quinta-feira, 30 de junho de 2011

Dorany: "Governador ficou desmoralizado"

 Quando um governador dá uma entrevista, a matéria torna-se pública, mesmo que seja a um só veículo. É impossível ignorar o abandono em que se encontra Fernando de Noronha, a pérola do atlântico. Por  irresponsabilidade da (des)administração. E, mais grave, o governador ficou com nariz de pinóquio, desmoralizado. Em qualquer país decente, ou o mentiroso renuncia ou é empichado.

Dorany Sampaio

Governador se estressa com repórter do JC ao falar de Noronha

Ciara Carvalho
           Jornal do Commercio
Depois do silêncio do Palácio do Campo das Princesas diante das denúncias de irregularidades, desmandos e mazelas sociais reveladas no caderno especial sobre Fernando de Noronha, no JC do último domingo, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, se pronunciou sobre a reportagem.
Ele disse que tudo o que deveria ser dito oficialmente já foi feito pela administração, por meio de uma nota encaminhada ao jornal, na noite da última segunda-feira. A reportagem alegou que as denúncias feitas na matéria não foram desmentidas nem explicadas no comunicado.
O governador, no entanto, voltou a repetir 'que a matéria já foi respondida pela direção do arquipélago, ponto a ponto'. A nota em questão está publicada na íntegra na página ao lado. Eduardo Campos disse que, desde domingo, estão sendo feitas reuniões, sob a coordenação da Casa Civil, com as secretarias e o comando da ilha para verificar as providências que precisam ser tomadas.
'A nossa determinação para todas as áreas do governo que têm interface com a ilha foi para enfrentar um a um os problemas. Existem problemas e eles devem ser enfrentados com tranquilidade, como enfrentamos tantos outros'.
JORNAL DO COMMERCIO - O senhor tinha conhecimento dos desmandos que estão ocorrendo em Fernando de Noronha, por parte da administração da ilha?
EDUARDO CAMPOS - A direção do arquipélago já falou na própria matéria sobre o assunto. Ontem (segunda-feira, 27) se pronunciou mais uma vez. As questões que caberiam ao governo verificar estão sendo verificadas, providenciadas.
JC - Mas o senhor tinha conhecimento das irregularidades praticadas no arquipélago?
EDUARDO - Eu não sei a que irregularidade você está se referindo.
JC - O senhor leu o caderno especial publicado no domingo. O senhor viu alguma irregularidade na denúncia feita pelo jornal?
EDUARDO - A matéria foi respondida pela direção do arquipélago, ponto a ponto.
JC - Mas a reportagem não foi em nenhum momento questionada, governador. A nota enviada ao jornal não questiona que os equipamentos do programa Ensino Integral ficaram encaixotados um ano, que faltam médicos na ilha, que existe uma empresa privada ocupando uma casa que deveria ser o espaço de uma biblioteca. Nada disso foi questionando e está fotografado e registrado no jornal.
EDUARDO - A direção do arquipélago respondeu todos esses pontos que você está me colocando numa nota enviada.
JC - O senhor leu a nota que foi encaminhada ao jornal?
EDUARDO - Li.
JC - E o senhor acha que essa nota responde todas as denúncias que foram feitas pela reportagem?
EDUARDO - Ela foi respondida ponto a ponto pela direção do arquipélago. Nós determinamos a todas as secretarias que apoiassem a direção do arquipélago em tudo o que fosse necessário para acelerar a implantação da biblioteca, que sairá da Escola Integral. Aliás, foi medido o rendimento da Escola Integral e houve 100% do batimento da meta.
JC - Mas governador, os alunos da escola chegaram a pedir para que o programa de Escola Integral fosse encerrado porque não havia escola integral na prática. Era apenas teoria e teoria.
EDUARDO - Nós temos um modelo de Escola Integral. Dois dias na semana, as unidades têm segundo turno, como tem nessa escola. A maioria das novas escolas do modelo integral migrou passando pelo estágio de semi-integral, enquanto fazia o condicionamento. As respostas administrativas pontuais no que diz respeito à responsabilidade do arquipélago foram dadas. A nossa determinação para todas as áreas do governo que têm interface com Noronha foi para enfrentar um a um os problemas. Existem problemas e eles devem ser enfrentados com tranquilidade, como enfrentamos tantos outros. Abastecimento d'água que não tinha na ilha, internet, especialista na área de saúde que não existia na ilha, toda uma sorte de licenciamentos para hotéis de luxo que foram dados ao arrepio da lei. Nós temos um diálogo. Dois terços de responsabilidade da ilha são da união, são parques nacionais. Nós não podemos nem atuar. Para fazer um calçamento numa rua é preciso pedir licença a um organismo que não é de responsabilidade do Estado. Existem, inclusive, áreas em que nós não podemos nem fazê-lo.
JC - Mas as ruas com lama, publicadas no jornal, ficam justamente na parte que compete ao governo do Estado.
