quinta-feira, 30 de junho de 2016

São José do Egito: Terra abençoada por Deus !!!

Visite antes que a ratazana do PT, destrua !!!
Viva o povo da terra de Inácio e de Walfredo, de Paulo e de Raimundo, de Torreão e de Jucá, todos glorificados. Não deixe que este prefeito fedorento destrua nossa cidade. 
Viva o povo Egipciense !!! 

Afogados da Ingazeira: aberta 12ª Expoago

ABERTURANa noite desta quarta (29), a Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu início às festividades de comemoração dos 107 anos de sua emancipação política com a abertura da 12ª Expoagro, uma das maiores feiras nordestinas de caprino-ovinocultura. Realizada pela Prefeitura, a Expoagro tem o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, Caixa Econômica e Banco do Nordeste.
Estiveram presentes o Prefeito, José Patriota; a primeira dama, Madalena Leite; o Deputado Federal, Gonzaga Patriota; o Prefeito de Tabira, Sebastião Dias; o Gerente de Negócios do Banco do Nordeste, Marivaldo Manoel Júnior; o ex-prefeito de Afogados, Totonho Valadares, os vereadores Raimundo Lima e Igor Mariano, dentre outras autoridades.

Durante a solenidade de abertura, agricultores e criadores da região assinaram com o Banco do Nordeste contratos de liberação de linhas de financiamento.  Segundo o Gerente de Negócios do Banco, Marivaldo Manoel, desde o início da semana já foram assinados 106 contratos de crédito. Nesta sexta, durante a Expoagro, mais cinquenta produtores rurais serão beneficiados.

Paulo Câmara inicia por Brejinho e Itapetim agenda no Pajeú

ruas-de-afogados-660x330O governador Paulo Câmara estará hoje no  Sertão do Pajeú, onde autoriza o inicio de obras de infraestrutura urbana e hídríca. Em Brejinho, às 15h30, o chefe do Executivo estadual dá ordem de serviço para construção da Praça Central da cidade e a implantação de Sistemas Simplificados de Abastecimento.
De lá, o gestor segue para Itapetim, onde autoriza, às 17h30, a construção da Ponte Rodoviária e a implantação de Sistemas Simplificados de Abastecimento.
Os Sistemas Simplificados de Abastecimento vão contemplar três comunidades em Brejinho: Sitio Ladeira Dantas, Sitio Serrinha e Sitio Xavier, beneficiando diretamente 164 famílias – um universo de mais de 800 pessoas.
Com aporte total de R$ 738 mil, o prazo de execução da obra é de 90 dias. Já a Praça Central do município, que têm previsão de conclusão dentro de três meses, será erguida com recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) 2015. São R$ 463 mil em investimentos.
A cidade de Itapetim também ganhará Sistemas de Abastecimento de Água. Com aporte de R$668 mil, as comunidades Sítio Mãe D’Água e Sítio Santo Antônio de Lima serão beneficiadas com a ação. Juntas, elas reúnem 167 famílias, cerca de 835 habitantes.
Na ocasião, também será firmado convênio com a prefeitura para implantação de Sistema de abastecimento de Água que beneficiará 122  famílias das comunidades de Aroeira, Maniçoba, Serrinha, Recanto e Cacimba de Pedra. Com investimento de R$ 180 mil, fruto de emenda parlamentar do deputado Ângelo Ferreira, a obra tem prazo de execução de 120 dias.

Já para erguer a Ponte Rodoviária, o Governo do Estado contratou uma empresa especializada em construção de Obra de Arte Especial. A obra, que também será financiada pelo FEM, receberá cerca de R$ 746 mil em investimentos do Estado. A ponte será construída sobre o Rio Pajeú e ligará o Centro ao novo Bairro Maria de Lourdes Machado Cavalcante, assim como o Loteamento Pajeú.

