lula (PT) en­de­re­ça­das a ele, em co­mí­cio rea­li­za­do sexta-feira pas­sa­da, na praça do Marco Zero. Mes­mo sem usar do mesmo tom ácido do qual foi alvo, o de­mo­cra­ta man­dou duro re­ca­do ao pe­tis­ta em forma de pres­ta­ção de con­tas. Maciel as­se­ve­rou ter li­be­ra­do três vezes mais verba para Pernambuco en­quan­to vice-pre­si­den­te da República, du­ran­te as ges­tões de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), do que a atual ad­mi­nis­tra­ção fe­de­ral.

Com base em dados do Siafi, re­fe­ren­te ao or­ça­men­to fis­cal e de se­gu­ri­da­de, o se­na­dor ga­ran­tiu terem sido li­be­ra­dos ao Estado, com a sua par­ti­ci­pa­ção, R$ 3,824 bi­lhões em va­lo­res atua­li­za­dos. “A tí­tu­lo de ilus­tra­ção, no atual go­ver­no, foram li­be­ra­dos so­men­te 15,34%, num mon­tan­te de R$ 1,170 bi­lhão, cor­ri­gi­do pelos mes­mos in­di­ca­do­res”, com­pa­rou o de­mo­cra­ta.

Acusado pelo pe­tis­ta de man­ter-se no cargo “desde o tempo do Império” e de não ter feito nada pelo Estado em todo esse tempo, du­ran­te aque­le ato elei­to­ral, Maciel, ao seu modo, res­pon­deu com nú­me­ros. Não abriu mão de con­fe­rir im­por­tân­cia a va­lo­res como “con­vi­ções”, “di­ver­gên­cias” e “mo­der­nas de­fi­ni­ções de de­mo­cra­cia”. E foi por meio de uma fala de Tancredo Neves - pri­mei­ro pre­si­den­te do Brasil elei­to após a di­ta­du­ra, pelo Colégio Elei­toral, para con­du­zir o pro­ces­so de re­de­mo­cra­ti­za­ção, em 1985 - que Marco Maciel al­fi­ne­tou no­va­men­te o pre­si­den­te Lula. “Lembro, para fi­na­li­zar, o pre­si­den­te Tancredo Neves, que disse certa feita: o or­gu­lho­so e o res­sen­ti­do podem fazer de tudo na vida, menos po­lí­ti­ca”, ar­re­ma­tou. Na ex­ten­sa ex­po­si­ção, re­la­tou con­tri­bui­ções suas ao Estado, desde o pro­ces­so de re­de­mo­cra­ti­za­ção, pas­san­do por sua atua­ção à fren­te dos car­gos de go­ver­na­dor, se­na­dor e vice-pre­si­den­te da República.

PRO­JE­TOS

Como go­ver­na­dor do Estado, Maciel re­cor­dou ter rea­li­za­do obras em todos os 184 mu­ni­cí­pios. Entre ou­tros fei­tos: im­plan­ta­ção o Procon (Sistema Estadual de Proteção ao Con­sumidor), pa­vi­men­ta­ção de 2.316 qui­lô­me­tros de ro­do­vias, cons­tru­ção de 411 es­co­las, iní­cio efe­ti­vo do Complexo Indus­trial Portuário de Suape e con­clu­são de 70% das obras do Centro de Convenções.

Como se­na­dor, fri­sou pro­je­tos para os quais via­bi­li­zou re­cur­sos. Da lista, al­guns dos exem­plos: o ga­so­du­to Pilar-Cabo; Polo Gesseiro do Araripe; Erradicação do Trabalho Infan­til; Porto de Suape - com obras de der­ro­ca­men­to, aber­tu­ra do canal in­te­rior, cons­tru­ção de ter­mi­nais in­ter­nos e infraes­tru­tu­ra -; Univasf, ex­pan­são do Metrô do Recife e tre­chos das BRs- 408, 101 Sul, 232 e 363.

Marco Maciel tor­nou-se mira dos go­ver­nis­tas, por­que con­fi­gu­ra­ria, se­gun­do apon­tam pes­qui­sas de in­ten­ção de voto, a única amea­ça à elei­ção de um dos can­di­da­tos ao Senado da Frente Popular de Pernambuco. Na úl­ti­ma pes­qui­sa do Ibope, ele apa­re­ce em se­gun­do lugar, com 37%, atrás de Humberto Costa (PT), que apa­re­ceu com 47%. Armando Monteiro Neto (PTB) ficou com 28% e Raul Jungmann (PPS), 10%.

"O aperreio de Pedro Eurico é não conseguir renovar o mandato", alfineta Marcos Menezes

O recente atrito entre o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) e o deputado estadual Pedro Eurico (PSDB) continua a gerar polêmica entre os opositores. Desta vez, foi o vereador do Recife, Marcos Menezes (DEM) quem tratou de colocar mais lenha na fogueira, ao afirmar que o tucano dificilmente estará na Assembleia na próxima legislatura. "Como ele (Eurico) milita quatro anos com Jarbas e vem dizer agora que o senador é o pior politico do mundo? Acho que o grande aperreio de Pedro agora é que ele não vai conseguir renovar o mandato", alfinetou o democrata.

