segunda-feira, 9 de março de 2020

Regina: “Estou tentando apagar alguns incêndios”


Por ISTOÉ
Na noite de ontem, Regina Duarte, de 73 anos, deu uma entrevista exclusiva ao jornalista e repórter Ernesto Paglia, do Fantástico, da Globo, onde falou sobre a sua recente posse como secretária da Cultura. A atriz recebeu a equipe de reportagem em sua casa, falou com clareza e abertamente sobre assuntos ligados à política, relacionamentos com amigos após a sua candidatura e uma possível volta a TV.
Questionada por Ernesto se da fazer cultura com uma verba limitada, Regina disse: “Da para fazer uma cultura e uma arte com os recursos possíveis”.
Sobre ter o apoio de amigos famosos como atores e outras personalidades, Duarte contou que agora entendeu que os alguns amigos a apoiam e torcem por ela como pessoa, mas não como governo Bolsonaro, e ela disse que entende e respeita cada um deles.
Ela aproveitou para falar da Hashtag ‘Fora Regina’, que criaram para tirar ela do cargo que acabou de assumir, e que já está começou apagar alguns incêndios em Brasilia.
Sobre a  Lei Rouanet, principal mecanismo de fomento à cultura no Brasil, Regina Duarte disse: “Eu acho que a Lei Rouanet precisa de alguns ajustes, ela pode ser mais democratizada”, disse a nova secretária da Cultura.
Ernesto Paglia questionou Regina Duarte sobre o militarismo e a ditadura com que o presidente Bolsonaro conduz a sua candidatura à presidência, e perguntou se Regina apoia essa forma mais severa. “Estou vivendo a história do meu pais”, disse ela de forma curta e objetiva sobre os temas.
Uma atriz consagrada, renomada e com muitos anos de carreira, ao tomar posse como secretária da Cultura, precisou se ausentar dos palcos e da TV, Regina finalizou a entrevista falando sobre voltar a atuar. “Não me vejo com tempo e nem possibilidade de pensar nisso agora. Vou voltar aos palcos assim que possível”, disse Regina Duarte, que revelou que tem uma peça fechada em sete chaves para um possível retorno como atriz.

Michelle vai processar quem divulgou caso extraconjugal


Por O Antagonista
 
Michelle Bolsonaro decidiu processar quem insinuou ou divulgou o boato de que a primeira-dama estava mantendo um relacionamento extraconjugal com o ex-ministro da Cidadania Osmar Terra.
Ela e assessores se reuniram na semana passada com o advogado Daniel Bialski e pediram providências. Bolsonaro não participou do encontro. “Ela está indignada e pediu que tomássemos todas as providências cabíveis. Ela está inconformada. Ela teve sua dignidade de mãe, esposa e mulher atingida”, afirmou Bialski a O Antagonista.
A defesa de Michele vai atuar em frentes diferentes. Na área penal, vai apresentar uma queixa por difamação. Além disso, os advogados também devem ingressar com uma ação para indenização por danos morais. Os processos ainda está em fase de elaboração e devem ser formalizados nos próximos dias na Justiça.

