quinta-feira, 30 de abril de 2015

Lula e Dilma

O Brasil passa pela mais grave retração econômica em mais de 20 anos. A avaliação foi divulgada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu último relatório sobre as economias da América do Norte e América Latina, nesta quarta-feira (29). Segundo o órgão, a contração do Produto Interno Brasileiro (PIB) deve ser de 1% em 2015 e a inflação de 7,8%. O FMI apontou ainda que a confiança do consumidor piorou drasticamente no país, em meio à alta da inflação, ao afrouxamento da oferta de crédito e a um enfraquecimento no mercado de trabalho.

Governo Dilma

"Quando se critica a má gestão do governo do PT e, em especial, os erros sucessivos da política econômica dos últimos anos, muitos acham que a oposição é pessimista e gosta de mostrar só o que não funciona. Mas é justamente o contrário.

Temos tudo para ser um grande país se o governo não atrapalhar tanto, com os seus sucessivos erros, o crescimento econômico e o avanço social dos brasileiros".

Pátria Educadora de Dilma


quarta-feira, 22 de abril de 2015

São José do Egito: Governo Romério Guimarães do PT


Por Manu Medeiros
 Caos na saúde no nosso município, 4 meses sem médicos na Serra do Machado, luta para conseguir ficha no bairro São João, dentista só atende 4 pacientes a tarde, pacientes chegam pela madrugada para esperar a celebridade. Ipiranga 2 faz 2 meses que não chega material de curativo, Bonfim faltando aguá até de beber, planalto 2 sem medicação, HOSPITAL COM RATOS E BARATAS EM TODOS OS QUARTOS, O DIRETOR SE TRANCA NA SUA SALA E VAI DORMI DE RESSACA, NÃO ATENDE NINGUÉM. ONDE VAMOS PARAR... PARA ONDE ESTÁ INDO O DINHEIRO... CADE A SECRETARIA DE SAÚDE...

Executivo delator: Dirceu fez lobby na Petrobras

Da Folha de S.Paulo
Júlio Camargo, da empresa Toyo Setal, disse, porém, que não houve pagamento de propina ao ex-ministro
Em depoimento à Polícia Federal, o executivo Júlio Camargo, da japonesa Toyo Setal, disse que o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) atuou junto ao ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e sinalizou entrada no governo da Venezuela para tratar de interesses da empresa.
Delator do esquema de corrupção na estatal, Camargo, porém, negou ter pago propina a Dirceu. E ressaltou que, apesar das investidas do petista, a empresa não teve interesses atendidos.
Camargo disse que procurou Dirceu após ser informado que a Petrobras alteraria um modelo de contratação que beneficiava a Toyo. Ele queria "manter os moldes" em que a firma era contratada.
Segundo ele, Dirceu disse ter feito "gestão junto a Gabrielli" para entender a razão da mudança de sistemática.
Mesmo assim, o modelo foi alterado. Dirceu não disse se manteve contato com outras pessoas sobre o caso, afirmou.

Em greve, servidores municipais de Patos realizam manifestação na manhã desta quarta-feira


O Sindicato dos Servidores Municipais de Patos e Região –SINFEMP, prometeu e cumpriu. Na manhã desta quarta-feira (22/04), anunciou a paralisação das atividades da maioria dos servidores municipais.
Agora pela manhã, o sindicato realizou uma manifestação pelas ruas do Centro da cidade. Com carro de som, faixas e cartazes, os servidores anunciavam a greve, e explanavam os motivos da mesma.
Em entrevista ao repórter Higo de Figueiredo da Rádio Espinharas, o sindicalista José Gonçalves, vice presidente do Sinfemp, fez duras críticas a prefeita Francisca Motta (PMDB). Ele disse que a gestora não tinha recebido a comissão dos trabalhadores, mas que iria para frente da Prefeitura exigir que a chefe do Executivo recebesse os trabalhadores.
Na manhã de hoje, a secretária de finanças da prefeitura, Méryclis D’medeiros Batista, concedeu entrevista ao programa institucional da Prefeitura, pedindo paciência e bom senso, pois segundo ela, houve uma queda brusca na arrecadação do município, e não tem como as reivindicações dos servidores serem atendidas agora.
Patosonline.com 

Será que ainda vão dizer que é um preso político?


Ronaldo Caiado


terça-feira, 21 de abril de 2015

Vice dos sonhos de Tancredo seria Marco Maciel

Tancredo Neves - reprodução internet
Neste 21 de abril de 2015 completam-se 30 anos da morte do primeiro presidente civil, depois da ditadura militar, eleito indiretamente para fazer a transição do regime autoritário para o regime democrático: Tancredo Neves.
Tido como fundador da “Nova República”, ele largou o Governo de Minas em abril de 1984 para disputar a presidência da República contra o deputado Paulo Maluf (PP), que era o candidato dos militares.
Como a eleição era indireta (colégio eleitoral), Tancredo buscou legitimar-se nas ruas, participando de grandes comícios em quase todas as capitais do Brasil. O comício do Recife foi na praia de Boa Viagem e contou com a presença de um dissidente do regime: o então governador Roberto Magalhães.
Magalhães participou atividade das articulações políticas para levar outros governadores do seu partido (PSD) para o palanque de Tancredo e foi bem sucedido.
Segundo contou ao JC, o vice da preferência de Tancredo não era José Sarney e sim o senador pernambucano Marco Maciel, mais palatável que o político maranhense.
No entanto, com receio de que sua candidatura fosse impugnada pelos militares, Marco Maciel desistiu da candidatura e apoiou José Sarney (ambos pertenciam ao PSD).
Tancredo tomaria posse no dia 15 de março de 1985. Na véspera, porém, após assistir a uma missa no Santuário Dom Bosco, em Brasília, passou mal e foi internado às pressas no Hospital de Base.
No dia 21 de abril de 1985 viria a falecer no Instituto do Coração, em São Paulo, sem ter sentado na cadeira de presidente. Quem cumpriu integralmente o mandato que lhe pertencia foi José Sarney.
Tinha 75 anos e morreu no mesmo dia do seu conterrâneo ilustre: Joaquim José da Silva Xavier, o “Tiradentes”.

Do jeito que vai...


