quarta-feira, 31 de agosto de 2016

COLLOR REJEITA 'GOLPE' E AVALIA GOVERNO DILMA COMO 'TRAGÉDIA ANUNCIADA'

Diário do Pode 

O senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) afirmou, na sessão do Senado desta terça-feira (30), que o governo afastado transformou a gestão numa "tragédia anunciada", sendo o processo de impeachment o caminho constitucional previsto para se resolver a questão. Ele refutou também a tese de "golpe parlamentar". O ex-presidente lembrou que, em 1992, tentaram lhe imputar uma suposta infração penal, diferentemente do que ocorre no processo atual.
Para Collor, a depender da condução, das condições e conclusões de uma gestão, a destituição do chefe do Executivo torna-se, se oportuno, medida de governo. E isso se dá, frisou ele, por iniciativa da cidadania e por decisão parlamentar, sendo este o remédio constitucional de urgência, no presidencialismo, quando o governo, "além de cometer crime de responsabilidade, perde as rédeas do comando político e da direção econômica". 
"Ao comparar o atual processo com o de 1992, hoje, a situação é completamente diversa. Além de infração às normas orçamentárias e fiscais, com textual previsão na Constituição como crime de responsabilidade, o governo afastado transformou sua gestão numa tragédia anunciada. É o desfecho típico de governo que faz, da cegueira econômica, o seu calvário, e da surdez política, o seu cadafalso", expôs. 
Para Collor, a história brasileira passa a mostrar que a real política, "com suas forças embutidas e seus caminhos tortuosos", leva, inescapavelmente, ao uso do impeachment como solução de crises. "Disso, não haveremos de fugir. Este é um contexto que, outrora, até poderia ensejar um golpe de Estado clássico para solucionar, em curto prazo, uma aguda crise política. Não foi o caso. Ou seja, é uma demanda jurídica que se efetiva ao talante do ambiente político e da comprovação de infrações", colocou. 

Evandro e Ecleriston


Senador Fernando Collor (PTB-AL)

Do senador Fernando Collor (PTB-AL), que foi o 1º presidente no Brasil a ser afastado do cargo por um processo de impeachment: “Quis o destino que eu me visse hoje nesta situação. Integrando a Casa Legislativa que cassou o meu mandato e vendo ser escorraçado do poder os mesmos que me escorraçaram em 1992”.

Senado termina debates; votação será às 11 horas


Folha de S.Paulo
Depois de 14 horas de reunião, o Senado concluiu na madrugada desta quarta-feira (31) a última etapa de discussão do processo de impeachment antes do início do processo de votação, marcado para a manhã desta quarta.
A sessão começou com debate entre defesa e acusação e, em seguida, 63 senadores discursaram, por até 10 minutos cada um, sobre o processo.
A sessão começou às 10h26 desta terça-feira (30) e terminou após as 2h30 desta quarta, após dois intervalos que somaram cerca de duas horas.
Às 11h, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, reabrirá a sessão para o início do processo de votação.
O placar da Folha aponta que o Senado deve aprovar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, já que pelo menos 54 senadores já declararam que votarão a favor do afastamento. Esse é o número mínimo de votos necessários para confirmar a cassação da presidente petista, eleita pela primeira vez em 2010 e reeleita em 2014.
Durante a terça-feira, a equipe do presidente interino, Michel Temer, calculava que teria cerca de 60 votos a favor do afastamento de Dilma. Na madrugada, senadores aliados ao peemedebista cravavam que os votos pelo impeachment somariam 59.
Com a confirmação do impeachment, Temer tomará posse em solenidade no Congresso Nacional, ainda nesta quarta.
O presidente interino pretende viajar ainda nesta quarta para a China, onde vai participar do encontro do G20 (grupo das maiores economias do mundo).
Com a concretização do impeachment, o PMDB volta à Presidência de forma indireta. A última vez que isso aconteceu foi em 1985, quando o então vice José Sarney assumiu após Tancredo Neves morrer antes de tomar posse.