EDUARDO - Tem áreas em que nós podemos (fazer calçamento) e tem área em que nós não podemos. Dois terços do território da ilha têm que passar por um controle do CMBio. Não é uma coisa simples. O calçamento está lá. A ilha está povoada há mais de 500 anos. Tem calçamento feito em uma área e não tem em outras. A questão de reconstrução do porto. O porto de Noronha é um limitador para operação de barcos e tem efeito sobre os preços das mercadorias. Nós catalogamos a população mais pobre da ilha para ter um programa social de suplementação alimentar para que os mais pobres não disputem naquele mercado onde a comida é mais cara por toda a logística e pelas características do turismo de lá que é um turismo de alta renda. Enfim, tem muitos problemas que precisam ser enfrentados com a ação conjunta do governo apoiando a administração da ilha. Estamos botando R$ 80 milhões no porto para melhorar a logística da ilha. São providências que nós estamos tomando com grande preocupação e interesse em zelar pelo patrimônio, que é um patrimônio da humanidade, de Pernambuco, e sobretudo cuidando das pessoas também.
JC - E o senhor acha que isto está sendo feito na ilha?
EDUARDO - Nesse caso, eu estou em causa, o governo está em causa. Não interessa o meu julgamento. O que interessa é o julgamento da sociedade. A mim interessa ter empenho em resolver. Eu não tenho empenho em que nada que esteja errado deve continuar errado. Deve ser corrigido. Tudo o que tem errado. E a democracia, a liberdade de expressão, a transparência nos ajudam a enfrentar essas questões com objetividade, é isso que eu vejo.
JC - Foi determinado que cada secretaria se preocupasse em responder às questões e denúncias de cada pasta?
EDUARDO - Na verdade, a responsabilidade da gestão na ilha, no território, é da direção do arquipélago. Agora, muita coisa ele precisa do apoio das setoriais para resolver. Desde domingo, já foram feitas pela Casa Civil reuniões com todas as setoriais (secretarias), para definir o que efetivamente é necessário para se enfrentar as questões.
JC - Governador, tinha professor morto em lista para receber gratificação.
EDUARDO - Já foi esclarecido na nota. O professor morreu, mas ele tinha dado aula, tem gratificações que são da sazonalidade. Bateu meta no ano passado, tem direito a essa gratificação.
JC - Mas ele trabalhou apenas um mês, segundo a própria administração, e constava numa lista para receber pelo ano inteiro, inclusive 13º salário (quando já tinha falecido).
EDUARDO - Eu não estou aqui querendo responder o detalhe. Mas eu estou lhe falando do princípio. O princípio é: se a pessoa trabalhou um ano, recebe por um ano. Se trabalhou um mês, recebe por um mês.
JC - O problema é que ele estava sendo listado para receber por um ano.
EDUARDO - Não houve recebimento. Houve uma solicitação. E o ordenador de despesas poderia ter pago. E estaria errado. O que caberia? Apurar responsabilidades de quem pagou um erro.
JC - Mas o erro está no envio da lista pela administração, governador.
EDUARDO - Quem mandou primeiro? A escola? Então tem que apurar. Mas o fato é que ele não recebeu. Não se consumou o erro. Há um erro da escola em mandar um nome de uma pessoa que morreu. Não vou dizer que não tem o erro. Mas há um erro na sua matéria por não dizer que a pessoa não recebeu.
JC - Em nenhum momento da reportagem foi dito que ela recebeu. Foi dito que a administração enviou uma lista com nomes-fantasmas.
EDUARDO - Faltou você dizer que a secretaria foi competente o suficiente para não pagar gratificação a uma pessoa que morreu.
JC - A secretaria não pagou, governador, porque o secretário de Educação foi alertado numa reunião com professores da ilha que os nomes estavam irregulares.
EDUARDO - Mas o fato é que não foi pago. Eu agradeço a sua preocupação, o seu espírito público em se preocupar de não se pagar alguém que morreu. Mas alguém que morreu não recebeu efetivamente. Não se consumou. Você está dando notícia de um negócio que não houve.
JC - Mas foi solicitado.
EDUARDO - Foi solicitado. Mas eu posso impedir que alguém de uma escola solicite uma coisa por mais absurda que seja?
JC - Mas é uma gestora pública, governador.
EDUARDO - É uma gestora pública que normalmente é escolhida pela comunidade escolar. Pode ter tido um erro material. Não quero aqui prejulgar ninguém. Mais do que isso eu estou preocupado com a quadra que não tinha na escola. Você viu lá uma quadra feita?
JC - E os livros da biblioteca que estão se estragando numa sala fechada há anos?
EDUARDO - A situação dos livros foi respondida na nota. Qual é o livro? Ele responde que os livros que estão lá são livros dos anos 80 que não se aplicam mais nas escolas. Que não têm mais como ser objeto de estudo dos alunos. A escola que não tinha quadra tem quadra. A escola que não tinha merenda tem merenda. E espero que a escola possa melhorar mais. Você sabe, até porque seu jornal publicou, em janeiro, março de 2007, nós tivemos que interditar 70 escolas que estavam caindo aos pedaços, caindo os telhados. Eram situações como essa. Um grande efetivo do nosso professorado sequer recebia um salário mínimo. Esta é uma realidade que nós estamos enfrentando. Na ilha e no continente.

