quinta-feira, 5 de julho de 2018

Datena e a campanha: "Do meu bolso não!"


apresentador José Luiz Datena, pré-candidato ao Senado pelo DEM, não colocará recursos próprios em sua campanha.
“Deixei isso bem claro”, afirma ele. “Não vou colocar nada porque não quero tirar nada da política”, diz.

Ele afirma ainda que pretende fazer uma campanha “com o mínimo de recursos possível”, que devem vir do fundo partidário.

“Quero ter apenas um assessor pessoal. Quando o produto é bom, não precisa de muito marketing”, finaliza.(Mônica Bergamo - FSP)

Fraudes: Supremo Tribunal afasta ministro do Trabalho


G1
Nova fase de investigação sobre fraudes em registros sindicais
PF faz buscas no gabinete do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) e cumpre três mandados de prisão em nova fase da Operação Registro Espúrio.
O Ministro do trabalho, Helton Yomura, foi suspenso do cargo nesta quinta-feira (5) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após nova fase da operação da Registro Espúrio, da Polícia Federal, que apura supostas fraudes em registros sindicais. A PF também cumpre nesta manhã mandado de busca e apreensão no gabinete do deputado federal Nelson Marquezelli (PTB-SP).
Além da suspensão do cargo, Yomura está impedido de frequentar o ministério do Trabalho e de manter contato com demais investigados ou servidores da pasta.
G1 tenta contato com a defesa de Nelson Marquezelli e Helton Yomura. Ao todo, são cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília e Rio de Janeiro.
A ação é um desdobramento da operação Registro Espúrio, que desarticulou suposta organização criminosa integrada por políticos e servidores que teria cometido fraudes na concessão de registros de sindicatos pelo Ministério do Trabalho.
Além das buscas, a pedido da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR), serão impostas aos investigados medidas cautelares para proibir que os políticos frequentem o Ministério do Trabalho e mantenham contato com os demais investigados ou servidores da pasta.
Segundo a PF, as investigações e o material coletado nas primeiras fases da operação Registro Espúrio indicam a participação de novos atores e apontam que cargos da estrutura do Ministério do Trabalho foram preenchidos com indivíduos comprometidos com os interesses do grupo criminoso, permitindo a manutenção das ações ilícitas.
Operação Registro Espúrio
Em maio deste ano, a polícia fez buscas nos gabinetes dos deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB), cujas prisões chegaram a ser pedidas pela PF, mas o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) não autorizou.
De acordo com as investigações da Polícia Federal,os registros de entidades sindicais no ministério eram obtidos mediante pagamento de vantagens indevidas;  não era respeitada a ordem de chegada dos pedidos ao min a prioridade era dada a pedidos intermediados por políticos;
a operação apontou um "loteamento" de cargos do Ministério do Trabalho entre os partidos PTB e Solidariedade.
Na época, Wilson Filho disse, por meio de nota, não ter participação na concessão de registros sindicais no Ministério do Trabalho. Paulinho da Força afirmou que desconhece os fatos investigados. Jovair Arantes diz que se posiciona "em consonância" com nota emitida pelo PTB, segundo a qual a direção do partido "jamais participou de quaisquer negociações espúrias" (veja íntegra das notas dos deputados ao final desta reportagem).
Segundo as investigações, o "núcleo político" do suposto esquema teria como participantes, além dos deputados, o presidente do PTB, deputado cassado Roberto Jefferson; o suplente de deputado Ademir Camilo Prates Rodrigues (MDB-MG); e os senadores Dalírio Beber (PSDB-SC) e Cidinho Santos (PR-MT), atualmente licenciado do mandato.
A PF também pediu a prisão de Roberto Jefferson, mas Fachin não atendeu. Segundo o ministro, há indícios de que ele sabia do esquema, mas não que tenha se beneficiado. Segundo nota (leia a íntegra ao final desta reportagem), a direção nacional do PTB "jamais participou de quaisquer negociações espúrias no Ministério do Trabalho".
Em São Paulo, os agentes fizeram buscas na Força Sindical e na União Geral dos Trabalhadores (UGT).
Outros alvos da operação, para os quais havia mandados de prisão expedidos, são Leonardo José Arantes e Rogério Papalardo Arantes, sobrinhos do deputado Jovair Arantes (PTB-GO).

