sexta-feira, 28 de abril de 2017

PF faz buscas em endereços de pessoas ligadas a Renan, Sarney, Jucá e Garibaldi


A Polícia Federal saiu às ruas na manhã desta sexta-feira (28) para cumprir mandados da Operação Satélites, relacionada à Lava Jato.
O principal alvo é o advogado Bruno Mendes, ligado ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Os agentes fizeram busca e apreensão no escritório de Mendes.
Também foram feitas buscas na casa de uma ex-assessora do senador Romero Jucá (PMDB-RR), na residência de um assessor do ex-presidente e ex-senador José Sarney, também do PMDB, e em um endereço de uma pessoa ligada ao senador Garibaldi Alves (PMDB-RN).
Outro alvo da operação é o ex-presidente da petroquímica Triunfo Caio Gorentzvaig. A petroquímica é investigada na Operação Lava Jato devido a um contrato que beneficiou a empreiteira Odebrecht durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva.
A etapa da operação deflagrada nesta sexta-feira apura irregularidades praticadas na estatal Transpetro e investiga contratos da Petrobras com as empresas NM Engenharia e NM Serviços, e tem como base depoimentos em acordos de delação premiada de Sérgio Machado e dos empresários Nelson Cortonese Maranaldo e Luiz Fernando Nava Maranaldo.
Procurados pela TV Globo, Renan e Sarney não quiseram se manifestar. A assessoria de Jucá disse, por meio de nota, que a operação não envolveu nenhum funcionário do gabinete do senador ou pessoa que trabalhe com ele (veja íntegra ao final desta reportagem). Garibaldi Alves não havia sido localizado para comentar a operação até a última atualização desta reportagem.
Ao todo, a operação cumpriu dez mandados, todos de busca e apreensão, no Distrito Federal e em Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte e São Paulo.
A fase desta sexta foi autorizada pelo ministro Édson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), dentro de um dos 13 inquéritos abertos para investigar Renan Calheiros.
Os pedidos para a operação foram enviados ao STF pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
De acordo com a PGR, esta fase apura irregularidades praticadas na Transpetro. Os crimes envolvidos, de acordo com a procuradoria, são lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa, crimes contra a administração pública, entre outros.
A primeira fase da Satélites foi deflagrada em março. A operação tem esse nome porque os alvos são pessoas próximas dos políticos investigados na Lava Jato no âmbito do STF.
Na ocasião, os mandados tiveram como alvos pessoas ligadas a Renan, ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), ao senador Humberto Costa (PT-PE) e ao senador Valdir Raupp (PMDB-RO). Eles negaram envolvimento em qualquer tipo de irregularidade.

Conversa sobre a Lava Jato

Bruno Mendes era um dos advogados de Renan presentes em um conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro e um dos delatores da Lava Jato Sérgio Machado.
As gravações, apresentadas por Machado em 2015, contêm conversas de uma reunião na casa do então presidente do Senado, Renan Calheiros, com a participação do ex-ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, quando ele ainda era conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Jucá e Sarney. Após a divulgação da conversa, SIlveira deixou o ministério de Temer.
Segundo Sérgio Machado, na conversa houve troca de reclamações sobre a Justiça e a operação Lava Jato. Na gravação, Fabiano Silveira faz críticas à condução da Lava Jato pela Procuradoria e dá conselhos a investigados na operação.

Nota de Romero Jucá

Leia íntegra de nota divulgada pela assessoria do senador Romero Jucá:
A assessoria de imprensa do senador Romero Jucá informa que a operação deflagrada hoje pela Polícia Federal não envolveu nenhum funcionário do seu gabinete ou pessoa que trabalhe com o senador. Jucá reitera que está à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos assim como seus funcionários no sentido que as investigações possam ocorrer rapidamente e que a verdade seja reestabelecida. O senador informa ainda que já solicitou aos órgãos competentes que ele possa prestar informações o mais rápido possível.

Vaza suposto novo uniforme do Sport; clube ainda não confirma

Com referência ao título Brasileiro de 87, que completa 30 anos, este ano, é lembrada no estilo da camisa e na inscrição "O Brasil é teu", na parte de trás da gola
Nesta quinta-feira, vazou o que deve ser o novo uniforme número um do Sport para a temporada 2017. Algumas imagens da camisa, listrada em vermelho e preto, com detalhes dourados no ombro, surgiram na internet. A reportagem apurou que, de fato, esta é a nova camisa do Leão - embora o clube não confirme oficialmente.
A camisa tem referências ao título brasileiro de 1987, maior feito da história do clube. Como homenagem aos 30 anos da conquista, o uniforme lembra o que o Sport usou na época. E ainda traz a inscrição "o Brasil é teu", na parte de trás da gola, usado em uma manchete de um jornal local após o campeonato.
A gola em V, como o Sport usava em 1987, é outro ponto que aproxima os dois uniformes, bem como a distribuição das faixas horizontais na camisa.
O lançamento oficial deve acontecer no dia 13 de maio, aniversário do clube, como de hábito no Sport, e deve seguir o preço praticado nas camisas anteriores.