A esquerda se irrita quando é desmentida


Por J.R Guzzo, do Metropole
Poucas coisas são tão cansativas no Brasil quanto a necessidade de estar provando o tempo todo os fatos mais elementares da realidade – e, a cada vez que a prova é feita, ouvir os murmúrios de desaprovação da nossa “elite pensante”. Ao ser confrontada com a verdade factual, fica irritada e abandona toda e qualquer tentativa de raciocinar – diz apenas que o apresentador da prova é “de direita”.
O professor Luiz Felipe Pondé, por exemplo, mostrou recentemente, e mais uma vez, uma dessas realidades absolutamente indiscutíveis. Não existe na história, disse Pondé, o caso de um único trabalhador americano que tenha fugido para o Brasil em busca da proteção da legislação trabalhista e dos direitos que ela confere a quem trabalha.
Ao mesmo tempo, existem alguns milhões de trabalhadores brasileiros que querem o tempo todo entrar nos Estados Unidos – onde não há legislação trabalhista nenhuma e os direitos do empregado se resumem basicamente a receber o salário – em busca de trabalho. Aliás, querem ir para lá de qualquer jeito – legal ou ilegalmente. Não ficam apavorados com a ausência completa de “proteção aos direitos do trabalhador” nos Estados Unidos? Não, não ficam.
Não se trata de um argumento, é apenas a constatação inteligente dos fatos e a conexão obrigatória de uma ideia com outra. Justamente por isso, provoca as piores indignações por parte da esquerda e desse monumental sistema de manutenção de parasitas que é a “justiça trabalhista” no Brasil. Essa aberração não protege o trabalhador – ela jamais poderá fazer isso, pois é contra o trabalho. Beneficia, além dos seus milhares de funcionários, apenas advogados e quem tem dinheiro para pagá-los.
É um fato da vida real, só isso. Mas não vale, porque é um fato “fascista”.

O quartel em pé de guerra


O quartel em pé de guerra
Tão logo o frevo passou na vida de milhares de pernambucanos deixando saudade, a ponto de o prefeito Geraldo Júlio comemorar como o maior carnaval da sua gestão, o governador Paulo Câmara (PSB) deu o presente de grego aos ativos, inativos e pensionistas da histórica corporação da Polícia Militar e Bombeiros: um desconto duplo – janeiro e fevereiro – no Funafim, o Fundo de Previdência da categoria, em cima de 9,5%, conforme manda e obedece quem tem juízo as novas regras impostas pela reforma da Previdência.
Um terceiro sargento reformado, por exemplo, ficou com R$ 908,82 a menos na sua renda mensal para bancar as despesas da família. Seu desconto, em cima de 9,5%, é de R$ 454,42, mas o governador praticou a maldade duplamente em quem era isento, ou seja, recolhendo de uma só tacada janeiro e fevereiro. Advogados que entendem de lei previdenciária avaliam que o Governo só poderia praticar o duplo recolhimento do Funafim 90 dias a contar da data da aprovação da reforma previdenciária.
Outra maldade: pegou em cheio a categoria de até primeiro-sargento e pensionistas, que não arcavam com a contribuição. A caserna está em polvorosa. Há militares que ficaram com seus salários restritos a pouco mais de R$ 500,00. A indignação é geral e pode ter desdobramentos imprevisíveis. O governador meteu a mão num vespeiro e já há quem fale em motins, tão radicais, organizados e violentos como se deram na greve da PM do Ceará.
Também militar, o deputado estadual Alberto Feitosa (SD) tomou as dores dos seus pares e deve entrar, hoje, com uma representação judicial contra o Governo do Estado. Segundo ele, o governador teria que aplicar também o princípio da paridade e da integralidade, ou seja, equiparar o salário dos inativos e pensionistas aos militares da ativa, o que não fez. “Ele só cumpriu a parte da obrigação dos servidores no recolhimento, mas esqueceu o que a lei prevê quanto aos benefícios”, afirmou.
O governador, segundo Feitosa, também teria que cumprir a noventena. “Deixava tudo como estava e teria 90 dias para preparar as mudanças no que se diz respeito a obrigação e benefício”, disse o parlamentar, adiantando que o governador deixou também de observar a instrução normativa federal número 6, de 24 de janeiro deste ano, que trata da regularização da noventena.
Blog do Magno

Namoro subsidiado


Por Crusoé
Gleisi Hoffmann usou dinheiro público para viajar de Brasília ao Rio de Janeiro em 08 de dezembro de 2019, um domingo. Naquele dia, o ex-senador fluminense Lindbergh Farias, com quem a presidente do PT está namorando, celebrava 50 anos de idade. O bilhete eletrônico apresentado para obter reembolso da Câmara mostra que a deputada petista desembarcou às 14h10 no aeroporto Santos Dumont. Seis horas depois, tomou outro voo para São Paulo, também bancado pelo erário. Custo total do "dating flight: 2.829,91 reais. Na semana anterior, Gleisi já havia ficado hospedada por três dias em um hotel na Lapa, bairro boêmio do Rio. O pacote de viagem, aéreo mais hospedagem, custou 3.950 reais. Essa conta também foi para os cofres públicos.

