Sobre a presidente Dilma Rousseff, Janot se manifestou, alegando impedimento constitucional de investigá-la por ato anterior ao mandato, porque havia a acusação de que sua campanha recebeu dinheiro de propina, além do "eles sabiam" do ex-diretor da Petrobras.
Já Paulo Bernardo chegou a figurar na lista até o último domingo, quando foi excluído após divergências na equipe de Janot. A petição sobre o ex-ministro estava pronta. No fim, ele foi arrolado como testemunha no inquérito contra a mulher, a senadora Gleisi Hoffmann.
Além disso, a PGR avaliou que qualquer investigação contra Lula teria de ser feita pela força-tarefa da Lava Jato, pelo fato de ele não ter foro privilegiado. Só "subiram" para o STF os políticos nessa condição que tinham envolvimento direto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário