quarta-feira, 8 de setembro de 2010

53 anos de Elinaldo Dutra, "o popular Bichinho"IV










JARBAS VOLTA AO PAJEÚ NESTE FIM DE SEMANA

O candidato ao Governo de Pernambuco Jarbas Vasconcelos vai mesmo voltar à região do Pajeú. Neste fim de semana, visita municípios da região como informa a coluna Folha Política de hoje. Na região, Jarbas não tem nenhum prefeito o apoiando, mas oito ex prefeitos estão com ele, como Giza Simões (Afogados da Ingazeira) e José Francisco Filho (Carnaíba). Jarbas deve passar em quatro municípios, entre eles São José do Egito e Afogados da Ingazeira.

Por Nill Júnior

Roberto Magalhães compara o senador Marco Maciel a uma instituição

O deputado federal Roberto Magalhães (DEM), que não é candidato à reeleição, gravou para o guia de Marco Maciel, que foi exibido hoje no horário político do partido.

Disse ele: “Marco Maciel é uma instituição. Parece que foi preparado (para ser político) na Europa. Nós outros (da oposição) não somos (do mesmo jeito). Temos o sangue latino. Ele é aquela tranqüilidade! Não vejo Marco Maciel fora do Senado”. Fogo Cruzado

Cartório eleitoral desdiz PT: neoaloprado é do partido

No blog de Josias

Divulgada na noite de sexta (3), a novidade eletrificara o petismo: Antonio Carlos Atella, o falso procurador de Verônica Serra, é filiado ao PT.

O mandachuva José Eduardo Dutra levou o pé atrás. Achou tudo muito "estranho". Mandaria averiguar.

Dia seguinte, manhã de sábado (4), o presidente do PT-SP, Edinho Silva, veio aos holofotes para informar o resultado da inspeção. Atônio Carlos, de fato, tentara filiar-se ao PT no ano da graça de 2003. Mas um erro ortográfico impedira a concretização do ato.

Segundo Edinho, grafara-se o sobrenome do sujeito incorretamente: Em vez de Atella, “Atelka”. O comitê de Dilma Rousseff respirou aliviado. Durou menos de 48 horas o sossego. Nesta segunda (6), a chefe do cartório da 183ª Zona Eleitoral da comarca de Ribeirão Pires (SP) expediu uma certidão.

Chama-se Fabiana Gonzalez Mendes. Anotou no documento o seguinte:

1. Antonio Carlos Atella é, sim, filiado ao PT. Seu “registro de filiação” é datado de 20 de outubro de 2003. Ali, Atella é Atella mesmo. Nada de “Atelka”.

2. A filiação de Antonio Carlos ao PT foi anotada nos livros da 217ª Zona Eleitoral de Maua (SP).

3. Em 10 de abril de 2006, requereu-se a transferência do registro de filiação para a comarca de Ribeirão Pires (183ª Zona Eleitoral).

4. Em 21 de novembro de 2009, a anotação de filiação ao PT foi excluída pelo TSE (Tribunal superior Eleitoral).

5. Por quê? A exclusão ocorreu “em virtude de constar zona eleitoral incorreta para o eleitor [Antonio Carlos Atella] na lista interna do partido [PT]”.

6. Não há vestígio de “pedido de desfiliação” encaminhado pelo PT à zona eleitoral de Ribeirão Pires. Para a Justiça Eleitoral, Antonio Carlos ainda é do PT.

Ou seja, o neoaloprado que retirou ilegalmente, no balcão da Receita em Santo André (SP), cópias de declarações de IR da filha de Serra é mesmo petista.

A versão construída pelo partido de Dilma desce à crônica da eleição como uma mentira. Ou, por outra, uma verdade que esqueceu de acontecer.

" È hora da virada."

Posso ter alguns minutos do seu tempo?

A luta de várias gerações em defesa da democracia garantiu-nos o direito de escolha. Construímos um país sem a tutela de ninguém, que se subordina às instituições e às leis democraticamente votadas.

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Indio da Costa

Bicicleata 2525 foi um sucesso‏


DEMOCRATAS se volta à reeleição de Marco Maciel

DÉ­BO­RA DUQUE
Assegurar a ma­nu­ten­ção do man­da­to de se­na­dor de Marco Maciel é o prin­ci­pal ob­je­ti­vo do DEM, nesta reta final da dis­pu­ta. Ele apa­re­ce em se­gun­do lu­gar, con­for­me pes­qui­sa do Ibo­pe, com 35%. De acor­do com o pre­si­den­te es­ta­dual da le­gen­da, Mendonça Filho, a ordem in­ter­na é in­ten­si­fi­car a “cam­pa­nha de rua” na Capital e no In­terior. “Marco Maciel sem­pre foi prio­ri­da­de do nosso par­ti­do e da nossa alian­ça Per­nambuco Pode Mais. A gente tem quase 30 dias de cam­pa­nha pela fren­te para ofe­re­cer todas as con­di­ções para que ele re­no­ve seu man­da­to. O que pu­der­mos fazer nesse sen­ti­do, nós vamos fazer”, ga­ran­tiu, em en­tre­vis­ta à Rádio Folha FM 96,7.