Ronaldo Caiado


Grandes ou pequenos, algo é certo, o governo do PT tem animado o ano com sua lamentável sequência de escândalos neste ano de 2015.


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Marta usa coluna da Folha para dar “tchau” ao PT

Marta Suplicy   foto Agência Brasil
A senadora Marta Suplicy (SP) usou sua coluna semanal na Folha de São Paulo (17/04) para dar adeus ao PT no qual militou durante mais de 30 anos.
Ela ainda não assume claramente, mas deverá filiar-se ao PSB e um dos responsáveis por essa travessia foi o senador pernambucano Fernando Bezerra Coelho (PSB).
Confira, abaixo, o artigo da senadora, intitulado “No outro lado do rio”.
Em 2/6/2012, iniciei esta coluna citando Fernando Teixeira de Andrade: “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.
Reli o artigo no qual percorro os rituais de passagem existentes em todas as culturas.
Mas o inconsciente é muito forte e quando assume a “pena” a escrita traduz o que, naquele momento, não era percebido com clareza.
Fechei em 2012: “As certezas e os sonhos a serem descartados são o mais difícil na travessia… Largar as roupas que nos levam aos mesmos lugares”.
Não se trata de roupas velhas. Elas podem ser trocadas. Novas composições podem modernizar qualquer armário. Nem me refiro aos mesmos lugares, pois se eles são adequados, produzem alento e desafio e, se ainda fazem sentido no que almejamos, é bom demais. O problema é que no caso das roupas o rei está nu. Viraram geleia.
Os caminhos, infelizmente, não nos levaram aos lugares compartilhados e sonhados. O caminho “descaminhou”. É o tempo da travessia. Que tem que ser feita sob a pena de perder a alma. Muitos, na história política, já fizeram mudanças, rupturas, por motivos e preços diversos nas suas biografias.
Já escrevi que não se chega à outra margem do rio sem respingos. Sempre existe o risco de afogamento. O difícil é tomar a decisão, mas quando ela é tomada, e nunca é fácil, não há força que segure a mudança e o crescimento.
Este tipo de decisão, não ocorre da noite para o dia. São ações, percepções, simbologias que vão se somando e por mais que não se queira entender o traçado e ver com nitidez onde tudo desemboca, elas não desocupam a mente. Como ondas, vão e vem. Mas quanto mais o mar está turbulento menos se consegue segurar o navio. Ou achar o armário bonito. Quanto mais se acreditou no sonho, na utopia, num mundo melhor, quanto mais se investiu, se privou, compartilhou, engoliu injustiça, mais difícil ver luz no túnel. É a hora que não tem mais como usar mecanismo de negação.
É chegado o momento da travessia: de cabeça erguida e muita coragem.
“Finco meu remo na água
Levo teu remo no meu
Acredito ter visto uma luz
No outro lado do rio…
Ouço uma voz que me chama
rema, rema, rema, rema…
Eu muito séria vou remando
E bem lá dentro sorrio
Creio ter visto uma luz
No outro lado do rio…”
(Jorge Drexler)

Heloísa Helena na linha de frente da Rede



Por Lauro Jardim – Radar Online


A Rede colocará Heloísa Helena como uma das mais fortes porta-vozes do novo partido. Depois do apoio de Marina Silva a Aécio Neves no segundo turno, a intenção é voltar a animar a militância com um discurso mais radical-esquerdista.

Sibá em xeque

Por Lauro Jardim – Radar Online
Dois meses e meio após ser alçado à liderança do PT, Sibá Machado enfrenta uma crise de credibilidade entre seus pares.
A situação se agravou desde a semana passada. Deputados petistas têm dito estar envergonhados da veemência de Sibá na defesa de João Vaccari.
Mesmo antes da prisão do tesoureiro, Sibá já havia sido criticado por ter se postado ao lado de Vaccari na mesa da CPI da Petrobras, parecendo ser seu advogado. Muitos dizem que ele poderia defendê-lo sem expor tanto o partido e, consequentemente, o governo.
Mas o incômodo expõe, no fundo, um problema mais grave em torno de Sibá: muitos colegas comentam que ele ainda não está preparado para o cargo, principalmente num cenário de animosidade com o presidente da Câmara e de tão profunda crise.
Escolhido em fevereiro por ser da Construindo um Novo Brasil – a corrente majoritária do PT que se sentia desprestigiada por ser alijada da articulação política com a escolha de Pepe Vargas, da adversária Democracia Socialista -, Sibá frequentemente tem passado a bola no plenário para outros deputados encaminharem as votações pelo PT.


O mesmo acontece no Colégio de Líderes, quando, em embates com Eduardo Cunha, também tem sido necessário que colegas o socorram na argumentação.

O governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Julio no almoço oferecido pelo deputado federal Jarbas Vasconcelos

Ennio Benning
Um trio perfeito para Pernambuco.