PF faz buscas em escritório de advogado ligado a Renan


Do G1
A Polícia Federal saiu às ruas na manhã desta sexta-feira (28) para cumprir mandados da Operação Satélites, relacionada à Lava Jato. O principal alvo é o advogado Bruno Mendes, ligado ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Os agentes fizeram busca e apreensão no escritório de Mendes.
Ao todo, a operação tem 10 mandados, todos de busca e apreensão. A fase desta sexta foi autorizada pelo ministro Édson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), dentro de um dos 13 inquéritos abertos para investigar Renan Calheiros. Os pedidos para a operação foram enviados ao STF pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
De acordo com a PGR, esta fase apura irregularidades praticadas na Transpetro. Os crimes envolvidos, de acordo com a procuradoria, são: lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa, crimes contra a administração pública, entre outros.
O G1 buscou contato, mas ainda não havia conseguido falar com a assessoria de Renan Calheiros até a última atualização desta reportagem.
A primeira fase da Satélites foi deflagrada em março. A operação tem esse nome porque os alvos são pessoas próximas aos políticos investigados na Lava Jato no âmbito do STF. Na ocasião, os mandados tiveram como alvos pessoas ligadas a Renan, ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), ao senador Humberto Costa (PT-PE) e ao senador Valdir Raupp (PMDB-RO). Eles negaram envolvimento em qualquer tipo de irregularidade.
Conversa sobre a Lava Jato
Bruno Mendes era um dos advogados de Renan presentes em uma conversa que foi gravada pelo ex-presidente da Transpetro e um dos delatores da Lava Jato Sérgio Machado.
As gravações, apresentadas por Machado em 2016, contêm conversas de uma reunião na casa do então presidente do Senado, Renan Calheiros, com a participação do ex-ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, quando ele ainda era conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Após a divulgação da conversa, Silveira deixou o ministério de Temer.
Segundo Sérgio Machado, na conversa houve troca de reclamações sobre a Justiça e a operação Lava Jato. Na gravação, Fabiano Silveira faz críticas à condução da Lava Jato pela Procuradoria e dá conselhos a investigados na operação.

Temer troca sete vice-líderes do governo na Câmara

Do UOL
O presidente Michel Temer (PMDB) encaminhou à Câmara o nome de 15 deputados para exercer a função de vice-líderes do governo na Casa. Na nova lista, Temer trocou sete deputados e manteve oito na função. As indicações constam em mensagem publicada no Diário Oficial da União (DOU) de hoje.
Os deputados que já atuavam como vice-líderes do governo e vão permanecer na tarefa são:
Alceu Moreira (PMDB-RS);
Arthur Oliveira Maia (PPS-BA);
Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO);
Darcísio Perondi (PMDB-RS);
Delegado Francischini (SD-PR);
Julio Lopes (PP-RJ);
Marcelo Aro (PHS-MG);
Rocha (PSDB-AC).
Já os novatos são:
Beto Mansur (PRB-SP);
Domingos Neto (PSD-CE);
Elmar Nascimento (DEM-BA):
Hugo Legal (PSB-RJ);
José Rocha (PR-BA):
Pedro Fernandes (PTB-MA);
Rocha Loures (PMDB-PR).
Os novos vice-líderes substituíram os deputados Marcos Montes (PSD-MG), Marcelo Squassoni (PRB-SP), Luiz Carlos Busato (PTB-RS), Tereza Cristina (PSBMS), Capitão Augusto (PR-SP), Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) e Carlos Marun (PMDB-MS).

Padilha, Kassab e Moreira investigados por comissão


Folha de S.Paulo
A Comissão de Ética da Presidência da República instaurou nesta quinta-feira (27) processos para investigar as condutas dos ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, e Gilberto Kassab, da Comunicação.
O órgão federal irá apurar se os três ministros cometeram infrações como tráfico de influência e praticaram atos que resultaram em casos de conflito de interesses. As investigações foram abertas após o órgão federal ter recebido duas denúncias baseadas nas delações premiadas de executivos da Odebrecht.
"Quando o processo emana de uma denúncia criminal apurada pelo STF, não se pode deixar de considerar a seriedade do tema envolvido", disse o presidente da Comissão de Ética, Mauro Menezes.
Segundo Menezes, no caso de Padilha, será apurada a conduta dele diante da acusação de que ele teria favorecido a empreiteira na construção da Linha 1 do Trensurb, em Porto Alegre, quando era ministro dos Transportes, em 2011.
Sobre Moreira, a comissão investigará se, quando era secretário de Aviação Civil, teria intercedido pela Odebrecht em edital de concessões aeroportuárias. Em relação a Kassab, será apurado se, como ministro das Cidades, teria tomado decisões relativas a créditos no Programa Pró-Transportes favorecendo a empresa.

