terça-feira, 10 de julho de 2018

Após abrir mão, PSDB indicará nome para Senado na chapa de Armando

 Douglas Fernandes 

Da editoria de Política do JC
Após reunião realizada nessa segunda-feira (9), o PSDB decidiu indicar um dos seus quadros para a vaga remanescente ao Senado na chapa da Frente das Oposições de Pernambuco, encabeçada pelo senador Armando Monteiro (PTB).
A outra vaga de pré-candidato à Casa Alta já é ocupada pelo deputado federal Mendonça Filho (DEM). De acordo com o secretário-geral da sigla no Estado, o deputado federal Betinho Gomes, o indicado será ou vereador André Régis, ou o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Elias Gomes ou o presidente pernambucano do partido, o deputado federal Bruno Araújo.

Mudança de planos

Os tucanos de Pernambuco vinham acenando para a possibilidade de abrir mão da disputa para o Senado, desde que fosse para dar lugar a algum partido que fosse para dar lugar a algum partido que viesse da base do governador Paulo Câmara (PSB), como ocorreu com o PSC do deputado estadual André Ferreira.
Neste caso, o PSDB indicaria o vice da chapa de Armando e, além dos nomes acima citados, havia também a possibilidade de indicação do ex-deputado federal Guilherme Coelho.
“De fato, nós tínhamos essa ideia, de abrir mão da vaga ao Senado para outro partido que viesse da base do governo. Agora, contudo, nós avaliamos que a vaga de vice não condiz com o tamanho do PSDB, que além de ser o maior partido da oposição, tem um projeto nacional e precisa dar espaço ao seu candidato à presidência no Estado”, comentou Betinho.

Armando: “Vamos criar um programa de incentivo aos estádios”


Em reunião com presidentes e conselheiros de clubes de futebol pernambucanos, ontem, o pré-candidato a governador Armando Monteiro (PTB) assumiu o compromisso com as principais agremiações de colocar o Governo de Pernambuco à disposição do segmento para criar um programa que resgate a presença dos torcedores nos estádios. A ação será feita através de incentivos, que serão definidos junto aos times. Para Armando, é fundamental que o futebol de Pernambuco volte a ser protagonista no Nordeste e no Brasil.
Representantes dos clubes vão apresentar a Armando, em novo encontro, uma série de propostas, com vistas a otimizar o futebol profissional em Pernambuco e incentivar o retorno das torcidas nos estádios. Na reunião, estiveram presentes os presidentes do Santa Cruz, Constantino Júnior; do Náutico, Edno Melo; do Salgueiro, Clebel Cordeiro; além dos conselheiros do Central (Caruaru), Carlos Alberto de Melo; e do Santa Cruz, Antônio Luiz Neto.
“O futebol cumpre em Pernambuco e no Brasil um papel fundamental, que é o lazer da população. A gente vê com preocupação que nossos estádios vêm perdendo público ao longo dos últimos anos. Vamos consultar os clubes, ouvir suas demandas e criar um programa que combine incentivos e atraia torcedores para as quatro linhas”, afirmou Armando Monteiro.
Nos últimos anos, a média de público em partidas de futebol, seja na Capital ou no interior, vem caindo. Em 2018, por exemplo, o Campeonato Pernambucano registrou presença de 2.682 torcedores por jogo. O Santa Cruz, entre os anos de 2011 a 2014, chegou a liderar o ranking nacional de público em estádios brasileiros, com média de 37 mil torcedores por partida.