O fim da reeleição está em pauta


Trinta anos sem Tancredo Neves

Por Ricardo Noblat
1
Em fevereiro de 1985, Leitão de Abreu, chefe da Casa Civil do último general-presidente da ditadura de 64, avisou ao presidente eleito Tancredo Neves que Délio Jardim de Matos, ministro da Aeronáutica, estava furioso. Dizia que Tancredo se comprometera a não escolher para sucedê-lo seus desafetos Moreira Lima e Dioclecio Lima. Mas que estava prestes a fazê-lo. Corria contra isso um manifesto de brigadeiros. Tancredo telefonou para Aureliano Chaves, que apoiara sua eleição: “Você tem cinco minutos para dizer quem será o ministro da Aeronáutica: Moreira ou Dioclecio”. Aureliano preferiu Moreira. Tancredo telefonou para seu Secretário de Imprensa e orientou-o a anunciar o nome de Moreira. Francisco Dornelles, sobrinho de Tancredo, que a tudo assistiu, comentou: “Mas, o senhor fez o contrário do que o Leitão disse”. Tancredo: “Se existir um manifesto, quem assinou ainda terá tempo de retirar a assinatura. E quem não assinou não assinará mais”.  Tancredo pediu a Dornelles: “Procure o Leitão. Diga que foi Aureliano quem indicou Moreira. E que a essa altura eu não pude fazer mais nada”. Não houve manifesto.
2
Ao saber que Alfredo Karan, ministro da Marinha, conspirava contra sua candidatura a presidente, Tancredo convidou-o para continuar no cargo. Karan aceitou radiante. Às vésperas de tomar posse, Tancredo explicou-se a um amigo: “Karan tentou me dar um golpe e eu dei um golpe nele. Não será ministro”.
3
Um dia, Tancredo recebeu um recado do deputado Gustavo Farias (PMDB-RJ): “Paulo Maluf me oferece 100 mil dólares para eu votar nele. E o senhor?” Tancredo: “Só prometo que não mandarei atrás de você nem a Polícia Federal nem a Receita”. Ganhou o voto de Gustavo.
4
Houve momentos difíceis na campanha de Tancredo para presidente. Num deles, reunido com auxiliares, as reclamações foram muitas. Um disse: “O senhor abandonou Minas.” Outro: “O comitê do Maluf tem mais computadores do que o nosso”. Um terceiro: “Maluf fala olhando para a câmera de televisão e o senhor não”. Tancredo perdeu a paciência: “Se Maluf é tão melhor por que vocês não vão apoiá-lo?” Ninguém foi.
5
Eleito governador de Minas em 1982, Tancredo ouviu do seu Secretário de Planejamento, Ronaldo Costa Couto: “Para pôr ordem nas contas teremos de demitir 10 mil funcionários”. Tancredo: “Posso contratar mil?” Surpreso, Ronaldo respondeu que sim. No dia seguinte, a manchete do principal jornal de Minas foi a notícia da contratação. A fonte dela: Tancredo. Que se justificou: “Mineiro só gosta de admissão”. O jornal não noticiou as demissões.
6
Governador, Tancredo telefonou para Dornelles. Quando a secretária de Dornelles passou a ligação, Tancredo já estava na linha. Dornelles: “Mas o senhor está aí? Pensei que fosse a secretária”. Tancredo: “Só cheguei a governador porque sempre entrei na linha na frente dos outros”.
7
A um amigo que o viu esperar mais de uma hora para ser atendido por um burocrata do Ministério da Fazenda, Tancredo, ainda deputado federal, ensinou: “Ele me humilha, mas libera minhas verbas. Ministro não manda em ministério. Quem manda é o segundo escalão”.
8
Crisanto Muniz, deputado do PSD, queixou-se a Tancredo: “Somos amigos, mas você dá mais atenção ao Ernane Maia” (deputado do PTB). Tancredo: “Faço isso por um só motivo: ele é doido. E doido tem que ser tratado com muito carinho”.

Casamento DEM-PTB quase consumado



Na reta final para bater o martelo sobre a fusão, as direções de PTB e DEM estimam que a bancada na Câmara cairá de 49 para 43 deputados.A presidente do PTB será Cristiane Brasil, e o do PSB, Carlos Siqueira. José Agripino e Roberto Freire devem presidir as fundações Tancredo Neves e João Mangabeira, que serão mantidas.
Em São Paulo, o DEM quer que o PTB reveja a decisão de apoiar Celso Russomanno (PRB) para a prefeitura da capital.
Tanto no caso da negociação PTB-DEM quanto na do PSB com o PPS devem prevalecer a sigla e o número do maior partido.  (Da Folha de S.Paulo - Vera Magalhães)

Delator: 10 obras em que Camargo pagou propina



Da Folha de S.Paulo – Mário Cesar Carvalho
Os dois delatores da cúpula da Camargo Corrêa citaram em depoimentos a procuradores e à Polícia Federal dez obras da Petrobras em que houve pagamento de propina e apontaram os nomes de novos executivos que tiveram participação no esquema de pagamento de suborno. O suborno tem relação direta com o valor dos contratos da Camargo com a Petrobras. Só um deles, na refinaria Abreu e Lima, é de R$ 3,8 bilhões.
Um dos citados é o ex-presidente da empreiteira, Antonio Carlos Miguel, que depois fez parte do conselho de administração da Camargo, encarregado, entre outras tarefas, de zelar pelo código de ética nos negócios do grupo. Ele saiu do conselho em 2012.
Os delatores Dalton Avancini, presidente da empreiteira, e Eduardo Leite, vice-presidente, contaram em depoimentos prestados após fecharem acordos de delação que a empresa pagou suborno nos contratos do gasoduto Caraguatatuba-Taubaté, na construção da sede da estatal em Vitória (ES), um prédio que tem vidros importados da Bélgica, e numa unidade da refinaria Abreu e Lima (PE).
A propina paga entre 2007 e 2012 chegou a R$ 110 milhões, segundo Leite. A diretoria de Serviços, indicada pelo PT, ficou com R$ 63 milhões; já a de Abastecimento, entregue ao PP, levou R$ 47 milhões.

No Fórum de Comandatuba, assistindo as palestras de FHC, Vicente Fox, Luiz Alberto Lacalle, Jorge Quiroga, respectivamente ex-presidentes do Brasil, Mexico, Uruguai e Bolívia. O 14º FÓRUM DE COMANDATUBA, na Bahia, que reúne líderes políticos e empresariais para uma agenda de debates. A crise na economia brasileira é um dos temas principais.


PT teme que Lava Jato casse seu registro



Da Folha de S.Paulo – Andréia Sadi e Marina Dias
A cúpula do PT teme que as ações dos investigadores da Operação Lava Jato acabem por "inviabilizar'' o funcionamento do partido e até por levar à cassação do registro da legenda.
Antes mesmo da prisão de João Vaccari Neto, o tesoureiro da sigla, na quarta (15), dirigentes afirmaram reservadamente à Folha terem sido informados por pessoas que acompanham os desdobramentos da operação de que o partido deve sofrer sanções financeiras para ressarcir os cofres públicos pela corrupção no esquema da Petrobras.
Desde então, a sigla se prepara, nas palavras de um grão-petista, para uma multa de ''valores astronômicos'' a ser estipulada pelas instâncias judiciais. Segundo a Folha apurou, petistas esperam uma multa correspondente ao valor que Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras, revelou em delação premiada serem propinas pagas ao PT e ao próprio João Vaccari.
Ele estimou que o PT tenha recebido entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões entre 2003 e 2013 de propina retirada dos 90 maiores contratos da Petrobras. O Ministério Público Federal já sinalizou que pedirá punições aos partidos políticos envolvidas na Lava Jato, mas não detalhou quais serão.
Até agora, os pedidos de punição se restringem a políticos e dirigentes partidários. Para petistas ouvidos sob condição de anonimato, a multa "destruirá'' o partido porque a fonte de arrecadação para pagá-la ''secou''.