Para in­cre­men­tar as in­ten­ções de voto no se­na­dor, a equi­pe con­ti­nua­rá in­ves­tin­do na apre­sen­ta­ção da bio­gra­fia po­lí­ti­ca de Maciel. “A es­tra­té­gia é mos­trar o que ele fez por Pernambuco desde o iní­cio e o po­li­ti­co que ele é: hon­ra­do, sério, ficha limpa e que tem todas as cre­den­ciais para con­ti­nuar nos re­pre­sen­tan­do no Senado”, afir­mou Mendonça.

Uma outra apos­ta do par­ti­do é na boa re­la­ção que o se­na­dor man­tém com pre­fei­tos in­te­rio­ra­nos, in­clu­si­ve, al­guns que ­apoiam o go­ver­na­dor Eduardo Campos (PSB), como é o caso de Evandro Valadares (PSB), de São José do Egito, e Carlos Evandro (PR), de Serra Talhada. “Isso re­fle­te a rea­li­da­de local. O se­na­dor tem muita re­cep­ti­vi­da­de, tra­ba­lhou muito em de­ter­mi­na­dos mu­ni­cí­pios, e den­tro dessa rea­li­da­de vamos tra­ba­lhar para que a vo­ta­ção dele possa ser a mais re­le­van­te pos­sí­vel”, as­se­ve­rou.

JAR­BAS

Na ava­lia­ção de Mendonça Filho, a queda de Jarbas Vas­con­­celos (PMDB) nas úl­ti­mas pes­qui­sas deve ser atri­buí­da à forte pre­sen­ça do pre­si­den­te Lula em Pernambuco e ao “po­de­rio de fogo” do ad­ver­sá­rio Edu­ardo Campos, que es­ta­ria bus­can­do uma “he­ge­mo­nia ab­so­lu­ta”. “Basta andar pelo Re­cife que você vê a di­fe­ren­cia­ção e o de­se­qui­li­brio entre a cam­­pa­nha de Jarbas e Eduar­do. É enor­me, gi­gan­te. Além disso, há o uso da má­qui­na pu­bli­ca e a coop­ta­ção de pre­fei­tos, par­ti­cu­lar­men­te do Interior, que são mais sus­ce­tí­veis”, dis­pa­rou.

Apesar da des­van­ta­gem, o de­mo­cra­ta clas­si­fi­cou o pro­gra­ma elei­to­ral do pee­me­de­bis­ta de “ex­ce­len­te” e “di­fe­ren­cia­do” em re­la­ção ao do pre­si­den­ciá­vel José Serra (PSDB). “Acho que Jarbas tem que real­çar, até para re­lem­brar a me­mó­ria do elei­tor, tudo que fez por Pernambuco, como pegou o Estado que­bra­do, com três fo­lhas pa­ga­men­tos em atra­so, sem cre­di­bi­li­da­de. As bases do que Pernambuco vive hoje foram plan­ta­das lá atrás”,sa­lien­tou.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Prefeito cabra macho

O prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro (PR), deu, ontem, uma demonstração de que “tem cabelo na venta”, como dizia Joaquim Francisco para definir um político corajoso. No mesmo dia em que o governador Eduardo Campos (PSB) promoveu uma gigantesca carreata em sua cidade, ele anunciou, formalmente, com um café da manhã em sua casa, o apoio à reeleição do senador Marco Maciel (DEM). Não se trata de um ato simples. Evandro é filiado ao PR e ligado ao grupo do deputado federal Inocêncio Oliveira, que implorou para que ele (Evandro) não assumisse compromisso com Maciel. “Não devo satisfação a ninguém. Sou um político independente”, disse o prefeito ao ser perguntado se não se sentia constrangido com o seu gesto no mesmo dia em que o governador visitava Serra Talhada com os seus dois candidatos a senador - Humberto Costa, do PT, e Armando Neto, do PTB.
“Estou com Maciel por ser um homem de bem, ficha limpa e ter muitos serviços prestados ao Estado. Além disso, não há homem que me faça votar no PT. Em Serra, o PT me hostiliza, é o maior opositor ao meu governo”, completou Evandro. Terra de Inocêncio, Agamenon Magalhães e Lampião, Serra Talhada, a 429 km do Recife, é o segundo maior colégio eleitoral do sertão, com 60 mil eleitores. “Aqui, com o nosso apoio, Maciel sairá majoritário”, aposta o prefeito.
Folha Política

Mendonça Filho promove bicicleta em Boa Viagem

O candidato a deputado federal Mendonça Filho (DEM) realizou neste domingo a sua primeira bicicleata de campanha. Cerca de 500 bicicletas enfeitadas com bandeiras do democrata, tomaram de azul a praia de Boa Viagem. Acompanhado da mulher Taciana, Mendonça pedalou cerca de 10 quilômetros. “Recife é linda e merece atos políticos que valorizem a nossa cidade com alegria e animação” comemorou, relembrando as bicicleatas na campanha para prefeito em 2008.