Centrão começa a se dividir sobre presidenciáveis

Grupo que tinha 16 partidos está mais enxuto
Daniel Carvalho – Folha de S.Paulo
O grupo de cinco legendas que surgiu como o todo-poderoso da eleição começa a dar sinais de rachadura a 15 dias do prazo para início das convenções partidárias.
Formado por DEM, PP, SD, PRB e PSC, o centrão está perdendo musculatura. O PSC já não participa das reuniões que se tornaram rotineiras e o PRB pode pular do barco nesta semana, após consulta a seus integrantes.
Além disso, a pressão do bloco para atrair o PR e seus 45 segundos no horário eleitoral no rádio e TV não surtiu efeito até o momento e o partido está cada vez mais próximo da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL).
O centrão surgiu em 2016 como um grupo informal e fisiológico de 13 partidos (PP, PR, PSD, PRB, PSC, PTB, SD, PHS, Pros, PSL, PTN, PEN e PT do B) sob o comando do então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB-RJ), hoje preso.
Àquela época, foi um dos fiadores do impeachment da presidente Dilma Rousseff, fez oposição a Rodrigo Maia (DEM-RJ) em sua primeira disputa pela presidência da Câmara e pressionou o governo em votações para conseguir cargos na estrutura federal.
Hoje, mais enxuto, o bloco está sob a batuta de Maia, um dos principais nomes do DEM, partido que, em busca de protagonismo fora da polarização entre direita e esquerda, migrou para o chamado centro político.
Uma aliança com o centrão —ou blocão, como seus integrantes preferem dizer— pode ser decisiva para qualquer candidato, já que oferecerá ao menos 98 segundos de tempo de TV em 35 dias de propaganda eleitoral gratuita, dez dias a menos que em 2014.
Mas a oferta já foi maior. Com os cerca de 28 segundos do PRB e 24 segundos do PSC, o grupo oferecia 150 segundos de TV. O PT, sozinho, tem aproximados 95 segundos.
Com a probabilidade cada vez maior de DEM, PP e SD apoiarem Ciro Gomes (PDT), o PRB pode deixar o grupo por ter mais dificuldades em integrar a chapa de um candidato de esquerda.
A conta do DEM é que Geraldo Alckmin (PSDB-SP) pode até chegar ao segundo turno, mas seria derrotado pelo candidato do PT. Em jantar com caciques do centrão na semana passada, Alckmin saiu sem conseguir convencê-los de sua viabilidade eleitoral.
Pesquisa interna do DEM aponta que a rejeição de Alckmin é de 60% ante 52% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso. 
Pela lógica da cúpula do DEM, se apoiar Ciro Gomes, o grupo ajuda a isolar o PT. O candidato do PDT, porém, não é palatável a todos os integrantes do partido de Maia.
O PRB, composto em sua maioria por evangélicos, é defensor de uma pauta conservadora nos costumes, o que diverge da agenda da esquerda.
A sigla também teme perder o trânsito no empresariado que conquistou ao comandar o Ministério da Indústria e não confia no discurso de moderação apresentado por Ciro para atrair o bloco.
O partido se reúne na manhã de quarta-feira (11) para, em seguida, levar um posicionamento ao encontro com o comando dos demais partidos do centrão.
Representantes do PSC não têm mais aparecido nas reuniões, mas dizem que a sigla segue acompanhando as discussões. Um integrante da cúpula do partido diz não haver restrição a Ciro, mas que há uma simpatia maior por Alckmin.

No caso Lula, a Justiça saiu perdendo


Bernardo Mello Franco – O Globo
Lula preso, Lula livre, Lula preso, Lula livre... A gangorra jurídica de domingo não afetou tanto o ex-presidente, que nem chegou a sair da cela. Quem mais perdeu foi a Justiça, que recebeu novos arranhões numa imagem que já andava desgastada.
Não é difícil apontar a primeira lambança. De plantão no TRF-4, o desembargador Rogério Favreto usou um argumento exótico para determinar a libertação do petista. Afirmou que seria preciso garantir a “isonomia” e a “liberdade de expressão” na corrida presidencial.
Para justificar a decisão em caráter de urgência, Favreto sustentou que a pré-candidatura de Lula seria um “evidente fato novo”. Só para alguém que acabou de chegar de Marte. No mundo que habitamos, o ex-presidente já está em campanha desde o ano passado.
Antes que o petista deixasse a cadeia, o juiz Sergio Moro se mexeu. De férias, ele se insurgiu contra a ordem de soltura e orientou a Polícia Federal a ignorá-la. Acrescentou que o desembargador seria “absolutamente incompetente” para conceder o habeas corpus.
Na prática, assistiu-se a uma quebra de hierarquia. Juiz de primeiro grau, Moro não tem poderes para rever ou censurar decisões de instância superior. Não é a primeira vez que ele é acusado de fazer isso na Lava-Jato.
O desembargador João Gebran Neto entrou em campo para apoiar o juiz, de quem é amigo. Ele desautorizou o colega plantonista e determinou que Lula continuasse preso. Favreto chutou a bola de volta e reiterou a ordem de soltura. O presidente do TRF-4, Thompson Flores, encarnou o árbitro de vídeo e decidiu a favor de Moro e Gebran.
A confusão poderia ter sido evitada com um pouco de cautela. Cabia ao Ministério Público recorrer contra a frágil decisão do desembargador, que tendia a ser anulada pelos tribunais superiores. Ao atropelá-lo, Moro se expôs a novas acusações de ativismo e parcialidade.
Por ter sido filiado ao PT, Favreto também poderia ter se declarado impedido. No entanto, ele não é o único a trocar a militância partidária pela toga. O ministro Alexandre de Moraes, que negou outro habeas corpus a Lula há 11 dias, portava carteirinha do PSDB até o ano passado.