domingo, 19 de abril de 2015

Cássio: Pedido de impeachment deve ser feito em maio



Foto: Gerdan Wesley
Foto: Gerdan Wesley
Blog do Josias – Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado, disse neste domingo (19) que a oposição deve formalizar o pedido de impeachment contra Dilma Rousseff no mês de maio. “Estamos só esperando que o doutor Miguel Reali Júnior conclua um parecer jurídico”, disse o senador ao blog. “Esse parecer depende de uma perícia que pedi ao TCU sobre as pedaladas fiscais do governo. Devemos formalizar em maio.”
O senador participa do 14º Fórum de Comandatuba, na Bahia. Presente ao mesmo encontro, o deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara, dissera mais cedo não enxergar nas chamadas “pedaladas fiscais” uma motivação suficiente para a abertura de processo de impeachment. Alega que a manobra foi feita em mandato anterior. E não colocaria em risco o atual governo de Dilma.
“Como se trata do mandato anterior, eu não vejo como pode resultar numa responsabilidade do atual mandato”, afirmou Cunha, a quem caberá decidir se um eventual pedido de impeachment terá prosseguimento ou será engavetado. “Eu sinceramente não vejo isso no mandato passado para sustentar um pedido de impeachment.”
Cássio Cunha Lima abordou Eduardo Cunha. Aconselhou-o a refletir melhor, já que o pedido de impeachment deve mesmo ser formalizado. E contestou o entedimento do presidente da Câmara: “Prevalecendo essa tese do mandato anterior, haverá uma mudança profunda na jurisprudência do STJ, que tem mais de uma centena de decisões contra prefeitos, punidos inclusive com perda do mandato. O Judiciário não faz distinção entre o primeiro e o segundo mandato. Aplica a tese da ação continuada.”
Líder da oposição na Câmara, o deputado Bruno Araújo, também do PSDB, ecoou o correligionário: “Aplicando-se o entendimento de Eduardo Cunha, presidentes, governadores e prefeitos que se candidatem à reeleição podem roubar e cometer todo tipo de irregularidades. Se tomar posse, está salvo. E Cunha Lima: “Os candidatos à reeleição vão meter o pé na jaca e correr até o dia da posse. Se for empossado, está anistiado. Isso não tem fundamento.”
Mote do pedido de impeachment que a oposição promete protocolar na Câmara, a pedalada fiscal é a manobra adotada pelo governo para melhorar artificialmente o balanço de suas contas em 2013 e 2014. O Tesouro Nacional atrasou repasses para o Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDES. Com isso, os bancos estatais tiveram de cobrir com recursos próprios despesas da União —entre elas, por exemplo, os pagamentos do Bolsa Família e do seguro desemprego.
Em decisão unânime, o TCU considerou que, na prática, houve empréstimos das casas bancárias estatais à União. Algo que a Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe. O TCU ouvirá os responsáveis pela manobra, entre eles o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Mantida a decisão, abre-se uma picada por onde a oposição pretende fazer tramitar o seu pedido de impeachment.
De passagem pelo mesmo fórum onde estão Cunha Lima, Bruno Araújo e Eduardo Cunha, o ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso considerou precipitada a movimentação dos oposicionistas. Sem citar o PSDB, FHC declarou: “Como um partido pode pedir impeachment antes de ter um fato concreto? Não pode!”
FHC acrescentou: “Impeachment não pode ser tese. Ou houve razão objetiva ou não houve razão objetiva. Quem diz se é objetiva ou não é a Justiça, a polícia, o tribunal de contas. Os partidos não podem se antecipar a tudo isso, não faz sentido. Você não pode fazê-lo fora das regras da democracia, tem que esperar essas regras serem cumpridas. Qualquer outra coisa é precipitação.”
Os líderes tucanos não tiveram a oportunidade de conversar com FHC na Bahia. Ele chegou, fez uma palestra e saiu antes do almoço. Cunha Lima disse entender a cautela do presidente de honra do PSDB. “Fernando Henrique não vai ser o primeiro da fila, mas certamente não será o último. É compreensível que, como ex-presidente, ele não puxe esse cordão. É natural.”
*Matéria do jornalista Josias de Souza, publicada neste domingo (19)

Folha oficializa apoio ao impeachment de Dilma


O jornal Folha de S. Paulo, comandado por Otávio Frias Filho, oficializou, neste domingo, seu apoio a um eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Em editorial, que expressa a posição do veículo, a Folha argumenta que as chamadas "pedaladas fiscais" são motivo suficiente para a derrubada de um governo legitimamente eleito.
"Caso prevaleça o entendimento do TCU, estará aberto o caminho para o Ministério Público Federal processar os gestores envolvidos. O tribunal também poderá recomendar ao Congresso a rejeição das contas do governo Dilma, o que seria inédito e permitiria, em tese, a abertura de processo de impeachment contra a presidente", diz o texto.
Na guerra política atual, um parecer pró-impeachment já foi pedido pelo PSDB ao ex-ministro Miguel Reale Júnior, tendo como pano de fundo a questão fiscal. A tese foi rebatida pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Ele afirmou que não se trata de procedimento "inédito", e sim que ocorre desde 2001, também durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Leia, abaixo, o editorial da Folha deste domingo:
Sem passo atrás
Num contexto de desalento provocado pela letargia econômica e pelo acúmulo de notícias sobre escândalos de corrupção, é animador constatar evidências de vitalidade nas instituições de Estado. Aos sinais de autonomia dados por órgãos de investigação e pelo Judiciário soma-se mais uma decisão do Tribunal de Contas da União.
O TCU concluiu que o governo federal descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ao adotar manobras com vistas a melhorar artificialmente o resultado das contas públicas em 2013 e 2014.
Segundo o órgão, ao atrasar repasses para bancos públicos, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES, o Tesouro levou tais instituições a arcar com despesas próprias da União. Constituiu-se, assim, um empréstimo, prática vedada pela LRF. Os adiamentos ficaram conhecidos como "pedaladas fiscais".
A Caixa, por exemplo, desembolsou recursos próprios a fim de manter a regularidade nos pagamentos do Bolsa Família, abono salarial e seguro-desemprego. No caso do BNDES, houve atraso na compensação pelo Tesouro de despesas com subsídios de juros nos financiamentos concedidos a empresas.
Estimando que as pedaladas tenham chegado a R$ 40 bilhões, o TCU determinou a regularização das pendências --cujos valores elevarão a dívida pública do país.  (Do Portal BR 247)