DELATOR DETALHA PROPINA EM CONTRATO CONSEGUIDO POR LULA NA VENEZUELA

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto pediu propina de 1% em contrato da Petrobras na Venezuela, com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A informação consta na delação do ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques Azevedo.
O negócio envolvia a participação na obra de uma siderúrgica, no valor de US$1,8 bilhão. Segundo o delator, a empresa venceu concorrência internacional, após a indicação do ex-presidente Lula, em 2008, para o então presidente venezuelano, Hugo Chávez (que morreu em 2013).
“Tem conhecimento que Lula foi acionado para ajudar a Andrade Gutierrez na Venezuela, no governo Hugo Chávez, quando Lula ainda era presidente, para uma concorrência internacional”, afirmou Azevedo, em depoimento prestado no dia 25 de fevereiro para a Procuradoria da República. O documento foi obtido pelo Estadão. Nele, o ex-presidente e executivos da empreiteira, que fecharam acordo de delação premiada, confessam corrupção na Petrobrás, nas obras das usinas Belo Monte (hidrelétrica) e Angra 3 (termonuclear), em estádios da Copa e outros projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), entre outros negócios.
“Lula não pediu nada em contrapartida para isso, mas disse que só indicaria a Andrade Gutierrez se não houvesse outra empresa brasileira”, explicou o ex-presidente. Ele foi preso pela Lava Jato em junho de 2015, junto com o presidente afastado da Odebrecht Marcelo Bahia Odebrecht – alvos da fase Erga Omnes (vale para todos). “Como não havia outra empresa nacional, o presidente Lula indicou e a Andrade Gutierrez foi contratada.”
O ex-presidente da Andrade Gutierrez disse que havia uma disputa com a Itália na concorrência internacional, de 2008. Na delação, obtida pelo jornal O Estado de São Paulo, ele explica que “na Venezuela a contratação de empresas não é realizada por processo licitatório, mas por escolha”.
Lula, por meio de assessoria de imprensa do Instituto Lula, refuta “ilações contra o ex-presidente que sempre agiu dentro da lei, antes durante e depois dos seus dois mandatos”.

50 anos de política sem mácula no currículo


Coluna Fogo Cruzado 
A Assembleia Legislativa de Pernambuco fará sessão especial, após o recesso, para assinalar os 50 anos de vida pública do ex-senador Marco Maciel. A homenagem é justa e merecida, sobretudo na conjuntura política que o Brasil se encontra, com várias “operações” simultâneas da Polícia Federal para caçar corruptos incrustados em todos os níveis de governo. Marco Maciel foi um dos mais ilustres políticos brasileiros dos últimos 50 anos. Até no regime militar ele foi importante para a democracia, dado que lutou por ela, internamente, ao lado de Golbery do Couto e Silva, Petrônio Portela e mais uns poucos. Não bastasse isto, do ponto de vista ético ele é absolutamente inatacável. Foi secretário de estado, deputado estadual e federal, presidente da Câmara, governador, senador, ministro e vice-presidente da República. Só para efeito de comparação, veja-se a biografia dele o prontuário do deliquente que preside a Câmara Federal.
Do ponto de vista ético, o ex-senador Marco Maciel é um político absolutamente inatacável

Governo libera R$ 740 milhões para educação básica


O ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), afirmou, hoje, em cerimônia no Palácio do Planalto, que o governo vai liberar R$ 740 milhões aos Estados e municípios para a Educação básica. "Esse gesto de hoje consagra a política pública responsável da gestão Temer de honrar compromissos com prefeitos", disse.
Mendonça também anunciou a criação de um cartão para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e que agora, com a cooperação, as escolas terão mais facilidade para "honrar despesas de manutenção".
De acordo com o ministro, o anúncio que o governo fará nesta quarta de ampliação de recursos para educação atinge cerca de 1.200 municípios brasileiros. "Na nossa gestão, o espírito será de cooperação, corresponsabilidade", afirmou.
Mendonça Filho anunciou também que serão liberados R$ 10 milhões para uma parceria feita com a Universidade de Brasília.