Parlamentar que aderir ao PSD pode perder mandato

O parlamentar que trocar a sigla pela qual se elegeu por um partido recém-criado poderá perder o mandato. É o que prevê o projeto de lei aprovado hoje pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em caráter terminativo. A proposta que regulamenta o princípio da fidelidade partidária e enumera as hipóteses em que o titular de cargo eletivo perderá o mandato, em caso de mudança de partido, seguirá diretamente para análise da Câmara.

As novas regras, se confirmadas pelos deputados, atingem os políticos que estão de malas prontas para o PSD (Partido Social Democrático), fundado em março pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. A mudança decorre de destaque do líder do DEM, Demóstenes Torres (GO), que exclui a mudança para um novo partido das hipóteses de "justa causa" para a desfiliação partidária.

Segundo noticiou, ontem, o jornal O Globo (RJ), os candidatos com mais apoio na disputa pela vaga no TCU, que será aberta em setembro com a aposentadoria do ministro Ubiratan Aguiar, são os deputados Átila Lins (PMDB-AM) e Jovair Arantes (PTB-GO). O nome de Ana Arraes sequer é citado. Magno Martins

Mário Couto diz que PT quer ditadura no Senado

Agência Senado

Em pronunciamento nesta quarta-feira (29), o líder da oposição no Senado, senador Mário Couto (PSDB-PA), acusou o PT de tentar implantar uma ditadura, com tentativas de intimidação contra ele. O senador se referiu à representação feita pelo partido à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que ele seja investigado por supostos desvios na Assembléia Legislativa do Pará.
- Nós estamos vivendo em uma fase de ditadura política clara, evidente, e o Senado Federal fecha os olhos para isso. Nós estamos perdendo nossos direitos. Daqui a pouco este senador vai sair desta tribuna porque o PT não quer mais ouvir a verdade.
Couto criticou os deputados federais petistas Miriquinho Batista, José Geraldo, Cláudio Poty e Beto Fato, todos do Pará, que assinaram a representação. Couto lembrou antigas denúncias contra os deputados e disse que, ao contrário deles, nunca esteve frente a frente com um juiz.
- Aos meus 65 anos de idade e 24 anos consecutivos de parlamento, eu nunca fui chamado na frente de um juiz, deputados. Eu não conheço a cara de um juiz; vocês já foram várias vezes. Várias caras de juízes já estiveram próximas às de vocês - acusou Couto.
O senador chegou a chamar os petistas de malditos, sendo repreendido pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que presidia a sessão. A senadora pediu que ele mantivesse o decoro e que não usasse palavras pesadas. Ainda assim, Couto repetiu, aos gritos, o que havia dito antes e afirmou que eram palavras leves.
- É leve para aqueles que mereciam estar na cadeia! É leve, presidenta, para aqueles que tiraram dos cofres públicos do meu estado!
Mário Couto afirmou que é clara a intenção do PT de "calar a boca do lider da oposição no senado". Os senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e Alvaro Dias (PSDB-PR) elogiaram a atuação do senador e concordaram com a afirmação de que as denúncias são uma tentativa de fazer com que ele se cale e pare de fazer denúncias.
- A denúncia está sendo feita para lhe calar, para lhe tirar nessa tribuna e fazer com que Vossa Excelência se torne um cordeirinho, votando aqui medidas provisórias indecentes - afirmou Jarbas Vasconcelos.

Luiz Gon­zaga será o homenageado do próximo ano no São João de Petrolina segundo decreto que será baixado pelo prefeito Júlio Lossio (PMDB). É o ano do centenário de nascimento de “Gonzagão”, que nasceu na fazenda Caiçara, em Exu (PE), em 13/12/1912. O “rei do baião” também será homenageado no carnaval do Rio de Janeiro do próximo ano pela Escola de Samba “Unidos da Tijuca”. O sam­ba-enredo já foi encomendado a um compositor de renome para homenagear o único artista brasileiro que cantou uma região.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Chico Buarque assume paternidade de Eduardo Campos

Chico Buarque assume paternidade de Eduardo Campos
Do Rio de Janeiro, Jarbinhas D’adelaide – Escândalo no mundo da música e da política.
No começo da tarde de 17 de junho de 2011 veio a público a notícia de que o afamado cantor e compositor Chico Buarque, um dos ícones máximos da cultura brasileira, assumiu a paternidade do atual governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

Em entrevista exclusiva, Chico nos falou sobre o acontecimento. “Quando jovem, fiz uma turnê bem extensa pelo Nordeste. Naquela época eu era deveras promíscuo e inconseqüente, assim, acabava dormindo com muitas moças”, revela sem arrependimentos. “Recordo-me de ter sido muito bem recebido no ano de 1964 na cidade do Recife. Fiquei hospedado na casa de um produtores locais. Era no Bairro de Casa Forte, é esse o nome? Os ares da ditadura já começavam a dar as caras, logo, a gente tinha que ficar em posição discreta. Na casa desse produtor habitava uma moça de beleza radiante, era a filha dele! Risos. Nós mantivemos um relacionamento intenso, rápido e oculto. Meses depois recebi uma carta dela dizendo que estava grávida. Eu, cretinamente, ignorei. Há uns anos atrás minha consciência apertou muito (coisas da meia-idade). Fui tomado de curiosidade muito forte em saber quem era o meu filho e, impressionantemente, fui impactado com uma surpreendente descoberta: ele é o Governador de Pernambuco! Que orgulho! Eu já era um admirador das terras pernambucanas, agora me sinto fazendo parte do DNA da Cidade Maurícia”, finalizou Chico.