Todas as acusações aos principais políticos do país


O Globo - Jefferson Ribeiro
Há pouco mais de três anos, quando a Operação Lava-Jato já provocava os primeiros danos no meio político atingindo em cheio o ex-vice-presidente da Câmara André Vargas, que renunciou ao cargo e se desfiliou do PT após as revelações de sua relação com o doleiro Alberto Yousseff, era impossível prever a dimensão que as investigações teriam sobre a classe política. Hoje, depois de 39 ações policiais e mais de duas centenas de delações, foram colhidos depoimentos e provas que levaram à ruína até mesmo as maiores grifes da política nacional.
Separando o joio do trigo
Os danos à imagem dos principais políticos brasileiros é inegável, mas a avalanche de denúncias e investigações é tamanha que fica difícil saber quem está mais ou menos implicado juridicamente.
E como a delação dos ex-executivos da Odebrecht com vídeos tornam as acusações mais ricas de detalhes, as outras denúncias já apresentadas pelo Ministério Público à Justiça em outros casos ficam meio opacas e podem até ser esquecidas caso a Justiça demore a dar uma sentença.
O GLOBO fez um levantamento sobre o que pesa contra a elite política em que é possível medir o quão implicado cada um deles está com a delação da Odebrecht e outras investigações na Justiça. Recentemente, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto disse num artigo que não se trata mais de separar o joio do trigo, mas sim "o joio do joio" para saber qual é mais daninho à ordem jurídica.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador Sérgio Cabral integram o time dos que mais têm inquéritos abertos para investigar suas condutas.
Mas o levantamento leva em conta também os principais ministros do governo, Moreira Franco (Secretaria-Geral) e Eliseu Padilha (Casa Civil), a ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Michel Temer, que apesar de ter imunidade constitucional para investigações de atos praticados antes do mandato é citado por delatores e terá que responder à Justiça a partir de 2019.

2018: PT já cogita eleição sem Lula como candidato


Em análises internas de cenário, petistas reconhecem que delações da Odebrecht e de Léo Pinheiro, da OAS, complicaram a vida de Lula para as eleições
Veja
As novas suspeitas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acusado de corrupção por ex-executivos de empreiteiras, fez com que o PT passasse a incluir em suas análises internas do cenário político e discussões sobre estratégias a possibilidade concreta de não contar com o seu líder máximo na disputa eleitoral de 2018. O receio é que uma condenação em segunda instância na Operação Lava Jato o torne inelegível com base na Lei da Ficha Limpa.
A reação do PT às novas suspeitas é reforçar o empenho na defesa de Lula tanto nas ruas quanto nas redes sociais. Ninguém no partido ousa questionar ou cobrar explicações do ex-presidente.
Lula é visto no PT como alvo de perseguição da Lava Jato e vítima de uma campanha para impedir sua candidatura em 2018. Mas, com a divulgação dos depoimentos da Odebrecht e a delação do empreiteiro José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, da OAS, a possibilidade de condenação de Lula, antes vista como remota, ganhou novo status.
Líderes petistas avaliam que mesmo que as novas acusações não sejam confirmadas com provas materiais, elas engrossam o caldo das chamadas “provas indiciárias” (com base em indícios) que poderiam sustentar, pelo volume, um pedido de condenação de Lula com base na teoria do domínio do fato, usada para levar José Dirceu à prisão no mensalão.
Lula é alvo de seis pedidos de abertura de inquéritos enviados pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), à primeira instância da Justiça Federal com base nas delações da Odebrecht.