PF aponta teia de empresas ligadas a avião de Campos


Em busca dos verdadeiros proprietários do jatinho Cessna Citation, prefixo PR-AFA, que em agosto de 2014 caiu e matou o então candidato à Presidência, Eduardo Campos (PSB), em Santos (SP), os investigadores da Operação Turbulência mapearam uma teia de empresas de fachada utilizadas para lavar e supostamente escoar dinheiro oriundo de obras públicas para campanhas políticas.
Responsável pelo inquérito, a delegada federal Andréa Pinho Albuquerque, da Polícia Federal em Pernambuco, compartilhou informações com a Justiça Federal do Paraná e com o Supremo Tribunal Federal para comprovar a relação dos empresários por trás da compra da aeronave com empreiteiras e políticos investigados na Lava Jato.
Ao solicitar informações ao juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância, a delegada salienta que o relatório de inteligência elaborado pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) revela que "parte dos recursos utilizados na aquisição da referida aeronave tenham sido originados da Construtora OAS, a qual, além de investigada na Operação Lava Jato, participou da execução de alguns lotes das obras de transposição do Rio São Francisco em Pernambuco, Estado cujo governador à época era, justamente, Eduardo Campos".
Ainda segundo Andréa Albuquerque, informes de inteligência revelam que um dos líderes do grupo investigado pela Turbulência, João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, "teria sido mencionado em acordo de colaboração premiada firmado no bojo da Lava Jato como um dos responsáveis pela entrega de valores em espécie a políticos e funcionários públicos domiciliados em Recife/PE, identificando-o como um dos principais operadores financeiros em atuação na capital pernambucana".
Em 23 de março de 2016, em despacho encaminhado ao ministro Teori Zavascki, relator das ações da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, a delegada solicitou que as informações contidas no inquérito cujos alvos são o senador Benedito Lira e o deputado federal Arthur Lira, ambos do PP, fossem compartilhadas.
Segundo Andrea, a Câmara & Vasconcelos Locação e Terraplanagem Ltda, envolvida na compra do avião, seria beneficiária de recursos provenientes de empresas controladas pelo doleiro Alberto Youssef - emblemático personagem da Lava Jato -, a Empreiteira Rigidez Ltda. e a MO Consultoria Ltda.
"Tais repasses supostamente teriam sido efetuados como pagamentos de vantagens indevidas ao senador Benedito Lira e ao deputado federal Arthur Lira, conforme acordos de colaboração premiada do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto da Costa", aponta o pedido.
Em resposta, os investigadores da Operação Turbulência receberam as informações das duas investigações e prosseguiram no detalhamento das transações financeiras entre os empresários e companhias citadas. Em um dos relatórios enviados pelo STF, a Polícia Federal descobriu que parte do dinheiro que abasteceu as contas da Câmara & Vasconcelos saiu da empreiteira OAS e do Consórcio OAS/Galvão/Barbosa. Este último, foi alvo da operação Vidas Secas que apurou desvios e pagamentos de propina envolvendo a obra de Transposição do Rio São Francisco.
Defesa
Questionado, o senador Benedito Lira (PP) informou "nunca ter conhecido, nem visto as pessoas mencionadas na Operação Turbulência". Sobre a doação de R$ 400 mil recebida, em 2010, da Constran, investigada na Lava Jato, Lira diz que ela foi declarada à Justiça pelo diretório estadual do PP.
Já o deputado Arthur Lira esclarece que não tem envolvimento com as empresas citadas na Operação Turbulência. Ele informa que prestou os devidos esclarecimentos no âmbito do inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal. Por Magno Martins