Antes que ele pedisse o desligamento do nosso gravador, questionamos os motivos de não ter assumido a criança logo na época da notícia. Ele diz: “Quando eu era jovem, o sentimento de eternidade habitava em mim, não via sentido em criar um filho e me sentir com uma responsabilidade tão grande. Espero que ele possa me perdoar”, completou emocionado.

Ligamos para a residência do Governador Eduardo Campos no Recife. Ao nos atender, já tinha tomado conhecimento do fato há aproximadamente 48 horas. Deu-nos poucas palavras e demonstrou pouco conforto em tratar publicamente do caso. “Há anos procurava minha identidade paterna. Minha mãe escondeu durante todos esses anos e agora me sinto aliviado (ainda que triste) em saber quem é o meu progenitor”, afirma o político em tom melancólico. “Saber que sou filho de uma personalidade tão imortal me assusta um pouco. Ao menos a partir de agora, quem sabe, ele não faz mais shows aqui em Recife e com preços mais acessíveis?”, tentou minimizar bem humoradamente Eduardo

Grampo flagra lobby do prefeito de Campinas com marqueteiro de Dilma

O Estado de S.Paulo

Interceptações telefônicas flagraram Dr. Hélio (PDT), prefeito de Campinas, pleiteando a intermediação do publicitário João Santana, marqueteiro das campanhas presidenciais do PT de 2006 e 2010, para fazer lobby com a presidente Dilma Rousseff em favor da Huawei - gigante chinesa que atua na área de tecnologia 3G, banda larga fixa e móvel e de infraestrutura de redes para operadoras de telefonia.


Prefeitura de Campinas - 11/04/2011
Prefeitura de Campinas - 11/04/2011
Dilma, acompanhada de Dr. Hélio e Mercadante, durante evento na visita à China, em abril
"Faz dois anos que venho tratando com os chineses da Huawei", conta Dr. Hélio, em ligação do dia 2 de abril, iniciada às 9h30. "É a empresa que mais contribui, das estrangeiras, com ISS aqui pra Campinas. Eles têm um showroom lá e me convidaram pra eu tá lá pra eles anunciarem esse investimento de US$ 350 milhões aqui no Brasil, né (sic)."
Na ocasião, Dilma se preparava para uma viagem à China, a primeira missão oficial de negócios desde que assumiu a Presidência. Ela e sua comitiva embarcaram dia 8. Hélio de Oliveira Santos, o Dr. Hélio, e a mulher, Rosely Nassim - a quem o Ministério Público Estadual atribui o papel de chefe de quadrilha para fraudes em licitações e desvio de recursos públicos -, também foram a Pequim e lá se integraram à comitiva.
Na conversa com o prefeito, que durou oito minutos, Santana promete empenho e sugere: "E se puser o showroom no próprio hotel que ela (Dilma) vai ficar? Deixa eu primeiro fazer essa consulta que na segunda eu devo encontrar com ela. Segunda ou terça, daí eu falo diretamente com ela pra ver."
Já em Pequim, Dilma encontrou-se com Ren Zhengfei, executivo principal da Huawei. No primeiro dia da visita da presidente Dilma à China, a empresa Huawei anunciou o investimento de US$ 300 milhões na construção de um centro de pesquisa em tecnologia em Campinas. Questionado pelo Estado, o Planalto informou que a audiência da presidente com representantes da empresa ocorreu "pela relevância da companhia no setor de tecnologia e pelo interesse de ampliação dos seus investimentos no Brasil".

CCJ aprova fim de coligação nas eleições proporcionais

Agência Estado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje, por maioria de votos, a proposta de emenda constitucional (PEC) que acaba com as coligações eleitorais nas eleições proporcionais (vereadores, deputados estaduais e federais). A PEC integra o conjunto de propostas da Comissão de Reforma Política do Senado. Para efetivar a nova regra, a PEC ainda precisa passar pelo plenário do Senado e pela Câmara.
As coligações partidárias serão permitidas, entretanto, nas eleições majoritárias (presidente da República, governadores, senadores e prefeitos). Em defesa do fim das coligações nas eleições proporcionais, o relator da matéria, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), argumentou que esse modelo de alianças, em geral, "constituem uniões passageiras, estabelecidas durante o período eleitoral por mera conveniência, sem qualquer afinidade entre os partidos coligados no tocante ao programa de governo ou ideologia".

