quinta-feira, 2 de julho de 2015

Reservatórios mais vazios


Por Lauro Jardim – Radar Online
O consumo de energia no Brasil caiu 2,2% no primeiro semestre, quando comparado ao mesmo período de 2014.
Ainda assim, os níveis dos reservatórios de todos os quatros subsistemas que abastecem as hidrelétricas terminaram junho abaixo daqueles observados em 2014, que, a sua vez foram infinitamente mais baixos do que os registrados em 2013.
Os reservatórios estão mais vazios num país que enfrenta uma forte retração da economia e com o parque termelétrico operando a todo o vapor – 28% de toda energia consumida no Brasil é oriunda das térmicas.

Você crê nesta mensagem para sua vida e para sua família?

Isabella Aparecida

amigo que veio de muito longe e precisa de um lugar pra ficar. Seu nome é
Jesus Cristo agora, diz bem baixo "Senhor seja BEM VINDO a mim e a minha

familia. Se crês empregara isso em 20 comentários se você negar, lembra o
que o senho disse;"se vc me negar entre homens negarei você diante do meu
pai. Dentro de 1 hora vc recebera uma boa noticia.

Cinema de Chico Silva

São José do Egito - PE

Sport vence Inter com facilidade e segue na ponta da Série A


Vinte e seis jogos sem perder na Ilha. Único invicto da Série A e líder isolado com 22 pontos. Essas são as credenciais do Sport:


Amigos, essa Dilma é MUITO RUIM!!!

Amigos, essa Dilma é MUITO RUIM!!! Muita gente achava ser impossível ter uma avaliação pior que a do Collor e a do Sarney! Pois ela conseguiu! Segundo a nova pesquisa IBOPE, Dilma é rejeitada por 83% dos brasileiros, o que significa dizer que ela tem a pior avaliação nos últimos 29 anos! A explicação é muito fácil: incompetência, mentira e corrupção!!!

PASSOOOOOU! 328 a favor!