domingo, 8 de março de 2020

Professor Jacob usa redes sociais para parabenizar as mulheres Patoenses neste domingo (08)

Neste domingo, o ProfessorJacob Souto, pré-candidato a Prefeito de Patos, utilizou seu instagram oficial para parabenizar as mulheres e convocá-las para participar diretamente da política patoense. Além disso, enfatizou os diversos problemas que as mulheres ainda sofrem na sociedade.
Escreveu: “Que esse dia sirva de reflexão e união de forças para lutar. O que foi conquistado pelas mulheres no mundo todo, e em especial no Brasil, não pode servir de cortina de fumaça para os inúmeros problemas que persistem em maltratar as mulheres. Violência doméstica, feminicídio, desemprego, desrespeito, desigualdes no trabalho e em casa são só alguns dos que podemos apontar.
 Vamos comemorar esse dia tão especial sem deixar de refletir e lutar pelo que ainda se trm a ganhar. Que as mulheres de Patos façam bonito nas eleições desse ano com uma representatividade forte na Câmara de Vereadores, e, principalmente, com uma luta sensata por políticas públicas direcionadas às mulheres!”
Assessoria

sexta-feira, 6 de março de 2020

Revolução Pernambucana


Joice tira bolsonaristas de cargos do PSL na Câmara


Por Estadão Conteúdo
Após reassumir a liderança da bancada do PSL na Câmara, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) começou a tirar os "bolsonaristas" de cargos na Casa. A nova líder desligou cinco vice-líderes de uma vez ontem. Todos os vetados trabalham para a formação do novo partido Aliança pelo Brasil.
Ontem, Joice, que é também pré-candidata à prefeitura de São Paulo, retomou o posto, ocupado por ela por cinco dias no ano passado, e destituiu da função o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro. A troca aconteceu depois de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acatar decisão do partido para afastar 12 deputados da legenda de suas atividades partidárias por um ano. A bancada reduziu de 53 para 41 deputados temporariamente.
Hoje, Joice desligou da vice-liderança do PSL, as deputadas Bia Kicis (DF), Carla Zambelli (SP), Chris Tonietto (RJ), Soraya Manato (ES), além do deputado Luiz Ovando (MS).
Se for a vontade da nova líder, ela pode ainda desligar dissidentes do partido de cargos nas comissões temporárias. Com isso, Bolsonaro pode perder ao menos dois titulares nas comissões da reforma Tributária e dois na segunda instância na Câmara. Além disso, pode também ficar sem um titular no colegiado que discute o Novo Código de Trânsito, uma de suas principais bandeiras.
Joice pode ainda mexer na composição da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Há três cadeiras do PSL atualmente no colegiado que irá votar na próxima semana os projetos que regulamentam o orçamento impositivo.
As comissões permanentes ainda não foram instaladas, então, não é possível mexer em suas composições ainda. No entanto, Joice também poderá indicar os deputados do PSL que serão presidentes da Comissões Permanentes ocupadas pelo partido. A data prevista para que as comissões sejam instaladas é 17 de março.

Desistência do chorão foi registrada em ata


Carlos Lupi está para o PDT de hoje como Brizola no passado de ouro. Tem o poder indestrutível. Só o infantil e neófito deputado Túlio Gadelha, o namorado de Fátima Bernardes, não compreende essa geografia e tentou, na última quarta-feira, em meio à escolha de Wolney Queiroz para líder da bancada, cantar de galo e se deu mal.
Na tentativa de ser líder da minoria na Câmara, o queridinho global inscreveu sua candidatura em enfrentamento ao candidato de Lupi, o deputado cearense André Figueiredo, que passou o bastão de líder para Wolney. Perdeu feio. Só teve dois votos e saiu chorando.
Além de chorar como menino que perde um brinquedo, e depois negar, através de sua assessoria, Gadelha renunciou, também, à  condição de pré-candidato a prefeito do Recife. Aos berros, num choro incontido, disse que não contassem mais com ele no Recife.
Lupi ainda chegou a ponderar, alegando que ele estava de cabeça quente, mas não houve jeito. O presidente nacional do PDT exigiu então que sua desistência fosse registrada oficialmente na ata da reunião, o que se cumpriu.
Está fora da disputa na capital pernambucana. Blog do Magno