O ex-senador Marco Maciel (DEM) enviou à Imprensa o livro Política com “P” Grande com discursos de sua autoria proferidos ao longo da vida pública. O democrata começou a pensar em reunir os textos ainda quando se preparava para deixar o Senado. A ideia foi fazer uma “prestação de contas” do que produziu em suas passagens pelo legislativo e executivo. A edição con­ta com depoimentos elogiosos de personalidades do meio político como Miguel Arraes, Carlos Wilson e Cristovam Buarque, e da área cultural como Luiz Gonzaga e João Cabral de Melo Neto. Folha Política

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, perdeu a presidência do PSB no município e provavelmente não a terá de volta por ter definido os candidatos a sua sucessão sem discutir com o partido: o vice Eclériston Ramos (PTB) na cabeça e Augusto Valadares na vice. Fogo Cruzado

Tucano pede convocação de Ideli Salvatti

BRASÍLIA (Folhapress) - O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) apresentou ontem requerimentos para convidar a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), a ex-senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) e o ex-diretor do Banco do Brasil Expedito Veloso para prestar esclarecimentos a respeito do suposto envolvimento direto do ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) na compra de um dossiê forjado contra o tucano José Serra, seu então adversário na disputa pelo governo de São Paulo, em 2006. A apresentação dos requerimentos foi anunciada durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, no início da tarde de ontem.

Antes de confirmar a apresentação dos requerimentos, o senador tucano propôs uma “troca“ a Mercadante: os requerimentos deixariam de ser apresentados caso o ministro aceitasse apresentar esclarecimentos na Câmara dos Deputados, na Comissão de Segurança Pública e Crime Organizado. Mercadante, no entanto, afirmou que não achava necessário e que o objetivo do senador com essa proposta era transformar o caso em uma espécie de CPI.

PSD precisa ter registro na Justiça Eleitoral até 7 de outubro para participar das eleições de 2012

Agência Brasil

Brasília – O PSD, partido em construção articulado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, precisa conseguir seu registro na Justiça Eleitoral até o dia 7 de outubro para participar das eleições de 2012. Esta é a data limite imposta pelo calendário eleitoral aprovado nesta terça-feira (28) à noite pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A escolha da data tem ligação com o primeiro turno das eleições de 2012, que ocorre exatamente um ano depois. O dia 7 de outubro também é a data limite para que candidatos interessados em concorrer ao pleito estejam filiados ao partido, dentro do domicílio eleitoral da cidade em que vão concorrer.
Para a criação do PSD, os interessados devem apresentar ao TSE uma lista com cerca de 490 mil assinaturas de apoio, o que corresponde a 0,5% dos votos válidos para deputado federal em 2010. As assinaturas devem vir de pelo menos um terço das unidades da Federação.

Dia dos Santos Pedro e Paulo

Solenemente hoje celebramos na Igreja Universal a santidade de vida dos pais e fundadores da Roma cristã : São Pedro e Paulo. Esta grande festa foi instituída no século IV antes mesmo da definida data do Natal, e de costume rezam-se três Missas: A primeira na basílica São Pedro no Vaticano, a segunda na basílica de São Paulo e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos santos tiveram por um tempo escondidas.
Na Igreja do Brasil esta solenidade celebraremos no próximo domingo, onde coincidirá com o dia do Papa, por isso naquele dia partilharemos sobre a vida de São Pedro, e hoje vamos discorrer sobre a outra coluna da Igreja primitiva: São Paulo. Nascido em Tarso da Cicília possuia um nome judeu Saulo e outro romano Paulo, e este que era cidadão romano foi para Jerusalém onde recebeu sólida formação nas Sagradas Escritura e no cumprimento da Lei, ao ponto de tornar-se um fariseu modelo.
Antes de perseguidor dos cristão Paulo era um perseguido por Jesus Cristo, por isso foi alcançado pelo Senhor quando caiu do cavalo e começou a encontrar progressivamente sua vocação de: "Servo de Deus, apóstolo de Jesus Cristo para levar os eleitos de Deus à fé e ao conhecimento da verdade" ( Tt 1,1 ). São Paulo a partir de Antioquia na Síria foi quem, com Barnabé, realizou três grandes expedições missionárias objetivo de anunciar a Boa Nova para os gentios, além de visitar e firmar suas Comunidades ora pessoalmente, ora com suas cartas pastorais, isto como uma perseverante luta por causa de Jesus e a Igreja; foi ele mesmo quem testemunhou antes de seu martírio por decapitação em 67 em Roma: " Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé"( 2Tm 4, 7 ).

terça-feira, 28 de junho de 2011

Francisco Dornelles para Mercadante: “Não há nada como um dia depois do outro”

Poder Online

 O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) deu uma alfinetada agora há pouco no ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que se explica neste momento no Senado sobre acusações de envolvimento na compra de suposto dossiê, em 2006, contra o ex-governador de São Paulo José Serra.
Durante o depoimento de Mercadante, Dornelles afirmou que, diferente da postura do ministro na última legislatura, ele não assinará requerimento pedindo a investigação do caso no Senado:
– Nesse caso dos aloprados, a minha posição é totalmente diferente da que Vossa Excelência sempre tomou. Ninguém deve ser condenado na base de notícia de jornal, e Vossa Excelência na legislatura anterior tentou a cassação de mandato de companheiros seus baseado em notícia de jornal.
E completou: “Não nada há como um dia depois do outro”.
Mercadante, como se sabe, defendeu a cassação do mandato ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), em 2007, acusado de firmar sociedade oculta para comprar duas rádios e um jornal em Alagoas.