A bicicleata chamou a atenção das pessoas que, dos prédios, carros e calçadas - acenavam para Mendonça. O evento reuniu as mulheres do senador e candidato a governador Jarbas Vasconcelos, Meyrielle Abrantes, e do candidato ao Senado Raul Jungmann, Débora Albuquerque. Além dos amigos mais próximos vieram prestigiar a bicicleata moradores dos bairros, Ibura, Casa amarela, Mustardinha, Jordão, Pina, Coelhos, Coque, entre outros.

O percurso teve início na Av. Domingos Ferreira, na praça em frente ao Clinical Center Karla Patrícia, e terminou no Segundo Jardim da Av. Boa Viagem. O grupo de ciclistas Ciclo Adventure, participou da organização do evento. “Esse é um evento democrático, pois o povo pode seguir junto com o candidato, o que não acontece em carreatas. Além desse diferencial, é importante, pois levanta uma bandeira por meio de transportes mais ecológicos”, explica o presidente do Ciclo Adventure, Alcides Neto. Com informações da assessoria do democrata.

Senador compara gestão a ditadura

SERRA TA­LHA­DA - O se­na­dor Jarbas Vasconcelos (PSB) pisou em ter­re­no ad­ver­sá­rio logo cedo, no qual as prin­ci­pais li­de­ran­ças - in­cluin­do o vice-pre­fei­to Luciano Duque, do PMDB - ­apoiam o go­ver­na­dor Eduardo Campos (PSB). Ao lado dos can­di­da­tos ao Senado, Marco Maciel (DEM) e Raul Jungmann ((PPS), após ca­mi­nha­da na feira, não dei­xou de re­cla­mar da su­pos­ta coop­ta­ção de pre­fei­tos e li­de­ran­ças que teria sido em­preen­di­da pelo so­cia­lis­ta. O pee­me­de­bis­ta se disse im­pres­sio­na­do com o es­tá­gio em que seu ad­ver­sá­rio man­te­ria seus neoa­lia­dos, des­ta­can­do que o so­cia­lis­ta es­ta­ria im­pon­do pres­são e medo numa pro­por­ção maior do que na época da Ditadura Militar. “Tive muita ade­são (na época que co­man­dou o Governo do Estado), mas não na base da pres­são, do medo. Em Serra Talhada, eu senti as pes­soas com medo de cum­pri­men­tar. Nem no Regime Militar eu vi isso assim”, dis­pa­rou Jarbas, de­mons­tran­do in­dig­na­ção.

O se­na­dor vol­tou a fri­sar “so­ber­ba” de Campos ao con­ta­bi­li­zar vi­tó­ria neste plei­to. “Arrogância, so­ber­ba e pre­po­tên­cia são coi­sas que o povo de­tes­ta. São os gran­des pre­di­ca­dos hoje do go­ver­na­dor”, bateu, res­sal­tan­do que essas ca­rac­te­rís­ti­cas nunca per­mea­ram a sua tra­je­tó­ria po­lí­ti­ca. Candidato à ree­lei­ção, o se­na­dor Marco Maciel foi re­ce­bi­do pelo pre­fei­to, Carlos Evandro (PR), que de­cla­rou apoio ao de­mo­cra­ta, mesmo vo­tan­do em Eduardo Campos.

À noite, já em cam­pa­nha no Recife, ques­tio­na­do sobre mais um re­gis­tro do seu ju­rí­di­co, no TRE, de­nun­cian­do novo uso da má­qui­na con­tra o go­ver­na­dor, Jarbas disse se “aca­nhar” de re­pe­tir o as­sun­to de tão “ri­dí­cu­la” que a si­tua­ção, em sua aná­li­se, está fi­can­do. “Isso puxa Pernam­buco para baixo”, disse, após ca­mi­nha­da no Alto Nossa Senhora de Fátima, no Vasco da Gama.

Raul Jungmann diz ter denúncia pronta

CUS­TÓ­DIA - O tom do dis­cur­so opo­si­cio­nis­ta pro­me­te es­quen­tar neste úl­ti­mo mês de cam­pa­nha. A re­ve­la­ção foi feita pelo can­di­da­to ao Senado, Raul Jungmann (PPS), du­ran­te vi­si­ta da chapa da co­li­ga­ção Per­nambuco Pode Mais à feira-livre de Custódia. O pós-co­mu­nis­ta adian­tou, in­clu­si­ve, que usará o seu guia elei­to­ral de te­le­vi­são de ama­nhã para de­nun­ciar “a má uti­li­za­ção de di­nhei­ro pú­bli­co na ca­pa­ci­ta­ção pro­fis­sio­nal dos per­nam­bu­ca­nos”. “Tenho com­pro­mis­so e não posso dizer exa­ta­men­te o que é. Só posso dizer que é sobre o mau em­pre­go de re­cur­sos na ca­pa­ci­ta­ção. Como ela vem ocor­ren­do no Governo Esta­dual”, re­su­miu.

