sábado, 20 de junho de 2009
Fiat lux
Técnico do setor elétrico, o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) abriu mão da vaga na CPI da conta de luz. Indicado pelo líder do partido Ronaldo Caiado, alegou que a comissão, comandada por Eduardo da Fonte (PP-PE), é “embrião de mais um escândalo”. CH,20/06/09.
Senadores "éticos" têm rabos de palha
Os escândalos no Senado fizeram ressurgir uma certa “bancada ética” ou “patriótica” de senadores como o radical de esquerda José Nery (PSOL-PA), que viajou de Belém a Brasília em um jatinho de um empresário para votar em Tião Viana (PT-AC), que disputava com José Sarney a presidência da Casa. O “ético” Nery tentou esconder o nome do dono do avião, mas era o ex-governador tucano do Pará Simão Jatene. CH,20/06/09.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Tasso prometeu à família abandonar a política
O coronel e senador tucano Tasso Jereissati (CE) confirmou à família, em tom de promessa solene, que vai mesmo abandonar a política. Ele já havia feito isso antes, em novembro de 2007, conforme esta coluna revelou. No início deste mês, em conversa com empresários cearenses, ele admitiu: “No ano que vem eu faço 62 anos e estou nessa vida desde os 36 anos. É cansativo, é desgastante”. A gente tem que ver isso.” CH,19/06/09.
Jarbas e Tasso
A ida de Jarbas Vasconcelos para o Senado reforçou a admiração que o senador tinha pelo tucano Tasso Jereissati. O senador cearense é hoje um dos maiores amigos de Jarbas em Brasília. Se Tasso decidir mesmo não disputar a reeleição para o Senado em 2010, como vem afirmando, com certeza fará falta a Jarbas. DP,19/06/09.
Morte no Pátio do Forró
Miriam Lacerda (DEM) lamenta o assassinato de Edson Nazareno do Nascimento, no Pátio do Eventos, em Caruaru, na madrugada de ontem, e lembra que isso nunca aconteceu quando Tony Gel (DEM) foi prefeito da cidade: "Durante oito anos o São João de Caruaru não registrou nenhuma ocorrência grave no local dos festejos juninos porque a Prefeitura e a Polícia Militar trabalhavam em total sintonia", afirma a deputada.DP,19/06/09.
Maior cara-de-pau
Foi descoberto no Senado que, além de um neto e sobrinhos, o presidente José Sarney tem uma prima e uma sobrinha do marido da sua filha, a governadora Roseana Sarney, contratadas por atos secretos. E Lula, na maior cara-de-pau, em turismo no Cazaquistão, só faltou dizer que colocaria a mão no fogo pelo aliado. MM,19/06/09.
Pelo uso da internet nas Campanhas Eleitorais
É de autoria do deputado André de Paula (DEM-PE) o projeto que altera a Lei Eleitoral de 97 para permitir a propaganda política e a arrecadação de fundos, para as campanhas, pela rede mundial de computadores (internet).
A lei de 97 não previu isto e o deputado pernambucano entrou na jogada para tentar que o seu projeto seja aprovado no bojo da reforma eleitoral de emergência que está sendo sistematizada na Câmara Federal pelo deputado Flávio Dino (PCdoB-MA).
A reforma é tida como natimorta pela maioria dos membros daquela Casa. Mas o presidente Michel Temer resolveu fazer a última tentativa. Reuniu os líderes de bancada na semana passada e lhes pediu apoio para os pontos da reforma que são mais ou menos consensuais, entre eles a volta do outdoor como instrumento de propaganda e o uso da internet.
André se inspirou na campanha política do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para cuja vitória a internet muito ajudou. Ele sugere que além de poder usar a rede mundial de computadores como instrumento de propaganda eleitoral o candidato possa dispor dessa ferramenta para arrecadar fundos de campanha por meio de cartão de crédito e transferência bancária eletrônica.
É possível que não haja tempo hábil para que esse projeto seja aprovado para vigorar em 2010. Mas é improvável que apareça alguém na Câmara contrário à sua aprovação. Ele é absolutamente consensual no meio dos projetos consensuais.