As ruas desafiam o governo Temer e o Congresso


El País Xosé Hermida
O Governo do Brasil joga seu futuro nos próximos dias. Atingido pelos escândalos de corrupção e em queda nas pesquisas, o presidente Michel Temer aposta tudo num frenético calendário legislativo, com as reformas trabalhistas e previdenciária em destaque na última tentativa de recuperar um mínimo de credibilidade para o seu mandato. Os sindicatos e a oposição decidiram desafiá-lo nas ruas, submetendo-o nesta sexta-feira a uma prova de fogo com uma greve geral que obteve apoios inesperados.
“A greve geral de amanhã pode ser o teste mais difícil do Governo (...)”. Esse tuíte é de quatro anos atrás e se referia ao mandato de Dilma Rousseff. Seu autor, João Doria, é agora prefeito de São Paulo pelo PSDB, um dos principais aliados de Temer. Em seu novo papel, Doria se empenhou tanto nos últimos dias para garantir o fracasso da greve que chegou inclusive a um acordo com empresas de táxi para transportarem de graça os funcionários municipais que queiram comparecer ao trabalho. 
O que valia em 2013 para o Governo de Dilma também vale agora para o de Temer. A greve convocada é um teste decisivo que pode marcar o futuro de um presidente que, em seus nove meses no cargo, enfrentou uma corrida de obstáculos da qual, até agora, saiu incinerado. Uma pesquisa de opinião divulgada nesta semana pelo instituto Ipsos indica que apenas 4% dos brasileiros apoiam o Governo – que se apresentava como o salvador do país frente à crise econômica e às suspeitas de corrupção que sacudiam o PT após 13 anos no poder. A economia parou de cair, e todas as previsões são de que o PIB do Brasil crescerá levemente este ano, após despencar 3,8% em 2015 e 3,6% em 2016. Mas a situação política continua piorando de forma irremediável. 
Além da exibição de poder sindical, o protesto de hoje será o primeiro termômetro para medir, nas ruas, o impacto da difusão pública da “delação do fim do mundo”. As revelações dos executivos da Odebrecht voltaram a atingir duramente o PT e seu líder, o ex-presidente Lula, mas minaram todo o sistema político. O Governo tem oito ministros investigados pelo Supremo Tribunal Federal, e o próprio Temer só se livrou graças à proteção legal conferida pela Constituição, embora a Procuradoria Geral da República tenha constatado a existência de indícios contra ele. 
A reação de Temer à investida judicial tem sido uma tentativa de enterrar a corrupção acelerando um plano de reformas econômicas para satisfazer os únicos apoios que o Governo tem fora da base da Câmara e do Senado: os grandes setores empresariais e as instituições econômicas internacionais, como o FMI. 
A recente visita ao país do primeiro-ministro espanhol, o direitista Mariano Rajoy, primeiro mandatário europeu a estender a mão a um Temer com escassa ajuda de governos estrangeiros, serviu para ilustrar o tamanho da aposta. Temer proclamou que sua inspiração são Rajoy e suas reformas. De fato, os dois políticos são unidos por muitas coisas: ambos foram salpicados por escândalos de corrupção, chegaram ao poder em meio a crises econômicas e implementaram reformas profundamente impopulares. O espanhol se permitiu sugerir a Temer que ignore as ruas, esqueça os possíveis danos eleitorais e prossiga contra todas as dificuldades. Mas há uma diferença essencial entre Rajoy e Temer: o espanhol chegou ao poder pelas urnas; já o brasileiro, por uma manobra política parlamentar contra o Governo do qual ele próprio era vice-presidente. 
Os riscos para Temer são enormes. O Brasil é um dos países americanos com maior tradição sindical. A primeira greve geral remonta a 1917, e há 73 anos o então presidente Getúlio Vargas aprovou a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), até agora considerada quase intocável. Até mesmo um sindicalista sem formação acadêmica, Lula, conseguiu no início deste século alcançar a presidência do país. Além dessas raízes históricas, a greve convocada alcançou apoios que extrapolam o mundo sindical. Teve adesão de várias categorias: de professores de colégios de elite a certos bispos, depois das críticas feitas pela hierarquia católica brasileira às reformas de Temer e da carta enviada pelo papa Francisco ao presidente, reprovando alguns aspectos de sua política. No mínimo, a paralisação do transporte – inclusive aéreo – parece garantida nas maiores cidades. Entre os que participam do protesto, há também aliados políticos de Temer. E esse é agora o seu principal problema. Embora na quarta-feira ele tenha conseguido aprovar inicialmente na Câmara a reforma trabalhista, a primeira grande modificação das velhas normas da época de Getúlio, houve algumas deserções entre os partidos que o apoiam. Nesta quinta, um dos caciques do PMDB rebelados contra o Governo, Renan Calheiros, voltou ao ataque e ameaçou bloquear o projeto no Senado. Para conseguir avançar com sua grande aposta, a reforma previdenciária, Temer precisa de uma maioria de três quintos da Câmara. Não será fácil, sobretudo se a greve tiver sucesso e exercer maior pressão sobre os parlamentares da base aliada que hesitam em dar o voto favorável ao projeto. A questão da Previdência é essencial para Temer não acabar perdendo toda a credibilidade. E para o Governo respirar um pouco neste ano e meio que ainda falta para as eleições presidenciais de 2018.

Pernambuco: greve deve abranger boa parte do Estado


Do Diario de Pernambuco – Aline Moura    
[...]
Em Pernambuco, diversos setores realizaram assembleia para tornar o movimento legal. Setores da educação, de transporte (ônibus e metrô), aeroviários, aeroportuários, bancos e até mesmo da segurança, como policiais civis, anunciaram que vão cruzar os braços. A greve contará com o apoio de servidores municipais de pelo menos 80 municípios, servidores públicos estaduais de aproximadamente 90 cidades, servidores federais, metalúrgicos e comércio. Instituições como a Universidade Católica e a Universidade Federal irão parar.
“O momento em nosso país é de atenção. Foram duras as lutas para legitimar o processo democrático, e não se pode descuidar de sua consolidação e admitir retrocessos”, diz um trecho de nota divulgada pelo Conselho Tutelar estadual.
O ato público contra as reformas no Recife terá início na Praça do Derby, a partir das 14h. Os manifestantes devem seguir até a antiga Pracinha do Diario, na Avenida Dantas Barreto. A caminhada na capital, inclusive, deve ser o ponto alto da manifestação, e haverá atividades públicas em 50% das cidades.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) informa que os grevistas estão se mobilizando para participar do evento com bicicletas e caronas. 

