quinta-feira, 30 de outubro de 2014

PSDB deve lançar Imbassahy para presidência da Câmara


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Atual líder do PSDB na Câmara dos Deputados, o baiano Antônio Imbassahy deve ser lançado pelo partido na disputa pela presidência da Casa; ideia é recente e os tucanos ainda estão divididos entre lançar Imbassahy e apoiar o peemedebista Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para impor nova derrota ao governo; Imbassahy diz que está "honrado" com seu nome no tabuleiro, mas pondera que ainda não há confirmação de que, de fato, concorrerá ao cargo

Reforma política é consenso, diz Henrique Alves


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Deputado Henrique Alves (PMDB-RN), que esteve reunido nesta quinta-feira com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse esperar que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara já inicie a apreciação de uma PEC sobre o tema na próxima semana; "Reforma política é um consenso, tem que ter realmente a participação popular", disse a jornalistas

"Veja fez um panfleto da campanha do Aécio"


Em vídeo divulgado nesta quinta-feira 30, ex-presidente Lula fez uma análise, um desabafo e uma crítica contundente à revista Veja; "Essa revista odeia o PT, odeia os governos do PT, nós temos de entender isso e não ter azia por causa disso", assinalou Lula; "Se você olha a revista Veja achando que ela é uma revista de informação, você fica nervoso pelo monte de mentiras que tem nela. Mas se você olha para ela como um panfleto da campanha do Aécio Neves, ai você entende", disse; ele próprio deu sua posição: "Faz muito tempo que eu não leio a revista Veja"; sob risco de ser condenada por crime eleitoral e ter de conceder novo direito de resposta ao PT, publicação de Gianca Civita, dirigida por Fábio Barbosa e Eurípedes Alcântara, está em apuros

Congresso ameaça novas derrotas a Dilma em plenário

 A cúpula do Congresso indicou nesta quarta (29) que pretende impor novas derrotas à presidente Dilma Rousseff nos próximos dias, suspendendo os efeitos do polêmico decreto presidencial sobre conselhos populares e colocando em votação no plenário projetos contrários a interesses do Palácio do Planalto.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), integrante do partido que é o principal aliado do PT no Congresso, disse que o Senado confirmará a decisão da Câmara que na terça-feira (28) sustou os efeitos do decreto sobre conselhos populares.
O decreto, que estabelece diretrizes para criação dos conselhos e prevê que eles sejam ouvidos na formulação de políticas públicas, é atacado por aliados do governo e pela oposição, que veem na iniciativa uma tentativa do Planalto de passar por cima das prerrogativas do Congresso no processo legislativo.
A própria Dilma telefonou nesta quarta-feira para o atual presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), principal articulador da derrota do governo. Derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte nas eleições deste ano, o peemedebista atribui a derrota ao empenho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor do adversário.
Alves disse que a conversa foi cordial, negou que tenha sido sondado para um ministério, mas afirmou que ambos conversarão de novo na próxima semana e que, nessa ocasião, recomendará a ela que ouça mais o Legislativo. (Da Folha de S.Paulo - Márcio Falcão, Marina Haubert, Gabriela Guerreiro, Ranier Bragon).

Renan já avisou: quer mais cargos

 Renan Calheiros (PMDB-AL), que também defendeu a derrubada do decreto de Dilma, teria outro objetivo: ganhar apoio em seu partido e na oposição para disputar a reeleição à presidência do Senado. Renan e outros senadores do PMDB deram um aviso ao vice-presidente Michel Temer: querem manter seus cargos no governo e abocanhar os que os peemedebistas da Câmara, rebelados, devem perder.
Na cúpula do partido, a saída do ministro Edison Lobão (Minas e Energia) é dada como "97% certa". Ele foi citado no escândalo da Petrobras. (Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo)