Após anunciar PR na vice, Zé Maranhão e Bruno Roberto já cumprem agenda conjunta no Maior São João do Mundo


Após anunciar PR na vice, Zé Maranhão e Bruno Roberto já cumprem agenda conjunta no Maior São João do Mundo
Um dia depois anunciar a aliança com o PR, o pré candidato ao governo do Estado, o senador José Maranhão (MDB), já cumpriu agenda conjunta com o ex secretário Bruno Roberto, escolhido como futuro candidato a vice-governador na chapa a ser encabeçada pelo Emedebista.

José Maranhão e o filho do deputado Wellington Roberto, passearam pelo Parque do Povo, cumprimentaram os forrozeiros, tiraram fotos, e ainda “caíram” no forró. Animado, Maranhão chegou a dançar com a ex secretária e pré candidata a deputada, Tatiana Medeiros. Vale lembrar que em 2012, Bruno foi companheiro de chapa de Tatiana na disputa pela prefeitura de Campina Grande.

Em postagem nas redes sociais, José Maranhão relatou como foi a sua passagem pelo Parque do Povo na noite de encerramento da maior festa turística da cidade. Ele elogiou a festa, e disse que estava animado com os apoios políticos que tem recebidos e a forma calorosa como os campinenses o acolheram.


"Cheguei em Campina Grande para prestigiar a última noite de forró no Parque do Povo. E foi acompanhado de amigos e correligionários que percorri a festividade mais fervorosa da rainha da Borborema. Não abri mão de um bom arrasta-pé e já coloquei todos para dançar. O pré-candidato a vice-governador, Bruno Roberto, também entrou na dança, juntamente com a pré-candidata a deputada federal, Tatiana Medeiros. Nos deram a honra de suas presenças, o presidente do PR da Paraíba, Wellington Roberto e o ex-deputado de Campina, Jacó Maciel. Sentindo-me muito feliz, com a motivação e empenho de nossa comitiva, numa festa tão grandiosa. Obrigado a todos que nos acompanharam e obrigado aos campinenses pelo acolhimento caloroso! Na ocasião com o pré-candidato deputado Federal Hermano Araujo e o pré-candidato a deputado estadual Pedro Jorge Coutinho", postou.

SL
PB Agora

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Desembargador rejeita pedido para investigar Moro

O desembargador João Pedro Gebran Neto encaminhou nova decisão, hoje,  sobre o caso do ex-presidente Lula.
Ele recusou pedido do desembargador Rogério Favreto (que pediu a liberdade de Lula) de investigar por que o juiz Sérgio Moro decidiu manter o ex-presidente preso.
 Gebran ainda ratificou sua decisão em manter Lula preso nas dependências da Polícia Federal em Curitiba. 

