"O partido de Michel Temer já está com a Presidência da República e com a presidência do Senado (com Renan Calheiros). Ao tentar manter o comando da Câmara, cometerá um erro político semelhante ao que sempre era imputado ao PT no governo: querer ficar com tudo, sem dividir com os aliados. A barbeiragem pode custar caro mais adiante, quando reformas importantes serão votadas pela Poder Legislativo", escreve.
Além disso, para Fernando Rodrigues, se o bloco chamado Centrão perder a eleição para o ex-ministro de Dilma, que tem chance real de ir ao segundo turno, "aumenta o custo do voto para o Palácio do Planalto".
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