Beto Albuquerque não acredita em ‘diálogo’ de Dilma


O deputado federal Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara, afirmou ontem, que não é sincera a disposição da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) de dialogar com todas as forças políticas. “Se fosse para pedir desculpas pelas mentiras e calúnias, pelas inverdades que foram desferidas a nós ao longo da campanha, até valeria a pena sentar e conversar, mas não acredito que seja sincero por parte da Dilma esse tipo de manifestação. Acho que ela tem de tratar de governar com seus aliados e cumprir as suas tarefas”, afirmou em entrevista, antes de participar de reunião do diretório estadual do PSB, na capital gaúcha. Na ocasião, ele foi presidente do PSB gaúcho.
O deputado gaúcho, que foi candidato a vice na chapa de Marina Silva, é o atual líder do seu partido na Câmara, mas ficará sem mandato a partir de janeiro. Provavelmente, participará da administração do governador eleito no Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), aliado do PSB no Estado.
Beto se disse surpreso pela informação de que o presidente executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, estaria entre os nomes defendidos pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para comandar o Ministério da Fazenda no novo mandato de Dilma, conforme reportagens publicadas nos últimos dias. “Afinal, éramos nós que tínhamos a proposta de entregar o governo aos bancos? Ou é o PT que depois da eleição volta a se encontrar com os bancos, que foram os que mais ganharam dinheiro ao longo dos 12 anos de governo petista”, questionou.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Aécio fiz que foi derrotado por campanha de mentiras

No Facebook, tucano diz que Brasil despertou e vai permanecer “firme no exercício da oposição”


 

BR- 232: um balaio de votos

Magno Martins
 
Maior obra da gestão Jarbas, a duplicação da BR-232, que marcou a retomada do desenvolvimento do Estado, criando um novo corredor econômico no Agreste, deu um excelente retorno eleitoral ao senador na disputa das eleições deste ano para deputado federal.
Em seis municípios cortados pela estrada, o ex-governador obteve nada menos do que 50.507 votos, dos quais 12.676 em Vitória de Santo Antão sem ter ali apoios políticos expressivos, como em Caruaru, onde, numa dobradinha com o deputado estadual Tony Gel (DEM), arrebatou quase 30 mil votos – 29.662.
Em Pombos, Jarbas teve 861 votos, São Caetano 1.997, Gravatá 3.341 e Bezerros 1.970. Com uma obra que cristalizou tamanha infraestrutura, esses municípios alavancaram suas economias de forma muita destacada, atraindo grandes empreendimentos privados, inclusive de capital estrangeiro.
No Recife, principal cidade beneficiada pela arrojada obra, administrada duas vezes por Jarbas, saíram das urnas para o seu balaio 75.250 votos, terceira maior na capital. A expressiva votação passa também, naturalmente, pela aprovação do mandato de senador pelo povo pernambucano.

Dilma retorna ao Planalto depois de 40 dias

Depois de ficar completa e unicamente dedicada à sua campanha em busca da reeleição, alcançada no último domingo, a presidente Dilma Rousseff voltou, na manhã de hoje, a despachar em seu gabinete no terceiro andar do Palácio do Planalto, após 40 dias. O último dia que Dilma esteve no Planalto foi em 19 de setembro, quando recebeu atletas olímpicos e paralímpicos, vencedores de jogos na China e na Rússia.
Antes dessa data, ela esteve no Planalto em 25 de agosto, em uma meteórica passagem para se reunir com o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno de Assis, antes de seguir para São Paulo para se preparar para o primeiro debate dos presidenciáveis, na TV Bandeirantes, em 26 de agosto.
Dilma não tem agenda ainda determinada para hoje e a previsão é de que, no final do dia, embarque para a Base Naval de Aratu, na Bahia, para descansar até o final de semana.

Aécio diz que campanha do PT usou 'infâmia e mentira'

O candidato derrotado do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou em vídeo divulgado hoje em sua página oficial no Facebook que a campanha do PT usou “infâmia e mentira” contra a candidatura dele ao longo da disputa pelo Palácio do Planalto.