Jungmann: PF cumpriu a lei em momento de conflito no Judiciário

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, defendeu, hoje, a atuação da Polícia Federal (PF), ontem, em meio à confusão de decisões judiciais mandando soltar e manter na prisão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A demora na liberação de Lula após os despachos mandando soltá-lo foram alvo de protestos dos petistas.
Questionado se poderia haver algum tipo de responsabilização da PF por causa da demora em soltar o ex-presidente, o ministro foi taxativo. “A PF cumpriu estritamente a lei, num momento muito difícil, complicado, de conflito de competências, no Poder Judiciário”, afirmou ele ao Estado.
O juiz de plantão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região neste fim de semana, Rogério Favreto, concedeu habeas corpus a Lula às 9h14 de ontem. Às 11h49, o deputado Wadih Damous (PT-RJ) protocolou uma petição informando estar na Superintendência da PF com o alvará de soltura.
Porém, Lula não foi liberado. Às 12h05 o juiz Sergio Moro disse que Favreto não era competente para tomar tal decisão. Às 12h44, Favreto reiterou a ordem para libertar o ex-presidente. Às 14h13, o relator do caso Lula no TRF 4, João Pedro Gebran, determinou à PF que se abstivesse de liberar Lula.
Às 16h04, Favreto insistiu na concessão do habeas corpus e deu prazo de uma hora para a soltura do ex-presidente. A contra-ordem só veio às 19h30, com despacho do presidente do TRF-4, Thompson Flores.
Nos períodos em que estavam em vigor as ordens de soltura, os petistas questionaram a demora da PF em liberar o ex-presidente. Em suas redes internas de comunicação, circulou uma conversa que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) manteve com Jungmann por meio do aplicativo Whatsapp.

domingo, 8 de julho de 2018

Armando e Mendonça encerram visita ao Sertão


Os pré-candidatos reuniram lideranças em Solidão e Sertânia
Encerrando uma série de visitas a municípios do Sertão do Pajeú e Moxotó neste fim de semana, os pré-candidatos pela frente “Pernambuco Vai Mudar”, Armando Monteiro (PTB) e Mendonça Filho (DEM), estiveram nas cidades de Solidão e Sertânia, neste domingo (8). Em três dias de viagem, Armando e Mendonça, ao lado de lideranças que apoiam o projeto, percorreram dez cidades no intuito de ouvir demandas das regiões e reunir propostas para o futuro programa de governo. Para o petebista, o sentimento de mudança entre os pernambucanos está cada vez mais forte em todos os recantos do Estado.
Em Solidão, Armando e Mendonça reuniram-se com os ex-prefeitos Diomésio Oliveira, Cida Oliveira e Jacinete Melo. O pré-candidato a governador prometeu solucionar a questão do abastecimento hídrico na cidade, buscando uma alternativa para ligar a Adutora do Pajeú, que passa a 10 quilômetros, ao município.
Já em Sertânia, os pré-candidatos da frente “Pernambuco Vai Mudar” foram ao encontro dos ex-prefeitos Gustavo Lins e Sinval Siqueira e seus respectivos grupos políticos e também à Exposição de Animais do município. Na ocasião, as lideranças destacaram a necessidade de realização a manutenção das rodovias que cortam a região, de modo a melhorar a mobilidade e o escoamento da produção.
“Estou muito animado com o processo. O sertanejo sabe das coisas, ele sente os problemas, vivencia no dia a dia. Sabe que as coisas estão muito ruins e que esse atual governo é fraco, não resolve as coisas. A gente precisa restaurar a autoridade do Governo de Pernambuco e, por isso, me apresento para, junto com a população, dar um novo rumo ao nosso Estado e resgatar a esperança”, afirmou Armando.
Nos três dias no Pajeú e Moxotó, Armando e Mendonça visitaram os municípios de Arcoverde, Tuparetama, São José do Egito, Tabira, Afogados da Ingazeira, Ingazeira, Iguaracy, Carnaíba, além de Solidão e Sertânia. A caravana foi acompanhada pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), os deputados federais Ricardo Teobaldo (Podemos), Zeca Cavalcanti (PTB), Fernando Filho (DEM) e pelo deputado estadual e presidente do PTB-PE, José Humberto Cavalcanti.

