A avaliação é que o tribunal é um órgão que também investiga as irregularidades da Lava Jato e a permanência de Cedraz no seu comando constrange a Casa.
Cedraz é alvo de uma sindicância interna que investiga suspeita de tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no órgão. Ele disse também que pagava R$ 50 mil por mês a Tiago para obter informações privilegiadas do tribunal.
“A acusação (de Pessoa) é gravíssima e põe em xeque o maior patrimônio que uma instituição como o TCU pode ter: sua credibilidade”, postou nas redes o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público . Outra possibilidade seria impedir que o presidente defina sozinho os chefes das áreas de fiscalização do TCU, submetendo as autorizações ao plenário
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