Jungmann disse que a sua de­nún­cia será feita no seu mais novo “es­ti­lo re­pór­ter”, que vem em­preen­den­do no pro­gra­ma elei­to­ral. “O re­pór­ter Raul vai apre­sen­tar esse fato à po­pu­la­ção”, sa­lien­tou, re­for­çan­do que ou­tras “pan­ca­das” virão.

Jarbas lista “brincadeiras” de Lula

RE­NA­TA BE­ZER­RA DE MELO



SENADOR foi saudado por moradores de Três Carneiros, na manhã de ontem
Candidato ao Governo do Estado pelo PMDB, o se­na­dor Jarbas Vasconcelos (PMDB) cha­mou a aten­ção, domingo, para o fato de a so­cie­da­de estar “aco­mo­da­da”, razão pela qual, em sua aná­li­se, o pre­si­den­te Lula (PT) es­ta­ria go­zan­do de li­ber­da­de para levar o País na “brin­ca­dei­ra” sem ser co­bra­do por nin­guém. Embasando sua tese, o pee­me­de­bis­ta enu­me­rou ações re­pro­va­véis nas quais en­xer­ga in­ter­fe­rên­cia do pe­tis­ta. Na lista, além da que­bra de si­gi­lo de pes­soas li­ga­das ao PSDB por fun­cio­ná­rios da Receita Federal, la­men­tou a “cen­su­ra a qual o jor­nal Estado de São Paulo está sub­me­ti­do há mais de um ano” e o re­cen­te dis­cur­so do pre­si­den­te “in­ci­tan­do o povo a aca­bar com o Senado”.

“Lula, em co­mí­cio de on­tem, diz que (a pre­si­den­ciá­vel) Dilma (Rousseff/PT) não pode pas­sar o que ele pas­sou no Senado. O que foi que ele pas­sou no Senado?”, ques­tio­nou o ex-go­ver­na­dor, ta­chan­do a opo­si­ção feita ao pre­si­den­te na Casa Alta como “muito mais fraca, tí­mi­da, aca­nha­da e de­sor­ga­ni­za­da do que a que o PT fez an­ti­ga­men­te”. “Isso é uma brin­ca­dei­ra que ele está fa­zen­do e não é co­bra­do por nin­guém. A so­cie­da­de está aco­mo­da­da”, ca­rac­te­ri­zou, após ca­mi­nha­da no bair­ro de Três Carneiros, Zona Sul do Recife.

Dirigente do PTB reclama do tucano

RIO - Presidente do PTB, o de­pu­ta­do cas­sa­do Roberto Jefferson, que co­me­çou o do­min­go na in­ter­net com crí­ti­cas ao alia­do José Serra, can­di­da­to do PSDB à Presidência da República, in­ten­si­fi­cou as re­cla­ma­ções e, no iní­cio da tarde, já fala em “rup­tu­ra”. Jefferson se quei­xa dos ata­ques ao ex-pre­si­den­te e se­na­dor Fernando Collor (PTB-AL), an­ti­go ad­ver­sá­rio e hoje alia­do do PT e do pre­si­den­te Luiz Inácio Lula da Silva. Candidato ao go­ver­no de Alagoas, Collor faz cam­pa­nha para a pe­tis­ta Dilma Rousseff, fato des­ta­ca­do pela cam­pa­nha tu­ca­na na TV, numa es­tra­té­gia de mos­trar que a pe­tis­ta tem como alia­do o ex-pre­si­den­te, que foi cas­sa­do após uma cam­pa­nha en­ca­be­ça­da pelo PT, em 1992. Apesar de mui­tos par­la­men­ta­res do PTB apoia­rem Dilma, o par­ti­do está co­li­ga­do com o PSDB de Serra.

“Desconheço os mo­ti­vos pelos quais o tu­ca­no José Serra pas­sou a des­fe­rir gol­pes abai­xo da linha da cin­tu­ra na TV con­tra o se­na­dor Fernando Collor”, disse Jefferson, no Twitter e em seu blog. “O que os tu­ca­nos estão que­ren­do com in­sul­tos, uma rup­tu­ra?”, ques­tio­nou. “Nós, do PTB, es­ta­mos co­li­ga­dos ao PSDB na cam­pa­nha na­cio­nal e somos sis­te­ma­ti­ca­men­te dei­xa­dos de lado na dis­cus­são de es­tra­té­gias e rumos”, pro­tes­tou o pre­si­den­te do PTB.

