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Mostrando postagens de Agosto, 2016

Mendonça Filho em São José do Egito

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EVANDRO É 40 !!!

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Presidente interino, Maia trabalhará no Planalto nesta quinta, diz assessoria

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A assessoria do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou na noite desta quarta-feira (31) que ele trabalhará no Palácio do Planalto nesta quinta. O deputado assumiu a Presidência da República interinamente com a viagem do agora presidente efetivo Michel Temer à China. Com isso, o vice da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), voltará ao comando da Casa, até que Temer retorne ao Brasil. Pela Constituição, o presidente da Câmara é o segundo na linha sucessória e assume a Presidência da República na ausência do vice-presidente.Maia afirmou a jornalistas que presidirá de forma interina com muita "discrição". "Esse é o perfil que o Brasil precisa, pessoas centradas, equilibradas e que colaborem com a democracia brasileira", disse o presidente da Câmara. Temer embarcou na noite desta quarta em direção à China onde participará, nos próximos dias 4 e 5 de setembro, em Hangzhou, da Cúpula de Líderes do G20, grupo que reúne as 20 principais eco…

Em pronunciamento na TV, Temer defende reformas

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Do UOL Em seu primeiro pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, transmitido na noite desta quarta-feira (31), o presidente Michel Temer defendeu a "necessidade" das reformas trabalhista e da Previdência. Em sua fala de cinco minutos ao país, o presidente disse que é hora de unir o país e "colocar os interesses nacionais acima dos interesses de grupos". Segundo ele, o impeachment de Dilma Rousseff, que o levou ao cargo, veio "após decisão democrática do Congresso Nacional". "Para garantir o pagamento das aposentadorias, teremos que reformar a previdência social. Sem reforma, em poucos anos o governo não terá como pagar aos aposentados", afirmou. Temer sobre uma das propostas mais controversas de seu governo. "Temos que modernizar a legislação trabalhista, para garantir os atuais e gerar novos empregos," declarou sobre a questão trabalhista, que é um outro tema que enfrenta resistências no Congresso Nacional. Michel Temer …

Estados Unidos dizem que processo foi constitucional

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Veja repercussão do impeachment de Dilma Rousseff Afastamento definitivo de Dilma foi aprovado por 61 votos a 20 no Senado.
Michel Temer tomou posse em definitivo horas depois. Do G1, em Brasília Políticos da base aliada do agora presidente efetivado Michel Temer disseram nesta quarta-feira (31) que o impeachment de Dilma Rousseff, aprovado no Senado por 61 votos a 20, abre uma "nova chance para o país". Parlamentares aliados da presidente afastada criticaram o resultado do julgamento e repetiram a argumentação dos últimos dias de que Dilma não cometeu crime de responsabilidade. A decisão também repercutiu entre políticos estrangeiros e outras personalidades; veja abaixo. Aécio Neves(PSDB-MG), senador
"A questão essencial foi resolvida e o Brasil passa a ter uma nova chance [...] O que fica para o futuro é algo, ao meu ver, pedagógico. Todos aqueles que assumirem cargos públicos têm que ter a noção clara de que devem cumprir a lei em todos os seus instantes e todos seus detalh…

Mendonça Filho

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O Senado Federal, sob o comando do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, escreve hoje com soberania e respeito à Constituição uma página importante da história brasileira. Prevaleceu o marco constitucional. O crime de responsabilidade da presidente da República, Dilma Rousseff, foi exaustivamente debatido em todas as instâncias democráticas e acompanhado passo a passo pelapopulação brasileira, que mostrou sua força na rua.

Vivi um momento histórico nesse processo como protagonista na condição de parlamentar e líder do Democratas, partido com atuação firme nesse grande embate político no Congresso Nacional. Acompanhei do início até o desfecho na Câmara dos Deputados. Como coordenador do Movimento Pro Impeachment participei de todas as manifestações de rua pelo impedimento, as maiores já realizadas num Pais democrático no mundo.

O momento é de celebrar a reafirmação da Democracia brasileira e a oportunidade de construirmos um Governo de União Nacional, para resgatar…

Tchau QUERIDA!!!

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Democratas

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"Eu, com a prerrogativa de senador, recorrerei ao STF baseado no que está muito claro no Artigo 85 da Constituição. Nossa carta magna não dá esta margem de interpretação ao Senado Federal."
Senador Ronaldo Caiado

PMDB emplaca terceiro presidente sem voto e pede música no Fantástico

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Em seus 50 de História, o PMDB conseguiu emplacar hoje seu terceiro presidente da República sem que tenha sido votado para ser presidente. José Sarney, em 1985, quando Tancredo ficou doente e não pode assumir. Itamar Franco em 1992, após o impeachment de Fernando Collor, e agora Michel Temer, com o afastamento de Dilma. Todos vices que acabaram no poder. Resultado: o partido já pode pedir música no Fantástico. Coma votação de 61 a 20 pelo Senado, Dilma é, definitivamente, a Bola Murcha da rodada. Temer, por enquanto, está com a bola cheia. Mas o quanto isso vai durar, ninguém sabe. Agora o partido fará uma enquete para escolher a música. Temer disse a amigos que, se fosse ele a decidir, seria o hit Eu vou tirar você desse lugar, de Odair José.

