As principais propostas – diz a colunista --, tiram da Presidência da República a exclusividade de fazer a indicação dos ministros. Uma delas determina que também Ministério Público Federal, Conselho Nacional de Justiça, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e até a própria Câmara dos Deputados façam indicações para uma lista sêxtupla.
“Um segundo magistrado admite que um sistema de lista em que vários órgãos, até não governamentais, teriam influência predominante viraria uma disputa eleitoral. E "não necessariamente" as pessoas indicadas teriam as qualificações necessárias para integrar a mais alta corte do país”
Por Magno Martins
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