
Crítico do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado federal pernambucano Jarbas Vasconcelos, também peemedebista, divulgou uma nota logo após a renúncia de Cunha ao cargo, nesta quinta-feira (7). No texto, ele que defende que o parlamentar afastado deve ser cassado e as denúncias contra ele na Operação Lava Jato, então, seguirem para a Justiça Federal no Paraná, ficando sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro. Por ter foro privilegiado, Cunha hoje é réu no Supremo Tribunal Federal (STF).
“Aconteceu o que todas as pessoas de bom senso esperavam. O que todas as pessoas que querem o bem do País desejavam. Quem acompanhou a política brasileira nos últimos meses já tinha a certeza que este senhor, fragilizado por sua própria história e atitudes, não tinha há muito condições nem de exercer seu mandato, quanto mais presidir a Câmara dos Deputados.
Desde que esta crise se iniciou, venho combatendo as ações destemperadas e por vezes até paranoicas deste deputado, indiciado por vários crimes e autor de manobras nocivas à democracia para se agarrar ao cargo.
A permanência dele na Casa, mesmo afastado, era mais um fator para este mar de incertezas políticas e econômicas que vivemos hoje. Não faz sentido o Parlamento ficar paralisado por causa de uma pessoa. Há projetos a serem apreciados, medidas a serem tomadas.
O Brasil precisa voltar a caminhar para frente e não pra trás. A renúncia de Eduardo Cunha à Presidência da Câmara, que deveria ter sido feita há muito tempo, reduz a instabilidade política que o Brasil passa. Agora, é importante ressaltar que esse processo não se encerra com essa renúncia. Os trabalhos na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara precisam seguir e a decisão do Conselho de Ética ser ratificada.
O Brasil precisa voltar a caminhar para frente e não pra trás. A renúncia de Eduardo Cunha à Presidência da Câmara, que deveria ter sido feita há muito tempo, reduz a instabilidade política que o Brasil passa. Agora, é importante ressaltar que esse processo não se encerra com essa renúncia. Os trabalhos na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara precisam seguir e a decisão do Conselho de Ética ser ratificada.
A decisão deve ser submetida ao plenário da Casa e Cunha terá seu mandato cassado por quebra de decoro. Depois disso, o destino dele é em Curitiba, com o Juiz Sérgio Moro.
Deputado Jarbas Vasconcelos”
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