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Mostrando postagens de 2016

A PERSONALIDADE DO ANO !!!

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Evandro Valadares anuncia equipe e fusão de parte das Secretarias

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Por  O prefeito eleito de São José do Egito, Evandro Valadares fez o anuncio oficial dos que vão trabalhar no primeiro escalão do seu terceiro mandato neste Sábado. O anuncio ocorreu no programa Debate do Sábado, na Rádio Gazeta FM.  95,3, com Carlos Júnior. Evandro adiantou que preparou a lista com base no perfil de cada nome, com qualificação técnica  para ajudá-lo na administração do município. Seguem os nomes: Saude – Hugo Rabelo; Educação – Roseana Borja; Ação Social – Bel Valadares; Administração – Augusto Valadares InfraEstrutura – Armando Valadares Agricultura – Marcos Brito Chefe de Gabinete – Roberto Sampaio Procurador Municipal – Renio Líbero Controladoria – Luiza Siqueira Trânsito – Junior Siqueira Cultura, Esporte e Turismo – Henrique Marinho.
As secretarias de Finanças, Obras, além de Ouvidoria Municipal, Funpresje e Licitação não tiveram nomeações no momento. Devem ser acumuladas visando redução de gastos.

PSDB: chegou a fatura

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Militantes do PSDB têm enviado nos grupos de WhatsApp do partido mensagens cobrando Doria. Em uma delas, José Carlos Pugliano Jr., do diretório de Santo Amaro, pede a chefia de gabinete da prefeitura regional do bairro.  “Caro João, fui o primeiro presidente zonal do PSDB a te apoiar e abdiquei de cargo no Detran por acreditar na nossa vitória. Foi um trabalho de 24 horas por dia. Por isso, fico triste e apreensivo por não ter a minha situação resolvida”, escreveu ele, desolado. João Doria deu-se ao trabalho de enviar a seus secretários os uniformes de garis que eles usarão no dia 2, no lançamento do projeto Cidade Linda. O tucano orientou os auxiliares a provarem os macacões para garantir que todos serviriam. Coração de mãe  - Milton Flavio, que coordenou o programa de Saúde na campanha de João Doria, será subsecretário de Relações Governamentais da gestão tucana — fará, portanto, a articulação com os vereadores. (Painel - Folha de S.Paulo - Natuza Nery)

STF pede que FBC se pronuncie sobre Lava Jato

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Por Magno Martins  A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, determinou a notificação do senador e ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) para que apresente uma defesa prévia sobre a denúncia, de autoria do Ministério Público Federal (MPF), de que o parlamentar teria cometido os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo a acusação da PGR (Procuradoria-Geral da República), Bezerra Coelho recebeu, ao menos, R$ 41,5 milhões em propina de dinheiro desviado da Petrobras em contratos com as construtoras Queiroz Galvão, OAS e Camargo Corrêa para as obras de construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. O dinheiro teria sido destinado à campanha de reeleição de Eduardo Campos ao governo de Pernambuco em 2010. Bezerra Coelho era na época secretário de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco e dirigente do Porto Suape. Além do senador - que é pai do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho -, também deverão se manifestar ao STF os o…

Disputa no Senado pode abrir caminho para Tebet

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Leandro Mazzini – Blog Coluna Esplanada As articulações para que o PMDB consolide a candidatura do senador Eunício Oliveira (CE) à presidência do Senado serão retomadas com força na próxima segunda-feira. Vítima de fogo amigo, ele reagiu à notícia de que desistiu da eleição. As dificuldades crescem quando o nome de Renan Calheiros (AL) é colocado como moeda de troca. As divergências podem provocar uma terceira via com a senadora Simone Tebet (MS), informação que já circula nos bastidores. Sua herança política foi construída pelo pai, Ramez Tebet, que presidiu o Senado entre 2001 e 2003.

Prontos para a insurreição

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Carlos Chagas Em meio a tantas e péssimas noticias neste último dia do ano, duas se destacam: o desemprego chegará a treze milhões de infelizes, em 2017, e o salário mínimo passará a 937 reais por mês a partir de amanhã. Completam-se as duas informações. Porque somados aos que não tem trabalho ou emprego, juntam-se os condenados a viver com essa merreca. No total, perto de cem milhões de brasileiros postos à margem e prontos para a insurreição. Fossem as elites políticas e econômicas forçadas a ficar dentro desses parâmetros e já estaríamos, faz muito, em estado de rebelião. É assim que entramos no novo ano: metade da população pronta para insurgir-se contra a outra metade. Acomodar-se ou render-se, não dá mais. Sem a menor dúvida, assistiremos a dissolução do estado, mais do que do governo. A desobediência civil vai-se tornando uma constante, na medida em que mais gente deixa de pagar impostos e dívidas. Desorganiza-se o Estado de Direito, transformando-se a lei em letra morta para ser d…