Aliados de Marina estão de olho em Heloísa Helena

Poder Online

 Prestes a deixar o PV, a turma de Marina Silva está de olho na também ex-senadora e ex-candidata à Presidência Heloisa Helena, queanda às turras com uma parcela de seu partido, o PSol, em Alagoas.
As duas foram contemporâneas e muito próximas no Senado.
Como Marina, a alagoana também é muito religiosa.Só que é católica, e não pentecostal, como Marina.
Heloísa fez de tudo para que o PSol apoaisse a candidata ambientalista nas últimas eleições presidenciais.
Mas o comvite para unir as duas num mesmo partido não  é coisa para agora.
É para depois das eleições municipais de 2012, quando a própria Marina começará a ter mais claro a configuração da tal nova legenda que tentará criar.

Rodrigo Maia, o favorito do Banco Central


Poder Online

 Será o deputado Rui Costa (PT-BA) o relator do projeto de decreto legislativo nº 214/2011 na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.
Trata-se de uma proposta do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP) para sustar a aplicação dos artigos 1º a 21, dos incisos I e II do artigo 22, e do inciso II do artigo 23 da Resolução 3.954, de 24 de fevereiro de 2011, do Conselho Monetário Nacional (CMN).
Assim em legislês não dá para entender.
Mas Berzoini quer o fim da autorização dada pelo Banco Central aos bancos para que eles possam abrir lojas, casas lotéricas ou farmácias país afora para fazer serviços bancários. Essa terceirização permite às grandes instituições fugirem da canga dos sindicatos dos bancários.
Até funcionários graduados do Banco Central atravessaram toda a Esplanada dos Ministérios, passaram pelo Palácio do Planalto – sem Dilma Rousseff os ver – e foram até a Câmara dos Deputados para defender a designação de outro parlamentar para a relatoria de tal projeto de grande interesse dos bancos.
O nome do relator preferido deste lobby do BC era o do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Chapa Marcos Coca Cola/Andréa Mendonça volta a tomar corpo em Belo Jardim

Circulou em Belo Jardim, com insistência, no final de semana que passou, que a chapa da situação à prefeitura seria formada em 2012 com o prefeito Marcos Coca Cola (DEM) na cabeça e Andrea Mendonça na vaga de vice.
 Marcos não seria candidato à reeleição se o ex-deputado José Mendonça estivesse vivo, já que tinha o compromisso político de apoiá-lo. Mas, com Mendonção fora do jogo, ele declara em Belo Jardim, abertamente, que vai disputar um novo mandato.

DEMOCRATAS quer impugnar convenções do PSD

Da Folha.com

O DEM prepara mais uma etapa de contestação judicial à criação do PSD. Depois das assinaturas, agora a ideia é impugnar as convenções que o partido deve realizar a partir do próximo fim de semana, informa o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete, na edição desta terça-feira da Folha.

O argumento é que, no papel, não há nem sigla nem filiados que legitimem os encontros. O ex-deputado Saulo Queiroz rebate dizendo que o PSD cumpre as determinações do TSE.

Para conseguir tirar o partido do papel, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab --principal articulador da nova legenda--, precisa do apoio de 490,3 mil eleitores. As assinaturas devem ser colhidas em, pelo menos, nove Estados.

Porém, denúncias de irregularidades na coleta dessas assinaturas podem atrapalhas os planos de Kassab. Entre as suspeitas está o uso da máquina da Prefeitura de São Paulo para recolher apoio à criação do novo partido e até a inclusão de nomes de pessoas que já morreram.

Armando Monteiro Neto: “Um aliado não é um subordinado”

RENATA BAPTISTA

O presidente estadual do PTB, senador Armando Monteiro Neto, afirmou ontem que a relação com o governador Eduardo Campos (PSB) não ficou arranhada, após o partido ter fechado contra a aprovação da PEC que possibilita a reeleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Nas declarações, dadas em entrevista à Rádio Jornal, o senador explicou que sua relação com o governador é de companheirismo, e por isso cabe a discordância. “Um aliado não é um subordinado. Minha relação é de companheirismo, não é uma relação subalterna. Portanto, um aliado pode discordar”, afirmou o petebista.
Armando Monteiro Neto afirmou que os boatos de rompimento não fazem sentido porque o episódio da PEC nunca foi colocado como uma posição do Governo. Para ele, desde o primeiro momento, o PTB mostrou um entendimento divergente de outros partidos da base e sustentou o posicionamento, “de maneira coerente”, até o final.

“Não se pode ficar mudando a Constituição do Estado ao sabor de certas conveniências ocasionais. É a terceira vez que se muda esta regra em função de certos interesses relacionados com a manutenção de grupos na Mesa da Assembleia. Eu acho que isto depõe contra o próprio poder”, disse o senador.