BA: Cunha e Jucá batem duro em Dilma e no PT



Da Folha de S.Paulo – Bruno Boghossian
Diante de uma plateia de empresários, os principais dirigentes da Câmara e do Senado fizeram críticas neste domingo (19) à condução do governo de Dilma Rousseff, ao processo de discussão do ajuste fiscal e à atuação do PT no Congresso.
Os discursos de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, e de Romero Jucá (PMDB-RR), vice-presidente do Senado, evidenciaram o distanciamento entre o Palácio do Planalto e o Congresso, apesar dos esforços de Dilma para reconstituir sua base aliada – como a indicação do vice-presidente Michel Temer (PMDB) para o comando da articulação política.
Durante seminário no Fórum de Comandatuba, no Sul da Bahia, Cunha afirmou que pretende ampliar a independência da Câmara em relação ao Planalto e justificou que os governos do PT não se caracterizam por um processo de formação de alianças, mas de "submissão".
O vice-presidente do Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que discursou em nome do presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que o governo federal perdeu sua credibilidade e apontou que o Congresso deve tomar as rédeas da recuperação da economia brasileira.
"O Brasil é maior que o governo e é maior que qualquer crise. Estamos trabalhando hoje em harmonia, o Senado e a Câmara. Vamos ser a vanguarda daquilo que precisa mudar no país. O Congresso se acostumou a ser puxado pelo Executivo, mas isso não vai mais acontecer", afirmou Jucá.

Para Marina, Dilma vive uma cassação branca

De O Estado de S.Paulo - Eliane Catanhêde

Fundadora e ardente militante do PT por décadas, a ex-senadora, ex-ministra e ex-presidenciável Marina Silva diz que há “uma responsabilidade política indireta patente” da presidente Dilma Rousseff pelos escândalos na Petrobrás e pergunta: “Como você é ministro de Minas e Energia, chefe da Casa Civil e presidente da República e tudo isso acontece?” Filiada ao PSB enquanto não cria a Rede Sustentabilidade, Marina diz que há um “buraco negro no Brasil”, critica a “herança maldita” que Dilma deixou para seu segundo mandato e opina que a “terceirização” da economia para o ministro Joaquim Levy e a política para o vice-presidente Michel Temer caracteriza “quase uma cassação branca de um governo que acaba de ser eleito”. Em entrevista ao Estado, porém, ela é cautelosa ao falar sobre impeachment. Diz que “não se pode enveredar por uma aventura” nem “passar por cima da materialidade dos fatos”.
Como a senhora, fundadora do PT, vê a crise do partido e a prisão de João Vaccari Neto, o segundo tesoureiro petista a parar na cadeia?
O PT tem enorme responsabilidade, sem sombra de dúvida, mas a crise é tão ampla, tão grave, que cabe a pergunta: como é possível que tudo isso tenha acontecido debaixo do nosso nariz? O natural seria o PT e o PSDB, dois partidos da social democracia, terem percebido que há um novo sujeito político em gestação e trabalhado seus pontos de contato para estabelecer uma agenda essencial para o País. Não teríamos chegado a esse ponto.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

José Dirceu pode igualar-se a Pedro Corrêa em número de prisões



José Dirceu - Foto Victor Soares- hor-ABr
O ex-deputado José Dirceu (PT) poderá ser preso neste final de semana por ordem do juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, de acordo com informações que continuam circulando nos meios jurídicos de Curitiba.
Caso isso venha a ocorrer, Dirceu se nivelará ao ex-deputado Pedro Corrêa Neto (PP-PE) em número de prisões (duas): uma pelo envolvimento com o mensalão e outra com o desvio de recursos da Petrobras.
Pedro Corrêa cumpria pena em Canhotinho (PE) pela condenação no primeiro processo mas foi transferido para Curitiba na última terça-feira (14) para ser ouvido no segundo.
Preocupado com as versões de que Dirceu seria preso, o advogado dele, Roberto Podval, esteve ontem no gabinete do juiz Sérgio Moro para reafirmar que ele se encontra à disposição da Justiça.
Em texto postado na internet, o advogado escreveu o seguinte: “Whatsapp, e-mails, telefonemas e mensagens me encontram com a mesma afirmativa, e eu tentando entender o que estamos vivenciando. Fico imaginando que na época em que nasci vivíamos um período parecido. A grande diferença é que na ditadura todos sabiam as razões! Aqui, por mais que procuro, nada encontro para que se possa justificar a anunciada prisão”.
Dirceu seria suspeito de ter usado uma empresa de sua propriedade – JD Assessoria e Consultoria – para receber recursos do esquema da Petrobras, o que ele nega.

Mendonça Filho Participa com Aliança Nacional de Movimentos da leitura da Carta do Povo Brasileiro ao Congresso Nacional.


A DILMA disse que o LULA mente muito mais!!! O LULA falou que a DILMA tem razão!


Dia 26 de Abril


Quadrilha do PT


CPMF


Uchoa diz que só fala após aviso da Justiça

Do Diario de Pernambuco
O presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Uchoa(PDT) informou que só iria se manifestar após ser oficialmente notificado do afastamento pela Justiça. Uchoa divulgou nota à noite informando sobre essa sua decisão. A notificação não havia acontecido até o fechamento desta edição. O deputado Eriberto Medeiros foi procurado pela reportagem, mas não deu retorno.
Ambos têm um prazo de 10 dias, contados a partir da publicação ou da intimação, para entrar com o recurso cabível, chamado agravo de instrumento. A liminar fixou uma multa diária de R$ 2 mil em caso de descumprimento da suspensão. O deputado Augusto César (PTB), vice-presidente da Assembleia, assume a presidência até uma eventual cassação da liminar ou uma confirmação dela. Nesse último caso, terá que ser convocada nova eleição.