Prisão foi para constranger, diz Bernardo ao ser solto


O ex-ministro Paulo Bernardo ao deixar a sede da PF em São Paulo após seis dias de prisão
Folha de S.Paulo - Bela Megale
O ex-ministro Paulo Bernardo foi solto na noite desta quarta-feira (29) depois de passar seis dias preso na carceragem da Polícia Federal em São Paulo.
Ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Paulo Bernardo foi preso quinta (23) na Operação Custo Brasil um desdobramento da Lava Jato, que investiga desvios do Ministério do Planejamento. O petista é acusado de ter se beneficiado de propina de contratos da pasta que perduraram de 2010, quando ele estava à frente do ministério, a 2015.
Ao deixar a prisão, por volta das 23h, o ex-ministro disse que se sentia "constrangido". "Acho que foi para isso que eu vim aqui. Sou inocente, isso vai ficar demonstrado. Essa prisão não era necessária. Eu estava em local encontrável, me coloquei à disposição da Justiça várias vezes para depor e durante dez meses. Felizmente, o ministro Dias Toffoli, do Supremo, teve o mesmo entendimento", disse Paulo Bernardo.
Em decisão nesta quarta, Toffoli afirmou que não há elementos no processo que justifiquem a manutenção da prisão preventiva, como uma possível fuga de Paulo Bernardo para o exterior ou o risco de interferência nas investigações e cometimento de novos crimes se colocado em liberdade.
O juiz federal Paulo Bueno de Azevedo, responsável pela condução do caso e que havia determinado a prisão preventiva do petista na semana passada, disse que a detenção deveria ocorrer "para garantia da ordem pública, da instrução criminal e para aplicação da lei penal".
Questionado sobre a suspeita de ter recebido propina por meio do seu advogado Guilherme Gonçalves, que, segundo as investigações, pagou despesas do petista, ele afirmou que "isso não tem o menor cabimento, minhas despesas são pagas com meu salário".
Paulo Bernardo disse ainda que sua prisão foi embasada nas delações premiadas do ex-vereador Alexandre Romano, o Chambinho, e do ex-senador Delcidio do Amaral, em que "houve muita manipulação".
O ex-ministro afirmou também que o Ministério do Planejamento não tem nenhum contrato com a Consist, empresa suspeita de fazer parte do esquema de desvio.
"Ela foi contratada pela Associação de Bancos e pelo Sindicato da Entidades de Previdência Privada. Quem quiser esclarecer isso deve falar com os bancos e essas entidades. Como foram esses contratos não temos a menor ideia", disse.
"Não tenho nenhuma relação com a Consit. O delegado esteve me visitando e perguntei para ele: 'O senhor teve o cuidado de perguntar para a Consist se ela tem alguma relação comigo?'. Acho que ele vai fazer isso", completou.
Sobre o fato de Gonçalves prestar serviços para a Consist, Paulo Bernardo disse que ele "advoga para 300 pessoas", e que era necessário fazer as perguntas a ele.

A aliada improvável


Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo
Na noite de 11 de abril, a comissão especial da Câmara aprovou o parecer favorável ao impeachment. Enquanto os deputados batiam boca em Brasília, milhares de petistas e simpatizantes faziam um ato em defesa de Dilma Rousseff no Rio. A multidão gritou palavras de ordem a favor da presidente e se uniu num coro: "Fora Kátia Abreu."
O alvo era a ministra da Agricultura, prócer da bancada ruralista filiada ao PMDB de Michel Temer. Dois meses e meio depois, os petistas não se aventuram mais a atacá-la. Kátia desafiou o próprio partido e continuou no cargo enquanto a gestão Dilma desmoronava. Nesta terça (28), ela virou membro da comissão do impeachment do Senado para defender a presidente afastada.
Na estreia, a peemedebista disse que Dilma é vítima de "intolerância" e "incompreensão". Acrescentou que os decretos de crédito suplementar citados no pedido de impeachment também foram editados durante os governos Lula e FHC.
"Estou estudando muito, chamei até um professor de economia para tirar dúvidas", conta Kátia. "A opinião pública está dividida. Temos que lutar para virar o jogo", diz.
A senadora reconhece que não imaginava travar uma guerra política na mesma trincheira dos petistas. Dona de fazendas no Tocantins, ela chegou ao Congresso pelo velho PFL, fez oposição ferrenha a Lula e pediu votos para os tucanos José Serra e Geraldo Alckmin. Quando Dilma decidiu nomeá-la, o MST ocupou terras para protestar.
Agora, segundo aliados, a presidente passou a chamá-la de "queridinha do PT". "É surpreendente, né? Mas a vida é assim", diz Kátia. "O preconceito emburrece. Eu também tinha preconceito contra o PT."
A senadora promete continuar a defender Dilma, embora seu partido tenha chegado ao poder. "Não tenho nada contra o Michel, mas não concordo com isso que está acontecendo", afirma. "Acredito na defesa dela e vou falar até a garganta secar." 