Faltou defesa para Cadoca


    Se vivo fosse, o ex-presidente do PDT, Leonel Brizola, jamais teria agido de forma tão ditatorial, covarde e tacanha quanto o atual dirigente da executiva nacional, Carlos Lupi, em relação à expulsão sumária do deputado pernambucano Carlos Eduardo Cadoca dos quadros da legenda, só porque contrariou decisão partidária votando a favor da reforma trabalhista.
Lupi sequer deu um telefonema para Cadoca. Preferiu ligar para o presidente estadual da legenda, Wolney Queiroz, mas já com a decisão tomada, apenas para informar que estava desligando o parlamentar da agremiação partidária. Nem a Wolney, porém, transmitiu com clareza qual procedimento tomaria. Imediatamente Wolney deixou Cadoca informado, mas pensado que seria aberto um processo de expulsão pelas vias naturais, dando direito à defesa.
Mas o seu ato foi ad referendum, ou seja, sem direito de defesa. Isso é coisa de ditador, de quem acha que presidir um partido é adotar o chicote como instrumento para açoitar subordinados e não o diálogo como arma democrática e necessária. Na votação da reforma trabalhista, todos os partidos se depararam com posições semelhantes à de Cadoca, e não se conheceu, ontem, com exceção do PSB, que destituiu quatro dirigentes estaduais, mas não os expulsou, ato tão extremo.
O estranho disso tudo é que, lá atrás, Lupi não agiu da mesma forma quando os deputados Geovani Cherini (RS), Sérgio Vidigal (ES), Flávia Moraes (GO), Mário Heringer (MG), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrão se insurgiram contra o partido votando a favor do impeachment da então presidente Dilma. Ao contrário de Cadoca, tiveram direito a defesa seguindo as instâncias partidárias convencionais. No final, apenas Geovani foi expulso. Os demais foram punidos, com 40 dias de suspensão do mandato representando a legenda.
Dois pesos, duas medidas. Cadoca, na verdade, errou, embora seus argumentos sejam convincentes em cima da tese de que o País não pode prescindir das reformas. Qualquer politico filiado a um partido, entretanto, pode pensar e agir diferente, exercitando o contraditório. Só não no PDT enquanto o ditador Lupi estiver com o chicote na mão. Por Magno Martins

PSB destitui presidentes do MS, CE, MS e RR

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, enviou ofício, há pouco, ao Tribunal Superior Eleitoral, comunicando a destituição da presidência do partido nos seus respectivos Estados os deputados federais Fábio Garcia, do Mato Grosso; Maria Helena, de Roraima; Danilo Forte, do Ceará, e Tereza Cristina, do Mato Grosso do Sul, esta líder do partido na Câmara, por terem descumprido orientação partdária contra a reforma trabalhista. Os demais deputados que ignoraram o fechamento de questão contra as reformas trabalhista e previdenciária poderão ser punidos pela Comissão de Ética, caso haja representação contra eles feita por qualquer filiado, de qualquer Estado. No caso da perda do comando estadual do partido, a destituição independe de representação.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Temer: placar da reforma foi “muito satisfatório”


Folha de S.Paulo – Gustavo Uribe
Com a aprovação do texto-base da reforma trabalhista, o presidente Michel Temer telefonou na noite desta quarta-feira (26) para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para agradecer a mobilização em torno da proposta.
No gabinete presidencial, o peemedebista também falou com líderes partidários e, segundo relatos de presentes, avaliou que o resultado foi "muito satisfatório". Ao todo, a proposta foi aprovada por 296 votos.
O placar, no entanto, não atingiu a intenção inicial do presidente de fazer uma votação com padrão de PEC (Proposta de Emenda Constitucional). A perspectiva era conseguir pelo menos 308 votos, mínimo necessário para aprovar a reforma previdenciária.
"Hoje foi uma semifinal e estamos nos preparando para uma final. É um sinal de que falta pouco para conseguirmos o placar necessário", disse o vice-líder do governo Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que se reuniu com o presidente após a votação.
O Palácio do Planalto avaliou com preocupação o placar do PSB, cuja maioria da bancada votou contra a proposta. A expectativa era de que, mesmo com o posicionamento da cúpula do partido contrário à proposta, o Palácio do Planalto conseguisse angariar pelo menos 20 votos, não apenas 14.
Segundo um auxiliar presidencial, ordem agora é a de trabalhar em cima do placar desta quarta-feira (26) para a votação da reforma previdenciária em plenário, cuja expectativa é que ocorra no próximo mês.
A intenção do governo é localizar os traidores na base aliada e aumentar a ofensiva sobre eles, com ameaças inclusive de perdas de cargos em segundo e terceiro escalões e emendas parlamentares.
A Câmara precisa analisar ainda seis emendas que podem alterar pontos importantes do texto. Após isso, a reforma segue para o Senado.

Confira como votou cada um dos deputados federais:

ParlamentarUFVoto
DEM
Abel Mesquita Jr.RRSim
Alberto FragaDFSim
Alexandre LeiteSPSim
Carlos MellesMGSim
Claudio CajadoBASim
Efraim FilhoPBSim
Eli Corrêa FilhoSPSim
Elmar NascimentoBASim
Felipe MaiaRNSim
Francisco FlorianoRJSim
Hélio LeitePASim
Jorge Tadeu MudalenSPSim
José Carlos AleluiaBASim
Juscelino FilhoMASim
MandettaMSSim
Marcelo AguiarSPSim
Marcos RogérioROSim
Marcos SoaresRJSim
Mendonça FilhoPESim
Misael VarellaMGSim
Missionário José OlimpioSPSim
Norma AyubESSim
Onyx LorenzoniRSSim
Osmar BertoldiPRSim
Pauderney AvelinoAMSim
Paulo AziBASim
Professora Dorinha Seabra RezendeTOSim
Rodrigo MaiaRJArt. 17
Sóstenes CavalcanteRJSim
Vaidon OliveiraCESim
Total DEM: 30   
PCdoB
Alice PortugalBANão
Chico LopesCENão
Davidson MagalhãesBANão
Jandira FeghaliRJNão
Jô MoraesMGNão
Luciana SantosPENão
Orlando SilvaSPNão
Professora MarcivaniaAPNão
Rubens Pereira JúniorMANão
Total PCdoB: 9   
PDT
Afonso MottaRSNão
André FigueiredoCENão
Assis do CoutoPRNão
Carlos Eduardo CadocaPESim
Dagoberto NogueiraMSNão
Deoclides MacedoMANão
Félix Mendonça JúniorBANão
Flávia MoraisGONão
Hissa AbrahãoAMNão
Leônidas CristinoCENão
Pompeo de MattosRSNão
Ronaldo LessaALNão
Sergio VidigalESNão
Subtenente GonzagaMGNão
Weverton RochaMANão
Wolney QueirozPENão
Total PDT: 16   
PEN
Erivelton SantanaBASim
Junior MarrecaMASim
Walney RochaRJNão
Total PEN: 3   
PHS
Carlos AndradeRRNão
Dr. Jorge SilvaESNão
Givaldo CarimbãoALNão
Marcelo AroMGSim
Marcelo MatosRJSim
Pastor EuricoPENão
Total PHS: 6   
PMB
Weliton PradoMGNão
Total PMB: 1   
PMDB
Alberto FilhoMASim
Alceu MoreiraRSSim
Alexandre SerfiotisRJSim
Altineu CôrtesRJSim
André AmaralPBSim
Aníbal GomesCESim
Baleia RossiSPSim
Cabuçu BorgesAPSim
Carlos BezerraMTSim
Carlos MarunMSSim
Celso JacobRJSim
Celso MaldanerSCSim
Celso PanseraRJNão
Cícero AlmeidaALNão
Daniel VilelaGOSim
Darcísio PerondiRSSim
Elcione BarbalhoPASim
Fábio RamalhoMGSim
Flaviano MeloACSim
Hildo RochaMASim
Hugo MottaPBSim
Jarbas VasconcelosPESim
Jéssica SalesACSim
João ArrudaPRSim
João Marcelo SouzaMASim
Jones MartinsRSSim
José FogaçaRSNão
José PriantePASim
Josi NunesTOSim
Kaio ManiçobaPESim
Laura CarneiroRJSim
Lelo CoimbraESSim
Leonardo QuintãoMGSim
Lucio MosquiniROSim
Lucio Vieira LimaBASim
Marcelo CastroPISim
Marinha RauppROSim
Mauro LopesMGSim
Mauro MarianiSCSim
Mauro PereiraRSSim
Moses RodriguesCESim
Newton Cardoso JrMGSim
Pedro ChavesGOSim
Pedro PauloRJSim
Rocha LouresPRSim
Rodrigo PachecoMGSim
Rogério Peninha MendonçaSCSim
Ronaldo BenedetSCSim
Saraiva FelipeMGSim
Sergio SouzaPRSim
Sergio ZveiterRJSim
Simone MorgadoPANão
Soraya SantosRJSim
Valdir ColattoSCSim
Valtenir PereiraMTSim
Veneziano Vital do RêgoPBNão
Vitor ValimCENão
Wilson BeserraRJSim
Zé Augusto NalinRJNão
Total PMDB: 59   
PP
Adail CarneiroCESim
Afonso HammRSNão
Aguinaldo RibeiroPBSim
André AbdonAPSim
André FufucaMASim
Arthur LiraALSim
Beto RosadoRNSim
Beto SalamePANão
Cacá LeãoBASim
Conceição SampaioAMNão
Covatti FilhoRSSim
Dilceu SperaficoPRSim
Dimas FabianoMGNão
Eduardo da FontePENão
Esperidião AminSCNão
Ezequiel FonsecaMTSim
Fausto PinatoSPSim
Fernando MonteiroPESim
Franklin LimaMGSim
Hiran GonçalvesRRSim
Iracema PortellaPISim
Jerônimo GoergenRSSim
Jorge BoeiraSCNão
Julio LopesRJSim
Lázaro BotelhoTOSim
Luis Carlos HeinzeRSSim
Luiz Fernando FariaMGSim
Maia FilhoPISim
Marcus VicenteESSim
Mário Negromonte Jr.BASim
Nelson MeurerPRSim
Paulo MalufSPSim