A mãe de todas as traições


Leandro Mazzini- Coluna Esplanada
Não teve coragem de olhar para a madrinha da filha e dizer que vota pelo impeachment
Senador Eunício pede o divórcio, e Dilma nem viu - O Brasil assistiu nesta noite o primeiro caso latente de 'traição' política, num desses episódios que dão calça-justa por causa das intimidades protagonizadas pelo Poder por conveniência.

O senador do PMDB Eunício Oliveira (CE)  fazia questão de mostrar em Brasília e no Ceará ser amigo de Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff.

A ponto de o senador convidar e a presidente aceitar ser madrinha de casamento da filha de Eunício, numa mega festa que reuniu meia república em Brasília. Semanas depois o feliz genro do senador, sem experiência no setor, foi nomeado pela presidente para diretor da ANAC. Uma lua de mel escancarada.
Nesta noite de terça (30), Eunício esperou Dilma sair do Senado para discursar na tribuna e desancar o seu governo – mostrando, evidente, o cenário melancólico.
Não teve coragem de olhar para a madrinha da filha e dizer que vota pelo impeachment. E Dilma muito provavelmente não quis ficar para ver e ouvir do senador que não existe amizade na política .

CRIME

O jurista Miguel Reali Junior rebateu o discurso de Dilma de que o impeachment seria obra de vingança do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em um discurso inflamado, disse que a "sociedade brasileira" foi às ruas não por revanche partidária, mas porque viu que estava havendo "descaso". Ele pediu que os senadores punissem Dilma e a afastassem da vida pública. "Há crime de responsabilidade e há dolo", disse. Segundo ele, o crime está, inicialmente, no uso dos bancos oficiais para financiar o Tesouro. Miguel Reale Júnior reafirmou que as "pedaladas fiscais", que são atrasos nos repasses da União para os bancos públicos, são operações de crédito. "O fato se consumou e está consumado”, afirmou.

Dilma já era


   O PT e os aliados da presidente afastada Dilma Rousseff tentaram vender, após a defesa dela no Senado, a falsa versão de que o jogo endureceu e que o impeachment pode ser revertido. Historinha de trancoso, daquelas que servem para ninar o bebê a embalar sonhos para dormir o sono dos justos. Na verdade, Dilma não reverteu um só voto com o seu discurso arrogante e agressivo aos ouvidos dos senadores.
Um dos termômetros que os integrantes do Palácio do Planalto usam para tentar demonstrar que o afastamento é irreversível é o placar da votação da etapa anterior do processo de impeachment, que transformou Dilma em ré. Na ocasião, 59 senadores votaram a favor de ela ser levada a julgamento no plenário e 21 se posicionaram contra. Na votação final, programada para hoje, pelos cálculos dos aliados do presidente em exercício Michel Temer, os votos pró-impeachment chegarão a 60 ou 61.
Os articuladores políticos de Temer têm trabalhado para aumentar ainda mais a margem de votos favoráveis ao afastamento definitivo. Entre os alvos do Planalto para aumentar o placar estão os senadores Roberto Muniz (PP-BA), Otto Alencar (PSD-BA) e Elmano Férrer (PTB-PI). Na votação anterior, eles se posicionaram contra Dilma ser levada a julgamento final. O objetivo dos aliados do presidente em exercício é fazer com que esses parlamentares votem a favor do afastamento na etapa definitiva do processo de impeachment.
“O número mais provável é de 60 votos favoráveis ao relatório pelo afastamento definitivo contra 20. Caso o senador Renan Calheiros vote, ampliaremos esse placar para 61, mas alguns prognósticos apontam para a possibilidade de chegarmos a 62 e até 63 votos. E, para cada voto que acrescentar de um lado, debita do outro”, arrisca o senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tem repetido que ainda não se decidiu se irá votar ou não. Na primeira etapa do processo, quando os senadores decidiram instalar o processo para investigar se a petista havia cometido crime de responsabilidade, ele não votou por ser presidente da Casa. Na fase seguinte, que passou a ser comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, Renan poderia ter participado da votação que tornou Dilma ré, mas decidiu não votar por opção pessoal. Agora, nesta terceira etapa, o presidente do Senado também está apto a votar. Por Magno Martins

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Suplente com um voto é convocada para assumir vaga de vereadora

Do G1 Presidente Prudente
Câmara Municipal de Dracena (Foto: Assessoria de Imprensa/Câmara Municipal de Dracena)Câmara Municipal de Dracena convocou para tomar posse a suplente Aline de Oliveira Souza (PSD), que teve um voto nas eleições de 2012 (Foto: Assessoria de Imprensa/Câmara Municipal de Dracena)

Aline de Oliveira Souza é a única que ainda se mantém no PSD, em Dracena.
Ela vai ocupar o lugar deixado por Rodrigo Castilho (PSDB).