FAMÍLIA 40 !!!

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Michel Temer assina o termo de posse

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Com as mãos sobre a Constituição Federal, o presidente Michel Temer prestou juramento. Em seguida, Renan Calheiros conferiu posse a Temer até o dia 31 de dezembro de 2018. "Estamos juntos", respondeu o presidente.

Sob aplausos do plenário, o presidente Michel Temer assinou o termo de posse. Posteriormente, o documento também foi assinado pelos membros da mesa executiva da sessão. Em seguida, o senador Renan Calheiros declarou a sessão encerrada. Temer foi cumprimentado pelos políticos ao seu redor.

Democratas

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PMDB salva elegibilidade e abre crise com PSDB e DEM

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Estadão Conteúdo A decisão do Senado de permitir que Dilma Rousseff possa exercer cargo público mesmo após ter sido cassada provocou um novo racha na base aliada do presidente Michel Temer, que toma posse como presidente nesta tarde. Parlamentares do PSDB e DEM acusam o PMDB de ter feito um acordo para "livrar" Dilma e amenizar a sua pena por crime de responsabilidade. O atual líder tucano na Casa, Cássio Cunha Lima (PB) chegou a dizer que está "fora do governo". O discurso, porém, foi suavizado pelo presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG), que considerou que "a questão essencial foi resolvida". Mesmo assim, Aécio diz que a decisão de hoje causa "enormes preocupações". Ontem, Temer chegou a ser consultado por aliados sobre a possibilidade de separar a condenação de Dilma e, "como jurista", deu aval, segundo um senador do partido que o consultou. Nesta quarta-feira, o PSDB votou em peso contra a possibilidade da presidente depos…

Dilma: Eles pensam que nos venceram, mas voltaremos

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Por Magno Martins  A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou em um pronunciamento no Palácio do Alvorada, em Brasília, na tarde desta quarta-feira (31), que o impeachment é um "golpe parlamentar" e promete fazer forte oposição ao governo Michel Temer (PMDB). "Eles pensam que nos venceram. Haverá contra eles a mais determinada oposição que um governo golpista pode sofrer. Essa história não acaba assim. Nós voltaremos", afirmou Dilma. O Senado aprovou hoje o impeachment de Dilma. Foram 61 votos a favor do impeachment, sete a mais do que os 54 necessários, e 20 contrários. Todos os senadores estiveram presentes; nenhum se absteve. Com o resultado, Dilma é afastada definitivamente da Presidência um ano e oito meses depois de assumir seu segundo mandato. Eleito vice na chapa da petista em 2014, o presidente Michel Temer (PMDB) deixa de ser interino e assume definitivamente o cargo até o fim de 2018. Apesar de aprovar o impeachment, o Senado manteve os direitos polític…

O Senado aprovou o impeachment por 61 votos contra 20. E, a partir deste momento, Dilma Rousseff, oficialmente, não é mais presidente da República.

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Senado cassa mandato de Dilma com 61 votos

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Magno Martins e Gabriel Garcia, direto de Brasília Acabou o período de treze anos do PT no comando do Brasil. O Senado aprovou, nesta quarta-feira (31), o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Foram 61 votos favoráveis e 20 contrários. Eram necessários 54 dos 81 senadores. O processo durou nove meses desde que o, à época (1 de dezembro de 2015), presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido protocolado pelos juristas Miguel Reale Jr, Hélio Bicudo e pela advogada Janaína Paschoal. Nesta última fase do processo, o plenário do Senado, presidido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski, ouviu uma testemunha e um informante de acusação, duas testemunhas e um informante de defesa e a presidente cassada, além dos advogados de defesa e de acusação. Dilma perdeu o mandato por ter cometido crime de responsabilidade com base em dois aspectos: 1) emissão, pela presidenta, de seis decretos de crédito suplementar em 2015 e 2) pedalada fiscal (oper…

Reações no Senado após anúncio de impeachment

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Logo após um grupo de senadores ter cantado o hino nacional, um senador gritou no plenário: 'Aqui não tem canalha! Aqui tem homem de bem". Renan votou sim, mas não cantou o hino nacional. Permaneceu impassível ao lado de Lewandowski. Durante a votação, os apoiadores da presidente no Alvorada cantaram música da campanha, "Olé, olé, olé, olá, Dilma". Com o anúncio da vitória da cassação, eles reagiram dizendo que foi golpe. A maioria espera pelo resultado da inabilitação. Última traição a Dilma foi do senador Telmário Mota (PDT-RR). Negociou cargos com o Planalto ontem, como informou o Painel. Hoje votou pelo impeachment e saiu batido do plenário. Magno Malta grita "aqui não há canalhas" após senadores cantarem o hino em comemoração.

Kátia Abreu mencionou possibilidade de "dar aulas", pode estar indicando a real intenção de Dilma, não exatamente um cargo eletivo.