Renato AndradeMGNão
Renato MollingRSSim
Renzo BrazMGSim
Ricardo IzarSPSim
Roberto BalestraGOSim
Roberto BrittoBASim
Ronaldo CarlettoBASim
Rôney NemerDFNão
Simão SessimRJSim
Toninho PinheiroMGSim
Waldir MaranhãoMASim
Total PP: 43   
PPS
Alex ManenteSPSim
Arnaldo JordyPANão
Arthur Oliveira MaiaBASim
Carmen ZanottoSCNão
Eliziane GamaMANão
Luzia FerreiraMGSim
Marcos AbrãoGOSim
Pollyana GamaSPSim
Rubens BuenoPRSim
Total PPS: 9   
PR
Adelson BarretoSENão
Aelton FreitasMGSim
Alfredo NascimentoAMSim
Bilac PintoMGSim
BrunnyMGSim
Cabo SabinoCENão
Cajar NardesRSSim
Capitão AugustoSPSim
Christiane de Souza YaredPRNão
Delegado Edson MoreiraMGSim
Delegado WaldirGONão
Edio LopesRRSim
GiacoboPRSim
Gorete PereiraCESim
João Carlos BacelarBASim
Jorginho MelloSCSim
José Carlos AraújoBASim
José RochaBASim
Laerte BessaDFSim
Lúcio ValePASim
Luiz CláudioROSim
Luiz NishimoriPRSim
Magda MofattoGOSim
Marcelo Álvaro AntônioMGNão
Marcelo DelaroliRJSim
Marcio AlvinoSPSim
Miguel LombardiSPSim
Milton MontiSPSim
Paulo FeijóRJSim
Remídio MonaiRRSim
Silas FreirePISim
TiriricaSPNão
Vicentinho JúniorTOSim
Vinicius GurgelAPSim
Zenaide MaiaRNNão
Total PR: 35   
PRB
Alan RickACSim
Antonio BulhõesSPSim
Beto MansurSPSim
Carlos GomesRSSim
Celso RussomannoSPSim
César HalumTOSim
Cleber VerdeMASim
Dejorge PatrícioRJNão
Jony MarcosSENão
Lincoln PortelaMGNão
Lindomar GarçonROSim
Marcelo SquassoniSPSim
Márcio MarinhoBASim
Pastor Luciano BragaBASim
Roberto AlvesSPSim
Ronaldo MartinsCENão
Rosangela GomesRJSim
Silas CâmaraAMSim
Vinicius CarvalhoSPSim
Total PRB: 19   
PROS
Eros BiondiniMGNão
Felipe BornierRJNão
Odorico MonteiroCENão
Ronaldo FonsecaDFNão
Toninho WandscheerPRSim
Total PROS: 5   
PRP
Nivaldo AlbuquerqueALSim
Total PRP: 1   
PSB
Átila LiraPISim
BebetoBANão
Danilo CabralPENão
Danilo ForteCESim
Fabio GarciaMTSim
Fernando Coelho FilhoPESim
FlavinhoSPNão
Gonzaga PatriotaPENão
Heitor SchuchRSNão
Heráclito FortesPISim
Janete CapiberibeAPNão
JHCALNão
João Fernando CoutinhoPESim
José ReinaldoMASim
Jose StédileRSNão
Júlio DelgadoMGNão
Keiko OtaSPNão
Leopoldo MeyerPRNão
Luana CostaMANão
Luciano DucciPRNão
Luiz Lauro FilhoSPSim
Maria HelenaRRSim
Marinaldo RosendoPESim
Paulo FolettoESSim
Rafael MottaRNNão
Rodrigo MartinsPISim
Tadeu AlencarPENão
Tenente LúcioMGSim
Tereza CristinaMSSim
Valadares FilhoSENão
Total PSB: 30   
PSC
Andre MouraSESim
Arolde de OliveiraRJSim
Eduardo BolsonaroSPSim
Gilberto NascimentoSPSim
Irmão LazaroBANão
Jair BolsonaroRJSim
Júlia MarinhoPANão
Pr. Marco FelicianoSPSim
Professor Victório GalliMTSim
TakayamaPRSim
Total PSC: 10   
PSD
André de PaulaPESim
Antonio BritoBANão
Átila LinsAMSim
Danrlei de Deus HinterholzRSSim
Delegado Éder MauroPASim
Domingos NetoCESim
Edmar ArrudaPRSim
Evandro RomanPRSim
Expedito NettoRONão
Fábio FariaRNSim
Fábio MitidieriSENão
GoulartSPSim
Herculano PassosSPSim
Heuler CruvinelGOSim
Irajá AbreuTOSim
Jaime MartinsMGSim
Jefferson CamposSPSim
João Paulo KleinübingSCSim
João RodriguesSCSim
Joaquim PassarinhoPASim
José NunesBANão
Júlio CesarPISim
Marcos MontesMGSim
Marcos ReateguiAPSim
Paulo MagalhãesBASim
Raquel MunizMGSim
Reinhold StephanesPRSim
Rogério RossoDFSim
Rômulo GouveiaPBSim
Sandro AlexPRSim
Stefano AguiarMGNão
Thiago PeixotoGOSim
Victor MendesMASim
Walter IhoshiSPSim
Total PSD: 34   
PSDB
Adérmis MariniSPSim
Arthur Virgílio BisnetoAMSim
Betinho GomesPESim
Bruna FurlanSPSim
Bruno AraújoPESim