Temas polêmicos como voto distrital misto, lista fechada e financiamento público de campanha só deverão ser apreciados no início do próximo ano. Escrito por Inaldo Sampaio
A lei de 97 não previu isto e o deputado pernambucano entrou na jogada para tentar que o seu projeto seja aprovado no bojo da reforma eleitoral de emergência que está sendo sistematizada na Câmara Federal pelo deputado Flávio Dino (PCdoB-MA).
A reforma é tida como natimorta pela maioria dos membros daquela Casa. Mas o presidente Michel Temer resolveu fazer a última tentativa. Reuniu os líderes de bancada na semana passada e lhes pediu apoio para os pontos da reforma que são mais ou menos consensuais, entre eles a volta do outdoor como instrumento de propaganda e o uso da internet.
André se inspirou na campanha política do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para cuja vitória a internet muito ajudou. Ele sugere que além de poder usar a rede mundial de computadores como instrumento de propaganda eleitoral o candidato possa dispor dessa ferramenta para arrecadar fundos de campanha por meio de cartão de crédito e transferência bancária eletrônica.
É possível que não haja tempo hábil para que esse projeto seja aprovado para vigorar em 2010. Mas é improvável que apareça alguém na Câmara contrário à sua aprovação. Ele é absolutamente consensual no meio dos projetos consensuais.
Temas polêmicos como voto distrital misto, lista fechada e financiamento público de campanha só deverão ser apreciados no início do próximo ano. Escrito por Inaldo Sampaio
Globo apoia jornalismo sem diploma
Enquanto a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) classifica como um retrocesso a decisão do STF que revoga a necessidade de diploma para o exercício do jornalismo, as Organizações Globo veem a medida com bons olhos. Através de um comunicado, afirmou que a iniciativa "apenas ratifica uma prática da organização", uma vez que ela mantém profissionais não graduados em jornalismo atuando na área.
Para a Globo, os cursos de jornalismo permanecem fundamentais e será neles onde continuará buscando seus profissionais.
A Fenaj diz que mesmo com a decisão do STF, os jornalistas diplomados deverão manter suas conquistas, como os pisos salariais, a jornada diferenciada e a criação dos cursos superiores. Mesmo assim, lança um alerta conclamando toda a categoria a mobilizar-se em torno dos sindicatos. Escrito por Fabiana Gonçalves
Para a Globo, os cursos de jornalismo permanecem fundamentais e será neles onde continuará buscando seus profissionais.
A Fenaj diz que mesmo com a decisão do STF, os jornalistas diplomados deverão manter suas conquistas, como os pisos salariais, a jornada diferenciada e a criação dos cursos superiores. Mesmo assim, lança um alerta conclamando toda a categoria a mobilizar-se em torno dos sindicatos. Escrito por Fabiana Gonçalves
Plano do PT é derrotar Mercadante
Consderado arrogante até pelos aliados, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) corre o risco de não se reeleger em 2010 pela ação dos próprios petistas. A senha para o plano petista de derrotar Mercadante é do presidente Lula e da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), que não o suportam. Os petistas o acusam de não ter sido solidário em escândalos como do mensalão e dos aloprados, que ele próprio protagonizou. CH,19/06/09.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Senado abre o caminho para 7.343 novos vereadores
Os senadores aprovaram uma emenda à Constituição que pavimenta o caminho para a abertura de 7.343 vagas vereadores no país.
A emenda fixa limites para os gastos das Câmaras Municipais. Uma condição para que seja promulgada uma outra emenda, que aumenta o número de vereadores.
A novela dos vereadores começara na Justiça. O STF reduzira o número de vereadores. Não tratara, porém, dos gastos feitos pelos legislativos municipais.
Se o Brasil fosse um país regido pela lógica, as despesas cairiam. Porém, submetido à ilógica que costuma guiar a política, elas cresceram na maioria das cidades.
Pior: suplentes de vereador armaram um lobby no Congresso para que a decisão do STF fosse revertida. Queriam porque queriam tornar-se vereadores.
A pressão surtiu efeitos. Deputados e senadores vêem os vereadores como espécies de cabos-eleitorais de luxo. Poucos se atrevem a contrariá-los.
Vem daí que a Câmara aprovou a emenda recriando as 7.343 cadeiras que o STF extinguira.