Armando e Mendonça colhem sugestões no Pajeú


No Pajeú, Armando e Mendonça ouvem lideranças e colhem sugestões para  plano de governo.
No segundo dia de uma série de compromissos no Sertão do Pajeú, os pré-candidatos a governador e senador pela frente Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB) e Mendonça Filho (DEM), participaram, neste sábado (7), de um grande ato no município de Tabira. Após visitar a Faculdade do Vale do Pajeú, em São José do Egito, o encontro serviu para ouvir lideranças da região e coletar sugestões e propostas para o futuro programa de governo. Na ocasião, Armando foi aclamado futuro governador por prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e forças políticas da região e garantiu que o Pajeú e o Sertão estarão no centro da agenda de desenvolvimento.
“A região do Pajeú e todo o Sertão merecerão atenção especial em nosso governo. Precisamos estabelecer uma relação nova de confiança com o nosso povo. Por isso, me ofereço a construir, juntos com a população e as forças políticas, um novo caminho para Pernambuco. Vamos ouvir sugestões de todos segmentos sociais para fazer programa de governo que seja vivo e que represente todas as regiões de nosso Estado”, afirmou Armando Monteiro.
Entre as propostas sugeridas no encontro estão a construção de um anel viário para escoar a produção agrícola; o asfaltamento da Estrada da Borborema (13 quilômetros); a construção de uma escola técnica estadual; a extensão do campus da Universidade de Pernambuco (UPE) para o município; além de um matadouro público. 
Mendonça Filho ressaltou que em todos os encontros o pedido de mudança tem sido muito forte. “Os desafios são muitos. As estradas estão muito mal cuidadas. É de dar pena, é de fazer chorar o que temos visto por aí. E isso não está restrito ao Pajeú. Observamos na Zona da Mata, no Agreste, no Sertão como um todo. As estradas estão em situações deploráveis. O governo precisa restabelecer sua autoridade em relação à segurança. Por outro lado, também há de se fazer uma agenda ao lado dos municípios com o apoio do governo estadual em relação à educação e à saúde”, conclamou o pré-candidato.
Anfitrião do encontro, o prefeito Sebastião Dias reforçou o pedido pela melhoria na infraestrutura das estradas. “Nosso pleito é para que Tabira tenha pela primeira vez um governo em sintonia com nosso povo e nossas necessidades. Eu tenho certeza que nossos pleitos serão atendidos. São pleitos que são para o povo de Tabira, que tem sido tratado a pão e água pelo atual Governo do Estado”, desabafou.
A comitiva da frente Pernambuco Vai Mudar percorreu, também, os municípios de Afogados da Ingazeira, Ingazeira, Iguaracy e Carnaíba. Também em Tabira, os pré-candidatos tiveram reunião com o vereador Sebastião Ribeiro, o ex-vereador Edmundo Barros e a ex-vice-prefeita Genedy Brito, além de 15 presidentes de associações rurais.
Em Afogados da Ingazeira, Armando e Mendonça reuniram-se com o vereador Zé Negão (PTB) e seu grupo político. Em Ingazeira, os pré-candidatos estiveram na residência na residência do ex-candidato a prefeito Mário Viana (PTB) e seu grupo, além dos vereadores Dorneles (PTB) e Aglailson (PTB) e da ex-vice-prefeita Beta (PSB).
Já em Iguaracy, Armando e Mendonça conversaram com Francisco Dessoles (PTB), ex-prefeito do município por três mandatos, e avaliaram a situação de Pernambuco. Fechando o dia, em Carnaíba, os pré-candidatos reuniram-se com o ex-prefeito Didi e os vereadores Neudo de Itá - presidente da Câmara Municipal -, Gleybson, Preguinho, Anchieta Crente e Irmão Adilson.