Câmara aprova em 1º turno redução da maioridade penal em crimes hediondos

Deputados aprovaram redução da maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes como estupro, sequestro e latrocínio
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Sessão extraordinária destinada a continuar as votações da PEC da maioridade penal (PEC 171/93)
Após nova votação, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (2), a redução da maioridade penal, de 18 para 16 anos, nos casos de crimes hediondos(estupro, sequestro, latrocínio, homicídio qualificado e outros), homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.
O texto aprovado é uma emenda dos deputados Rogério Rosso (PSD-DF) e Andre Moura (PSC-SE) à proposta de emenda à Constituição da maioridade penal (PEC 171/93). Foram 323 votos a favor e 155 contra, em votação em primeiro turno. Os deputados precisam ainda analisar a matéria em segundo turno.
Estabelecimentos diferentes
Mantém-se, porém, a regra de cumprimento da pena em estabelecimento separado dos destinados aos maiores de 18 anos e dos menores inimputáveis. A União, os estados e o Distrito Federal serão responsáveis pela criação desses estabelecimentos diferenciados.
Por outro lado, o dispositivo que impedia o contingenciamento de recursos orçamentários destinados aos programas socioeducativos e de ressocialização do adolescente em conflito com a lei não consta da emenda aprovada.
Para o deputado Efraim Filho (DEM-PB), a redução da maioridade penal atende ao clamor das ruas. “A população não se sentiu representada pelo resultado da votação de ontem. O que mais recebi foram mensagens de pessoas dizendo que deputado anda com segurança, não é assaltado e, por isso, não se preocupa com a violência”, afirmou.
Um dos autores da emenda aprovada, o deputado Andre Moura ressaltou a necessidade de coibir a participação de jovens em crimes. “Em momento algum afirmamos que vamos resolver o problema da segurança do País, mas vamos dar limites para esses marginais disfarçados de menores”, disse.
Já a líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), opinou que a proposta continua ampla. “Basta mudar a lei de crimes hediondos e se volta tudo [o que estava previsto no texto rejeitado ontem]”, criticou.
Nova votação
A decisão de votar uma emenda com conteúdo semelhante ao texto derrotado na madrugada de quarta-feira gerou polêmica em Plenário. PT, PDT, Psol, PSB e PCdoB lançaram mão de instrumentos de obstrução para impedir a votação da proposta e criticaram a nova votação. Os deputados estão dispostos a ir à Justiça contra a emenda.
Muitas críticas foram voltadas ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O deputado Glauber Braga (PSB-RJ) disse que o presidente estava tentando mudar o resultado de ontem. “Temos uma decisão proferida pela Casa que, se não agrada, vossa excelência coloca em votação até a vontade de vossa excelência prevalecer”, afirmou.
O presidente reagiu. “A Presidência não admite a falta de respeito que está sendo dirigida à Mesa. O deputado tem todo o direito de questionar, se contrapor às decisões da Presidência, recorrer e até ir ao STF, como alguns de vocês têm ido sem êxito. Agora, não se dá o direito de desrespeitar a Presidência”, disse.
Questionamentos
Os parlamentares, no entanto, insistiram que o Plenário estaria repetindo a votação de ontem para impor um novo resultado. “O debate de mérito foi feito ontem e nós vencemos”, ressaltou o deputado Ivan Valente (Psol-SP).
O deputado Alessandro Molon (PT-SP) também criticou a nova votação. “Qualquer um que vença vossa excelência [o presidente da Câmara] vence por, no máximo, uma noite. Porque se encerra a sessão e vossa excelência passa a madrugada articulando a derrota da proposta vencedora”, afirmou.
Vários deputados fizeram menção à votação da reforma política, quando a proposta que permitia o financiamento empresarial para candidatos e partidos foi derrotada na madrugada, mas uma nova emenda permitindo o financiamento apenas para partidos venceu a votação no dia seguinte.
Legalidade da votação
Eduardo Cunha rebateu as críticas e defendeu a legalidade na votação da emenda, com respaldo regimental. "Eu acho muita graça que os deputados, alguns do PT, quando eu dei interpretações em matérias do governo, como o projeto da desoneração, as medidas provisórias do ajuste fiscal, ninguém reclamava que a interpretação poderia ser duvidosa. Agora, quando é matéria do interesse deles, de natureza ideológica, eles contestam. Eles têm dois pesos e duas medidas", disse Cunha.
A decisão do presidente teve o aval do líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), que também defendeu a nova votação amparado em uma decisão do ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP).
O PSDB também minimizou as críticas. Para o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), o presidente já tinha avisado que a votação da maioridade não tinha se encerrado na noite de ontem. “Não houve nenhuma novidade. Todos sabiam que, se o substitutivo da comissão especial não fosse aprovado, as demais emendas seriam. O processo legislativo continua”, disse.
O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) também afirmou que já viu esse tipo de votação ser feita no passado, sem questionamento regimental.
Lista de crimes
Confira os crimes que sujeitarão os jovens de 16 a 18 anos a serem julgados como adultos:
CrimePenaLei
Homicídio doloso6 a 20 anosCódigo Penal
Homicídio qualificado12 a 30 anosCódigo Penal
Homicídio com grupo de extermínio8 a 30 anosCódigo Penal
Lesão corporal seguida de morte4 a 12 anosCódigo Penal
Latrocínio20 a 30 anosCódigo Penal
Extorsão seguida de morte24 a 30 anosCódigo Penal
Sequestro (e qualificações)8 a 30 anosCódigo Penal
Estupro (e qualificações)6 a 30 anosCódigo Penal
Estupro de vulnerável (e qualificações)8 a 30 anosCódigo Penal
Epidemia com resultado de morte20 a 30 anosCódigo Penal
Alteração de produtos medicinais10 a 15 anosCódigo Penal
Favorecimento de prostituição ou exploração sexual de criança, adolescente ou vulnerável4 a 10 anosCódigo Penal
Genocídio12 a 30 anosCódigo Penal e 2.889/56

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Governo Dilma !!!

Mais uma pesquisa divulgada pelo Ibope aponta a baixíssima popularidade da presidente Dilma Rousseff. No levantamento divulgado nesta quarta-feira, 30, apenas 9% aprovam governo da presidente. 89% dos entrevistados consideram o governo da presidente regular, ruim/péssimo. O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 18 e 21 de junho e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios.