O líder pe­te­bis­ta disse que sus­pei­ta­va que os ata­ques a Fernando Collor fos­sem uma rea­ção de José Serra às crí­ti­cas fei­tas por Roberto Jefferson à cam­pa­nha tu­ca­na e apro­vei­tou para ata­car outro par­ti­do co­li­ga­do ao PSDB: “Não vi, em ne­nhum mo­men­to, a cam­pa­nha tu­ca­na cri­ti­car en­vol­vi­dos no men­sa­lão do DEM, por exem­plo. Por que o PTB?”

Pela manhã, Jefferson já tinha re­cla­ma­do: “O Collor em mo­men­to algum falou con­tra o Serra. Para que Serra está fa­lan­do con­tra o Collor? Me deixa mal.” “Fiz acor­do com Collor. Eu não in­ter­vi­ria em Alagoas e ele não cria­ria pro­ble­mas para a co­li­ga­ção PTB/PSDB. A ba­ti­da na­cio­nal em Collor/PTB afeta nossa cam­pa­nha em Alagoas. Sé é ruim para meu par­ti­do, é para mim”, in­sis­tiu. FP,06/09/10

Raul Jungmann colhe assinaturas para CPI

O de­pu­ta­do fe­de­ral Raul Jung­mann (PPS) está en­ga­ja­do na luta pela ins­ta­la­ção de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o ob­je­ti­vo de tirar a limpo a que­bra de si­gi­lo dos dados per­ten­cen­tes à filha do pre­si­den­ciá­vel José Serra (PSDB), Vêronica Serra, e pes­soas li­ga­das ao PSDB, rea­li­za­do por fun­cio­ná­rio da Receita Fe­deral. A co­le­ta de as­si­na­tu­ras já foi ini­cia­da. So­mando es­for­ços com o pós-co­mu­nis­ta na mis­são de an­ga­riar ­apoios está o de­pu­ta­do Carlos Sampaio (PSDB/SP). Em con­ta­to di­re­to com Serra, Jungmann tra­tou do as­sun­to nas úl­ti­mas terça-feira e quin­ta-feira, ao te­le­fo­ne. Ao ex-go­ver­na­dor de São Paulo, su­ge­riu que ele cer­ras­se fi­lei­ras em Brasília por con­si­de­rar que, da Capital Federal, “é mais fácil de dia­lo­gar com o País”. Jungmann co­gi­ta a pos­si­bi­li­da­de de Serra se di­ri­gir, hoje mesmo, para lá.
“A gente tem con­ver­sa­do e tenho su­ge­ri­do a ele que vá para Brasília, ao pro­cu­ra­dor-geral da República (Roberto Gurgel), e cobre pro­vi­dên­cias. Que vá ao Supremo Tribunal Federal por­que essa é uma ques­tão de­mo­crá­ti­ca”, con­tou o par­la­men­tar, domingo pela manhã, após ca­mi­nha­da em Três Carneiros ao lado do se­na­dor e can­di­da­to ao Governo do Estado, Jarbas Vasconcelos (PMDB).

domingo, 5 de setembro de 2010

Dentista sozinho faz a campanha da oposição em São José do Egito

Em pelo menos uma cidade do Pajeú há campanha de Serra para presidente, Jarbas pra governador e Marco Maciel para o Senado: São José do Egito.
O clima no município está tão radicalizado que até parece eleição municipal. De um lado, o prefeito Evandro Valadares (PSB) e seus candidatos Gonzaga Patriota (federal) e Ângelo Ferreira (estadual).
Do outro, o ex-deputado José Marcos de Lima (PR) e seu federal Inocêncio Oliveira (PR). José Marcos tem o apoio do PT, que não vota em Inocêncio e sim em Maurício Rands (PT). Todos votam em Eduardo Campos pra governador.
Na oposição, sozinho, está o odontólogo e candidato a deputado estadual Benone Leão de Oliveira (DEM). Ele abriu um comitê de Serra-Jarbas-Marco Maciel logo na entrada da cidade e faz campanha de igual para igual.
É partidário da tese segundo a qual candidato majoritário que pretenda ser eleito tem que ter pelo menos um suplente de vereador em cada município fazendo sua campanha. É o que Benone faz sem se intimidar. Ele foi candidato a prefeito em 2008, para ajudar o partido, foi derrotado, mas não se entregou.
Por Inaldo Sampaio (Folha de Pernambuco)

Ex-prefeito que chamou Eduardo de ''governadorzinho'' é rejeitado na Frente Popular