Caio NarcioMGSim
Carlos SampaioSPSim
Célio SilveiraGOSim
Daniel CoelhoPESim
Domingos SávioMGSim
Eduardo BarbosaMGSim
Eduardo CurySPSim
Elizeu DionizioMSSim
Fábio SousaGOSim
Geovania de SáSCNão
Geraldo ResendeMSSim
Giuseppe VecciGOSim
Izalci LucasDFSim
Izaque SilvaSPSim
João Paulo PapaSPSim
Jutahy JuniorBASim
Lobbe NetoSPSim
Luiz Carlos HaulyPRSim
Mara GabrilliSPSim
Marco TebaldiSCSim
Marcus PestanaMGSim
Mariana CarvalhoROSim
Miguel HaddadSPSim
Nelson PadovaniPRSim
Nilson LeitãoMTSim
Nilson PintoPASim
Otavio LeiteRJSim
Paulo Abi-AckelMGSim
Pedro Cunha LimaPBSim
Pedro VilelaALSim
Raimundo Gomes de MatosCESim
Ricardo TripoliSPSim
Rodrigo de CastroMGSim
Rogério MarinhoRNSim
ShéridanRRSim
Silvio TorresSPSim
Vanderlei MacrisSPSim
Vitor LippiSPSim
Yeda CrusiusRSSim
Total PSDB: 44   
PSL
Alfredo KaeferPRSim
Dâmina PereiraMGNão
Total PSL: 2   
PSOL
Chico AlencarRJNão
Edmilson RodriguesPANão
Glauber BragaRJNão
Ivan ValenteSPNão
Jean WyllysRJNão
Luiza ErundinaSPNão
Total PSOL: 6   
PT
Adelmo Carneiro LeãoMGNão
Afonso FlorenceBANão
Ana PeruginiSPNão
Andres SanchezSPNão
AngelimACNão
Arlindo ChinagliaSPNão
Assis CarvalhoPINão
Benedita da SilvaRJNão
Beto FaroPANão
Bohn GassRSNão
CaetanoBANão
Carlos ZarattiniSPNão
Chico D´AngeloRJNão
Décio LimaSCNão
Enio VerriPRNão
Erika KokayDFNão
Givaldo VieiraESNão
Helder SalomãoESNão
Henrique FontanaRSNão
João DanielSENão
Jorge SollaBANão
José Airton CiriloCENão
José GuimarãesCENão
José MentorSPNão
Leo de BritoACNão
Leonardo MonteiroMGNão
Luiz CoutoPBNão
Luiz SérgioRJNão
Luizianne LinsCENão
Marco MaiaRSNão
MarconRSNão
Margarida SalomãoMGNão
Maria do RosárioRSNão
Nelson PellegrinoBANão
Nilto TattoSPNão
Padre JoãoMGNão
Patrus AnaniasMGNão
PaulãoALNão
Paulo PimentaRSNão
Paulo TeixeiraSPNão
Pedro UczaiSCNão
Pepe VargasRSNão
Reginaldo LopesMGNão
Robinson AlmeidaBANão
Rubens OtoniGONão
Ságuas MoraesMTNão
Valmir AssunçãoBANão
Valmir PrascidelliSPNão
Vander LoubetMSNão
Vicente CandidoSPNão
VicentinhoSPNão
Wadih DamousRJNão
Waldenor PereiraBANão
Zé CarlosMANão
Zé GeraldoPANão
Zeca do PtMSNão
Total PT: 56   
PTB
Adalberto CavalcantiPESim
Alex CanzianiPRSim
Arnaldo Faria de SáSPNão
Benito GamaBASim
Cristiane BrasilRJSim
DeleyRJNão
Jorge Côrte RealPESim
Josué BengtsonPASim
Jovair ArantesGOSim
Nelson MarquezelliSPSim
Nilton CapixabaROSim
Paes LandimPISim
Pedro FernandesMASim
Ronaldo NogueiraRSSim
Sabino Castelo BrancoAMNão
Sérgio MoraesRSNão
Wilson FilhoPBSim
Total PTB: 17   
PTdoB
Cabo DacioloRJNão
Luis TibéMGSim
Rosinha da AdefalALNão
Silvio CostaPENão
Total PTdoB: 4   
PTN
Ademir CamiloMGNão
Alexandre BaldyGOSim
Aluisio MendesMASim
Antônio JácomeRNNão
BacelarBANão
Carlos Henrique GaguimTOSim
Dr. Sinval MalheirosSPNão
Francisco ChapadinhaPASim
Jozi AraújoAPSim
Luiz Carlos RamosRJNão
Renata AbreuSPSim
Ricardo TeobaldoPESim
Total PTN: 12   
PV
Antonio Carlos Mendes ThameSPSim
Evair Vieira de MeloESSim
Evandro GussiSPSim
LeandrePRSim
Roberto de LucenaSPNão
Uldurico JuniorBANão
Total PV: 6   
REDE
Alessandro MolonRJNão
Aliel MachadoPRNão
João DerlyRSNão
Miro TeixeiraRJNão
Total REDE: 4   
Solidariede
Augusto CarvalhoDFNão
Augusto CoutinhoPESim
AureoRJNão
Benjamin MaranhãoPBSim
Carlos ManatoESNão
Delegado FrancischiniPRNão
Laercio OliveiraSESim
Laudivio CarvalhoMGNão
Lucas VergilioGOSim
Major OlimpioSPNão
Paulo Pereira da SilvaSPNão
Wladimir CostaPASim
Zé SilvaMGNão
Total Solidaried: 13