No vídeo, com duração de aproximadamente dois minutos, o senador tucano diz que, desde o último domingo, tem recebido mensagens de internautas que manifestaram “enorme tristeza” com o resultado das urnas. Aécio perdeu a corrida presidencial por uma diferença de 3,4 milhões de votos para a candidata do PT, Dilma Rousseff.

Conforme os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o tucano obteve 51,04 milhões de votos (48,36%), enquanto Dilma obteve 54,5 milhões (51,64%).
“Nós temos que nos lembrar que disputamos uma eleição desigual, com o outro lado usando como nunca a máquina pública, a infâmia e a mentira contra nós. Mas aconteceu, e isso a gente não pode se esquecer, uma outra coisa extraordinária, que foi o Brasil acordando, as pessoas indo para as ruas querendo ser protagonistas da construção do seu próprio destino”, declarou o senador.

Dirceu deve começar terça-feira a cumprir pena em casa


O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu saiu para trabalhar normalmente na manhã de hoje, no escritório de advocacia, em Brasília, onde atua desde 25 junho. Até ser liberado para cumprir em casa o restante da pena imposta a ele por envolvimento no mensalão, Dirceu vai manter a rotina de sair de manhã e voltar à noite ao Centro de Progressão Penitenciário (CPP).
A progressão do regime semiaberto foi autorizada ontem, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso. Antes de sair da prisão, Dirceu deverá participar de audiência na Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas para receber instruções sobre o regime aberto. As audiências ocorrem às terças-feiras e, portanto, Dirceu deve ser liberado para ir para casa na próxima terça-feira.
A progressão de regime é prevista na legislação como benefício aos presos que já cumpriram um sexto da pena e tiverem bom comportamento. Apesar de Dirceu ter cumprido apenas cerca de 11 meses, o ex-ministro conquistou o direito ao benefício por ter trabalhado durante o período em que esteve no semiaberto. A legislação autoriza o desconto de um dia de pena para cada três dias trabalhados. No caso, o ex-ministro teve descontados 142 dias da pena original em razão de atividades "laborativas e educacionais".

Geraldo Julio diz que PSB continuará na oposição


Do Blog da Folha

O prefeito do Recife e secretário-geral do PSB, Geraldo Julio, afirmou, na manhã de hoje, que o partido fará oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT), reeleita no último domingo. De acordo com o socialista, o partido desembarcou no ano passado porque discordava de como algumas questões estavam sendo tratadas e com a percepção de que o País precisa fazer um debate sobre temas estratégicos, além de “reformas importantes”, a exemplo do pacto federativo.
“Nós saímos do governo e vamos continuar fora”, disse o gestor, em entrevista à uma rádio local. O prefeito do Recife afirmou, no entanto, que o partido fará uma “oposição responsável como sempre fizemos” ao Governo Federal. “Vamos ficar fora do governo, vamos fazer oposição, mas vamos fazer uma oposição que defende as questões importantes para o cidadão, para as pessoas brasileiras. Isso é que é importante. O PSB vai ficar nessa linha”, garantiu Geraldo.
No segundo turno das eleições, o PSB apoiou o PSDB, que teve o senador mineiro Aécio Neves como candidato a presidente. Apesar disso, o socialista reforçou que o partido está mais perto de sua história ao ser questionado se a legenda estaria mais perto do PSBD ou do PT na conjuntura atual.
“A gente está mais perto da nossa história, da história do PSB. Somos um partido do campo popular. Temos um compromisso forte com o povo. E sempre vamos ter”, disse.
Ainda durante a entrevista, Geraldo Julio queixou-se da concentração de recursos “nas mãos” da União e revelou que a autorização para um empréstimo de cerca de R$ 500 milhões do Banco Mundial ainda não foi liberada pelo Governo Federal. Além disso, o gestor afirmou que está aguardando a recomposição do governo, mas que nos próximos 15 dias deve ter uma agenda com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar de liberação de recursos para o Recife.