Coligação de Jarbas entra com ação contra o governo por suspeita de uso da máquina

O caminhão com logomarca do Governo do Estado, flagrado pelo Blog da Folha durante a montagem do comício na última sexta-feira (27), ainda repercute. A coligação Pernambuco Pode Mais, que apoia a candidatura de Jarbas Vasconcelos (PMDB), entrou agora há pouco no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) com uma ação contra a Frente Popular de Pernambuco, coligação do governador-candidato Eduardo Campos (PSB). Segundo o advogado Lêucio Lemos, os jarbistas questionam uso da máquina pública em favorecimento do socialista.

"O governo distribuiu três versões diferentes para o mesmo fato, e agora está tentando colocar o assunto no colo do PT, que teria organizado o comício. Na nossa percepcção, o própiro comício, que foi supostamente organizado pelo PT, serviu para fazer a propaganda do governador. Tanto que a o guia eleitoral de ontem foi todo centrado na participação do presidente Lula (PT), apoiando a candidatura do governador e dois candidatos ao Senado", questionou Lemos.

Para o advogado, mesmo que o comício tenha sido organizado pelo PT, a presença de um caminhão com propaganda do Governo do Estado é irregular. "De toda forma, a utilização de veículo com marca do governo no evento, seja este feito por quem tenha sido, é vedada pelo artigo 73 da Lei Eleitoral. Com abase nesse entendimento, a gente promoveu essa representação", explicou Lêucio Lemos.

Raul visita Sitio Grande e se depara com a realidade da comunidade

O candidato a senador Raul Jungmann (PPS) visitou nesta terça-feira a comunidade de Sítio Grande, no bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife. Raul iniciou uma caminhada pelas ruas junto a comunidade e observou o problemas enfrentados pela população como falta de esgoto, segurança e infraestrutura.
Durante o trajeto, acompanhado da líder comunitária Estela Magno e da presidente do conselho de mães Mércia Sena, Raul contou com o apoio de moradores e também presenciou a reivindicação de alguns populares para com os políticos ausentes.

Segundo os moradores, há mais de 20 anos a comunidade necessita de políticas públicas voltadas para serviços básicos como saneamento e habitação. Raul transmitiu sua solidariedade e apoio aos moradores, e se comprometeu como senador da República elaborar projetos e destinar verbas por meio da prefeitura. A líder comunitária reforçou a necessidade de a população ter mais consciência na hora da escolha de seus candidatos.

"Precisamos entender que a escolha de hoje está sendo feita para o futuro. Não se vota em político por uma sacola de comida ou um pacote de cimento, temos que pensar no que será bom para todos", afirmou Estela. No final caminhada, Raul enfatizou seu compromisso com Pernambuco ao trazer mais verbas para Estado, e consequentemente, atenuar problemas como da comunidade de Sítio Grande.

Eduardo não confirma nem desmente cargos ao PSDB

Após as declarações do deputado estadual Antônio Moraes de que não interferiria caso seu partido, o PSDB, formulasse uma aliança com o PSB do governador-candidato Eduardo Campos, o socialista preferiu desconversar. Em homenagem recebida no Sindicato dos Permissionários de Transporte Complementar do Estado (Sinpetracope), na Várzea, Campos não confirmou nem negou que os tucanos receberiam algum cargo em uma eventual reeleição. "Nós devemos discutir o novo governo depois da eleição. Antes da erleição, vamos discutir a prestação de contas do que fizemos, as nossas propostas para os próximos quatro anos. Nesses trinta dias, vamos uma campanha que leva a nossa mensagem e aguardar o resultado das urnas. Depois, a gente fala sobre futuro", disse Eduardo.

Apesar dos comentários, o socialista garantiu que a questão da distribuição de cargos não está na pauta. "Não estamos discutindo isso com nenhum dos partidos que estão na base de sustentação, muito menos com os que não estão", afirmou. Questionado sobre como abrigaria tantos partidos aliados em um segundo mandato, já que em 2006 só teve cinco na coligação do primeiro turno, Eduardo destacou que a aliança atual é a mesma daquele pleito. "As forças que nos apoiam são as mesmas que nos apoiaram em 2006. Não há alteração. Assim como as forças que estão no palanque da oposição são praticamente as mesmas, também não há alteração.

TSE nega recurso e barra candidatura de Joaquim Roriz no DF

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) confirmou nesta terça-feira, por 6 votos a 1, que o candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) é "ficha suja" e não pode concorrer nas eleições deste ano. Os ministros entenderam que a Lei do Ficha Limpa vale para quem já renunciou, inclusive para alguém como Roriz, que o fez antes da promulgação da legislação.

"Já vem de longe a preocupação de que a renúncia pudesse ser utilizada para escapar da cassação de mandato", afirmou o relator do caso, ministro Arnaldo Versiani. "Também não vejo pertinência na evocação do principio de presunção de inocência. Isso nada tem a ver com o caso em questão. O que se trata é de quem renuncia em vias de sofrer processo disciplinar". Acompanharam Versiani os ministros Henrique Neves, Cármen Lúcia, Aldir Passarinho Júnior, Hamilton Carvalhido e Ricardo Lewandowski.

Patos no Caminho da Mudança!

Ramonilson Alves, Deputado Federal Eflain Filho, Benone Leão e Umberto Joubert.  Por uma Patos Melhor!