Os deputados tiveram o cuidado, porém, de impor limites para os gastos das Câmaras. Atrelou-os a percentuais da arrecadação municipal.
Enviada ao Senado, a emenda da Câmara sofrera uma poda deletéria. Os senadores aprovaram a recriação das vagas, mas suprimiram o artigo que protegia as arcas.
Em fim de gestão, o ex-presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), tomou uma decisão sensata. Recusou-se a promulgar a emenda perneta.
Hordas de suplentes de vereadores passaram a bater ponto no Congresso. De gabiente em gabinete, exigiram uma solução.
Daí a emenda aprovada agora pelo Senado. Foi vendida como uma peça moralizadora.
Atrela os gastos com vereadores ao tamanho da população de cada cidade.
Municípios com até 100 mil habitantes gastarão 7% de toda a sua coleta, incluindo os repasses da União.
O percentual vai sendo reduzido à medida que aumenta a população –6%, 5%, 4,5%, 4%— até atingir o mínimo (3,5%), para cidades maiores. São Paulo, por exemplo.
Os senadores dizem que a coisa resultará em economia de R$ 1,4 bilhão para as cidades. Meia verdade.
A parte mentirosa consiste no seguinte: pela proposta da Câmara, que os senadores rejeitram, a economia seria maior.
Teria sido maior ainda se o Congresso capricasse ainda mais no corte de despesas sem sem recriar as vagas de vereadores.
Mas isso só teria sido possível se o Brasil fosse um país lógico. A emenda do Senado foi enviada à Câmara, que deve confirmar o ilógico.
Depois, os suplentes de vereador ficarão pendurados no STF. Caberá ao tribunal decidir se a recriação das cadeiras que extinguira vale imediatamente ou só para a próxima eleição.
Escrito por Josias de Souza
A emenda fixa limites para os gastos das Câmaras Municipais. Uma condição para que seja promulgada uma outra emenda, que aumenta o número de vereadores.
A novela dos vereadores começara na Justiça. O STF reduzira o número de vereadores. Não tratara, porém, dos gastos feitos pelos legislativos municipais.
Se o Brasil fosse um país regido pela lógica, as despesas cairiam. Porém, submetido à ilógica que costuma guiar a política, elas cresceram na maioria das cidades.
Pior: suplentes de vereador armaram um lobby no Congresso para que a decisão do STF fosse revertida. Queriam porque queriam tornar-se vereadores.
A pressão surtiu efeitos. Deputados e senadores vêem os vereadores como espécies de cabos-eleitorais de luxo. Poucos se atrevem a contrariá-los.
Vem daí que a Câmara aprovou a emenda recriando as 7.343 cadeiras que o STF extinguira.
Os deputados tiveram o cuidado, porém, de impor limites para os gastos das Câmaras. Atrelou-os a percentuais da arrecadação municipal.
Enviada ao Senado, a emenda da Câmara sofrera uma poda deletéria. Os senadores aprovaram a recriação das vagas, mas suprimiram o artigo que protegia as arcas.
Em fim de gestão, o ex-presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), tomou uma decisão sensata. Recusou-se a promulgar a emenda perneta.
Hordas de suplentes de vereadores passaram a bater ponto no Congresso. De gabiente em gabinete, exigiram uma solução.
Daí a emenda aprovada agora pelo Senado. Foi vendida como uma peça moralizadora.
Atrela os gastos com vereadores ao tamanho da população de cada cidade.
Municípios com até 100 mil habitantes gastarão 7% de toda a sua coleta, incluindo os repasses da União.
O percentual vai sendo reduzido à medida que aumenta a população –6%, 5%, 4,5%, 4%— até atingir o mínimo (3,5%), para cidades maiores. São Paulo, por exemplo.
Os senadores dizem que a coisa resultará em economia de R$ 1,4 bilhão para as cidades. Meia verdade.
A parte mentirosa consiste no seguinte: pela proposta da Câmara, que os senadores rejeitram, a economia seria maior.
Teria sido maior ainda se o Congresso capricasse ainda mais no corte de despesas sem sem recriar as vagas de vereadores.