Os líderes da Frente Popular no Pajeú resolveram rejeitar a adesão do ex-prefeito de Santa Terezinha, Teógenes Lustosa de Araújo (PSDB), ao palanque de Eduardo Campos.
Teógenes elegeu-se em 2000 pelo PSB, mas foi cooptado para o PSDB pelo senador Sérgio Guerra, que arrastou consigo na mesma época os prefeitos Paulo Jucá (São José do Egito) e José Lopes Sobrinho (Itapetim).
Em 2008, na campanha à sua sucessão, Teógenes agrediu verbalmente a deputada Ana Arraes e o seu filho, Eduardo Campos, dizendo que não tinha medo ''desse governadorzinho'', que esteve na cidade fazendo campanha para o candidato do PSB, que perdeu a eleição para o candidato do prefeito (Delson Lustosa).
Neste final de semana, líderes da Frente Popular se reuniram informalmente em Itapetim e resolveram ''barrar'' a entrada de Teógenes no palanque do governador, a pedido do ex-prefeito Adeval Ferreira de Andrade, aliado histórico do PSB e adversário político dele.
''Gente da qualidade de Teógenes tem que estar de baixo, e nós de cima, gozando com a cara dele'', disse Adeval Ferreira.
Com a palavra o senador Sérgio Guerra, o ex-prefeito vai ou não vai apoia o Governador?

Lula aparelhou o Estado

Em mais uma declaração trágica, Lula disse que a Receita Federal é séria e confiável. Acossado pelo escândalo pipocado pela abertura de dados fiscais de 140 pessoas, entre elas Verônica Serra, filha de José Serra, o presidente não sabe o que diz ou zomba da inteligência do cidadão brasileiro. Se fosse séria, como explicar a existência de um balcão de venda de sigilos para compra e venda de declarações de renda com ramificações a partir da delegacia de Mauá (SP)? A própria Receita deu a mão à palmatória e admitiu que as declarações de renda de Verônica foram retiradas na delegacia de Santo André (SP) com uma procuração falsificada. O contador Antônio Carlos Atella Ferreira assumiu que pegou na Receita as declarações da filha do ex-governador paulista e afirmou, para ratificar a bobagem que Lula disse acima, que é muito fácil obter dados de quem quer que seja na Receita Federal. Só não explicou a mando de quem agiu. O caso, que Lula tenta minimizar confiando agora na apuração da Polícia Federal, lembra os “aloprados” de 2006, quando petistas foram detidos com dinheiro para comprar um dossiê contra tucanos. Lula tenta afastar a sombra de crime eleitoral para não atingir Dilma. Mas, na verdade, tudo isso e outros escândalos confirmam o aparelhamento do Estado na era petista. Num País sério, ao invés de falar lorotas, o presidente já teria demitido o xerife da Receita. Folha Política

'É espantoso o grau de delinquência na campanha de Dilma', diz Serra

Do Terra


Em entrevista exclusiva ao Terra nesta madrugada, o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, diz que a quebra do sigilo fiscal de sua filha, Verônica, faz parte de uma operação armada em benefício da candidatura de sua adversária Dilma Rousseff (PT). "É espantoso a gente ver o grau de delinquência que envolve a campanha dela, uma candidata inventada, a quem se atribui um monte de coisas que não fez", ataca ele.

A Receita Federal afirmou no final da noite desta terça-feira (31) que o acesso aos dados do imposto de renda de Verônica teria sido feito a pedido da própria contribuinte e motivado por uma procuração com firma reconhecida em cartório. "Isso é hilariante", ironiza o candidato. E completa: "essa é uma maneira de distrair a atenção e de dar uma versão mentirosa para ocupar espaço na imprensa. Aliás, o que é muito típico do PT, da campanha da Dilma e dela própria".

Economista de formação, Serra afirma que Dilma apresenta dados inverídicos sobre o País. Ex-ministro da Saúde na gestão FHC, o candidato diz também que as declarações da petista sobre o setor "deveriam ser arquivadas no Museu da Imagem e do Som". Para ele, "há duas Dilmas: a do teleprompter, ou colinha, e a verdadeira". E arremata: "se eu não tivesse a expectativa de ganhar ficaria horrorizado com a sorte do Brasil". Leia abaixo a íntegra da entrevista:

O sigilo de sua filha, Verônica, foi quebrado. O que o senhor tem a dizer sobre isso?
Na verdade, esta operação, de envolver a filha de um candidato para prejudicar a eleição dele, foi feita pela primeira vez por Collor e contra Lula. Agora, o pessoal da Dilma está usando a mesma tecnologia. Aliás, não é por coincidência que o Collor está apoiando Dilma, e ela o apoiando. Por que mexer com a filha de um candidato? Têm medo de que ele ganhe? Montar essa farsa é um crime contra a Constituição. O sigilo fiscal é protegido. Não porque haja qualquer problema, minha família é ficha limpa. Isto é uma baixaria para ser utilizada em campanha. Os dados do Imposto de Renda da minha filha, que já haviam sido quebrados, estavam sendo postos nos blogs sujos, no ano passado. Na época, ela ainda me disse: 'provavelmente quebraram meu sigilo porque tem informações aqui que só tem no meu IR'. E o Imposto de Renda dela sempre foi caprichado, tudo direitinho.