Contra 3º turno, Alckmin vai a Dilma pela água


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"A eleição já acabou, não deve haver um terceiro turno", disse governador tucano, que vai procurar a presidente com pedidos de recursos financeiros e desoneração de impostos para São Paulo enfrentar a pior crise hídrica em 84 anos; em tom de diálogo, diferente das eleições, quando os dois trocaram acusações sobre o problema, Alckmin disse que o governo federal é "um grande parceiro" e encaminhará "vários pleitos"; posição foi manifestada um dia depois de o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) afirmar que não aceita diálogo com o PT

Ressentidos da Câmara trombam com apelo popular


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Colunista do 247 Tereza Cruvinel escreve sobre os "ressentidos do PMDB e da oposição" que derrubaram ontem na Câmara o decreto da presidente Dilma que ampliava a participação da sociedade civil nos conselhos de gestão das principais políticas públicas, algo que foi "na contramão das ruas"; principal articulador foi o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que atribui sua derrota na eleição do Rio Grande do Norte ao apoio dado por Lula a seu adversário; "Ainda falta a palavra do Senado, onde a situação do governo é melhor, embora Renan Calheiros também esteja falando grosso por lá", comenta; lição que fica para Dilma, segundo ela: governo deve limitar ao máximo demandas legislativas com o Congresso velho

'Maioria de centro-direita ameaça governo'

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Jornalista avalia que "a polarização eleitoral, com choque frontal de projetos para o país, modificou o cenário político. Atraiu para o campo petista forças sociais e de esquerda que haviam se afastado nos últimos anos. Mas erodiu o apoio de grupos centristas cuja adesão ao governo era tática ou fisiológica"; parlamentares derrubaram ontem o decreto de conselhos populares, enquanto atacam frontalmente a proposta de plebiscito para a reforma política; próximo lance será o empenho em fazer do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) presidente da Câmara; momento pode forçar uma "revisão da política de alianças", afirma Breno Altman 13

Oposição comemora seu time de estrelas no Senado

 Decididos a não dar trégua à presidente Dilma Rousseff, partidos de oposição andam se gabando por aí do “time de estrelas” que conseguiu emplacar no Senado. Na tropa, estão os atuais senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Aloysio Nunes (PSDB-SP),  e os eleitos José Serra (PSDB-SP), Tasso Jereissati (PSDB-GO), Antonio Anastasia (PSDB-SP) e Ronaldo Caiado (DEM-GO).
Parlamentares prometem tirar a poeira da  CPI da Petrobras. E dizem que o assunto pode inclusive contaminar as negociações do Orçamento e da eleição do novo presidente da Câmara.
Após o cancelamento da participação do doleiro Alberto Youssef, marcada para esta quarta-feira, a expectativa é de que seja ouvido na comissão o atual diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza.  (Do blog Poder Online)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Câmara impõe primeira derrota a Dilma após reeleição

Deputados da oposição comemoram a derrubada de decreto presidencial - André Coelho / O Globo

Dois dias após ser reeleita, a presidente Dilma Rousseff (PT) sofreu sua primeira derrota na Câmara dos Deputados. Os parlamentares aprovaram nesta terça (28) um projeto que susta os efeitos de um decreto da petista que vincula decisões governamentais de interesse social à opinião de conselhos e outras formas de participação popular. O texto agora segue para votação no Senado.
A derrubada da medida foi capitaneada pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), com apoio de seu partido, principal aliado do Planalto, de outras siglas da base e da oposição. 
A derrota de Dilma foi colocada por petistas na conta pessoal de Alves, que creditaram a movimentação ao ressentimento por sua derrota na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte. O presidente da Câmara atribuiu ao PT, em especial ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que gravou vídeo para seu adversário, seu desgaste nas urnas.  Nesta terça, o peemedebista negou que sua atitude seja um ato de retaliação ao governo. Mas aliados garantem que ele voltou da eleição sem disposição para o diálogo. (Da Folha de S.Paulo)