PT vai priorizar Dilma na partilha do fundo eleitoral


Coluna do Estadão
Apesar de o PT ter decidido destinar de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões para os candidatos do partido ao Senado, a ex-presidente Dilma Rousseff terá um tratamento especial. Para não vê-la derrotada nas urnas em Minas, a agremiação reservará para ela mais recursos do que para os demais.
Eu avisei - Cesar Maia foi um dos primeiros a levantar suspeitas sobre o ex-ministro Antonio Palocci, mais novo delator da Lava Jato. Em 2005, Maia era prefeito do Rio quando acusou em seu blog o então ministro da Fazenda de Lula de mentir sobre suas relações com a empresa de coleta de lixo Leão&Leão.
Desandou. O infortúnio de Palocci é lamentado por congressistas mais antigos. A queda do ex-petista no primeiro governo Dilma é considerada no meio político como o motivo para a derrocada da gestão dela.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

O novo comando da Assembleia Legislativa


Da coluna de Marisa Gibson, hoje na sua coluna DIAIRIO POLÍTICO
[..]
o futuro da Assembleia, em tese, fica agora nas mãos do não menos poderoso deputado federal Eduardo da Fonte, presidente estadual do PP. É do seu partido, o 1º vice-presidente da Assembleia, o deputado Cleiton Collins, que assume interinamente a presidência da casa.
Depois de um mês será convocada nova eleição, o que exige muitas negociações.
O PP tem a maior bancada na Assembleia, seguido do PSB. Na era Uchoa, o PSB era majoritário mas nunca fez valer o princípio da proporcionalidade.
Agora, se a regra for invocada, o PSB ficará com as mãos amarradas.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Políticos se solidarizam com a família de Guilherme Uchoa


Confira mais depoimentos de políticos e amigos do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchoa, falecido na manhã de hoje.
André Ferreira, deputado estadual pelo PSC
Foi com surpresa e tristeza que recebi, nesta madrugada, a notícia da morte do presidente Guilherme Uchoa. Mais do que um correligionário no PSC, Guilherme era um grande amigo, que vai deixar saudades. Não se pode contar a história política de Pernambuco nos últimos 20 anos sem a sua participação e essa lacuna será difícil de preencher. Deixo os meus sentimentos e orações a Eva, sua esposa, e aos filhos Giovanna e Guilherme Junior.
Danilo Cabral, deputado federal pelo PSB
Além de ser um homem dedicado à família, Guilherme teve uma bonita trajetória de vida pública como magistrado e parlamentar. Tinha a marca pessoal da defesa intransigente de seus valores e de ser amigo dos amigos. Que Deus o guarde no merecido lugar especial e conforte toda a família e amigos
Sileno Guedes, presidente estadual do PSB
É com grande pesar que o PSB de Pernambuco recebe a notícia sobre o falecimento do deputado estadual Guilherme Uchoa, presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco.
O Estado perde um importante líder político, que durante mais de duas décadas dedicou a vida à atividade pública. Aliado importante e amigo do PSB, Uchoa, como parlamentar e representante maior da Casa Joaquim Nabuco, sempre atuou em defesa de projetos prioritários para a população pernambucana, dando exemplos não só da sua lealdade, mas de responsabilidade com a gestão pública.
Juiz aposentado, exerceu ainda o cargo de governador em períodos distintos nos mandatos dos governadores Eduardo Campos e Paulo Câmara. Aos familiares e amigos, desejamos o conforto necessário neste momento de luto e dor.
Silvio Costa Filho, deputado estadual e líder da Bancada de Oposição de Pernambuco
Hoje é um dia triste para todos nós que fazemos a Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Foi com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento do deputado Guilherme Uchoa, presidente da Alepe. Em seu sexto mandato e há quase 12 anos à frente da Casa, a sua atuação foi marcada principalmente pela forma como defendeu a autonomia do Legislativo. Pernambuco perde um grande quadro. Como homem público, sempre praticou a boa política, atuando com ética, seriedade e compromisso com os pernambucanos.
Guilherme é um exemplo de homem público, pai e amigo. Ele pode imprimir uma gestão exitosa na Alepe, buscando a transparência do poder legislativo, melhorando a infraestrutura e ampliando o diálogo do Legislativo com todos os poderes, além de buscar ampliar os canais institucionais de participação popular, dialogando sempre com o povo de Pernambuco. Nossa solidariedade à toda família e amigos.
Antonio Souza, empreendedor social e pré-candidato ao Senado
Foi com grande pesar que recebi nesta manhã a notícia do falecimento do presidente de Assembleia Legislativa, Guilherme Uchoa. Presidindo o Legislativo estadual, colocou sempre os interesses da população na ordem do dia. Seu desaparecimento deixa uma grande lacuna no nosso estado. Quero aqui me solidarizar com a família e pedir que Deus os conforte.
Mendonça Filho, deputado federal pelo DEM
Guilherme Uchôa cumpriu papel histórico e destacado como parlamentar e presidente da Assembleia Legislativa por vários mandatos. Me solidarizo com a família e os amigos.
Armando Monteiro Neto, senador pelo PTB
É com grande pesar que registro o falecimento do deputado estadual Guilherme Uchoa. Guilherme exerceu suas missões, como juiz e como parlamentar, sempre com elevado compromisso com os interesses de Pernambuco. Nosso estado perde um lutador, um homem público combativo e afirmativo. Nesse momento de dor, manifesto minha solidariedade à família e aos amigos.
Por Magno Martins