quinta-feira, 5 de março de 2020

Joice assume liderança do PSL na Câmara


Por Estadão Conteúdo
O filho do presidente Jair Bolsonaro, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), foi destituído ontem  da liderança da bancada do partido e a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) retomou o posto, o qual tinha ocupado por cinco dias em dezembro do ano passado.
Uma lista com 21 assinaturas foi aceita ontem pela Mesa Diretora da Câmara para que Joice assumisse a cadeira.
A troca acontece um dia depois do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter acatado decisão do partido de afastar 12 deputados da legenda de suas atividades partidárias na Casa pelo período de um ano. Com isso, a bancada reduz seu número de 53 para 41 deputados temporariamente. A decisão de Maia foi publicada ontem à noite no Diário Oficial da Câmara.
Todos os deputados suspensos são “bolsonaristas”, ligados ao presidente Jair Bolsonaro, que deixou o partido no ano passado. Com isso, a sigla ficou com uma maioria ligada a Luciano Bivar (PE), dirigente da legenda.
No ano passado, o ex-partido de Bolsonaro protagonizou a chamada “guerra de listas” na qual deputados dos grupos opostos se revezaram na cadeira da liderança. Desde outubro, os deputados do PSL se digladiam pela liderança do PSL que teve guerra de listas, gravações clandestinas de reuniões e até o presidente Jair Bolsonaro foi “grampeado” por um parlamentar. A crise levou à saída de Bolsonaro do partido e à criação do Aliança pelo Brasil, legenda que deve abrigar toda a ala punida pelo PSL.
Os deputados suspensos nesta quarta-feira são Aline Sleutjes (PR), Bibo Nunes (RS), Carlos Jordy (RJ), Caroline de Toni (SC), Daniel Silveira (RJ), General Girão (RN), Filipe Barros (PR), Junio do Amaral (MG), Hélio Lopes (RJ), Márcio Labre (RJ), Sanderson (RS), Vitor Hugo (GO).
Eduardo Bolsonaro e outros quatro deputados que estavam na berlinda do PSL não foram suspensos porque têm uma decisão liminar em favor deles. “A decisão de sancionar o parlamentar por falta disciplinar é privativa de sua agremiação”, ressalta Maia em sua decisão.

Ex-secretário nacional de Justiça é preso pela Lava Jato


Astério Pereira dos Santos, ex-secretário nacional de Justiça, foi preso, hoje, em casa, no Leblon, em uma etapa da Lava Jato no Rio. Outras sete pessoas também foram presas.
A TV Globo apurou, que contra Astério, há suspeitas de pagamento de propina, de lavagem de dinheiro e de ter ajudado na fuga do empresário Arthur Cesar de Menezes Soares Filho.
O "Rei Arthur", como é chamado, é dono dos maiores contratos com o governo do RJ na gestão de Sérgio Cabral e acusado de de envolvimento na compra de votos para a eleição do rio como sede da Olimpíada de 2016. O Ministério Público Federal diz que a relação foi revelada pelo sócio de Arthur Soares.
Segundo a Polícia Federal, o esquema também beneficiaria integrantes do Tribunal de Contas do Rio (TCE-RJ).
A força-tarefa tenta cumprir 9 mandados de prisão e 34 mandados de busca e apreensão, assinados pelo juiz Marcelo Bretas. Blog do Magno