O presidente da OAB-PE, Pedro Henrique Reynaldo, explicou que a entidade ajuizou a ação civil pública logo após o carnaval, na segunda metade de fevereiro, mas a decisão demorou porque o juiz da 2ª vara Évio Marques da Silva recusou o processo. “No dia 10 de março, ele se declarou suspeito para apreciar o caso. Então o processo teve que ser redistribuído para Mariza Silva Borges”, esclareceu Reynaldo. A redação da petição inicial teve a participação dos integrantes da Comissão de Estudos Constitucionais (CEC), e a impetração foi deliberada por votação unânime na sessão do Conselho Pleno da OAB-PE.

PT


Barbosa: Governo mente sobre corrupção

O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, disse que o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) mente quando diz que combate a corrupção. De acordo com ele, quem faz esse trabalho é a Polícia Federal, o Ministério Público e o sistema judiciário.  Em palestra sobre ética e administração no centro de convenções Centrosul, Barbosa foi efusivamente aplaudido nos momentos em que falou sobre a corrupção e o PT.
Ele rebateu o argumento amplamente explorado pela presidente em seus discursos de que nunca se combateu tanto a corrupção e que se os escândalos hoje aparecem é porque não são varridos para debaixo do tapete como ela alega que ocorria nos tempos do predecessor de Lula, Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
De acordo com o ex-ministro é o trabalho dos investigadores da PF, dos promotores e da Justiça que tem descoberto e desbaratado estes escândalos. O governo, na sua avaliação não teria "nada a ver com isso". Ele ainda qualificou a postura do governo no tema como "cínica". "Eles alegam: nós não inventamos a corrupção, sempre houve corrupção na vida brasileira, ou seja, é como se tivesse chegado a vez dele", ironizou. 
No fim, Barbosa falou sobre ter votado duas vezes em Lula e uma em Dilma por ter esperança de que o partido fosse diferente dos outros e tivesse o poder de moralizar a política. Contudo opinou que esta mesma "fé" foi responsável por permitir que pessoas dentro do partido usassem o governo para enriquecer de maneira ilícita, uma vez que a "visão messiânica" de que o partido era imune à corrupção permitiu com que eles tivessem a ilusão de impunidade. (Do Portal BR 247)

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Movimentos sociais pedem investigação de corrupção no governo Dilma

Parlamentares de seis partidos de oposição se reuniram na tarde desta quarta-feira (15) com representantes de movimentos sociais que defendem, entre outros temas, a investigação criteriosa dos casos de corrupção no governo Dilma Rousseff. Deputados e senadores do Democratas, PSDB, PPS, Solidariedade, PSB e PV garantiram que a oposição estará unida para ouvir e estudar as reivindicações das ruas.
Para o presidente nacional do DEM, José Agripino (RN), o momento é de convergência e união entre sociedade e oposição, que estarão unidas na defesa do combate à corrupção. “Neste momento, o que mais precisamos é de consenso e conversa contínua uns com os outros e jamais nos posicionarmos uns contra os outros. A oposição está forte, unida e à disposição para ouvir as reivindicações desses movimentos”, destacou Agripino.
Ainda de acordo com o senador pelo Rio Grande do Norte, os dois principais assuntos que deverão ser discutidos em um primeiro momento serão a investigação sobre a participação da presidente Dilma Rousseff nas denúncias envolvendo a Petrobras e o pedido impeachment da chefe do Executivo. “O pensamento de todos os presentes no evento é o mesmo: o aprofundamento da investigação das fortes denúncias envolvendo o governo. Para isso, estamos analisando as etapas deste processo”.
Ao todo, 26 movimentos sociais assinaram e entregaram aos parlamentares de oposição uma carta com reivindicações das ruas. Entre os pedidos estão o de agravar as penas para corrupção; mais transparência na gestão pública; ajustes no processo eleitoral; e o fim da reeleição para todos os cargos executivos.

Oposição debate em Brasília o impeachment de Dilma

Estiveram presentes representantes do Solidariedade, PSDB, PPS, PV, PSB e DEM
Estiveram presentes representantes do Solidariedade, PSDB, PPS, PV, PSB e DEM
Na tarde desta quarta-feira (15), em Brasília, líderes da oposição receberam representantes dos movimentos que convocaram as duas grandes manifestações de 15 de março e 12 de abril de 2015. Estavam presentes deputados e senadores do Solidariedade, PSDB, PPS, PV, PSB e DEM.
“Esse governo não tem mais diálogo com o Congresso. As indústrias estão parando e demitindo. Começamos articular agora aquilo que as ruas estão pedindo, que é o impeachment da Dilma”, exclamou o deputado Paulo Pereira da Silva, presidente do Solidariedade.
Segundo o deputado Carlos Sampaio, líder do PSDB, até a semana que vem o Congresso deve receber o parecer jurídico que vai basear o pedido de investigação e abertura do processo de impeachment da presidente Dilma por crime de responsabilidade.
Segundo o senador Aécio Neves, o Congresso aguardava esse encontro com as lideranças dos movimentos que levaram milhões de pessoas para as ruas.

MENTIRAS, OMISSÕES E CRIMES


Gravíssima a informação trazida hoje pela Folha de S. Paulo e que pode até fundamentar pedido de IMPEACHEMENT da presidente Dilma: o governo recebeu durante a campanha eleitoral do ano passado provas de que a empresa holandesa SBM Offshore pagou propina para fazer negócios com a Petrobras, mas só abriu processo contra a empresa em novembro, após a reeleição da presidente. Vou apresentar requerimento para que a CPI da Petrobras colha o depoimento do ex-diretor da SBM Jonathan David Taylor, que disse que entregou mil páginas de documentos internos da empresa à CGU, principal órgão de controle do governo brasileiro. Mesmo assim o governo se calou para beneficiar a presidente.

Com a prisão de João Vaccari Neto, a investigação da força-tarefa da Lava Jato chega ao coração do PT.

Não só pela prisão do tesoureiro na manhã desta sexta-feira 15, mas pela descoberta de que Vaccari usava a Editora Gráfica Atitude para receber propinas desviadas de contratos da Petrobras. 

A citada gráfica funciona como órgão de comunicação da CUT, assim como o site “Rede Brasil Atual”; e, segundo registro na Junta Comercial de São Paulo, tem como sócios o Sindicato dos Bancários de São Paulo e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, duas entidades que estão na base de sustentação do próprio PT.