Por acordo, Cunha admite renunciar à presidência


Folha de S.Paulo – Daniela Lima
O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) avisou a aliados que renuncia ao cargo de presidente da Câmara se o Palácio do Planalto conseguir unificar partidos como o PSDB e o DEM em torno de um nome chancelado por ele e seus aliados para sucedê-lo no comando da Casa.
O deputado, que está afastado do mandato e do cargo pelo STF (Supremo Tribunal Federal) desde o dia 5 de maio, externou sua posição pessoalmente ao presidente interino, Michel Temer, na reunião que teve com ele no último domingo (26).
Após a conversa, Temer se mobilizou pessoalmente para fazer valer a demanda de Cunha e destacou alguns de seus principais ministros para a tarefa de convencer o bloco liderado pelos tucanos a não se opor a um acordo com os aliados do deputado.
Em meio às negociações, o deputado afastado adotou como regra negar publicamente qualquer articulação ou tendência à renúncia. Procurado pela Folha, negou ter tratado de renúncia com qualquer aliado e disse que "ninguém está autorizado a falar" em seu nome. "Quem fala por mim sou eu." 

Dois senhores


De Marisa Gibson, hoje na coluna DIARIO POLÍTICO
O Palácio das Princesas andou se movimentando para contornar o mal-estar com o PMDB, mais especificamente com o deputado federal Jarbas Vasconcelos, provocado pelo vice-prefeito Luciano Siqueira (PCdoB), que chamou de “golpistas” os parlamentares que votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Houve até quem tenha sugerido um gesto por parte de Luciano para recompor o relacionamento com o PMDB, principal parceiro do governo Paulo Câmara, mas de nada adiantou.
Até agora, Luciano continua no combate aberto aos “golpistas”, na linha do que defende seu partido, o PCdoB,  e tem espaço para isso. Assessores que integram o staff do prefeito Geraldo Julio (PSB) enfatizam que “os dois se dão muito bem e que souberam construir uma sólida amizade”. Essa solidez, claro, se traduz nos votos da chamada esquerda que o PCdoB pode atrair para o palanque socialista nas eleições de outubro.
Bem, o PCdoB é um partido histórico e se dá ao luxo de ser aliado intransigente do PT – a tese do golpe é uma criação dos comunistas  – ao mesmo tempo que mantém a aliança com o PSB, ainda que os socialistas também tenham votado a favor do impeachment de Dilma. E, tem integrantes do PSB que, assim como os peemedebistas, não gostam de serem chamados de “golpistas”. Mas…