Com apenas um voto, Aline de Oliveira Souza (PSD) tomará posse na próxima segunda-feira (5) como vereadora em Dracena. O ato formal de convocação da primeira suplente do Partido Social Democrático foi editado na noite desta segunda-feira (29) pela Mesa Diretora, acatou decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e seguiu determinação do juiz da 149ª Zona Eleitoral da Comarca de Dracena, Marcus Frazão Frota.
Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Aline foi a menos votada entre os 109 candidatos que disputaram uma cadeira no Poder Legislativo da cidade nas eleições municipais de 2012. Ela ficou empatada com Elyara Dias de Morais Rossi, que também teve apenas um voto na ocasião pelo PV.
A nova vereadora ocupará o lugar deixado por Rodrigo Castilho, que teve o mandato cassado pelo TRE por infidelidade partidária, no dia 15 de agosto, por ter saído do PSD e se filiado ao PSDB fora do prazo legal. Também segundo o TSE, ele foi o quinto candidato mais votado em 2012, com 975 votos.
De acordo com o Poder Legislativo, em certidão encaminhada pelo Cartório Eleitoral da cidade, Aline é apontada como a "única vereadora suplente eleita pelo PSD nas eleições de 2012 que ainda se mantém filiada ao partido".
"A Secretaria da Câmara já expediu convocação para o início das atividades da vereadora, assinatura do termo de posse e compromisso, que deverá ser na sessão da próxima segunda-feira, 5 de setembro, quando deverão ser apresentados os documentos necessários à posse", explicou o Legislativo.
Ainda conforme a Câmara Municipal de Dracena, Castilho já recorreu da decisão que lhe cassou o mandato e espera o julgamento do recurso.
A Câmara informou que a Justiça determinou a posse da suplente do PSD e não da coligação, como fora o primeiro entendimento do Legislativo.

Solidão: Juiz negou pedido de impugnação de Genivaldo Soares

genivaldo-soares-psd-dO PSB de Solidão, do candidato Djalma da Padaria, ingressou com pedido de impugnação contra o candidato da oposição Genivaldo Soares.
A ação se deu em razão de duas causas de inelegibilidade alegadas pela acusação:  descumprimento de prazo de desincompatibilização e ausência de quitação eleitoral por desaprovação das contas de campanha.
Uma das argumentações da acusação foi de que Genivaldo não estaria quite com a Justiça Eleitoral, porque teve suas contas de campanha em 2012 reprovadas. Mas, após avaliar considerações de acusação e defesa, o Ministério Público se manifestou votando pela improcedência a impugnação em ambos os aspectos.

Assim, o Juiz Eleitoral Hildeberto Júnior da Rocha Silvestre  julgou totalmente improcedente a impugnação, deferindo a candidatura de Genivaldo Soares. “Defiro o pedido de registro de candidatura sob o número 55, com a opção de nome Genivaldo Soares.

Janaína chora e pede desculpas a Dilma por ter causado sofrimento com impeachment

Janaína pediu que Dilma entendesse o que ela fez. "Peço que ela um dia entenda que eu fiz isso também pensando nos netos dela"


A fala de Janaína ocorre um dia após Dilma ir pessoalmente ao plenário do Senado prestar depoimento Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado (A fala de Janaína ocorre um dia após Dilma ir pessoalmente ao plenário do Senado prestar depoimento Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
A fala de Janaína ocorre um dia após Dilma ir pessoalmente ao plenário do Senado prestar depoimento Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Uma das autoras do pedido de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, a advogada Janaína Paschoal chorou e pediu desculpas à petista durante discurso no Senado Federal na sessão de julgamento final do impeachment desta terça-feira, 30. 