Políticos lamentam morte e destacam vide de Uchoa


Confira mais depoimentos de políticos e amigos do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchoa, falecido na manhã de hoje.
Jorge Corte Real, deputado federal pelo PTB
Lamento muito a morte do deputado estadual Guilherme Uchoa, presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Essa é uma grande perda para o Estado, pois Guilherme era um político de conduta ilibada e de convicções firmes. Como magistrado, exerceu sua função de forma exemplar e digna. Deixo aqui minha solidariedade à família Uchoa.
Sebastião Oliveira, deputado federal e presidente estadual do PR
Manifesto o meu profundo pesar pela partida precoce do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchôa.  Na vida pública, eu tive a oportunidade de conviver e aprender muito com Guilherme Uchôa durante três mandatos consecutivos. Ressalto a sua coragem e altivez em defesa do Poder Legislativo. Para a política pernambucana fica uma imensa lacuna.
Rogo a Deus que conforte à família e o receba na sua infinita misericórdia e nas muitas moradias celestiais que foram preparadas para os seus filhos amados.
Bruno Pereira, prefeito de São Lourenço da Mata
A Prefeitura Municipal de São Lourenço da Mata lamenta o falecimento do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchoa, na madrugada desta terça-feira, em decorrência de problemas pulmonares, no Real Hospital Português, no Recife.
Sua atuação na esfera pública, como juiz, deputado estadual e presidente do Legislativo de Pernambuco, sempre foi pautada pelos interesses do povo pernambucano, tendo um espírito de conciliação que foi essencial em vários momentos difíceis na vida política de nosso Estado.
Estendemos nossos pêsames à família, em especial a dona Eva e os filhos Júnior e Giovana.
Augusto Coutinho, deputado federal pelo Solidariedade
Não é fácil perder nenhum líder que ajuda a entender a dinâmica política, mas o pesar é ainda maior quando se trata de um amigo pessoal por quem se tem bastante apreço e, acima de tudo, respeito. Lembro que, para ser eleito presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco pela primeira vez, ainda em 2006, Guilherme Uchôa procurou a mim, que liderava a bancada do PFL, e a Pedro Eurico, líder do PSDB, e conquistou o nosso apoio para o cargo.
Depois, ele buscou o então governador Eduardo Campos para dizer que tinha construído essa base também com a oposição. Sempre afirmativo, colocou seu nome na história de Pernambuco. O afastamento natural que se deu por minha vinda à Brasília nunca diminuiu meu afeto e admiração pelo homem e profissional que era, tanto que o contato era recorrente a cada uma de suas visitas à capital federal. Desejo conforto à sua esposa, Dona Eva, seus dois filhos, Júnior e Giovana, seu genro Tato e seus seis netos. O legado dele continua.
Fernando Filho, deputado federal pelo DEM
Profundamente triste com a notícia do falecimento do deputado Guilherme Uchôa. Antes de tudo, Uchôa foi um incansável defensor dos interesses de Pernambuco, em mais de 30 anos de vida pública. Seu legado de lutas fica marcado para sempre em nossa história, em especial na Assembleia Legislativa, casa que presidiu com zelo e cuidado inigualáveis nos últimos 12 anos. Aos parentes e amigos meus sinceros pesares. Que possam encontrar em Deus o conforto para atravessar esse momento.
Marinaldo Rosendo, deputado federal pelo PP
Pernambuco perdeu um grande homem da política de nossa história. Sábio, conhecedor da lei e muito inteligente, Guilherme Uchôa era um homem dedicado à família e valorizava sua terra. É uma perda lamentável para nosso estado, um deputado atuante, como o presidente da Assembleia Legislativa.
Nos últimos tempos, tive a oportunidade de conviver, como prefeito de Timbaúba, na Mata Norte, apoiando ele para deputado estadual e também com dobradinha exitosa em vários municípios do estado em minha primeira campanha para deputado federal. Era um homem ilustríssimo, que inúmeras vezes recebi com muita alegria e satisfação na minha casa. Neste momento, rezo e peço a Deus que abençoe Guilherme Uchôa e conforte seus amigos e familiares.
Ricardo Teobaldo, deputado federal e presidente do Podemos em PE
Com extrema tristeza recebi a notícia do falecimento do deputado e presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchôa. Pernambuco fica menor com a partida deste grande homem público. Guilherme exerceu com maestria suas funções, seja na Alepe ou no Tribunal de Justiça de Pernambuco, onde atuou como magistrado.
Além de um grande político, Guilherme era um grande amigo e fará muita falta a todos que o rodeavam e desfrutavam do prazer de sua amizade. Que Deus possa confortar a todos os familiares nesse momento tão difícil.
Laura Gomes, deputada estadual pelo PSB
Pernambuco amanheceu mais triste nesta terça-feira, com o falecimento do amigo deputado Guilherme Uchoa, presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Tive a honra de conviver mais de perto nos últimos anos e admirava seu zelo e cuidado com a Casa Joaquim Nabuco, casa de todos os pernambucanos. Ao longo dos 23 anos como deputado Estadual, Guilherme Uchoa deixa uma marca importante na política do Estado. Deixo meu abraço carinhoso a toda a família.
Alberto Feitosa, deputado estadual pelo Solidariedade
Foi com pesar que recebi nesta manhã a notícia do falecimento do colega e presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchôa. Um homem inteligente, com forte capacidade de articulação e que dedicou seus seis mandatos como deputado estadual e presidente da Casa ao desenvolvimento do nosso estado. Deixo meus sentimentos a sua família e amigos.
Adalberto de Oliveira Melo, desembargador e presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE)
Com pesar e sentimento de solidariedade a familiares e amigos, em nome do Poder Judiciário de Pernambuco, lamentamos o falecimento do presidente do Legislativo estadual, deputado Guilherme Uchoa. Magistrado aposentado, para além e antes mesmo de sua atuação no cenário político, Uchoa contribuiu para o TJPE e para a população através de seu trabalho no cargo de juiz em comarcas do Interior e da Região Metropolitana do Estado.
Eduardo Marques, vereador pelo PSB e presidente da Câmara Municipal do Recife
É com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Guilherme Uchôa. Hoje é um dia de tristeza que ficará marcado para sempre. Pernambuco perde um homem público de ilibado caráter e profundo compromisso com a gente de sua terra. Ele deixa, neste solo, exemplos de luta e determinação que inspiraram muitos políticos. Por certo inspirará outras tantas gerações de pernambucanos.
Por Magno Martins