José Sarney cobra explicações

BRASÍLIA (AE) - O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sugeriu ontem aos ministros petistas da Ciência Tecnologia, Aloizio Mercadante, e das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que prestem esclarecimentos sobre a denúncia de envolvimento no escândalo dos aloprados. Ele alega que esse tipo de procedimento deve partir de todos os que forem alvos de acusações. No caso, os ex-senadores e atuais ministros são acusados de envolvimento no esquema de forjar um dossiê contra José Serra, principal adversário de Mercadante na disputa de 2006 ao governo de São Paulo.

“Acho que a melhor fórmula é cada um se explicar naquilo que for acusado”, propõe Sarney. Ele reforça sua sugestão, ao destacar que “não deve haver restrição de nenhuma maneira para que a pessoa possa (se) explicar”. “Se agiu corretamente, não há por que deixar de fornecer as explicações que o Congresso pede”, justifica.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Festas Juninas em Caruaru















Jarbas pode disputar a prefeitura do Recife

O fato de o senador Jarbas Vasconcelos, em recente entrevista, não ter fechado as portas para a possibilidade de disputar a prefeitura do Recife no próximo ano deixou muita gente de orelha em pé. Mas ele disputaria outra vez uma eleição majoritária após ter perdido a de 2010 para Eduardo Campos? Bem, Leonel Brizola gostava de dizer que político só morre quando morre mesmo, ou seja, quando desaparece fisicamente. Jarbas está vivo e pode querer disputar em 2012.
O próprio Jarbas ainda sabe o que irá fazer em 2012 e muito menos em 2014 quando estiver concluindo o atual mandato. Às eleições do próximo ano, ele defende a unidade das oposições para tentarem retomar a prefeitura do Recife. Fogo Cruzado

PSD busca se viabilizar com caciques de outros partidos


Do Estadão

Concebido como projeto político paulista e pessoal do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o novo PSD nasce como um ajuntamento de sublegendas de caciques tradicionais da política nos estados. É a partir da força local de lideranças como o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e de governadores do PMDB, do PT, do PSDB, do PSB, do PMN e do DEM, que Kassab e seus operadores constroem a sigla nacional.

Líderes do DEM e do PSDB apostam que o PSD terá dificuldades para sair do papel e torcem pelo fracasso da operação. No registro da nova legenda no cartório eleitoral dois meses atrás, 33 deputados de 12 siglas diferentes anunciaram a adesão e assinaram o documento. Anúncios à parte, no entanto, até hoje nenhum político deixou sua legenda para ingressar no PSD. Nem Kassab, que agora a direção do DEM quer expulsar.

Apesar da demora, quem está com um pé no PSD diz que não tem dúvida quanto à conveniência da troca. O que vale aí é a máxima segundo a qual quem tem prazo, não tem pressa. O prazo legal em questão é o que estabelece no mínimo um ano de filiação partidária para os candidatos às eleições municipais de 2012.

Estranhando a postura do presidente do Senado, José Sarney, de se declarar contrário ao sigilo no orçamento das obras da Copa de 2014, proposto na MP 527, o senador Jarbas Vasconcelos, bem humorado, saiu com essa: “Fico logo desconfiado. Pedi a minha assessoria que passasse um pente fino no projeto para saber porque Sarney está contra. Porque quando Sarney está numa posição, eu, geralmente, fico na outra. Quero saber o que moveu essa preocupação dele com o dinheiro público de repente”. Folha Política

Sem palavras - Membro da Comissão de Educação junto com Tiririca, o deputado federal Raul Henry (PMDB) não faltou às reuniões do colegiado e registra: “nunca vi Tiririca usar o microfone”. Ao indagar se o republicano estava gostando da Câmara, ouviu apenas: “Estou aprendendo”. “Foi a única vez que escutei ele falar”, reforça o peemedebista, definindo a expressão do colega como de “grande humildade” e, talvez, “deprimido”. Folha Política

Mendonça Filho: “Meu patrimônio é explicável”

JOSÉ ACCIOLY

Figurado entre os dez parlamentares donos ou sócios de empresas de consultoria no Brasil, como mostrou reportagem do Estado de São Paulo, o deputado federal Mendonça Filho (DEM) negou que seu empreendimento - a A2B Consultoria - continue na ativa. O negócio, em sociedade com seus dois filhos, teve as atividades encerradas em fevereiro deste ano, coincidindo com o início da legislatura na Câmara Federal. Além da A2B Consultoria, o democrata tem cota de ações no capital social da Vale do Cumbre Participações LDTA - empresa de participações e investimentos. Na declaração de bens entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no ano passado, o democrata ainda tem seu nome relacionado à empresa Mendonça Bezerra Participações.

Somando o capital dos três empreendimentos, Mendonça declarou R$ 1.034.285,00 ao TSE em 2010. Foram R$ 9.000 da A2B Consultoria, R$ R$ 825.025 da Vale do Cumbre e R$ 200.260, da Mendonça Bezerra Participações. Apesar do envolvimento nos negócios, o democrata esclareceu que sua situação difere a do ex-ministro chefe da Casa Civil, Antônio Palocci (PT), que deixou o Governo Federal após suspeita sobre a sua evolução patrimonial nos últimos quatro anos. “Meu patrimônio é absolutamente explicável, ao contrário do ex-ministro”, respondeu o deputado

Mendonça Filho contou que a empresa A2B Consultoria foi criada logo após o término de seu mandato como governador. O deputado federal é o sócio majoritário do empre­endimento. “Terminou meu mandato no governo e passei quatro anos sem exercer a atividade pública”, explicou. Na Vale do Cumbre, o democrata disse que tem cota de ações, mas não detém a maior parte do empreendimento. “Tenho apenas ações, mas não participo diretamente na empresa”, afirmou.