Mas isso só teria sido possível se o Brasil fosse um país lógico. A emenda do Senado foi enviada à Câmara, que deve confirmar o ilógico.
Depois, os suplentes de vereador ficarão pendurados no STF. Caberá ao tribunal decidir se a recriação das cadeiras que extinguira vale imediatamente ou só para a próxima eleição.
Escrito por Josias de Souza
A falta de compromisso de Lula com o que diz
O discurso do presidente Lula em relação ao Congresso mudou à medida que o petista trocou a oposição pelo governo. Em 1993 ele declarou que, "de todos os deputados no Congresso, pelo menos 300 são picaretas".
Repetiu a crítica em 1994 ("Aquilo que eu falei de 300 é um pouco mais") e 1998 ("Uma vez falei que havia uns 300 picaretas no Congresso, mas a coisa só piorou").
Em 2002, com a vitória à vista, a retórica mudou.
Aceitou o apoio do senador José Sarney, a quem havia chamado de "grileiro", em 1986 ("Sarney não vai fazer reforma agrária coisa nenhuma, porque ele é grileiro no Estado do Maranhão"), e de "ladrão", em 1987 ("Adhemar de Barros e Maluf poderiam ser ladrões, mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República").
Na sua campanha à reeleição, Lula fez uma autocrítica: "Eu me dei conta de quantas vezes nós cometemos injustiças contra pessoas... Uma coisa eu tenho tranquilidade, Sarney: nunca lhe ofendi". Folha de S. Paulo
Repetiu a crítica em 1994 ("Aquilo que eu falei de 300 é um pouco mais") e 1998 ("Uma vez falei que havia uns 300 picaretas no Congresso, mas a coisa só piorou").
Em 2002, com a vitória à vista, a retórica mudou.
Aceitou o apoio do senador José Sarney, a quem havia chamado de "grileiro", em 1986 ("Sarney não vai fazer reforma agrária coisa nenhuma, porque ele é grileiro no Estado do Maranhão"), e de "ladrão", em 1987 ("Adhemar de Barros e Maluf poderiam ser ladrões, mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República").
Na sua campanha à reeleição, Lula fez uma autocrítica: "Eu me dei conta de quantas vezes nós cometemos injustiças contra pessoas... Uma coisa eu tenho tranquilidade, Sarney: nunca lhe ofendi". Folha de S. Paulo
Um novo escândalo no Senado
Nesse lodaçal [do Senado], o novo escândalo é o pronunciamento de Sarney. Com uma desfaçatez chocante até para quem já se habituou a esperar tudo dos políticos que representam o que a atividade tem de mais condenável, ele quer que se acredite que não tinha o menor conhecimento, que dirá conivência, dos abusos que se cometeram sistematicamente nos últimos 15 anos na Casa, onde ninguém o supera em influência.
"Eu não vim para administrar, para saber, da despensa do Senado, o que havia lá", disse, lavando as mãos. Ele quer que se acredite também que tomou por iniciativa própria - e não relutantemente, sob pressão da opinião pública - as medidas reparadoras de que se vangloria na atual gestão. E ele quer que se acredite, ao fim e ao cabo, que a sua biografia - na versão hagiológica do seu discurso - o torna inimputável: quem foi o que ele diz ter sido jamais poderia ter algo que ver com os fatos que enxovalham o Senado; por isso qualquer crítica que se lhe faça é uma ofensa, um ato de lesa-majestade.
Sarney só teve razão quando disse, com endereço certo, que "todos nós somos responsáveis". A prova está nas acoelhadas reações dos seus pares à farsa que encenou. "Não se pode medir a justeza de uma vida pública em um detalhe ou outro", agachou-se, por exemplo, o líder do DEM, José Agripino Maia. Até os senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos, tidos como defensores intransigentes da moral e dos bons costumes políticos, estão assistindo a essa vergonheira em obsequioso silêncio. O Senado está à altura de seu presidente. Estado de S. Paulo
"Eu não vim para administrar, para saber, da despensa do Senado, o que havia lá", disse, lavando as mãos. Ele quer que se acredite também que tomou por iniciativa própria - e não relutantemente, sob pressão da opinião pública - as medidas reparadoras de que se vangloria na atual gestão. E ele quer que se acredite, ao fim e ao cabo, que a sua biografia - na versão hagiológica do seu discurso - o torna inimputável: quem foi o que ele diz ter sido jamais poderia ter algo que ver com os fatos que enxovalham o Senado; por isso qualquer crítica que se lhe faça é uma ofensa, um ato de lesa-majestade.