Morre Guilherme Uchoa

Por Magno Martins
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchoa (PSC), de 71 anos, morreu, hoje, no Hospital Português, na área central do Recife. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da Alepe. O óbito ocorreu às 4h, em decorrência do agravamento do quadro de saúde do deputado, que teve edema pulmonar e parada cardíaca.
O parlamentar estava internado desde domingo (1º), depois ter problemas de saúde em casa, na Região Metropolitana, e ser levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A assessoria do Legislativo ainda não repassou informações sobre velório e enterro.
Guilherme Uchoa estava no sexto mandato parlamentar e presidia a Alepe pela sexta vez consecutiva. Juiz aposentado, ele ocupou o cargo de governador de Pernambuco em virtude de ausência dos titulares.

Solidariedade entre ser governo ou oposição

Augusto Coutinho está mais para sair do que para ficar no governo Paulo Câmara
O Partido Solidariedade, que é presidido em Pernambuco pelo deputado Augusto Coutinho e tem entre suas estrelas o também deputado Kaio Maniçoba e o prefeito de Olinda, Lupércio Nascimento, reuniu ontem a sua executiva e marcou para o dia 4 de agosto a sua convenção regional. Na ocasião, será decidido se os solidaristas permanecem na Frente Popular ou se engrossam as fileiras da oposição, para onde migraram recentemente o prefeito de Jaboatão dos Guararapes Anderson Ferreira e seu irmão, André, deputado estadual e presidente regional do PSC. A reunião do Solidariedade foi marcada por “um elevado grau de insatisfação” com o governo Paulo Câmara, segundo nota divulgada à imprensa pela assessoria de Augusto Coutinho, porque o governador, “sem diálogo”, não manteve a Secretaria de Habitação sob controle do partido. A pasta era comandada pelo deputado Kaio Maniçoba, que se desincompatibilizou em abril deste ano para concorrer à reeleição. O SD tinha a expectativa de que outro membro do partido seria convidado para substituí-lo. Mas negociações de última hora levaram o governador a chamar de volta para comandá-la o emedebista Bruno Lisboa, ligado ao deputado Jarbas Vasconcelos. Coutinho está mais para sair do que para ficar nas hostes governistas, não por causa da Secretaria de Habitação que foi completamente esvaziada pelo programa “Minha casa, minha vida”, do governo federal, e sim por ser cunhado e amigo-irmão do deputado Mendonça Filho, que será candidato a senador pela Frente das Oposições.

Ganha força tese que coloca Eva no lugar de Micheline Rodrigues na chapa encabeçada por Lucélio Cartaxo


Ganha força tese que coloca Eva no lugar de Micheline Rodrigues na chapa encabeçada por Lucélio Cartaxo
A tese que coloca a ex-deputada e presidente estadual do PSD, Eva Gouveia, como vice na chapa encabeçada pelo pré-candidato Lucélio Cartaxo (PV) foi lançada pelo deputado estadual Manoel Ludgério (PSD), mas já começa a ganhar corpo e aceitação popular. Pelo menos é o que mostra o resultado de uma enquete lançada pelo portal PB Agora desde que a possibilidade surgiu.