Presidente do TRF-4 manda que Lula continue preso


Desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz se manifestou sobre decisões divergentes envolvendo a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
 Do G1
O Presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, determinou na noite deste domingo (8) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continue preso e que o processo retorne ao relator do processo da Lava Jato na Corte, desembargador federal João Pedro Gebran Neto.
"Nessa equação, considerando que a matéria ventilada no habeas corpus não desafia análise em regime de plantão judiciário e presente o direito do Des. Federal Relator em valer-se do instituto da avocação para preservar competência que lhe é própria (Regimento Interno/TRF4R, art. 202), determino o retorno dos autos ao Gabinete do Des. Federal João Pedro Gebran Neto, bem como a manutenção da decisão por ele proferida no evento 17", destacou Thompson Flores no despacho.
A discussão teve início com a decisão do desembargador federal plantonista do TRF-4 Rogério Favreto, que mandou soltar Lula na manhã deste domingo, o que ocasionou uma sequência de decisões divergentes envolvendo a soltura do ex-presidente.
Veja as decisões deste domingo:
·                   Pela manhã, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto decidiu conceder liberdade a Lula.
·                   Em seguida, o juiz Sérgio Moro afirmou que o desembargador plantonista não tinha competência para mandar soltar Lula.
·                   Logo depois, Favreto emitiu um novo despacho, reiterando a decisão de mandar soltar o ex-presidente.
·                   No início da tarde, o Ministério Público Federal pediu a reconsideração da decisão sobre o pedido de soltura.
·                   O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato em segunda instância, determinou que não fosse cumprida a decisão de Favreto.
·                   Em resposta ao relator, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto voltou a ordenar a soltura do ex-presidente Lula.
Favreto é desembargador plantonista e já foi filiado ao PT. Ele se desfiliou ao assumir o cargo no tribunal.
Em setembro de 2016, durante votação da Corte Especial do TRF-4, ele foi o único que votou a favor da abertura de um processo administrativo disciplinar contra Moro e por seu afastamento cautelar da jurisdição, até a conclusão da investigação.
O juiz Moro está em férias, mas, segundo a assessoria da Justiça Federal do Paraná, "por ser citado como autoridade coatora no habeas corpus, ele entendeu possível despachar no processo".

DEM quer carta ao mercado em aliança com Ciro


DEM quer carta de princípios econômicos em aliança com Ciro Gomes.
Folha de s. Paulo - Coluna Painel
Por Daniela Lima

Mesmo sem decisão tomada, a cúpula do DEM já começou a esboçar os termos que precederiam uma aliança com Ciro Gomes (PDT). Dirigentes da sigla avaliam que a adesão de um partido liberal a uma candidatura alinhada à esquerda precisaria incluir concessões de parte a parte bem delineadas. Segundo esse raciocínio, o trato poderia resultar na apresentação de uma carta que explicitasse compromissos com princípios econômicos. Ela seria lida no ato de formalização.
Os quadros do DEM que não se opõem a Ciro dizem que o ingresso do partido na coligação do pedetista seria por si só um gesto enfático ao mercado e poderia representar para ele o que a Carta ao Povo Brasileiro significou para Lula em 2002.
A cúpula do DEM vai se reunir na quarta (11) para tentar definir seu rumo na eleição presidencial. O grupo que falará sobre o assunto contemplará integrantes das diversas alas do partido: a que defende Ciro, a que aposta em Geraldo Alckmin (PSDB) e a que prefere Álvaro Dias (Podemos).
Com a discussão restrita a esse grupo, o DEM tentará evitar o desgaste de expor um racha interno no encontro da executiva do partido, previsto para a semana do dia 16.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Armando e Mendonça iniciam por Arcoverde nesta sexta visitas a municípios sertanejos

O senador Armando Monteiro (PTB) e o deputado Mendonça Filho (DEM) iniciam nesta sexta-feira (6) uma série de visitas a municípios sertanejos. O primeiro é candidato a governador e o segundo ao Senado.
Eles visitarão inicialmente Arcoverde, onde serão recebidos pelos deputados Zeca e Júlio Cavalcanti (PTB) e depois Tuparetama onde serão recepcionados pelo prefeito Sávio Torres (PTB).
Também estão no roteiro os municípios de São José do Egito, Tabira, Afogados da Ingazeira, Ingazeira, Iguaracy e Carnaíba.
Estarão na comitiva o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), os deputados federais Zeca Cavalcanti (PTB), Fernando Filho (DEM) e Ricardo Teobaldo (Podemos) e os deputados estaduais José Humberto Cavalcanti (PTB) e Júlio Cavalcanti (PTB).