Mendonça cria agenda positiva

  Dos quatro ministros pernambucanos, Mendonça Filho, da Educação, é o que tem posto na agenda do presidente Michel Temer (PMDB) mais fatos positivos. Ontem, por exemplo, em cerimônia no Palácio do Planalto, Temer anunciou a liberação de R$ 742 milhões aos Estados e municípios para a Educação básica. "Esse gesto consagra a política pública responsável da gestão Temer de honrar compromissos com prefeitos", disse Mendonça, em discurso para uma plateia formada por senadores, deputados e prefeitos.
Temer também anunciou, atendendo indicação de Mendonça, a criação de um cartão para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Com a cooperação do Governo, as escolas, segundo ele, terão, a partir de agora, mais facilidade para "honrar despesas de manutenção". Na sua fala, Mendonça Filho anunciou também que serão liberados mais R$ 10 milhões para uma parceria feita com a Universidade de Brasília.
De acordo com o ministro da Educação, a liberação d R$ 742 milhões para o setor só foi possível porque Temer restaurou parte do orçamento que estava contingenciado e bloqueado pelo Governo anterior. Dos cerca de R$ 6,4 bilhões contingenciados, o Governo interino já liberou cerca de R$ 4,7 bilhões.
“O presidente Temer decidiu que o Planejamento repusesse R$ 4,7 bilhões para que o orçamento de 2016 tivesse seu custo normal. A partir dessa decisão, tivemos a oportunidade de anunciar a liberação de recursos para a continuidade de inscrições do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), 75 mil vagas novas liberadas para um panorama de perspectivas de inexistência de vagas, se permanecêssemos com o quadro orçamentário entregue”, disse.
Dos R$ 740 milhões descontingenciados para a Educação por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), R$ 338 milhões terão como destino o Programa Dinheiro Direto da Escola, que será anunciado nos próximos dias. Pelo programa, as escolas receberão um cartão que poderão usar para despesas como reformas, manutenção e qualificação. “Essa modalidade atenderá 1,2 mil municípios”, disse.
Outros R$ 80 milhões ajudarão, por meio de programas de parcerias com estados e municípios, na construção de escolas e creches; e R$ 16,6 milhões para o Programa Nacional do Livro Didático (PNDL). Dez milhões e trezentos mil reais serão usados para o financiamento, em parceria com a UnB, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que será o fórum de discussão e debates com todas as unidades da federação.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Cidade sem prefeito até 31 de dezembro de 2016.

Visite São José do Egito, antes que a quadrilha do PT destrua.

Janot reconsidera e se diz favorável ao perdão da pena de Dirceu no mensalão


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Estadão Conteúdo – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reconsiderou sua posição sobre a pena do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu no mensalão e enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma manifestação em que sugere a extinção da punição contra ele no caso.
A mudança de posição tem como base o decreto do indulto de Natal assinado pela presidente afastada Dilma Rousseff no ano passado
A prisão de Dirceu na Lava Jato ainda quando ele cumpria pena no mensalão indica falta disciplinar grave, o que o impediria de ter a primeira condenação perdoada. Na reavaliação, no entanto, Janot aponta que a má conduta do ex-ministro teria ocorrido antes do período previsto no decreto de indulto de Natal do ano passado.
Os crimes na Lava Jato teriam sido praticados até 13 de novembro de 2013, quando Dirceu já havia sido condenado no mensalão. O decreto do indulto, no entanto, impede o perdão da pena apenas a condenados que tenham cometido falta grave entre 25 de dezembro de 2014 e 25 de dezembro de 2015. Ou seja, para Janot, a regra impede que a má conduta de Dirceu seja motivo de sanção.
“É certo que, para efeitos de concessão de indulto, esta prática delitiva (falta disciplinar grave) não obsta do reconhecimento do direito ao benefício” escreve Janot.
A defesa de Dirceu já havia pedido ao STF o reconhecimento do indulto em favor dele. Mas a solicitação foi rejeitada pelo ministro Luis Roberto Barroso com base na primeira manifestação de Janot sobre o assunto, contrária a concessão do benefício.
Por causa da Lava Jato, Dirceu foi condenado em maio deste ano pelo juiz Sérgio Moro a 23 anos e três meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele está preso em Curitiba desde agosto de 2015 e cumpria prisão em regime domiciliar, decorrente da pena no mensalão, quando foi detido pela Polícia Federal acusado de envolvimento no caso Petrobras.

Ministro diz que Temer não teme a delação


O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, negou hoje (28), em São Paulo, que o governo esteja preocupado com uma possível delação do presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com quem o presidente interino, Michel Temer, se reuniu na noite de domingo (26). Segundo o ministro, o governo não teme nenhuma investigação.
“O governo do presidente Michel Temer não tem nenhum temor em relação a nenhuma investigação, Lava Jato, Zelotes. Tanto é que a ordem e a determinação do presidente Michel Temer, desde o primeiro dia em que eu assumi, desde 12 de maio, foi dar o total apoio à Polícia Federal, verificar o que a PF precisa e se precisaria mais em recursos humanos, em apoio e integração com as polícias estaduais, para que possamos aprofundar todo tipo de investigação”, disse o ministro a jornalistas após assinatura de acordos com o governo de São Paulo para cooperação técnica durante a Olimpíada -  (Elaine Patricia Cruz -  Agência Brasil)