Para Ludgério, Micheline poderia ser a candidata ao Senado Federal, nessa articulação.Na enquete, o portal faz a seguinte indagação: "Você acha que Micheline deve ser trocada por Eva Gouveia na vice de Lucélio? A resposta da maioria foi SIM. O resultado foi quase o dobro dos que pensam o contrário, ou seja, que querem a permanência de Micheline, esposa do prefeito de Campina Grande, na vice.
A enquete recebeu 361 cliques até a tarde desta segunda-feira (02). Destes, 141 votos (39,06%) se declararam favoráveis a troca de Micheline por Eva. Já 88 disseram que não desejam a troca. 44 cliques preferiram anular ou deixar em branco a votação, outros responderam que 'tanto faz' uma ou outra.
Na elaboração da enquete, o portal PB Agora destaca que seu sistema não permitiu o voto duplicado com o mesmo IP, entre outros recursos de proteção para evitar que os números fossem manipulados por robôs.
A enquete teve como objetivo sentir o termômetro da população quando o assunto é a formação das chapas.

A enquete não possui fins científicos, sendo meramente ilustrativa, como permite a atual legislação eleitoral.
VEJA O RESULTADO 

PB Agora

Dilma ensaia a volta


Bernardo Mello Franco – O Globo
Depois de confirmar o impeachment, o Senado poupou Dilma Rousseff de perder os direitos políticos. “Não podemos ser maus, desumanos”, defendeu Renan Calheiros. Parecia um mero consolo para aliviar as dores da queda. A imagem da petista estava tão desgastada que ninguém apostaria numa nova candidatura.
Menos de dois anos depois, Dilma decidiu enfrentar as urnas. Concorrerá ao Senado pelo PT de Minas Gerais. Ela se lançou na noite de quinta-feira, em Belo Horizonte. Há duas vagas em disputa, e pesquisas que circulam no Estado a apontam como favorita.
A candidatura da ex-presidente surgiu como um embaraço para seu próprio partido. Irritado, o MDB abandonou a base de Fernando Pimentel e abriu um processo de impeachment contra o petista. Agora o cálculo mudou, e a presença dela passou a ser vista como um reforço para o governador.
Além de enfrentar problemas com a Justiça, Pimentel pilota uma administração em colapso financeiro. O Estado voltou a atrasar o pagamento dos servidores. A folha de pagamentos virou uma bagunça. Um estudo do Tribunal de Contas identificou 96 mil funcionários sob suspeita de acúmulo ilegal de funções.
O descalabro encorajou o PSDB a relançar Antonio Anastasia, que deixou o governo em 2014 com a reputação de bom gestor.
A entrada de Dilma na chapa deve nacionalizar a eleição mineira. Isso tende a atrapalhar o tucano, que foi relator do impeachment no Senado e será cobrado pelo impulso decisivo a Michel Temer.
A impopularidade do presidente se tornou o maior ativo eleitoral da antecessora. De acordo com a nova pesquisa CNI-Ibope, 63% dos brasileiros consideram o governo Temer pior que o governo Dilma. Outros 26% não veem diferença, e apenas 9% dizem que o país melhorou.
A eleição mineira poderia ficar ainda mais interessante. Como o mandato de Aécio Neves está no fim, a corrida ao Senado ameaçava reeditar o duelo que dividiu o país em 2014. Apanhado pela Lava-Jato, o tucano achou melhor não disputar o tira-teima. Sua situação é tão melancólica que ele ainda calcula se teria votos para se eleger deputado.