Marcondes Gadelha define data para anunciar o apoio do PSC

Prazo isso é o que definiu o presidente estadual do PSC, Marcondes Gadelha e deputado federal, que defendeu a união da oposição em torno de uma única pré-candidatura a governador nas eleições deste ano. Para ele a tendência da sigla caso não haja essa união é apoiar a pré-candidatura ao Governo de José Maranhão.

Quem abrirá mão da disputa pelo Governo do Estado, Maranhão (MDB) ou Lucélio (PV)? Esta é a pergunta que se impõe, em todo momento, aos partidos de oposição. Marcondes Gadelha, ainda tem esperança de que isso possa acontecer e até estabeleceu prazo para que o seu partido tome uma decisão no tocante a alianças: a próxima quinta-feira (12.07). 

Quem também defende a união das oposições e do deputado Renato Gadelha, que preferiu ir direto no assunto. “Espero que temos juízo e possamos forma uma aliança só em torno de José Maranhão”, defendeu ele. Renato lembrou que o pré-candidato do MDB é quem melhor vem se posicionando nas pesquisas internas, seja do emedebê ou as que tem sido feitas pelos partidos de oposição.

Renato, além de defender o nome de Maranhão para o Governo do Estado, disse que Lucélio Cartaxo (PV) será um ótimo nome para ocupar a vaga de senador e seu colega de partido Manoel Júnior, vice-prefeito de João Pessoa, seja suplente dele ou do senador Cássio Cunha Lima (PSDB). PB agora

Mendonça Filho (DEM) deixou arrumada sua eleição para senador durante o período em que esteve à frente do Ministério da Educação. É grande o número de prefeitos da própria Frente Popular dizendo que vão votar nele para o Senado. Por Inaldo Sampaio

Mendonça Filho (DEM-PE)

DEM não vai entrar de sola em acordo, diz cúpula

Com o DEM profundamente dividido internamente, os principais expoentes do partido, Rodrigo Maia (RJ) e ACM Neto (BA), avisam que não vão “entrar de sola” para forçar um consenso.
JA decisão será tomada pela maioria e ninguém esconde que, para isso, será preciso “quebrar alguns ovos”.
Apesar da identidade ideológica com Geraldo Alckmin (PSDB), a aposta pragmática em Ciro tem ganhado força.

Alckmin tem Jarbas como carta na manga


Coluna do Estadão – Andreza Matais
Carta na manga - Ao ouvir as críticas de líderes do Centro sobre o alto índice de rejeição do PSDB, Geraldo Alckmin revelou sua estratégia. Disse que isso pode ser resolvido com o apoio de figuras como o deputado Jarbas Vasconcelos (MDB-PE).
 A situação do ministro Carlos Marun (articulação política) preocupa o governo. Embora o Supremo tenha negado pedido de busca e apreensão em endereços dele, chegou a informação de que há muitos elementos que podem abatê-lo. Há preocupação com delações premiadas.
Marcos Pereira, presidente do PRB, vai conversar com o empresário Flávio Rocha para preparar a retirada da sua candidatura à Presidência. Atrás nas pesquisas e com pouco tempo de televisão, o partido vê poucas chances de crescimento para o dono da Riachuelo.

Gleisi em Penambuco e PB: acerto com PSB quase zero



Apresidente do PT, Gleisi Hoffmann, virá a Pernambuco e à Paraíba na próxima semana para fazer as últimas conversas com os governadores Paulo Câmara (PSB-PE) e Ricardo Coutinho (PSB-PB) sobre o apoio do PSB aos petistas.
Ela já sabe que as chances de um acerto estão perto de zero.  (Painel FSP)
Segundo o Estadão,o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, enviou recado no qual declara apoio à candidatura da vereadora do Recife, Marilia Arraes (PT), neta do ex-governador Miguel Arraes, ao governo de Pernambuco nas eleições 2018.
O recado foi enviado pelo líder do Movimentos dos Trabalhadores Sem-Terra, João Pedro Stedile, e pelo ex-presidente do PT Rui Falcão, que visitaram o petista na sede da superintendência da Polícia Federal, na capital paranaense. “Ele disse que se estivesse no PT de Pernambuco, estaria em campanha pela Marilia Arraes”, declarou Falcão, dizendo que a fala do petista não quer incitar disputas partidárias.
Marília tenta convencer o próprio partido a aprovar sua candidatura ao governo do Estado, mas o PT de Pernambuco ainda discute apoiar o governador Paulo Câmara, pré-candidato à reeleição.