"Finalizo pedindo desculpas à senhora presidente. Não por ter feito o que fiz, mas por eu ter lhe causado sofrimento. Mas sei que a situação que está vivendo não é fácil. Muito embora não fosse meu objetivo, causei sofrimento", afirmou a advogada. 

Janaína pediu que Dilma entendesse o que ela fez. "Peço que ela um dia entenda que eu fiz isso também pensando nos netos dela", afirmou a advogada, que, mais cedo, tinha reconhecido é que "muito difícil" apresentar um pedido de impeachment contra uma mulher. 

A fala de Janaína ocorre um dia após Dilma ir pessoalmente ao plenário do Senado prestar depoimento. Em sua fala, a petista afirmou que não há base legal para pedir sua saída da presidência e se disse vítima de um "golpe" parlamentar.

MARINEZ É 25555


Após defesa de Dilma, Cardozo chora e se diz indignado com fala de Janaína

"Para quem conhece a presidente Dilma, pedir a condenação para defender os seus netos, foi algo que me atingiu muito fortemente", disse o advogado da presidente afastada Dilma Rousseff

Por: Agência Estado

"As palavras da acusação foram muito injustas", disse Cardozo. Foto: Globonews/Reprodução
"As palavras da acusação foram muito injustas", disse Cardozo. Foto: Globonews/Reprodução

Bastante emocionado, o ex-ministro José Eduardo Cardozo não conseguiu segurar as lágrimas depois de apresentar a defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff, no plenário do Senado. Ele classificou de "muito injustas" as palavras da acusação, de que o afastamento da petista teria como objetivo o bem das gerações futuras.

"As palavras da acusação foram muito injustas. Para quem conhece a presidente Dilma, pedir a condenação para defender os seus netos, foi algo que me atingiu muito fortemente", disse Cardozo.

Questionado sobre o motivo de estar tão emocionado, Cardozo respondeu que ele jamais vai perder a capacidade de se indignar diante das injustiças. "Aquele que perde a capacidade de se indignar diante da injustiça, perdeu a sua humanidade, por isso eu me emocionei."

Em sua exposição, a advogada de acusação, Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment pediu desculpas pelo sofrimento causado em Dilma, mas disse que fez "isso também pensando nos netos dela".

A fala causou reação imediata no plenário. Ela foi chamada de "golpista" pelo deputado José Guimarães (PT-CE).

Assim que acabou a sua explanação no plenário, Cardozo foi abraçado por senadores aliados. Parlamentares a favor do impeachment também o cumprimentaram. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), aplaudiu efusivamente a sua fala.

PT contabiliza votos do impeachment

O PT se reúne, neste intervalo da sessão do Senado, para contabilizar os votos do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Pelas contas dos aliados da petista, o processo é praticamente irreversível. No entanto, a determinação será dizer que ainda "há esperança".
O presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Ricardo Lewandowski, suspendeu a sessão realizada nesta terça-feira (30), a última do julgamento de Dilma, após explicações da defesa e da acusação do impeachment.  
Por Magno Martins

Brejinho: Canteiro de obra da Imoralidade !!!

A Praça central da cidade de Brejinho, pequeno município no interior de Pernambuco, tem chamado a atenção da população quanto ao valor da obra de reforma da mesma. Que está orçada em quase 750.000,00, em uma cidade pobre e que muitas vezes falta atendimento de saúde a população, como falta de médico e medicamentos.

Vale lembrar, que a maioria das mulheres grávidas do município tem as suas crianças em outras cidades. 
Faz muito tempo que os filhos de Brejinho não nascem no município, por falta de médicos e uma política de valorização da saúde.

O que se fala em Brejinho, é que a obra de reforma da praça é mais uma das obras que o prefeito superfatura naquele município, disse cidadão. 

É uma obra "sorrisal" sem os reais valores, para com os valores corretos da sua construção.
A praça já foi reformada várias vezes pelo prefeito, José Vanderlei, parece um mistério, a quantidade de vezes que este cidadão reforma a praça central de Brejinho, diz popular.
Isto é um Imoralidade !!!

AGORA É A VEZ do POVO !!!