Definido o impeachment, Temer será empossado às 16h

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Com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) consumado no plenário do Senado, há pouco, o presidente interino Michel Temer (PMDB) convocará seus principais ministros e aliados para comparecerem ao Congresso Nacional na tentativa de dar peso político à sua cerimônia de posse. A ideia discutida pelo Palácio do Planalto é que a solenidade, de meia hora, repita o formato da cerimônia realizada em 1992, quando Itamar Franco assumiu o posto após a queda definitiva de Fernando Collor de Mello (PTC-AL). Em um aceno a deputados e senadores, o peemedebista pretende aproveitar a oportunidade para entregar a previsão orçamentária do próximo ano, anunciando que não incluirá a previsão de aumento de impostos. A expectativa é que o Palácio do Planalto enfrente votações difíceis no início do governo peemedebista, como a proposta que estabelece um teto para gastos públicos e a reforma previdenciária. As duas enfrentam resistências no Congresso. CERIMÔNIA Com a previsão de um grande público, a…

Advogado de Dilma e DEM devem recorrer ao STF

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Do UOL O advogado José Eduardo Cardozo, que fez a defesa da agora presidente cassada Dilma Rousseff, afirmou que vai entrar com recursos no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o impeachment. Os senadores favoráveis ao impeachment também devem recorrer ao STF contra o fatiamento da votação. Após a votação que definiu o afastamento definitivo de Dilma, ele disse que vai entrar com um mandado de segurança, possivelmente ainda nesta quarta-feira (31). "Nós vamos estar propondo ações respectivas de mandado de segurança, impetrando mandado de segurança, justamente porque entendemos que não há pressupostos jurídicos que embasem essa decisão, falta a chamada justa causa, como também existem situações formais do devido processo legal", afirmou Cardozo. "Então nós vamos estar impetrando possivelmente hoje ou amanhã a primeira ação, sem prejuízo de uma outra ação que será proposta ou sexta ou segunda-feira." Cardozo negou que o placar tenha sido "um pouco" favoráv…

Temer terá dia de expectativa por posse, reunião ministerial e viagem à China

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O presidente em exercício aguarda a conclusão da votação para dar início a uma extensa lista de compromissos Por:Agência Estado
No dia em que o Senado deve confirmar o afastamento da presidente Dilma Rousseff, o presidente em exercício, Michel Temer, não terá agenda programada de compromissos, que conta apenas com despachos internos, a partir das 10 horas. No entanto os preparativos para o dia já começaram e Temer aguarda a conclusão da votação para dar início a uma extensa lista de compromissos. Além da cerimônia de posse, Temer quer fazer uma reunião ministerial, gravar seu pronunciamento à nação e embarcar para China a tempo de cumprir toda a agenda prevista. 
Logo após o anúncio do resultado da votação, Temer aguardará a notificação de que é o presidente da República. Depois disso, terá que ir ao Congresso Nacional para a sessão solene de Posse, que acontecerá no Plenário da Câmara. Temer deve ser recebidos pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e também cumprimentad…

Prefeito de Belém de Maria é preso

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Valdeci José da Silva, que estava foragido desde janeiro, entregou-se à política e já está no Cotel Diário de Pernambuco
O prefeito de Belém de Maria, Valdeci José da Silva, que estava foragido desde janeiro deste ano, entregou-se ontem à polícia e já está preso no Cotel (Centro de Triagem e Observação Criminológica Professor Everaldo Luna), em Abreu e Lima. Ele é investigado na segunda fase da Operação Pulverização, que já havia prendido, em 28 de janeiro de 2016, cinco vereadores e e um funcionário da prefeitura do município, por possível envolvimento em um esquema de corrupção na cidade. 

Valdeci é suspeito de liderar um grupo investigado por desviar R$ 3 milhões dos cofres da prefeitura, criar empresas fantasmas, lavar dinheiro e fraudar licitações. O valor dos danos aos cofres públicos, no entanto, segundo as investigações, deve chegar aos R$ 9 milhões.

COLLOR REJEITA 'GOLPE' E AVALIA GOVERNO DILMA COMO 'TRAGÉDIA ANUNCIADA'

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Diário do Pode 

O senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) afirmou, na sessão do Senado desta terça-feira (30), que o governo afastado transformou a gestão numa "tragédia anunciada", sendo o processo de impeachment o caminho constitucional previsto para se resolver a questão. Ele refutou também a tese de "golpe parlamentar". O ex-presidente lembrou que, em 1992, tentaram lhe imputar uma suposta infração penal, diferentemente do que ocorre no processo atual.
Para Collor, a depender da condução, das condições e conclusões de uma gestão, a destituição do chefe do Executivo torna-se, se oportuno, medida de governo. E isso se dá, frisou ele, por iniciativa da cidadania e por decisão parlamentar, sendo este o remédio constitucional de urgência, no presidencialismo, quando o governo, "além de cometer crime de responsabilidade, perde as rédeas do comando político e da direção econômica".  "Ao comparar o atual processo com o de 1992, hoje, a situação é comple…