A Receita alega que o sigilo foi quebrado a pedido da contribuinte através de uma procuração.
Isso é hilariante. Como eles já sabiam que essa quebra de sigilo acabaria vindo a público, eles já trabalharam nessa farsa grotesca. Minha filha nunca pediu para quebrarem o sigilo dela. Todo mundo que declara Imposto de Renda tem as declarações consigo. Se quiser olhar, vai lá e pega. E mais, por que ela faria isso em Santo André? Não tem nada a ver. Ela trabalha em São Paulo, capital. Essa é uma maneira de distrair a atenção e de dar uma versão mentirosa para ocupar espaço na imprensa. Aliás, o que é muito típico do PT, da campanha da Dilma e dela própria. Nós sabemos que esse serviço de espionagem foi montado no ano passado. Todo mundo parte de um jogo sujo montado para pegar gente do PSDB, mais ou menos próxima. Não hesitaram em pegar minha filha, uma mulher que cuida de três crianças pequenas, trabalha muito e não está metida em política. Ela já sofreu bastante devido ao meu envolvimento na política.

Por quê?
Ela me viu ser preso e algemado no aeroporto, no Chile, pela polícia do Pinochet, quando tinha quatro anos de idade. Ficamos meses e meses, eu, ela, o irmãozinho e a mãe, refugiados numa embaixada em Santiago, uma verdadeira prisão. Era uma tensão horrível. Ela ficou anos fazendo desenhos onde aparecíamos cercados por muros. Na era petista, passou a ser vítima dos blogs sujos, jornalistas alugados. E agora mais esta. Esse pessoal não tem escrúpulos mesmo. Eu me pergunto o que aconteceria se eles chegassem ao poder. Se fazem o que fazem em uma campanha, imagine no governo. Ainda bem que tenho expectativa de ganhar essa eleição. É espantoso a gente ver o grau de delinquência que envolve a campanha da Dilma, uma candidata inventada, a quem se atribui um monte de coisas que não fez.

Esse processo corre o risco de ser resolvido só depois das eleições.
Aí é uma questão da Justiça. Que ela não anda depressa, não anda. E às vezes nem pode andar depressa porque tem certos procedimentos que precisam ser seguidos. Aliás, quando eles armam os factoides, dizendo mentiras para despistar, jogam também com esse elemento.

Vamos falar um pouco sobre a campanha? Há quatro meses o senhor é a opção oficial do PSDB à presidência da República. Teria feito algo diferente desde que se lançou candidato?
A menos que tivesse bola de cristal, não. Fiz o que tinha de fazer.

Muitos aliados reclamam da falta de diálogo com o senhor. Aceita essa crítica? O que acha dela?
Duvido que sejam "muitos". Sempre estive disponível para todas as coisas importantes. Por exemplo, ajudei como nunca na formação das alianças estaduais.

O senhor começou a campanha muito a frente de sua adversária nas pesquisas. Algo saiu fora do previsto? Algo deu errado? O quê?
A campanha, de fato, começou em agosto.

Assim como se admite a vitória, admite-se também a derrota quando se entra em processos eleitorais. Caso não vença, o que o senhor imagina que faria da vida?
Olha, só penso na vitória. Você me acompanha há algum tempo e nunca me viu sentir ou pensar diferente.

Nem desanima com as pesquisas?
Anteontem, morreu Dorina Norwill, uma mulher extraordinária. Segundo sua neta, ela dizia: 'eu tenho uma mola em baixo de mim, quando algo me puxa para baixo, eu reajo para cima'. Nisso, sou igual à Dorina.

Tenho acompanhado o senhor em quase todas as viagens. Noto que desde a última semana o senhor passou a pedir voto. Por quê?
Porque estamos chegando mais perto do dia da eleição. Isso sempre acontece.

Cada presidente deixa uma marca que faz com que ele seja relembrado na história. FHC, com o Plano Real, por exemplo. Como o senhor gostaria, caso eleito presidente, de ser lembrado pela história?
Como um bom presidente, que conseguiu construir as bases de um desenvolvimento nacional sustentado, elevar a ética e a seriedade na vida pública, e que pôs a educação, a saúde e a segurança no rumo. Mas quem vai escolher a marca não serei eu.

No discurso que o senhor fez na convenção nacional do PSDB em Salvador, comparou Luiz Inácio Lula da Silva a Luis XIV. A qual personagem da história se compararia?
Bem, não foi uma comparação de verdade. Você não percebeu a brincadeira? Mas creio que seria pretensioso me comparar a algum personagem histórico de grande porte.

Quando assumiu a prefeitura da capital, o senhor reviu os contratos feitos pela sua antecessora Marta Suplicy. Acredita que isto é algo que deve ser feito pelo próximo presidente em âmbito nacional?
Não revi os contratos. Renegociei preços, que eram, em geral, inflados. Claro que no governo federal procuraremos renegociar preços inflados.

