Arantes e Rogério Rosso (PSD-DF) acenam com uma espécie de acordo velado: quem estiver mais bem posicionado às vésperas da disputa pode ser o candidato único do grupo.
Nas contas tanto de alguns aliados de Rodrigo Maia quanto nas de seus rivais, se o atual presidente não conseguir a reeleição no primeiro turno corre o risco de perder no segundo.
Parte do PMDB quer melar a indicação do tucano Antonio Imbassahy para o ministério da articulação política de Temer. “É tanto cargo importante com o PSDB que, já já, não governamos mais”, reclama um cacique.
Caso não consigam reverter a indicação de Imbassahy para a Secretaria de Governo, peemedebistas tentarão ao menos segurar cargos da pasta para que o aliado não controle toda a hierarquia do órgão. O ministério comanda a totalidade dos postos federais a serviço das indicações políticas de aliados. (Painel - Folha de S.Paulo - Natuza Nery)
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