Centrão racha e FHC tenta unir o centrinho


Helena Chagas - Blog Os Divegentes
A três meses das eleições, o tempo ruge. Não dá mais para ficar fazendo joguinho de efeito, manobras protelatórias e truques destinados a engordar cacifes pessoais e partidários em movimentos que claramente não vão ter consequência. Está chegando a hora da verdade para todo mundo, e enquanto a bola rola nos gramados russos, os destinos são decididos por aqui.
Vai ficando claro, por exemplo, que o ajuntamento que se denomina Centrão – DEM, PP, PRB, Solidariedade e, dependendo do humor do dia, o PR – vai rachar. Se Geraldo Alckmin estivesse com um desempenho melhor nas pesquisas, iriam todos para o colo tucano. Só que não está, e já vai ser um custo convencer o DEM a entrar na aliança, com a desistência de Rodrigo Maia – cuja candidatura sempre se destinou a valorizar seu passe e o de seu partido.
Se o DEM indicar o vice de Alckmin, e ainda levar outras vantagens como a garantia de apoio à reeleição de Maia no comando da Câmara, é possível que vá. Mas dificilmente levará o PP, por exemplo, que está mais próximo de Ciro Gomes ou da opção de não ter candidato a presidente nenhum – fica livre nos estados e depois, como sempre, negocia apoio ao vencedor.
O PR, por sua vez, está entre os dois extremos, e nada desconfortável com isso. Nos últimos dias, recebeu ofertas quase irrecusáveis de Jair Bolsonaro, que sabe ser decisiva a aliança para aumentar seu tempo na TV. Prometeu a vice para Magno Malta e, diz-se, muito mais. Mas o partido de Valdemar Costa Neto, também cortejado por Alckmin, guarda na manga a possibilidade de um acordo com o PT – que poderia dar a vice da chapa de Lula ao empresário Josué Gomes e, mais adiante, quem sabe, talvez até a cabeça de chapa se a candidatura do petista for mesmo barrada.
Até porque os petistas começam a achar que não vão dar em nada as articulações para se aproximar do PSB. Nos últimos dias, avançaram as conversas dos caciques socialistas com Ciro Gomes, e a negociação prevê a vice para o mineiro Marcio Lacerda – o que, do outro lado da moeda, beneficiaria indiretamente o PT em Minas, desistindo de sua candidatura a governador.
Marina Silva, por sua vez, parece perdida na floresta das alianças e não achou ainda rumo que lhe dê mais tempo na TV e estrutura partidária. Mas continua bem nas pesquisas, segurando no gogó um segundo lugar.
Por isso, enquanto a bola rola, é bom prestar atenção na articulação capitaneada por Fernando Henrique Cardoso, que em seu artigo nos jornais deste domingo, voltou a exortar as forcas de centro a se unirem já no primeiro turno para evitar, no segundo, uma escolha entre “o pior e o menos pior”. Vale lembrar duas coisas: 1) FH vive elogiando Marina; 2) Marina, pela primeira vez, mandou representante à reunião, quinta passada, para lançamento do manifesto desse grupo centrista – que não é o Centrão. Te cuida, Geraldo Alckmin…

Moro pode sentenciar Lula na reta final da eleição


Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo
Processo em que o ex-presidente é investigado por reformas em sítio pode ser finalizado em outubro
O processo em que Lula é investigado por reformas no sítio de Atibaiarealizadas por empreiteiras pode ser finalizado pelo juiz Sergio Moro em outubro, na reta final das eleições presidenciais.
Pelo calendário, duas testemunhas de defesa do petista ainda devem depor: Dilma Rousseff (PT-MG) e o cantor Gilberto Gil. Lula vai ser ouvido no dia 11 de setembro, data já agendada e divulgada por Moro. 
Depois disso, o juiz abre prazo para as alegações finais de acusação e defesa.
Se não houver diligências adicionais, ele dá a sentença em outubro --o primeiro turno do pleito será no dia 7 e o segundo, no dia 28.
Os depoimentos mais bombásticos do processo foram marcados para o fim de agosto e o começo de setembro. Emílio e Marcelo Odebrecht vão depor no dia 29 de agosto. Leo Pinheiro, no dia 3 de setembro.
O advogado Roberto Teixeira e o dono do sítio, Fernando Bittar, no dia 5.
A propaganda gratuita na TV começa em 31 de agosto, dois dias depois dos depoimentos da família Odebrecht.

Por um lugar ao sol: Marília, Câmara, PSB, PT e Ciro


Dirigentes do PT admitem que está difícil fechar aliança nacional com o PSB, mas ainda tentam conter a ala pernambucana que quer colocar a campanha de Marília Arraes (PT-PE) na rua para rivalizar com a do governador Paulo Câmara (PSB-PE), elevando a pressão.
Enquanto a articulação do PT patina, Ciro Gomes, o presidenciável do PDT, programa novo aceno ao PSB.
Ele encontra nesta semana o presidente da sigla, Carlos Siqueira (PSB-PE). E a cúpula do DEM já não esconde a preferência pelo pedetista.
No PT, ganha força a ideia de inscrever o ex-chanceler Celso Amorim como vice na chapa de Lula, caso o partido não feche nenhuma aliança.
A ideia, porém, não é a de que ele assuma o posto de presidenciável. Fernando Haddad e Jaques Wagner continuam favoritos no quesito plano B.                 (Daniela Lima – Folha Painel)

segunda-feira, 2 de julho de 2018

PSB já sem obstáculos para fechar com Ciro

Aliados de Márcio França (PSB) dizem que o governador tem dado sinais de que não tem mais argumentos para impedir que o seu partido se alie a Ciro Gomes (PDT) na disputa presidencial.
Além de o PSDB não demonstrar interesse em apoiar candidaturas estaduais do PSB, auxiliares de Alckmin já avisaram França que o tucano não deve participar de seus programas eleitorais.