Sarney só teve razão quando disse, com endereço certo, que "todos nós somos responsáveis". A prova está nas acoelhadas reações dos seus pares à farsa que encenou. "Não se pode medir a justeza de uma vida pública em um detalhe ou outro", agachou-se, por exemplo, o líder do DEM, José Agripino Maia. Até os senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos, tidos como defensores intransigentes da moral e dos bons costumes políticos, estão assistindo a essa vergonheira em obsequioso silêncio. O Senado está à altura de seu presidente. Estado de S. Paulo
Lula: ordem é não instalar a CPI da Petrobras
O presidente Lula se recusa até mesmo a discutir a indicação de relator e presidente da CPI da Petrobras, criada no Senado: sua determinação à base aliada é simplesmente “matar” a comissão. A decisão é utilizar a maioria governista para não instalar a CPI da Petrobras, inviabilizando as investigações pretendidas pela oposição, por exemplo, dos cerca de 60 mil contratos sem licitação fechados pela atual diretoria da estatal. CH,18/06/09.
Quem tem prazo não tem pressa
Marco Maciel (DEM) jura de pés juntos como ainda não conversou com Jarbas Vasconcelos (PMDB) sobre a sucessão estadual de 2010. Mas ao ser questionado sobre qual seria o caminho das oposições se porventura o senador peemedebista não topar a parada, respondeu sem qualquer estresse:
- Há tempo de sobra para construirmos outra solução!
Ou seja, continua fiel ao seu próprio ensinamento segundo o qual “quem tem prazo não tem pressa”. Escrito por Inaldo Sampaio
- Há tempo de sobra para construirmos outra solução!
Ou seja, continua fiel ao seu próprio ensinamento segundo o qual “quem tem prazo não tem pressa”. Escrito por Inaldo Sampaio
terça-feira, 16 de junho de 2009
UNIÃO POR PERNAMBUCO
Circulando com desenvoltura entre os senadores Jarbas Vasconcelos e Sérgio Guerra, Terezinha Nunes (PSDB), que também tem um bom relacionamento com o senador Marco Maciel e Mendonça Filho, está sendo vista como uma das pessoas que vai participar das costuras políticas para garantir a manutenção da União por Pernambuco em 2010. DP,16/06/09.
Imagem do senado
É grande a preocupação de Marco Maciel (DEM) com a situação no Senado. Ele considera que algo tem que ser feito de maneira firme para recuperar a imagem da Casa, fundamental para blindar o Parlamento e garantir o processo democrático.DP,16/06/09.
Coelho desafia
Candidato a deputado federal, o ex-prefeito de Petrolina, Guilherme Coelho (DEM), faz um desafio aos aliados de Eduardo para que apresentem uma só obra estruturadora do atual governo na região do São Francisco. “Eles não têm o que apresentar. Estamos diante de um governo fraco. Jarbas, sim, fez grandes obras”. FP,16/06/09.
Jarbas diz que não votou em Sarney e nem se arrepende
O pronunciamento de Sarney (PMDB) repercute nos corredores do Senado. Em entrevista há pouco a GloboNews, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) fez duras críticas ao presidente da Casa. "Não votei em Sarney e nem acho que ele tenha feito algo, até hoje, que me faça ter vontade de voltar atrás", disse.
Jarbas continou dizendo que há problema de superpopulação no Senado, em especial por conta da contratação de terceirizados. "A estrutura do Senado é arcaica. Precisa-se dar transparência total e completa, criar condições para que a população e mídia possam acompanhar os trabalhos", afirmou o senador.Blog do Jamildo
Jarbas continou dizendo que há problema de superpopulação no Senado, em especial por conta da contratação de terceirizados. "A estrutura do Senado é arcaica. Precisa-se dar transparência total e completa, criar condições para que a população e mídia possam acompanhar os trabalhos", afirmou o senador.Blog do Jamildo
Sarney: "A crise não é minha, é do Senado"
Pressionado pela opinião pública, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), subiu hoje à tribuna da Casa para falar dos escândalos que atingem a instituição desde que ele assumiu o cargo, no começo deste ano. Cobrado a responder, Sarney disse que a crise não era dele, segundo a Folha online.