quarta-feira, 4 de março de 2020

Maia acolhe pedido do PSL e suspende 12 deputados


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acolheu pedido do PSL para suspender 12 deputados das funções partidárias pelo período de um ano. A decisão foi publicada na edição de hoje do "Diário Oficial da Câmara".
Desde o ano passado, o PSL vive uma crise interna que opõe, de um lado, uma ala ligada ao presidente Jair Bolsonaro e, de outro, o grupo ligado ao presidente do partido, deputado Luciano Bivar (PSL-PE). A disputa provocou um racha que culminou na saída de Bolsonaro da legenda.
Ficam suspensos:
  1. Aline Sleutjes;
  2. Bibo Nunes;
  3. Carlos Roberto Coelho de Mattos Junior;
  4. Caroline Toni ;
  5. Daniel Silveira;
  6. Elieser Girão Monteiro Filho;
  7. Filipe Barros;
  8. Junio Amaral;
  9. Hélio Lopes;
  10. Márcio Labre;
  11. Sanderson;
  12. Vitor Hugo de Araújo Almeida
Os deputados suspensos continuarão no exercício do mandato, mas não poderão mais ocupar cargos de liderança ou vice-liderança para representar o partido na Câmara.
Além disso, eles perdem as prerrogativas junto à bancada e ao partido. Perdem também cargo e função que estejam exercendo em decorrência da representação e da proporcionalidade partidária.
Os 12 suspensos, porém, mantém o direito de disputar as convenções para escolha dos candidatos nas eleições municipais de 2020 pelo prazo de 12 meses.
Em seu despacho, Maia explica que cabe ao partido político estabelecer sanções disciplinares em seu estatuto e que, portanto, não compete à Câmara dos Deputados entrar no mérito da sanção.
Maia ressalta ainda que os deputados suspensos que ocupam a presidência ou vice-presidência de alguma comissão temporária ficam preservados nos cargos uma vez que foram eleitos. A mesma regra vale para quem fizer parte do Conselho Ética, cujos integrantes têm mandato de dois anos.
Em ofício enviado ao presidente da Câmara, o PSL informou ainda que as sanções aplicadas a outros cinco deputados encontram-se suspensas em razão de decisão liminar. São eles:
  1. Bia Kicis
  2. Carla Zambelli
  3. Alê Silva;
  4. Chris Tonietto;
  5. Eduardo Bolsonaro


Por essa razão, Eduardo Bolsonaro continua ainda como líder da bancada na Câmara. No entanto, ele poderá ser destituído caso uma nova lista de assinaturas favoráveis a outro deputado seja apresentada.

Afastado da política, Dinaldinho aguarda decisão do TJ, fala de ‘pesadelo’ e não sabe se será candidato

“Não desejo a ninguém conviver com tragédia como a que vivemos, eu, minha esposa e amigos como Mucio Sátiro Filho, este até preso injustamente foi, pior é sem ter acesso até hoje ao direito de defesa minimo 1 ano e 7 meses”, declarou o médico Dinaldo Wanderley Filho (PSDB).
O político, que também é médico, se afastou da política depois da ação do Ministério Público estadual, agora com decisão de inocentá-lo e seus assessores.
Ele revelou ainda que não sabe se será candidato à reeleição por conta de estar afastado da vida politica e da realidade caótica na cidade de Patos depois que foi afastado das funções por acusações infundadas gerando a gravidade na sua vida e no município.
– Tudo o que vivemos é muito próximo de tragédia injusta e sem igual nos levando a ter que tomar a decisão de nos dedicarmos à medicina para sobrevivência aguardando o rito processual agora confirmando nossa inocência pelo Ministério Público em todos os casos – frisou.
SEM DIREITO DE DEFESA – Dinaldo Wanderley revelou ainda que até a presente data nunca teve acesso às acusações, sobretudo as relações, nem foi sequer chamado para se defender.
– Considero importante a atuação do Ministério Público, mas é incompreensível que durante todo processo e desde o começo nunca tivemos chance de acesso às acusações e isto afeta o amplo direito de defesa ou, no contrário, com amplo cerceamento incompreensível  – afirmou.
Segundo ele, embora esteja confirmada sua inocência e, ato contínuo, gerando danos irreparáveis à sua vida, de seus familiares e amigos não pretende pedir indenizações.
Ao final, revelou que aguarda o posicionamento da Justiça, a partir do desembargador Carlos Beltrão, para avaliar e decidir seu futuro “extremamente afetado com tamanha injustiça”.
Wscom