Senado reajusta tabela do Imposto de Renda


Apenas 9% dos brasileiros aprovam o governo Dilma

Rumo ao 0%!

Apenas 9% dos brasileiros aprovam o governo Dilma

68% desaprovam

O brasileiro sente a crise presente, teme o futuro e não engoliu as mentiras de Dilma na campanha

A pesquisa CNI/Ibope apontou apenas 9% de aprovação ao governo Dilma Rousseff.

A pesquisa CNI/Ibope apontou apenas 9% de aprovação ao governo Dilma Rousseff. Esse índice nada mais é do que o resultado do sentimento que se ouve nas ruas de todo o país. E maior do que a reprovação é o sentimento das pessoas de que ainda podemos ter pela frente o calvário de mais três anos de um governo sem rumo.

Rejeitada redução da maioridade penal



Da Folha de S.Paulo
Após uma ampla força-tarefa conduzida pelo governo e por parlamentares ligados aos direitos humanos, a Câmara dos Deputados rejeitou na madrugada desta quarta-feira (1º) a proposta de emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes graves por apenas cinco votos.
Em uma decisão apertada, 303 deputados votaram favoravelmente à proposta, 184 votaram contra e 3 se abstiveram. Apesar da maioria de votos a favor, as regras da Câmara determinam que uma PEC, por fazer mudanças na Constituição, precisa de um mínimo de 308 votos favoráveis para ser aprovada.
Mesmo com a rejeição do projeto, a Casa ainda poderá votar em plenário a proposta original da PEC –que reduz a maioridade penal não só para crimes graves, mas para qualquer tipo de crime. Segundo o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), isso deve acontecer apenas na semana que vem ou pode ficar para o segundo semestre.
O projeto rejeitado nesta quarta foi patrocinado pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deu celeridade a sua tramitação.
Ele havia sido resultado de uma negociação com deputados tucanos. O texto que serviu de base do acordo foi feito pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
O texto analisado visava alterar a Constituição para reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes hediondos (como estupro e latrocínio) ou equiparados (como tráfico de drogas), homicídio doloso (quando há intenção de matar), roubo qualificado (quando há uso de arma de fogo, por exemplo) e lesão corporal grave ou seguida de morte.
Antes da votação, Cunha disse, no entanto, que não se preocupava com o resultado da votação. "O fato de eu ter opinião e ela não ser necessariamente a que a maioria, no momento, possa ter, eu não me sinto derrotado. Eu quero discutir, debater, votar. Isso que faz a essência do Parlamento", disse.
"Fico feliz que conseguimos levar à votação, apesar de todos os contratempos. Foi uma sessão histórica, importante. O fato de não ter passado, apesar de o governo ter trabalhado contra e ter tido todo tipo de movimentação, foram 303 votos, o que é muito representativo. Que mostra que o tema é polêmico", disse ao final da sessão.

Novo delator diz que pagou propina a Dirceu


Mais novo delator da Operação Lava Jato, o lobista Milton Pascowitch relatou a investigadores do caso que intermediou o pagamento de propina ao PT e ao ex-ministro José Dirceu para garantir contratos da empreiteira Engevix com a Petrobras.
Dirceu, segundo o testemunho de Pascowitch, teria se tornado uma espécie de "padrinho" dos interesses da empreiteira na estatal. Em contrapartida, passou a receber pagamentos e favores.
De acordo com Pascowitch, os pedidos de dinheiro de Dirceu eram "insistentes" e os repasses, feitos de formas diversas. Numa das operações, o lobista contou ter feito uma doação a uma arquiteta que reformou um dos imóveis do petista.
As investigações sobre as relações de Dirceu com Pascowitch vem sendo aprofundadas desde a prisão do lobista, no fim de maio.  (Da Folha de S.Paulo)