Não podemos admitir a palavra ‘golpe’, diz líder tucano no Senado


cassio-cunha-lima-1459845349667_300x200
Estadão
O líder do PSDB no Senado, senador Cássio Cunha Lima (PB), afirmou à Rádio Estadão que o plenário da Casa adotará uma postura “respeitosa e civilizada” durante a defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff, marcada para começar às 9 horas desta segunda-feira (29).
O tucano, entretanto, admitiu que “qualquer provocação será confrontada”. Lima participou neste domingo de reunião com a base de apoio do presidente interino, Michel Temer, para discutir justamente a sessão de amanhã, que marca o capítulo final do processo de impeachment da petista.
O senador também destacou que qualquer menção a golpe por Dilma será “uma afronta à democracia”. “Não podemos admitir (a palavra) ‘golpe’ em um julgamento presidido pelo presidente da Suprema Corte”, afirmou Lima, referindo-se ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.
Para o tucano, Dilma “não pode transformar o plenário do Senado em um set de filmagem”. “Se por ventura essa acusação (de golpe) for feita na boca da própria presidente, haverá reação, porque quem cometeu um golpe foi a presidente ao mentir à população brasileira”. Para concluir, Lima disse que o tom da sessão desta segunda-feira será dado pela própria presidente afastada.

FRED É 25000


Aécio recebe ameaça de morte após interrogar Dilma


Da Folha de São Paulo
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu uma ameaça de morte em seu endereço de e-mail funcional instantes após iniciar seu questionamento à presidente afastada, Dilma Rousseff, durante a sessão de julgamento do impeachment desta segunda-feira (29).
Na mensagem, recebida às 14h14, Aécio é chamado de "canalha asqueroso". O remetente afirma ainda que, se o tucano não renunciar ao mandato, vai "matar você e toda a sua família".
Anexa ao e-mail, intitulado "Aviso", veio a imagem do cadáver um jovem, coberto de sangue.
A assessoria do senador disse que ele vai solicitar à Polícia Federal que investigue a autoria da mensagem. Aécio também comunicou o episódio à Mesa Diretora do Senado.
Não é a primeira vez que o senador tucano recebe ameaças.
Há alguns meses, um denunciante anônimo procurou o serviço de atendimento ao público do Senado e relatou que havia um plano para um atentado contra o senador.
Na época, a segurança de Aécio foi reforçada por uma escolta policial.

TIINHO É 40999


Armando vê impeachment como “cicatriz” na democracia


O senador Armando Monteiro (PTB-PE), 19º a abordar, hoje, a presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment, classificou como “grave lesão” e uma “cicatriz que vai macular a construção e sedimentação do regime democrático” o afastamento definitivo dela, caso confirmado.
Salientou haver “um imenso descompasso entre a conduta que se quer punir e a sanção extrema que se pretende imputar” a Dilma Rousseff. “Todas as fases desse processo aprofundaram a minha convicção de que não há como se configurar, de forma inequívoca, o crime de responsabilidade. Isso é no mínimo questionável”, assinalou o senador pernambucano, que foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do governo afastado.
Como fez em intervenções anteriores no processo de impeachment no plenário do Senado, Armando reafirmou que, ao contrário do que argumenta os parlamentares favoráveis ao seu afastamento definitivo, a presidente Dilma Rousseff promoveu um ajuste fiscal de “medidas muito duras”. Alinhou, entre elas, o aumento das taxas de juros de longo prazo, a eliminação de subsídios e a revisão de desonerações fiscais.
Sublinhou que no primeiro mandato de Dilma foi gerado um elevado superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida), da ordem de R$ 250 bilhões. Atribuiu boa parte da crise fiscal à desaceleração da atividade econômica, que reduz, no dobro dos percentuais de queda, a arrecadação tributária.
O senador pernambucano perguntou a Dilma como construir um novo regime fiscal para o país, que considerou essencial. Como ocorrera nas respostas anteriores aos senadores, a presidente afastada voltou a criticar a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) do governo interino que limita as despesas públicas à inflação do ano anterior, argumentando que irá reduzir drasticamente os gastos com saúde e educação. Por Magno Martins

Patos no Caminho da Mudança!

Ramonilson Alves, Deputado Federal Eflain Filho, Benone Leão e Umberto Joubert.  Por uma Patos Melhor!