Fica, 2016

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André Singer - Folha de S.Paulo Não adianta apagar o ano e rumar o mais rápido possível para 2017, como se fugir para a frente ajudasse em algo. Ao contrário, é preciso fixar na memória que em 2016, numa grave decisão contrária à democracia brasileira, o Congresso Nacional derrubou a presidente da República legitimamente eleita e que não cometeu crime de responsabilidade. Que profundas consequências advirão do golpe parlamentar ainda não podemos saber, mas devemos, desde já, investigar como e por que ele se deu. Lembro que 2016 começou com o impeachment politicamente morto. Ficara claro que Eduardo Cunha dera curso ao processo porque o PT decidira votar contra ele na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados. Em consequência, foram um fiasco as manifestações de rua em dezembro de 2015 pela derrubada de Dilma. De que modo foi revertido o quadro? Quais foram os agentes e dirigentes da reversão? Que meios utilizaram? O grosso das operações golpistas ocorreu no primeiro semestre. Na prática, …

20% dos prefeitos assumem em estado de emergência

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O fim do ano — e dos mandatos dos prefeitos — trouxe à tona o caos nas finanças municipais no Brasil, diretamente afetadas pela política instaurada por forças políticas para permitir  derrubada de Dilma Rousseff. Com menos repasses federais e arrecadação própria de impostos, os municípios têm dificuldades para enfrentar problemas como a seca. Quase 20% dos prefeitos do país que vão assumir o cargo neste dia 1º de janeiro governarão municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública. Levantamento indica que nada menos do que 999 cidades têm decretos reconhecidos pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil com validade até 2017. O país possui 5.570 municípios. A região Nordeste é a mais afetada. "Os decretos de anormalidade têm validade de 90 ou 180 dias e vencem entre janeiro e abril de 2017. Com eles, prefeitos reduzem burocracia e têm direito a verbas federais exclusivas para ações de resposta ao desastre --seja ele qual for. O Estado proporcionalmente ma…

Temer quer cabelos ao vento

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Jorge Bastos Moreno - O Globo O presidente Michel Temer promete grande transformação de estilo em 2017. Reconhece que foi psicologicamente afetado pela campanha do “Fora, Temer” e, por isso, tem exercido até aqui suas funções de chefe de Estado e de Nação quase que envergonhado, quando, pelo contrário, considera que deveria mais é se orgulhar de presidir um país das dimensões territoriais das do Brasil. Já deu os primeiros sinais dessa mudança, ao descer até o comitê de imprensa para falar com os jornalistas. São gestos como esse, aparentemente irrelevantes, que, somados, vão exibir o novo Temer-2017. Não quer ser produto de marketing. Mas aceitou conselhos de seus marqueteiros para, por exemplo, parar de esfregar as mãos em copas, uma sobre a outra, e reduzir as mesóclises e o vocabulário arcaico, como “sacripanta”, com o qual costumava se referir a Renan no relacionamento de idas e vindas entre eles. A única coisa que resiste é usar gumex nos cabelos.

Aposta do governo: a estreia de Marcela Temer

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Com uma agenda nacional que começa a ser cumprida em janeiro, a primeira-dama é a nova aposta para tentar alavancar os índices de popularidade do governo VEJA - Por Robson Bonin e Laryssa Borges O estereótipo da primei­ra-dama dedicada a cuidar apenas do marido e da família parecia encaixar-se perfeitamente no perfil de Marcela Temer. Em 2010, quando Michel Temer foi eleito vice-presidente da República, ela nem sequer quis morar em Brasília. Tímida e avessa a badalações, preferiu ficar em São Paulo, longe dos holofotes, dedicando-se ao filho, Michelzinho, hoje com 7 anos. A ascensão de Temer ao Planalto, porém, mudou radicalmente os planos de Marcela, embora não o seu comportamento. No papel de primei­ra-dama desde 21 de agosto, quando Temer assumiu definitivamente a Presidência da República, ela quase não se fez ouvir até agora. Marcela apareceu aqui e ali, sempre de maneira discreta e protegida por seguranças que impedem a aproximação de jornalistas. A ordem era preservá-la, mantê-la af…

Temer enfrentará muitos obstáculos políticos em 2017

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Especialistas ouvidos pelo G1 avaliam que, além de ter de conter a crise econômica, o presidente terá de contornar no ano que vem a delação da Odebrecht, o processo no TSE e a baixa popularidade. Por Luciana Amaral, G1, Brasília O presidente Michel Temer, com cabelos ao vento, durante entrevista coletiva realizada no Palácio da Alvorada, em Brasília, nesta quinta (22). Ele disse que não cogita renunciar ao cargo e que vai recorrer caso a chapa Dilma-Temer seja caçada pelo TSE (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo) Em seu segundo ano no comando do Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer terá o desafio de driblar, em 2017, uma série de obstáculos políticos para manter a governabilidade e ter força no Congresso Nacional para aprovar reformas como a previdenciária e a trabalhista, avaliam analistas ouvidos pelo G1. O peemedebista, que assumiu a Presidência após o impeachment de Dilma Rousseff, vira o ano com um cenário político nebuloso. No horizonte do presidente da República, há preocu…

Fim de ano turbulento marcado por crises entre poderes

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Jorge Bastos Moreno - O Globo LEGISLATIVO X JUDICIÁRIO - Uma crise institucional entre os poderes Legislativo e Judiciário tomou conta do noticiário no último mês do ano, depois que o Senado ignorou liminar que afastava o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, decidiu no dia 5 que Renan deveria deixar a cadeira porque havia se tornado réu por peculato, atendendo a um pedido do partido Rede Sustentabilidade. No dia seguinte, a Mesa do Senado decidiu ignorar a decisão até o Plenário do STF deliberar sobre o tema.