Dilma está só


A fragorosa derrota do governo no Senado nesta terça-feira, com Dilma Rousseff fora do país, foi um nítido sinal da falta de respaldo da presidente nos dois outros Poderes. No STF, Ricardo Lewandowski tentou costurar acordo que reduzisse o impacto do reajuste do Judiciário, mas não quis interferir no Legislativo pedindo o adiamento da votação, avalia Vera Magalhães, no Folha de S.Paulo desta quarta-feira. Renan Calheiros (PMDB-AL), por sua vez, se recusou a retirar a proposta de pauta sem um pedido taxativo do Supremo ou do Planalto.
Nos Três Poderes, havia consenso de que a aprovação, por unanimidade, dinamita o ajuste fiscal.
Lewandowski conversou ao longo do dia com ministros de Dilma para negociar uma proposta alternativa. Mas o Senado entendeu que seu ofício sobre o assunto não assumia a responsabilidade pelo adiamento.
Líderes governistas terminaram a noite irritados com Lewandowski. "Uma das três pessoas mais poderosas do país não conseguiu dialogar com seus servidores", ironizava um senador.
Petistas atribuíram a derrota a um erro de articulação do governo. Enquanto o texto era aprovado, as luzes estavam apagadas no 4º. andar do Planalto, onde ficam a Casa Civil e a Secretaria de Relações Institucionais.

Marta vem a evento do PSB amanhã no Recife


Em meio a acenos ao PMDB, a senadora Marta Suplicy, que deixou o PT para disputar a prefeitura paulistana, confirmou presença em eventos com a cúpula do PSB em Pernambuco, na quinta e na sexta.
A sigla segue como seu possível destino.
Marta  deve participar da abertura de uma feira de artesanato e de um jantar oferecido pelo governador Paulo Câmara. A informação é de Vera Magalhães, hoje na Folha de S.Paulo.

Olho em 2016, Geraldo faz afago ao PMDB


Do JC Online – Paulo Veras
Buscando afastar as especulações sobre um possível afastamento do deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB), o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), fez dois gestos para demonstrar afinação com o PMDB. Nessa terça-feira (30), após a inauguração de uma unidade de saúde5, o prefeito garantiu que tem uma relação muito positiva com o ex-governador. Nesta quarta (1º), o socialista vistoria obras com o vice-governador Raul Henry (PMDB), afilhado político de Jarbas.
Nos bastidores, há quem cogite uma eventual candidatura de Jarbas à Prefeitura do Recife no próximo ano. A hipótese ganhou destaque após um jantar do peemedebista com o deputado federal Daniel Coelho (PSDB), também pré-candidato à PCR, e uma conversa com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), há dois dias. Os tucanos sinalizam que terão uma candidatura própria no Recife apesar de a secretária de Combate ao Crack, Aline Mariano, ser filiada à legenda.
“A relação com Jarbas é muito boa. Desde 2012 nós temos uma relação permanente, temos encontros”, assegurou Geraldo. “Ele é uma liderança nacional. Naturalmente, ele conversa com as lideranças nacionais e locais de todos os partidos. Isso é natural”, avaliou o prefeito.
Nesta sexta, Geraldo Julio faz uma visita de fiscalização às obras dos dois Centros Comunitários da Paz (Compaz) que a prefeitura está construindo no Alto de Santa Terezinha e no Bongi ao lado de Raul Henry. A agenda é vista como um sinal político da proximidade com o PMDB.

Viva o Sport mais de perto, fique mais por dentro e faça o clube ainda mais forte.


Seleção da Copa do Nordeste


Dilma vê Lula tornar-se o maior opositor


Por Leandro Mazzini - Blog Coluna Esplanada
Não bastasse a bola nas costas dada pelo ex-presidente Lula, que assume publicamente o papel de maior opositor na tentativa de dela se descolar, a presidente Dilma Rousseff se vê abandonada pelo corpo diplomático – também mais ‘lulista’.
A maior prova se deu na última quarta-feira, quando os convidados notaram a ausência da cúpula do Itamaraty – e até de embaixadores e diplomatas de outros países importantes – no lançamento do Plano Nacional de Exportações. Metade das cadeiras vazias foi retirada do salão.
Lula se reuniu com a bancada do PT ontem à noite em Brasília, enquanto a presidente mantém agenda nos Estados Unidos. Aliados dizem que está inconsolável.
Não é de hoje que o 'Brahma' anda bravo. Na noite da vitória na eleição foi visto por empresário, no Palácio da Alvorada, saindo bufando do gabinete da inquilina.
O que aliados entendem da reclamação de Lula é algo que Dilma não pode entregar. Conota que ela deveria ter ingerência sobre o MPF e a PF na investigação da Lava Jato.