Juntar os cacos

 Ainda abalados pela derrota, os partidos que apoiaram Aécio Neves (PSDB) começam a se articular para mais quatro anos na oposição. Há consenso de que a divisão do país na eleição presidencial não vai se reproduzir no Legislativo, onde Dilma Rousseff continuará com maioria folgada. "Nosso desafio é não limitar a oposição aos corredores do Congresso. Precisamos ir às ruas e dialogar com o eleitorado que votou na mudança", diz o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). A informação é de Bernardo Mello Franco, hoje na Folha de S.Paulo.
revela o colunista que os oposicionistas argumentam que é preciso manter o tom das críticas a Dilma após o período eleitoral "Não adianta voltar para casa e deixar para reorganizar a tropa na próxima eleição", afirma um parlamentar.
'Apesar da desvantagem numérica, a oposição promete voltar a dar dor de cabeça ao governo no Senado. "Voltaremos a ter o protagonismo do segundo mandato de Lula", anima-se José Agripino (DEM-RN).'

Jarbas quer compromisso contra censura à Imprensa



O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) foi hoje à tribuna defender que o Senado Federal exija dos próximos candidatos a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) o compromisso de não permitir censura à Imprensa.
“Infelizmente, a presidente da República já deu exemplos da sua postura autoritária e da sua falta de apreço pelas críticas e questionamentos. O Partido dos Trabalhadores também sinalizou claramente que pretende implantar medidas de cunho bolivariano contra a Imprensa, copiando o que de pior surgiu na América Latina, nas últimas décadas”, disse Jarbas.
No seu segundo mandato, até 2018, a Dilma deve escolher mais cinco ministros do STF, por causa da aposentadoria de parte dos atuais ocupantes do Pleno do Supremo.
Jarbas Vasconcelos observou que é “inadmissível” que o Senado aprove novos ministros do Supremo Tribunal Federal que venham a colaborar com o cerceamento da liberdade de Imprensa. “Essa questão precisa ser tratada com absoluta transparência e objetividade. É essencial que se faça essa cobrança durante a tradicional sabatina na Comissão de Constituição e Justiça”.
O senador criticou o ex-presidente Lula, que em comício, no último dia 21, em São Paulo, criticou nominalmente os jornalistas William Bonner, da “TV Globo”, e Miriam Leitão, colunista de “O Globo” e comentarista da “Globo News”. “Esse comportamento cria um clima de “caça às bruxas”, uma violência que sai do terreno da mera verborragia palanqueira para a agressão física”, afirmou Jarbas Vasconcelos

Memória de Eduardo reverenciada na Assembleia


Viúva Renata Campos agradece em nome da família a homenagem ao ex-governador (Expedito Lima/Folha de Pernambuco)
Do Diario de Pernambuco - Thiago Neuenschder
Pouco mais de dois meses após a tragédia e terminado o processo eleitoral no país, deputados estaduais decidiram prestar uma homenagem ao ex-governador Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em agosto. O ato solene aconteceu na Assembleia Legislativa de Pernambuco, com a presença da mãe de Eduardo, a ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, do irmão Antônio Campos, da ex-primeira-dama, Renata Campos e de quatro dos cinco filhos do casal. Além de deputados, também estiveram presentes representantes do Executivo e do Judiciário.

Durante a sessão, o presidente da Casa, o deputado Guilherme Uchoa, entregou uma placa à família, pelos serviços prestados pelo ex-governador aos pernambucanos. Emocionada, Renata Campos agradeceu em nome dela e dos filhos à generosidade do povo pernambucano por ter estendido as mãos no momento de dor. Afirmou saber que o ex-governador fez “grandes amigos” na Assembleia, que o ajudaram a consturir um estado melhor. “Poucos duvidam que o governo de Eduardo legou ao povo um estado melhor para se viver”, destacou.