A resposta da maioria da corte foi favorável ao senador: o Supremo entendeu que Renan poderá continuar no cargo, embora seja considerado inapto para assumir a Presidência da República numa eventual necessidade de substituir Michel Temer (PMDB). Os ministros decidiram que a Constituição proíbe réus de estar na linha sucessória da Presidência, mas isso não quer dizer que devem ser afastados dos cargos imediatamente. Ven…

Impopular, Temer assume o papel de reformista

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Itamar Gascez - Blog O Divergentes Michel Temer é um presidente impopular. Ar blasé, ele mostra desconforto quando confrontado com esta informação. Mas, por inteligente, sabe ser inútil brigar com a realidade. Qual seja, 12,1 milhões de desempregados. E subindo. 4,7 milhões de empresas inadimplentes. E subindo. Nesta quinta, 29, afirmou que seu mandato “há de ser um governo reformista, um governo das reformas“. Ao testar o bordão, o presidente pode estar moldando a marca de sua gestão. Três circunstâncias facilitam esta empreitada. Primeira, como não conta com o aplauso das ruas, não precisa se preocupar (por enquanto) em perder pontos com os eleitores. Segunda, (por enquanto) o establishment rejeita demovê-lo da presidência da República. Além disso, (por enquanto) nada de braçada no Congresso Nacional, onde o apoio às reformas é imprescindível. Temer pode estar, assim, construindo seu espólio. Reformar em pouco mais de dois anos o que seus antecessores pós-ditadura não reformaram em 30. Le…

Lula nunca gostou de mim, diz Odebrecht a procuradores

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RETRATO DE FAMÍLIA - Emílio e Marcelo Odebrecht: a relação entre pai e filho sempre foi tensa Ao ver que nunca mais ocuparia a cadeira de presidente da companhia, empreiteiro desafiou o pai e definiu sozinho o que diria à força-tarefa da Lava Jato VEJA - Bruna NarcizoMarcelo Odebrecht decidiu atravessar o samba no segundo dia das conversas com procuradores da Lava Jato que precederam sua delação. Indagado a respeito de suas relações com o ex-presidente Lula, respondeu: “O Lula nunca gostou de mim. Quem sempre tratou de tudo com ele foram o meu pai e o Alexandrino (Alencar, diretor de relações institucionais)”. A resposta não estava no roteiro que advogados da empresa haviam traçado diretamente sob a batuta de Emílio Odebrecht, o pai de Marcelo. Por essa estratégia, Emílio seria poupado de maiores responsabilidades nos malfeitos da empresa, da mesma forma que executivos-chave como Pedro Novis, ex-presidente do conselho da Braskem. Já Marcelo tomaria para si a parte mais pesada da culpa. Isso…

Irresponsabilidade institucional vem da cúpula

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Frederico Vasconcelos – Folha de S.Paulo O texto a seguir – uma avaliação dos fatos no mundo jurídico em 2016 e as perspectivas para os anos seguintes– é de autoria do juiz federalRoberto Wanderley Nogueira, do Recife. No meu sentir, o fenômeno mais perturbador que se tem revelado nos últimos anos é a tendência legisferante e até constituinte com que o Supremo Tribunal Federal tem se comportado. Recentemente, um ministro declarou publicamente que uma inconstitucional decisão em favor da prática do aborto para gestações de até três meses teria o efeito de uma provocação política para a consecução de políticas públicas associadas. No meu entendimento, a República brasileira não comporta esse tipo de interpretação arbitrária, pois a Suprema Corte tem a função precípua de cumprir e fazer cumprir a Constituição Federal, não questioná-la em função de valores que nela ou não são cogitados, nem como princípio, ou que dela são completamente estranhos. Ao mesmo tempo, a omissão quanto à efetivação d…

Polaridade PT e PSDB tende a acabar; 3ª via é frágil

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Folha de S.Paulo – Thais Bilenki A "nova direita" entrou no debate político em 2016, com o impeachment e as eleições municipais. O cientista político Carlos Melo, professor no Insper, diferencia a "nova direita", formada por liberais descontentes com a atuação do Estado que desejam operar pela via eleitoral, do setor reacionário sobrevivente do malufismo. Ele prevê em 2018 uma "polarização improdutiva e perniciosa". * Folha - A direita "envergonhada" pós-ditadura se renovou? Carlos Melo - É necessário separar o que se chama de "direita". Há um setor conservador e reacionário, presente desde sempre, que não se renovou. É também refratário aos direitos civis e humanos e teve importância até pelo menos o início dos anos 1990, articulando-se em torno do "malufismo". Com o ocaso de Paulo Maluf, esse setor foi cooptado pela centro-direita, em que o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) parece ser a maior expressão. Com o protagonismo econôm…