De acordo com as investigações, a Editora Gráfica Atitude recebeu ao menos R$ 1,5 milhão do esquema. O valor, porém, pode ser maior. Em novo depoimento à PF, o executivo Augusto Mendonça, da Setal Óleo e Gás (SOG), também envolvida no petrolão, disse que Vaccari lhe pediu R$ 2,5 milhões para cobrir propagandas na Revista do Brasil. A PF identificou até agora 14 depósitos feitos na conta da Gráfica Atitude pelas empresas Tipuana e Projetec, usadas como fachada pela quadrilha do petrolão.

Justiça suspende eleição de Guilherme Uchoa à presidência da Assembleia.


Novo escândalo da JBS Friboi liga BNDES e governos do PT

Mais uma denúncia quente do delegado de polícia e ex-secretário nacional de justiça do Governo Lula, Romeu Tuma Junior, esquenta o debate político no Brasil em 2014. Depois de desnudar o PT através do livro Bomba, Assassinato de Reputações, Tuminha entrou de sola nos governos do PT ao tratar das eleições deste ano. Ao responder na rede social Twitter ao engenheiro civil e professor da Universidade Federal do Paraná, Ossami Sakamori, Tuma Junior levantou a bola para um assunto de extrema gravidade. O professor Osssami Sakamori trouxe a Tuma Junior a informação da gigantesca dívida do grupo empresarial JBS Friboi com o BNDES, que beira a R$ 30 bilhões, sendo que a empresa vale apenas R$ 8 bilhões. (Veja matéria abaixo)
A coisa engrossou quando o professor da Universidade do Paraná informou a Tuma Junior que o Grupo JBS Friboi bancará a campanha de Dilma Rousseff (PT) em 2014. O ex-secretário nacional de justiça do governo Lula, um homem dos mais bem informados da república, bateu pesado ao responder Ossami Sakamori. Tuminha garante que quando tudo vier à tona quanto a relação JBS Friboi e Governos do PT, o Brasil verá o aquilo que ele diz ser “A MAIOR LAVANDERIA DA HISTÓRIA DA AMÉRICA LATINA”.
Friboi deverá financiar Dilma 2014.
Folha de SP (29.04)
Sob o argumento de promover a internacionalização e reduzir a informalidade, o BNDES injetou, por meio da compra de ações e títulos, R$ 12,8 bilhões em frigoríficos como JBS, Marfrig e Independência desde 2007. A cifra corresponde a 9% do orçamento do banco em 2014.
Folha de SP (05.01)
Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Marfrig, um dos “campeões nacionais” do governo Lula. Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Marfrig está numa situação financeira muito delicada. Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu R$ 5,85 bilhões em dívidas.
Comentário
Sempre, as notícias vem em conta gotas.  Mas, as maracutaias dos governos Lula & Dilma, pelo menos no âmbito do BNDES, estão blindadas.  O dinheiro dos empréstimos ou participações do banco de fomento federal, somem no ralo, sem dar mínima explicação ao mercado e ao contribuinte.  Foi o que aconteceu com os empréstimos do BNDES, no montante declarado pelo próprio BNDES em R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX.  Simplesmente, ninguém explicou para onde foi parar.
As notícias que a Folha levantou, fala-se em passivo do grupo de empresas frigoríficos junto ao BNDES em R$ 12,8 bilhões, que aparentemente corresponde às participações acionárias aos grupos de empresas citadas, via BNDESpar, braço de participação financeira do banco de fomento federal, BNDES.  Isto é valor de aquisição das ações das companhias citadas no boom da Bolsa de Valores.  Hoje, no mercado este montante de investimento deve estar valendo cerca de 20% do valor colocado pelo BNDES.
As notícias da Folha apontam que o Marfrig se encontra em situação delicada.  Consta na notícia, também, que o JBS, outra empresa do ramo de frigorífico, assumiu uma dívida junto ao BNDES no montante de R$ 5,85 bilhões na aquisição da empresa Seara pertencente ao Marfrig, para não deixar o Marfrig naufragar de vez.  Foi dada uma espécie de sobrevida ao Marfrig para evitar outro escândalo igual ao da empresa OGX do Eike Batista.
Há um inquérito correndo na área da Justiça Federal do estado de Rio de Janeiro, em investigação pelo MPF/RJ, sobre os empréstimos suspeitos do BNDES ao grupo Marfrig.  Consta do inquérito, que a empresa Marfrig teria contratado uma empresa de consultoria que pertencia ao atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho.  As maracutaias são feitas, intra muro, para evitar vazamento de informações negativos. O papel manipulado, aceita tudo!  Assim como, a situação real da OGX foi escondida pelo próprio BNDES ao mercado acionário e ao público em geral.
O grupo Marfrig é apenas ponta de “iceberg” dos empréstimos fajutos do BNDES aos frigoríficos.  Isto, não sou eu que estou a afirmar, mas no mercado financeiro, até engraxate da Bovespa sabe que o rombo maior vem da empresa JBS.  Para quem não sabe, com a ajuda do Lula & Dilma, o grupo se tornou maior empresa no setor de frigoríficos, senão, o maior faturamento do Brasil.  Isto não quer dizer muita coisa.  A maior empresa montadora nos EEUU, a GM, quase foi a pique, na crise financeira americana de 2008, se não fosse socorro do Obama.
O setor de frigoríficos é uma segmento que a margem da rentabilidade operacional é quase nula.  A JBS não ganha no operacional, mas sim no financeiro, tanto quanto a GM ganhava no financeiro ao invés de operacional, produzindo seus veículos.  O grupo JBS está na corda bamba há muito tempo.  Estima o mercado que o grupo JBS deve ao sistema BNDES, com empréstimos subsidiados, o Bolsa Empresário, um montante que beira R$ 30 bilhões.  O patrimônio líquido da JBS é de R$ 8 bilhões, segundo balancete de 3ºT/ 2013, do próprio JBS, descontados os R$ 14,8 bilhões de valores intangíveis.
Bem, o conglomerado JBS, é dos outros Batistas, o Joesley e Wesley Batista, famosos também no “jet set” nacional e internacional, com iate de US$ 40 milhões comprado indiretamente com o dinheiro do BNDES e seus jatinhos cruzando o País de norte ao sul, acontecem no mundo social, também.
Estes Batistas, tem comportamento megalomaníaco do outro Batista, o estelionatário Eike Batista.  Acontecem e esbanjam o dinheiro nosso, o suado dinheiro do sistema BNDES.  Os dois irmãos, são empresários que não têm 40 anos de idade e não herdaram fortuna dos pais.  Ambos os Batistas tem em comum os padrinhos Lula & Dilma.  Isto explica.
Enquanto permanecer os governos Lula & Dilma, os  Batistas das carnes Friboi do Tony Ramos, estarão na mídia e estarão blindados com o dinheiro fácil do BNDES.  Só para lembrar, o presidente do Banco Central do Lula, o banqueiro Henrique Meirelles é o principal articulador do grupo junto ao governo da Dilma.  Costa quente eles tem, até demais.  Até quando o grupo JBS vai viver às custas do BNDES, ninguém sabe.  Só Dilma sabe!
JBS/Friboi do conhecido comercial do Tony Ramos é o próximo OGX, a sucumbir, se o governo do PT perder as eleições.  Se Dilma ganhar as eleições, a festa continua!  E cada vez mais o BNDES vai botar nosso dinheiro no Friboi do Tony Ramos.  Com certeza absoluta, O JBS será o principal financiador da campanha da Dilma.  Quem sabe, Tony Ramos será o principal mascote da Dilma 2014.
Cai fora, Tony Ramos, e Roberto Carlos antes que Friboi afunde!