Jarbas se reúne com prefeitos no interior

O deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB), no giro que fez ao Agreste e Sertão do Estado neste final de semana, participou de reuniões com o prefeito de Vertente do Lério, Renato Sales (MDB) e com a prefeita de Surubim, Ana Célia Farias (PSB). Em Vertente do Lério inclusive, na companhia do vice-governador do Estado e presidente estadual do MDB, Raul Henry, Jarbas participou da entrega de equipamentos públicos e veículos que irão ajudar no atendimento médico à população da cidade, investimentos frutos de emendas parlamentares apresentadas pelo deputado.

domingo, 1 de julho de 2018

FHC contra o “ruim (Lula) e o menos pior (Bolsonaro)”


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reaparece neste domingo nos jornais propondo a união de candidatos "ainda no primeiro turno para evitar que o povo tenha de escolher entre o ruim e o menos pior". FHC, que teme um segundo turno entre Lula (ou se seu candidato) e Jair Bolsonaro -- tenta construir uma coalizão que inclua Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia, Marina Silva, Henrique Meirelles e Alvaro Dias.
Leia, abaixo, seu artigo deste fim de semana.
Sejamos radicais
Devemo-nos unir para evitar que o povo  tenha de escolher entre o ruim e o menos pior
 
* Fernando Henrique Cardoso
O Brasil exige: sejamos radicais. Mas dentro da lei: que a Justiça puna os corruptos, sem que o linchamento midiático destrua reputações antes das provas serem avaliadas. Não sejamos indiferentes ao grito de “ordem!”. Ele não vem só da “direita” política, nem é coisa da classe média assustada: vem do povo e de todo mundo. Queremos punição dos corruptos e ordem para todos, entretanto, dentro da lei e da democracia. 
O País foi longe demais ao não coibir o que está fora da lei, o contrabando, o narcotráfico, a violência urbana e rural, a corrupção público-privada. Devemos refrear isso mantendo a democracia e as liberdades antes que algum demagogo, fardado ou disfarçado de civil, venha a fazê-lo com ímpetos autoritários. 
Só com soldados armados se enfrentam os bandidos, eles também com fuzis na mão. Se não há mais espaço para a pregação e a condescendência, tampouco queremos, entretanto, que a arbitrariedade policial prevaleça.  
O Brasil tem pressa: chega de governos incompetentes. Não se trata só da falta de dinheiro, mas da má gestão aliada às vantagens corporativas e partidárias. Não há crescimento da economia nem empregabilidade sem investimento público e privado. Precisamos reintegrar nossa economia aos fluxos de criatividade e às cadeias produtivas mundiais. Assim como precisamos melhorar a infraestrutura para escoar a produção. 
Não haverá adesão aos valores básicos que mantêm a coesão social sem crescimento contínuo da economia e sem respeito ao meio ambiente. Crescer de modo sustentável a 4% ao ano por 20 anos assegura melhor distribuição de renda e oferece mais emprego do que picos ocasionais de 6% ou 7% de crescimento em um ou dois anos, seguidos de mergulhos de 1 a 3 pontos negativos a cada três anos. 
Nada disso se conseguirá sem que a educação seja o centro das atenções governamentais e populares. 
Sem reformas, a da Previdência acima de todas, pelos danos que a legislação previdenciária atual causa ao Orçamento público, e sem uma “reforma moral” nas nossas práticas políticas, eleitorais e partidárias, nosso destino nacional estará comprometido por décadas. 
Um Congresso com 26 partidos torna o País ingovernável. Um governo que tem quase 30 ministérios, cujos titulares são desconhecidos até pelos cidadãos mais bem informados, é incapaz de se haver com os desafios do futuro. Há que reconhecer que o sistema político que montamos em 1988 se exauriu. 
A Constituição preserva, e isso deve ser mantido, tanto a intangibilidade e os limites sociais da propriedade privada como os direitos humanos fundamentais. Mas ela não abriga atos de violência nem de desordem continuada. 
Entende-se a motivação dos sem-teto, como também a dos sem-terra. Mas fora da lei o que era propósito de reconstrução se transforma em instrumento de deterioração. Há que dar um basta a tanta desordem. Façamo-lo com a Constituição nas mãos, antes que outros o façam, em nome da ordem, mas sem lei. 
É este o radicalismo de que precisamos: decência na vida pública, crescimento da economia, salários mais condizentes com o custo de vida, seriedade no trato das finanças públicas, reformas em nome da igualdade social e regional e um serviço público que atenda às demandas básicas das pessoas: moradia, transporte, saúde, educação e segurança. Que os governos se unam à iniciativa privada se for necessário e lhe cedam o passo quando for mais racional para assegurar o atendimento às necessidades do povo. 
Um programa simples como esse requer autoridade moral dos que vierem a nos comandar. Só com ela haverá força para dar rumo seguro ao País. Só assim levaremos adiante as reformas, incluída a da Constituição, sem que os poderosos se tornem suspeitos de estar a serviço das oligarquias políticas, econômicas e corporativas. 
É para isso que precisamos formar um Polo Popular e Progressista. Por popular entenda-se que respeite a dinâmica dos mercados, pois vivemos num sistema capitalista, mas que saiba que ela não é suficiente para atender às necessidades de toda a população. Por progressista entenda-se que esse bloco seja consciente das transformações produtivas e políticas do mundo, tenha coragem de viver nele tal como ele é e preserve a crença no Brasil como nação. 
Ou participamos ativamente das mudanças do mundo contemporâneo ou seremos irrelevantes. Pior, perderemos o que de melhor podemos tirar dele: sua capacidade de renovar-se tecnológica e politicamente. 
Na campanha eleitoral que se aproxima os temas centrais estão se delineando: o desprezo aos partidos e à classe política, que advém da descoberta de que as bases do poder apodreceram pela corrupção, só poderá ser ultrapassado se o povo perceber que há alternativas à desmoralização de tudo e de todos. 
O grito dos desesperados por emprego e renda não se resolve só com assistencialismo. Este é necessário para a sobrevivência das pessoas. Mas a dignidade delas requer medidas que restabeleçam a confiança na economia, no investimento e no emprego, dando-lhes um horizonte de futuro. 
O medo da violência reinante e a perda de oportunidades econômicas tornam o eleitorado suscetível às pregações de “mais ordem”. Empunhemos essa consigna, mas sem substituir a lei pelo arbítrio. Ordem na lei e com bases morais sólidas. 
Não é pedir demais que alguns candidatos em disputa no próximo dia 3 de outubro subscrevam essas diretrizes. Qual deles passará ao segundo turno depende do empenho de seus respectivos partidários e da decisão do eleitorado. Unamo-nos desde já, entretanto, em torno desses princípios com a firme disposição de chegar ao segundo turno. Se dois de nossos candidatos lá chegarem, tanto melhor: será o povo que dirá qual deles há de conduzir-nos nos próximos anos. Não devemos arriscar, porém. Se for o caso, devemo-nos unir ainda no primeiro turno para evitar que o povo tenha de escolher entre o ruim e o menos pior. 
Fernando Henrique Cardoso é sociólogo e foi presidente da República