"A crise do Senado não é minha. A crise é do Senado. É essa instituição que nós devemos preservar. Tanto quanto qualquer um aqui, ninguém tem mais interesse nisso do que eu, até porque aceitei ser presidente da Casa." O último escândalo envolve os mais de 500 atos secretos publicados ao longo dos últimos 14 anos no Senado e que foram usados para nomear, exonerar e aumentar salários de pessoas ligadas ao comando da Casa.
Sarney teve duas sobrinhas nomeadas por ato secreto: Maria do Carmo de Castro Macieira e Vera Portela Macieira Borges. Maria do Carmo foi nomeada para um cargo no então gabinete de Roseana Sarney (PMDB-MA). Vera lotada no gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), em Campo Grande. Ele também teve um neto nomeado e exonerado do gabinete do senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) por ato secreto.
Sarney disse que não sabia que Cafeteira tinha empregado seu neto. "Porque pedi ao senador Delcídio que uma sobrinha da minha mulher, que é do Ministério da Agricultura, fosse designada para o gabinete dele? Que um neto meu foi nomeado para o gabinete do senador Cafeteira. Eu não pedi e não sabia. Ele próprio disse que não me falou, porque se dissesse talvez não tivesse concordado." Escrito por Magno Martins
"A crise do Senado não é minha. A crise é do Senado. É essa instituição que nós devemos preservar. Tanto quanto qualquer um aqui, ninguém tem mais interesse nisso do que eu, até porque aceitei ser presidente da Casa." O último escândalo envolve os mais de 500 atos secretos publicados ao longo dos últimos 14 anos no Senado e que foram usados para nomear, exonerar e aumentar salários de pessoas ligadas ao comando da Casa.
Sarney teve duas sobrinhas nomeadas por ato secreto: Maria do Carmo de Castro Macieira e Vera Portela Macieira Borges. Maria do Carmo foi nomeada para um cargo no então gabinete de Roseana Sarney (PMDB-MA). Vera lotada no gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), em Campo Grande. Ele também teve um neto nomeado e exonerado do gabinete do senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) por ato secreto.
Sarney disse que não sabia que Cafeteira tinha empregado seu neto. "Porque pedi ao senador Delcídio que uma sobrinha da minha mulher, que é do Ministério da Agricultura, fosse designada para o gabinete dele? Que um neto meu foi nomeado para o gabinete do senador Cafeteira. Eu não pedi e não sabia. Ele próprio disse que não me falou, porque se dissesse talvez não tivesse concordado." Escrito por Magno Martins
Gastos ‘secretos’ de LULA é de R$ 8,4 milhões
Nos últimos dezoito meses os gastos “secretos” da Presidência da República já atingiram R$ 8,4 milhões. A pretexto de “segurança nacional” o governo proíbe o contribuinte de saber como todo esse dinheiro foi gasto pelo presidente e seus familiares. Desde a posse de Lula, em 2003, a Presidência realizou gastos “secretos” de R$ 34,4 milhões. Grande parte das despesas é feita por meio de cartões corporativos.CH,15/06/09.
Assinar:
Postagens (Atom)
Patos no Caminho da Mudança!
Ramonilson Alves, Deputado Federal Eflain Filho, Benone Leão e Umberto Joubert. Por uma Patos Melhor!
-
Ambulância do município de Brejinho, estacionada em frente a U. M. M. R. S. , em São José do Egito, mostra a qualidade da saúde que o prefe...
-
O ex-candidato derrotado a vice-prefeito da cidade de Brejinho, sertão do pajeú, Manuel da carne(PTB), se vendeu ao atual prefeito daquele ...
-
VOTAR NO SERRA SE TORNOU UM CASO DE NECESSIDADE NACIONAL E NÃO SIMPATIA POLÍTICA SE DILMA GANHAR, NÓS É QUE ESTAMOS... VEJA OS PORQUÊ...