Governo Bolsonaro exonera Douglas Cintra da superintendência da Sudene

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

José Matheus Santos em Notícias 

O ex-senador Douglas Cintra foi exonerado do cargo de superintendente da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) nesta terça-feira (3).
A exoneração foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União e foi assinada pelo ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto.
O novo superintendente da Sudene é o advogado Evaldo Cavalcanti da Cruz Neto, genro do ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), ligado ao presidente Jair Bolsonaro na Paraíba, e neto do ex-prefeito de Campina Grande Evaldo Cavalcanti da Cruz.
Agora exonerado, Douglas Cintra foi nomeado para o cargo em dezembro de 2019 por indicação do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB).
O ex-senador Douglas Cintra foi suplente de Armando Monteiro (PTB), eleito em 2010, e ficou no cargo de senador por cerca de 1 ano e 5 meses, período em que Armando era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no governo Dilma Rousseff (PT).

Cadê o exemplo da delegada?


O juiz Sérgio Moro, quando decidiu entrar para a política, fez uma opção por deixar a magistratura. No Congresso, os chamados congressistas que dão o “exemplo” abdicaram de mordomias, pensões e planos de saúde.
No Recife, a delegada, paradoxalmente, a Patrícia Domingos, filiada ao Podemos para disputar a Prefeitura do Recife, vive entre licenças premium, férias e folgas. Pelo que se pode observar, ela passa o dia fazendo política nas ruas e nas redes.
Um "perguntar não ofende": a delegada trabalha? Ou é o contribuinte que paga por esse projeto político?  Algumas pessoas já comentam: falar é fácil, mas cadê o exemplo? 
Blog do Magno

STF julga hoje regra que pode beneficiar Aliança pelo Brasil


Por O Globo
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar nesta quarta-feira um processo que questiona regras para a fundação de partidos políticos, entre outros que também podem influir nas eleições municipais deste ano. A ação, de autoria do PROS, questiona trecho da reforma eleitoral de 2015 que dificultou a criação de legendas. A legislação exige a comprovação do apoiamento apenas de eleitores não filiados a outro partido político. Dependendo do resultado, o julgamento pode facilitar a criação do Aliança pelo Brasil, articulada pelo presidente Jair Bolsonaro.
Como informou o blog do colunista Lauro Jardim, porém, integrantes da cúpula do Aliança pelo Brasil avisaram a  Bolsonaro, na sexta-feira anterior ao Carnaval, que é praticamente zero a chance de o partido sair do papel a tempo de lançar candidatos nas eleições deste ano.
“Sob o ponto de vista de um Estado Democrático, qual seria a finalidade de uma norma tendente a gerar espécie de desigualdade entre seus próprios cidadãos, isto é, desprestigiar aqueles que estejam associados a um ente partidário e dotar de prerrogativas somente aqueles que não tenham filiação? Certamente a nova regra irá desmotivar o ingresso do nacional na vida partidária e, assim, limitar a participação popular no processo democrático”, argumenta o Pros.
Outro trecho questionado da legislação estipula prazo mínimo de cinco anos de registro perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes que ele possa se fundir ou incorporar outras legendas.