Um palanque para o ódio


Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo
O Supremo Tribunal Federal transformou o deputado Jair Bolsonaro em réu por injúria e incitação ao crime de estupro. Ele será processado porque afirmou, na tribuna da Câmara, que uma colega "não merecia" ser estuprada.
Depois do ataque no plenário, o deputado repetiu a ofensa em entrevista. "Ela não merece [ser estuprada] porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero. Jamais a estupraria", disse.
A Procuradoria-Geral da República considerou que as declarações não foram apenas grosseiras: também incentivaram a violência contra a mulher. Bolsonaro não negou as frases, mas alegou que não poderia ser processado, já que a Constituição garante imunidade aos parlamentares por "opiniões, palavras e votos".
O discurso não colou no Supremo. O ministro Luiz Fux concluiu que o destampatório não teve "teor minimamente político". "Não se pode subestimar os efeitos dos discursos que reproduzem o rebaixamento da dignidade da mulher", afirmou. A denúncia foi aceita por 4 votos a 1.
Ontem Bolsonaro voltou ao noticiário por outro episódio de incontinência verbal. Ele será julgado no Conselho de Ética por ter homenageado um torturador da ditadura durante a votação do impeachment.
É razoável que o Supremo tome medidas para evitar que a imunidade parlamentar vire licença para a apologia de crimes e criminosos. Na Câmara, o desafio é evitar que o deputado transforme o Conselho de Ética num palanque para se promover.
Ele já começou a fazer isso, apresentando-se como vítima de uma perseguição ilusória e recitando frases de efeito nos telejornais.
O truque de Bolsonaro é conhecido. Em 2014, ele se tornou o deputado mais votado do Rio graças ao discurso de ultradireita e à habilidade para fabricar polêmicas vazias. Em alguns casos, a melhor forma de lidar com um radical que prega o ódio não é discutir os absurdos que ele diz, e sim deixá-lo falando sozinho.

Cunha entregou a fatura


Carlos Chagas
O deputado Eduardo Cunha confirmou o encontro, domingo, com o presidente Michel Temer, cuja assessoria de imprensa negou. Pelo jeito, conversaram no palácio da Alvorada. Terá sido um acerto de contas entre os dois. Porque Temer não chegaria à presidência da República, mesmo interina, sem a colaboração de Cunha. A ele coube aceitar e dar andamento ao pedido de impeachment contra Dilma Rousseff, bem como colaborar para a maciça votação dos deputados em favor do afastamento da presidenta.
O problema é que Madame deu o troco. Desencavou dos meandros da espionagem oficial informações variadas a respeito do comportamento do deputado no capítulo do aproveitamento de dinheiros públicos.
O resultado foi Dilma afastada do palácio do Planalto,por 180 dias, e Cunha impedido de exercer a presidência da Câmara.
Como Temer só chegou à presidência da República, mesmo como interino, graças às manobras de Cunha, a conta ficou em aberto, diante da possibilidade de sua cassação, para acontecer ainda esta semana, conforme as previsões. Resultado: o deputado entregou a fatura. Ou conta com o apoio do presidente para mobilizar as bancadas governistas e evitar sua degola, ou revela episódios ainda desconhecidos envolvendo Michel, hipótese capaz de devolver o poder a Dilma, ainda dentro do prazo de 180 dias.
Nessa intrincada equação, ainda inconclusa, papel fundamental cabe ao ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal. Depende dele acionar a lâmina da guilhotina capaz de fulminar Eduardo Cunha, ainda esta semana, ou aguardar o tempo necessário para que se faça sentir a influência de Michel Temer, se ele aceitar pagar o que deve.