Tucanos articulam candidatura própria

ISABEL FRANÇA

AVELAR: sigla pode lançar vereador Diogo Cantarelli
AVELAR: sigla pode lançar vereador Diogo Cantarelli
Após o DEM apresentar o nome da ex-deputada estadual Miriam Lacerda como pré-candidata à Prefeitura de Caruaru, o PSDB iniciou as articulações em torno do nome do vereador Diogo Cantarelli. De acordo com o presidente estadual tucano, Evandro Avelar, o vereador esteve recentemente com o presidente nacional da sigla, deputado federal Sérgio Guerra, para discutir estratégias com vistas à disputa municipal em Caruaru. “O partido tem interesse em lançar candidaturas nos grandes municípios do Estado. Diogo é um grande quadro no partido, tem experiência, é próximo de Bruno Araújo (deputado federal e pré-candidato no Recife). Por isso, achamos importante estimular a candidatura”, afirmou Avelar, acrescentando que o entendimento entre o vereador e os demais membros do partido é “muito afinado”.

Apesar de PSDB e DEM fazerem parte da oposição, Evandro Avelar explicou que, em Caruaru, a prioridade é buscar fortalecer nomes separadamente, seguindo a mesma estratégia que vem sendo praticada para o pleito municipal na capital pernambucana. “Miriam (Lacerda) é um quadro importante no DEM, mas o objetivo é fortalecer os quadros do PSDB, para depois a gente pensar uma eventual coligação”, afirmou.

domingo, 26 de junho de 2011

"Os riscos à governabilidade virão se vicejarem a corrupção, a impunidade, a troca de favores, a falta de legitimidade das pessoas e instituições públicas" - Do senador Pedro Simon (PMDB-RS)

Ex-senadora do PT revela confissão de aloprado

RUBENS VALENTE
Da Folhapress
PETISTA é a primeira a confirmar que houve armação
PETISTA é a primeira a confirmar que houve armação
BRASÍLIA - A ex-senadora pelo PT-MT, Serys Slhessarenko, disse que o petista Expedito Veloso, implicado no “escândalo dos aloprados’’ admitiu em conversas com ela que integrantes do partido haviam montado dossiês na campanha de 2006. Naquele ano também foram encontrados documentos reunidos pelo partido para tentar atingir a candidatura do tucano José Serra ao governo de São Paulo. Serys é a primeira petista a confirmar a montagem de dossiês na campanha.

Ela contou que, há cerca de três anos, Veloso a procurou para dizer que setores do PT de Mato Grosso, liderados pelo ex-deputado federal Carlos Abicalil, hoje secretário no MEC (Ministério da Educação), promoveram uma “armação’’ contra a en­tão senadora. O objetivo, dis­se, era atre­lar seu nome à chamada “máfia dos sanguessugas’’, um esquema de fraudes na compra de ambulâncias.

“Ele (Expedito) veio muito chateado com o que o PT regional tinha armado contra mim. Era mais indignação de uma pessoa muito partidária em ver o que pessoas do próprio partido fizeram com uma candidatura’’, disse Serys à Folha.

Em 2006, a senadora afrontou Abicalil ao insistir numa candidatura própria ao governo de Mato Grosso. O grupo do então deputado apoiava a reeleição de Blairo Maggi (então no PPS).

A denúncia que abalou a candidatura de Serys -ela acabou em terceiro lugar na disputa- dizia que a família Vedoin, pivô de desvio de verbas federais para a compra de ambulâncias, teria pago R$ 35 mil ao genro da então senadora.

Serys, que nega conhecer Vedoin, não foi indiciada pela Polícia Federal nem denunciada pela Procuradoria da República e também foi absolvida no Conselho de Ética do Senado.

Morre em São Paulo o ex-ministro da Educação Paulo Renato

São Paulo – Morreu na noite de ontem (25) o ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza. Paulo Renato tinha 65 anos e foi vítima de um infarto fulminante.
O ex-ministro passava o feriado em um hotel na cidade de São Roque, interior de São Paulo. Passou mal, chegou a ser socorrido, mas não resistiu.
Além de ministro da Educação no governo Fernando Henrique Cardoso, Paulo Renato foi deputado federal, secretário estadual de Educação de São Paulo, reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e gerente de Operações do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Paulo Renato também foi um dos fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).
O ex-ministro nasceu em Porto Alegre, no dia 10 de setembro de 1945. Formou-se em Economia e, mais tarde, obteve título de mestre e doutor.
Paulo Renato será velado hoje (26), a partir desta manhã, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Seu corpo deve ser enterrado amanhã de manhã (27).
Fonte: Agência Brasil