Embate entre adversários políticos: basta de sujeira


Por Carlos Brickmann
Juscelino Kubitschek, presidente da República, tentou cassar o mandato de Carlos Lacerda, o temível orador oposicionista. Este colunista ouvia os duelos entre Carlos Lacerda e o baiano Vieira de Mello pelo rádio de ondas curtas. Valia a pena, apesar do som horroroso. Adhemar de Barros e Jânio Quadros eram, mais que adversários, inimigos; insultavam-se em discursos. Jânio chamou Adhemar de “rato”. Lacerda duelou com o temível Leonel Brizola e com o presidente Castello Branco – de quem disse que era mais feio por dentro do que por fora. Brizola, duro adversário político do grande senador Paulo Brossard, chamava-o de “Ruy Barbosa em compota”.
São mais de cinquenta anos de história, com adversários bons de briga, até com ameaças de morte. Mas, nesse tempo todo, ninguém tocou na família do adversário, ou do inimigo. O adversário era uma pessoa a ser combatida, mas sem chamar ao picadeiro sua esposa e seus filhos. As ideias podiam ser destruídas, mas o tema era política. O Estado de S.Paulo, que não suportava Adhemar de Barros, se referiu à sua esposa, Leonor Mendes de Barros, como “senhora de peregrinas virtudes” - um elogio e tanto.
Não dá para aceitar que, para atacar Bolsonaro, falem de sua esposa. Ataquem-no - a ele. Quem governa é ele, não ela. O relacionamento entre ambos não é tema de debate público. Quem faz jogo tão sujo aonde quer chegar? Política é cruel, mas como tudo na vida tem de ter um limite ético.

terça-feira, 3 de março de 2020

DEM anuncia pré-candidatura do jornalista Fernando Veloso à Prefeitura de Goiana

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Por José Matheus Santos em Notícias 
presidente estadual do Democratas e pré-candidato a prefeito do Recife, Mendonça Filho, anunciou nesta segunda-feira (02), a pré-candidatura do jornalista Fernando Veloso a prefeito de Goiana na eleição deste ano.
O anúncio foi feito após reunião no escritório de Mendonça com Jameson Bermudes, presidente do Democratas no município, e Alexandre Almeida, candidato a vereador em Goiana.
“Fernando Veloso está preparado para administrar a cidade e vai, a partir de agora, dialogar com a sociedade e com as forças políticas para elaborar um programa de governo de inclusão das pessoas”, afirmou Mendonça Filho, ao assinar a ficha de filiação do pré-candidato.

Goianense, Fernando Veloso nasceu na área rural do município, estudou e iniciou a vida pública em Goiana. Depois se destacou no Recife como jornalista de rádios, jornais e TVs, chegando a ser Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado. Veloso ocupou cargos estratégicos em prefeituras, governos estaduais e no Governo Federal.
Fernando Veloso também foi presidente da TV Escola e é o único goianense condecorado com a medalha do mérito educativo, concedida pela Presidência da República.
“Goiana é uma das cidades mais importantes de Pernambuco e do Brasil, pela sua história, e precisa recuperar o protagonismo no Estado e na Região. Faremos um Governo para desenvolver a economia da cidade, para gerar emprego, renda e melhorar a vida das pessoas”, afirmou Fernando Veloso.

Alcolumbre a Bolsonaro: Espero não ser surpreendido


Do G1
Em uma conversa franca no início da tarde, no Palácio do Planalto, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), alertou o presidente Jair Bolsonaro de que era preciso pacificar a relação entre os poderes.
Em silêncio desde a semana passada, quando Bolsonaro compartilhou com correligionários um vídeo convocando para manifestações organizadas por grupos de direita que apoiam o governo, Alcolumbre solicitou uma conversa com o presidente da República. A intenção foi repassar a insatisfação do parlamento com o episódio.
A descoberta de que o vídeo tinha sido enviado por Bolsonaro a apoiadores, em um aplicativo de celular, gerou fortes protestos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), políticos e entidades da sociedade civil.
“Espero não ser surpreendido por nenhum novo ataque”, disse Alcolumbre, segundo informado ao blog. Em seguida, o presidente do Congresso completou: “Acredito que esteja tudo superado para que a gente possa finalmente avançar nas pautas econômicas.”.
No encontro, o presidente do Senado disse que preferiu se manifestar pessoalmente, em vez de dar declarações públicas. "Não se defende democracia pelas redes sociais. E nem se trata de assuntos de Nação pela internet", disse Alcolumbre.
Ele acrescentou que, mesmo com as cobranças internas do parlamento e da própria base, preferiu não falar à imprensa ou em redes sociais "para não agravar a crise".
Davi Alcolumbre também questionou Bolsonaro sobre o acordo para votar os vetos ao orçamento impositivo. O presidente da República avisou a articuladores que não aceitaria mais o acordo fechado em fevereiro, antes de a sessão do Congresso ser adiada.
“Queria saber se os seus ministros não passaram o acordo”, questionou o presidente do Senado. Diante disso, Bolsonaro disse que o que fosse acertado com os ministros estaria valendo.
A sessão conjunta do Congresso Nacional para a análise dos vetos está marcada para amanhã. Nesta segunda, representantes do governo e do parlamento se reuniram para afinar os detalhes do acordo.