Petistas: unidos pelo desgaste


Ilimar Franco - O Globo
A esquerda petista abandonou as conversas para a criação de uma nova sigla. A contestação contra a ala majoritária também está sendo amenizada. Um de seus integrantes afirma que forçar esse debate nas atuais circunstâncias enfraquece ainda mais o PT e a esquerda. Os petistas decidiram que o importante é unir forças para travar o debate golpe x impeachment. 
Um partido contra Dilma
A base aliada não estava só, os petistas também se dividiriam com a continuidade do governo Dilma. As negociações para a criação de uma nova sigla, à esquerda do PT, foi interrompida pela luta política travada no impeachment. Petistas que participavam desse movimento contam que a iniciativa era uma resposta à agenda que a presidente afastada, Dilma Rousseff, pretendia colocar na pauta. Referem-se à defesa de um ajuste fiscal, de uma reforma da Previdência, da redução dos gastos com os programas sociais; e à manutenção, por Nelson Barbosa, do programa liberal de Joaquim Levy. Agora, eles apostam sua sobrevivência num descalabro do governo Temer.

Ministério falhou no controle da Lei Rouanet, diz PF


Policiais chegam com malotes na sede da PF em São Paulo após diligência da operação "Boca Livre" - Pedro Kirilos / O Globo

Investigações apontam para um desvio de, pelo menos, R$ 150 milhões desde 2001
O Globo - Stella Borges
Ao detalhar as investigações que levaram a deflagar a operação “Boca Livre” nesta terça-feira, a Polícia Federal apontou falha do Ministério da Cultura em controlar concessões de benefícios fiscais da Lei Rouanet como um dos motivos para que um grupo criminoso tenha desviado pelo menos R$ 150 milhões dos cofres públicos desde 2001. Uma fonte ligada às investigações calcula que a fraude pode ter chegado a R$ 180 milhões. A PF prendeu 14 pessoas e fez busca e apreenssão no Ministério da Cultura e em pelo menos dez empresas.
— O fato é que houve no mínimo uma falha de fiscalização. A investigação é quem vai determinar se houve isso (a participação) — afirmou o delegado Rodrigo Campos Costa. O Ministério Público Federal já fala em supostas facilitações dentro do Minc:
— Quem captava dinheiro era esse grupo com supostas facilitações no âmbito do Ministério da Cultura, que não só propiciava as condições ideais para aprovação desses projetos forjados, como também exercia uma fiscalização pífia ou nenhuma de forma dolosa para que esses projetos plagiados, repetidos, não fossem identificados como tais - disse a procuradora Karen Louise Jeanette.

Delator: contratos falsos ocultaram propina a Delfim


Flavio Barra, da Andrade Gutierrez, afirmou à Lava Jato que empresa fez transferências para empresas Aspen, do ex-ministro, e LS, de um sobrinho
O Estado de S.Paulo - Julia Affonso, Fausto Macedo, Ricardo Brandt e Fábio Serapião
Um dos principais responsáveis pelo projeto da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em nome da construtora Andrade Gutierrez, o executivo Flávio David Barra afirmou à Procuradoria Geral da República, em novo depoimento dentro de seu acordo de delação premiada, que os repasses de propinas para o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto foram feitos por meio de contratos fictícios.
“A Andrade Gutierrez fez o repasse de sua parte, proporcionalmente à sua participação no Consórcio Construtora, a Delfim Netto, por meio de transferências a partir de contratos fictícios, à LS, empresa de consultoria de Luiz Apolônio, representante de Delfim Netto, e à Aspen, empresa de consultoria de Delfim”, afirmou Barra, em depoimento no último dia 24.
O ex-presidente da empresa Otávio Marques Azevedo foi o primeiro a revelar o acerto de repasse de R$ 15 milhões para Delfim, a pedido do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. Os valores, segundo afirmam os delatores, seria pela participação do ex-ministro da Fazendo e principal conselheiro econômico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na formação do consórcio formado por pequenas empresas, em parceria com estatais, vencedor do leilão de Belo Monte, em 2010.