Hoje, aparentemente, a economia vai bem. O crédito é abundante, as reservas são altas, a inflação não pressiona - está controlada - e há perspectiva de crescimento. O senhor acredita que algo ameace esse quadro? O senhor vê algum risco iminente de desequilíbrio desses fatores no mandato do próximo presidente?
Depende de quem for eleito. Como espero vencer, vamos controlar os desequilíbrios, que são óbvios na área externa, onde o deficit em conta corrente cresce vertiginosamente.

O que o senhor achou da entrevista de Dilma ao Jornal da Globo? Mais especificamente, o que achou do que ela disse sobre economia?
Sinceramente, não entendi nada, exceto as falsidades... Você viu a entrevista que ela deu sobre Saúde no sábado passado? Também não entendi nada. Aliás, deveria ser arquivada no Museu da Imagem e do Som (MIS). Há duas Dilmas: a do teleprompter, ou colinha, e a verdadeira.

Falsidades na economia?
Ela afirma que as taxas de juros no Brasil estão convergindo para as internacionais, quando ocorre o inverso. É de arrepiar que ela não saiba disso. Diz que durante 25 anos o governo não investiu no Brasil. Quais 25 anos? Antes do Lula? A taxa média de investimentos nesse período foi muito mais alta do que a do governo Lula. Aliás, hoje é uma das mais baixas do mundo todo. Ela fala que repudia segurar créditos tributários para fazer caixa. Mas é exatamente o que foi feito no governo dela com o imposto de renda à pessoa física, cuja devolução foi retardada com o objetivo confesso de fazer caixa. Diz que acabou com o racionamento de energia elétrica no Brasil. Acabou como, se, quando Lula assumiu, não havia racionamento no Brasil? Conta vantagens sobre hidrelétricas, apesar de não ter concluído nada importante nessa área em oito anos! E afirma que botou R$ 8,5 bilhões no saneamento em São Paulo! Falsidade total. Se eu não tivesse a expectativa de ganhar ficaria horrorizado com a sorte do Brasil.

O senhor acredita que o eleitor vota com o bolso ou por razões subjetivas?
O que decide o voto do eleitor? Exceto marquetólogos de segunda, ninguém sabe ao certo antes da eleição. As boas análises, como não poderia deixar de ser, são sempre a posteriori.

O senhor é crítico contumaz do modelo de gestão dos órgãos públicos da administração Lula (Correios, agências...). Como pretende mudar esse modelo?
O que há de muito grave é o loteamento. É isso o que o governo faz, e o que ela faria desenfreadamente se fosse eleita. Entrega os Correios para este partido, a diretoria financeira de uma grande estatal para a fração de um partido semi-aliado, aluga a Fundação Nacional de Saúde para três partidos, etc. E os sujeitos nomeados, na maior parte das vezes, nem políticos de segunda são. Muito menos técnicos. São só afilhados de políticos, sem nenhuma qualificação, que vão lá para utilizar os órgãos públicos a favor dos seus chefes. Já li que um deles disse que conhecia os Correios só como usuário...

Defende a denominação "terrorista" atribuída por parte de seus aliados a Dilma? Por quê?
Sinceramente? Eu não tenho maior preocupação a respeito do passado da Dilma. O importante, e o que me preocupa, são as ideias ou as não ideias do presente.

Mudando completamente de assunto, o senhor pretende colocar nas bebidas aquelas imagens que colocou nos maços de cigarros? O que acha de servirem bebidas alcoólicas em avião?
Acho que não poria essas imagens, não. Mas a ideia de não servir bebidas alcoólica ou limitá-las bastante nos aviões é boa.

E por fim, o senhor tem um melhor amigo?
Tenho vários melhores amigos. E perdi vários, de maneira implacável, nos últimos tempos. O último foi (o ex-secretário da Saúde de São Paulo, Luiz Roberto) Barradas.

sábado, 4 de setembro de 2010

Derrota de Roberto Freire alegraria muito o presidente Lula, diz o ''Correio Braziliense''

Luiz Carlos Azedo, colunista político do “Correio Braziliense” e do “Diario de Pernambuco”, diz em sua coluna de ontem (03) que o presidente Lula pode ter duas frustrações na presente campanha: assistir à reeleição do senador Arthur Virílio (PSDB0-AM) e a vitória de Roberto Freire (PPS) para a Câmara Federal no Estado de São Paulo.

O presidente não gosta de ambos porque são ácidos críticos do seu governo e estaria empenhado em derrotá-los.

Arthur está em segundo lugar no seu estado (o primeiro é o ex-governador Eduardo Braga) e Freire navega a favor do vento porque recebe ajuda do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador Alberto Goldman (PSDB), um ex-comunista como ele.

Patos no Caminho da Mudança!

Ramonilson Alves, Deputado Federal Eflain Filho, Benone Leão e Umberto Joubert.  Por uma Patos Melhor!