PSDB de Minas vai questionar candidatura de Dilma


Coluna do Estadão – Andreza Matais
Dilma Rousseff (PT) anunciou sua candidatura ao Senado, mas, no que depender dos tucanos mineiros, ela pode nem sair do papel.
O presidente do PSDB no Estado, Domingos Sávio, afirma que a legislação sobre o impeachment é clara: além da perda do mandato, determina a perda dos direitos políticos. O acordo feito no Senado no dia da cassação, que vetou essa parte da punição, não seria suficiente para garantir sua candidatura.
O tucano está confiante que o próprio MPE proporá a impugnação. Caso não o faça, o PSDB já se prepara para fazê-lo.
Pelo menos um ministro do TSE e um do Supremo concordam com a avaliação de Domingos Sávio de que a “decisão do Senado não redime a petista da condenação”.
O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) rebate. Para ele, a impugnação é a tentativa de dar outro golpe, impedindo que Dilma seja candidata.

Os bens da família


Carlos Brickmann
Afinal, a quanto monta o patrimônio da família de Lula? Aqui estão os números oficiais, expostos pelos advogados da família no inventário de Marisa Letícia, esposa do ex-presidente. No inventário não consta o apartamento triplex, que Lula sempre negou lhe pertencer; nem o sítio de Atibaia, que segundo o ex-presidente pertence a amigos que o convidam permanentemente para ali se hospedar e se comportar como se fosse dele.
Os bens imóveis, de acordo com a lei, são avaliados pelo valor venal, que raramente coincide com o valor de mercado.
É muito, é pouco? Veja a íntegra do documento com o arrolamento dos bens a dividir, elaborado pelo escritório Teixeira, Martins Advogados, em http://www.chumbogordo.com.br/19556-rol-dos-bens-da-familia-lula-da-silva/.
Ao fazer as contas, não esqueça que um presidente pode acumular mais bens do que alguém com o mesmo salário, pois suas despesas correm por conta do exercício do cargo. Sem raiva, sem ódio: faça sua análise.

Patos no Caminho da Mudança!

Ramonilson Alves, Deputado Federal Eflain Filho, Benone Leão e Umberto Joubert.  Por uma Patos Melhor!