MP apura ação de Cristiane no Ministério da Cultura


Coluna do Estadão- Andreza Matais
Investigadores da Registro Espúrio, que apura esquema no Ministério do Trabalho, estão atentos às movimentações da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) também no Ministério da Cultura (Minc). Ela foi alvo da segunda fase da operação sob suspeita de participar de supostas fraudes em registros sindicais. O elo entre as duas pastas está na indicação de Júlio de Souza Bernardes, preso ontem na terceira fase. Conhecido como Canelinha, antes de assumir a chefia de gabinete do Ministério do Trabalho, ele foi o representante do MinC no Rio também indicado pela deputada.
Com a transferência de Canelinha para o Ministério do Trabalho, quem assumiu a representação da pasta da Cultura no Rio foi Matheus Ribeiro. Ele é outro apadrinhado da parlamentar.
Cristiane Brasil, por meio da assessoria, confirmou ter feito as indicações, mas negou se tratar de ingerência no MinC. Defendeu que “a criminalização da política sem a devida fundamentação jurídica não contribui para o combate à corrupção”.
O Planalto decidiu nomear rapidamente Eliseu Padilha como ministro interino do Trabalho para evitar que a crise gerada pela terceira fase da Operação Registro Espúrio se estendesse. Aprendeu a lição após a novela da indicação de Cristiane Brasil.
O anúncio de que Eliseu Padilha vai acumular a Casa Civil com a pasta do Trabalho seria feito apenas hoje, mas precisou ser antecipado após o blog da Coluna do Estadão revelar a escolha.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Eleições 2018: Pesquisa aponta Bolsonaro à frente

Por Magno Martins
O grupo XP Investimentos realizou uma sondagem com 146 investidores sobre eleições e mercados entre os dias 2 e 3 de julho. Segundo a pesquisa,  49% acreditam que Jair Bolsonaro será o vencedor da eleição presidencial.

O cenário de segundo turno mais apontado é entre Bolsonaro e Marina Silva (32%); 62% acreditam em uma alta no Ibovespa em caso de vitória de Bolsonaro, 49% enxergam uma apreciação do câmbio e 58% colocam uma Selic acima de 8% no final de 2019 ;

Cenários de Fernando Haddad e Ciro Gomes foram apontados como desfechos negativos para o Ibovespa.

Bolsonaro quer PR sem aliança com o PT nos estados


DanielaLima - Painel, FSP
A jogada que pode mudar as chances de Jair Bolsonaro (PSL) na eleição só depende agora de ajustes restritos aos planos regionais do PR. A cúpula do partido de Valdemar Costa Neto diz que é real a chance de uma aliança fiada na indicação de Magno Malta (PR-ES) à vice do deputado, mas explica que quer replicar a coligação em estados onde o PSL tem puxadores de voto, como SP e RJ. O presidenciável, por sua vez, exige que antes de fechar com ele o PR se afaste do PT nas disputas locais.
Um integrante do PR diz que a proposta de Bolsonaro obrigaria a sigla a revogar acordos com petistas da BA e de MG, por exemplo.
O apoio ao capitão reformado do Exército ainda não é unanimidade, mas Valdemar Costa Neto, que é quem comanda a legenda, estaria praticamente convencido de que esta seria a melhor aposta.
O PR tem identificação com o PT, mas Valdemar, dizem aliados, só confia em Lula para fechar um acordo.
A adesão do PR ajudaria Bolsonaro especialmente em dois pontos: com tempo de propaganda na TV e com a sinalização de que não seria impossível montar uma base de apoio no Congresso.

Patos no Caminho da Mudança!

Ramonilson Alves, Deputado Federal Eflain Filho, Benone Leão e Umberto Joubert.  Por uma Patos Melhor!