Diretor da Força Nacional elogiou amotinados


Por Estadão Conteúdo
Enviado ao Ceará para garantir o policiamento em meio ao motim na Polícia Militar local, o diretor da Força Nacional de Segurança Pública, coronel Aginaldo de Oliveira, dividiu um palanque com as lideranças do movimento e elogiou os revoltosos. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram Oliveira durante uma assembleia da paralisação, em que o diretor chama os amotinados de “gigantes” e “corajosos”.
“Os senhores se agigantaram de uma forma que não tem tamanho. É o tamanho do Brasil que vocês representam”, disse o diretor da Força. “Vamos conseguir. Sem palavras para dizer o tamanho da coragem que vocês têm e estão tendo ao longo desses dias. Com certeza, aumentará ainda mais.”
Recém-casado com a deputada federal Carla Zambelli (PSL -SP), que integra a base de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o coronel Oliveira é subordinado do secretário nacional de Segurança Pública, general Theophilo, que foi derrotado nas eleições pelo governo do Ceará. O general Teophilo disputou o pleito pelo PSDB e ficou em segundo lugar no Estado, com 11,3% dos votos. Apoiado por Ciro e Cid Gomes, Camilo Santana (PT) foi reeleito em primeiro turno.
Na assembleia que decidiu pelo fim do motim neste o último domingo, 1, Oliveira discursou ao lado do principal líder do movimento, o ex-deputado federal Cabo Sabino, e do advogado dos policiais amotinados, o coronel Walmir Medeiros. O diretor da Força exaltou o fato de o motim ter conseguido “atingir os seus objetivos”.
“Só os fortes conseguem atingir os seus objetivos. E vocês estão resistindo, vocês estão atingindo objetivos”, ele disse. “Acreditem: vocês são gigantes, vocês são montros, vocês são corajosos. Demonstraram isso ao longo desses dez, 11, 12 dias em que estou aqui, dentro deste quartel, em busca de melhorias para a classe, que vão conseguir.”
Mortes
Entre o início da paralisação de PMs e o último dia 26, foram registrados 220 assassinatos. O número de assassinatos durante o mês de fevereiro foi o maior dos últimos cinco anos.
Por causa da paralisação, cerca de 2,8 mil homens do Exército e da Força Nacional circulam pela capital cearense e por cidades do Interior para reforçar a segurança nas ruas. Ao todo, 230 policiais militares respondem a processos administrativos e foram afastados por 120 dias. Os agentes estão fora da folha de pagamento e podem ser expulsos da corporação.
Chefe tanto do general Thophilo quanto do coronel Oliveira, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou que o fim do motim ocorreu “sem radicalismo” e que “prevaleceu o bom senso”. “Recebo com satisfação a notícia sobre o fim da greve dos policiais no Ceará. O governo federal esteve presente, desde o início, e fez tudo o que era possível dentro dos limites legais e do respeito à autonomia do Estado. Prevaleceu o bom senso, sem radicalismos. Parabéns a todos”, escreveu o ministro.

Patos no Caminho da Mudança!

Ramonilson Alves, Deputado Federal Eflain Filho, Benone Leão e Umberto Joubert.  Por uma Patos Melhor!