quarta-feira, 15 de abril de 2015

São José do Egito: Retrato de uma cidade sem Prefeito !!!


Centro de atenção à saúde da Criança e da Mulher
Fechado a muito tempo!
Retrato da falta de Governo!
Veja como um elemento que posa de prefeito da terra da poesia, que tem formação na área da saúde e que não respeita a população que governa, trata a saúde. O descaso com o centro de atenção à saúde da criança e da mulher mostra a falta de governo do prefeito Romério Guimarães do PT. Faz muito tempo que este centro de saúde está fechado, isto é uma imoralidade o que este elemento tem praticado com os centros de atendimentos a população. Prefeito o povo egipciene está de olho !!!  

Contra tudo que está aí


Carlos Brickmann
Sabe por que Aécio Neves não foi à manifestação de domingo, e por isso foi vaiado? Porque não é bobo: sabe que, se fosse, seria vaiado ao vivo. A manifestação foi contra Dilma, contra o PT, contra a ladroeira; mas também, e especialmente, contra tudo que está aí. Isso inclui juízes e parlamentares que não perdem oportunidade de buscar mais vantagens; e inclui, com destaque, a oposição que não se opõe, e que, quando está no Governo, também se lambuza nas lambanças.

E há motivos para esta aversão a tudo isso que está aí. Fala-se em cortes de investimentos, o desemprego avança, os juros explodem, mas os gastos do Governo em cartões corporativos continuam crescendo - e são secretos. Sobem salários e vantagens de parlamentares e juízes. Pede-se economia de água nos Estados em que há estiagem; a Sabesp, empresa de saneamento básico do Governo paulista, reclama da queda de rentabilidade que atrapalha novos investimentos, mas o bônus dos diretores foi confirmado. Uma graninha extra é sempre útil.

Resultado: pesquisa feita na manifestação pela Universidade Federal de São Paulo mostra que 76% não confiam em Aécio (22,6% confiam). Serra? Havia 75,4% contra, 23,8% a favor. Bolsonaro? Nem 20% o acham confiável. E, lembremos, não havia petistas, dilmistas ou lulistas na manifestação. Eram todos contra eles - e o resultado, para a oposição, foi ruim assim mesmo. O antipetista mais bem avaliado foi Geraldo Alckmin, com 29% (nem um terço!) Mas proporção quase igual, 28%, não confia nele. 


É preciso escutar direito a voz das ruas.

Caso aprovadas, as propostas diminuiriam em 135 o número de parlamentares no Congresso Nacional. Seriam 27 senadores e 108 deputados a menos

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) defendeu nesta segunda-feira (13) a redução do número de senadores por estado. Em vez de três representantes, cada unidade da Federação teria apenas dois. Ele também quer reduzir em 20% o número de vagas na Câmara dos Deputados, que conta com 513 parlamentares.
Essas medidas, argumenta Alvaro Dias, diminuiriam as despesas do Legislativo. Além disso, a redução do número de parlamentares daria mais legitimidade e representatividade ao Poder Legislativo, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
O senador afirmou que de nada adianta cobrar do governo o ajuste das contas públicas e o fim da corrupção se o Legislativo não der o exemplo e também cortar despesas.
— Nós pretendemos um Legislativo mais enxuto, mais econômico e mais qualificado, valorizado, certamente mais respeitado pela população. Essa redução não compromete a democracia. Nós não estamos propondo a extinção dos instrumentos democráticos a serviço da coletividade. Estamos, ao contrário, pretendendo valorizá-los — disse.

Manifestações

Alvaro Dias ainda defendeu a tese de que as lideranças políticas de oposição deveriam participar das manifestações para cobrar o combate à corrupção e, em muitos casos, pedir impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. Antes defensor da tese de que os políticos deveriam ficar apenas observando, ele entende que agora a realidade é outra, pois os próprios manifestantes cobram essa participação.
Agência Senado 

A prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, comprova que o PT está envolvido no esquema de desvio de recursos da Petrobras.


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A prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, comprova que o PT está envolvido no esquema de desvio de recursos da Petrobras. A avaliação é do líder do Democratas na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE).
Ele lembra que Vaccari prestou depoimento à CPI da Petrobras na semana passada e mentiu, negando encontros com pessoas envolvidas no Petrolão e também o recebimento de propina. “A máxima do dia é que mentira tem perna curta. Vaccari foi preso menos de uma semana depois de mentir descaradamente”, afirma.
Vaccari é acusado de captar dinheiro de origem ilícita da Petrobras para a campanha de 2010 e para o caixa do PT. Lembra que Vaccari é o segundo tesoureiro do PT preso. O primeiro foi Delúbio Soares, envolvido no escândalo do Mensalão. Agora é a vez de Vaccari.

Governo Dilma !!!