segunda-feira, 31 de março de 2014

Senado realiza duas sessões sobre o golpe militar nesta semana

O Senado Federal vai realizar nesta semana duas sessões especiais: uma para lembrar a queda do presidente João Goulart, outra para lembrar os 50 anos do golpe militar. A primeira acontece daqui a pouco, às 11h, e a outra na próxima quinta-feira (3), às 14h.
Os Senadores pretendem focar no  levante das Forças Armadas que destituiu o presidente e deu início aos 21 anos de ditadura, além do  comício realizado por Jango na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, dias antes de ser deposto.

Eduardo Cunha recua de CPI de olho em presidir a Câmara Federal

Líder do PMDB e articulador do “blocão” que tentou emparedar o governo, o deputado Eduardo Cunha (RJ) quer mais do que se acertar com o Planalto, saindo da linha de frente da CPI da Petrobras: ele pretende disputar a presidência da Câmara, em substituição ao parceiro Henrique Alves (PMDB-RN). Mas terá de ignorar o acordo de revezamento que dá ao PT o direito de apontar o próximo presidente.

Renan ajuda governo em pânico a fazer senadores como Sergio Petecão retirarem apoio a CPI

Integrantes da base aliada e do governo intensificarão nesta segunda-feira, 31, as articulações nos bastidores para tentar evitar a criação da CPI da Petrobras prevista para ser lida nesta terça-feira (1º) no plenário, pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Para inviabilizar a CPI no Senado, o governo precisa convencer apenas dois senadores a retirarem suas assinaturas. Um deles já estaria praticamente acertado, segundo fonte do Palácio do Planlto, com ajuda do próprio Renan Calheiros: trata-se do senador Sérgio Petecão (PSD-AC).
O Planalto também espera fazer o senador Clésio Andrade (PMDB-MG) retirar sua assinatura, e, para isso, também conta com a ajuda de Calheiros, integrante do mesmo partido.
O presidente do Congresso Nacional, assim, atua nos bastidores para subtrair da própria Casa uma de suas prerrogativas mais fundamentais: fiscalizar o govero e investigar denúncias de malfeitorias. Renan Caslheiros dedicou seu fim de semana a articulações para esvaziar e inviabilizar a criação da CPI da Petrobras.
Apesar da previsão de leitura na terça-feira, não há regimentalmente nenhum prazo estabelecido para que isso ocorra. Ou seja, caso queira, Renan pode adiar a leitura. Essa possibilidade é uma aposta de integrantes do Palácio do Planalto que vem acompanhando de perto o desenrolar das discussões.

domingo, 30 de março de 2014

Joaquim Francisco deve substituir Danilo Cabral na pasta de Cidades

O ex-governador Joaquim Francisco, suplente do senador Humberto Costa por indicação do governador Eduardo Campos, deve ser o secretário de Cidades no mandato tampão de João Lyra. O secretariado de Lyra será anunciado até a próxima quarta-feira.

Filho de Mário Covas cobra do PSDB defesa do pai

Filho do ex-governador de São Paulo Mário Covas (PSDB), que morreu em 2001, o vereador Mario Covas Neto, conhecido como Zuzinha, pediu que o PSDB se manifeste publicamente sobre as denúncias envolvendo seu pai no esquema de cartel para licitações de trem e metrô em São Paulo.
Segundo ele, não há qualquer acusação contra Covas, mas as reportagens sempre ligam as irregularidades ao governo de seu pai, e tanto a direção nacional como a presidência estadual do PSDB poderiam ser mais enfáticas ao defender o fundador do PSDB. O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 27 de março de 2014

Dilma não ganha no 1º e Eduardo não vai ao 2º

O pernambucano Antonio Lavareda foi um dos participantes do 6º Congresso Brasileiro de Pesquisa que se realizou em São Paulo no início desta semana, cuja finalidade foi analisar cenários para a próxima eleição presidencial. Lavareda e os representantes do Vox Populi, do Ibope e do Datafolha recusaram-se a fazer previsões polêmicas. Como, por exemplo, de que Dilma ganha no primeiro turno como tem afirmado, reiteradamente, o marqueteiro do PT, João Santana. Coube, no entanto, ao diretor do Instituto Sensus, o mineiro Ricardo Guedes, prever que Dilma não ganha no primeiro turno e que disputará o segundo com Aécio Neves, e não com o governador Eduardo Campos. Impedem a vitória da presidente no primeiro turno, disse ele, a sua queda de popularidade e também de intenções de votos. E quanto ao seu adversário no segundo, diz que Aécio tem mais chance de chegar lá do que o governador de Pernambuco.

Renan repete, como papagaio, alegações do governo contra CPI

Renan repete alegações do governo para não o Congresso não investigar
Dono do maior número de cargos no governo federal, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), repetiu como papagaio as alegações do governo, na tentativa de impedir a criação de uma CPI para investigar a Petrobras pela compra superfaturada de uma velha refinaria nos Estados Unidos.
Para Calheiros, o parlamento que ele próprio preside não deve exercer um de suas prerrogatiovas mais fundamentais, de fiscalizar e investigar o governo. Para ele,  a CPI não deve avançar, apesar das 27 assinaturas de adesão à comissão de inquérito:
- Os fatos estão sendo todos investigados. Nós p invrecisamos cobrar o andamento da investigação. Fazer a CPI agora seria erguer um palanque eletrônico em pleno período eleitoral em cima da Petrobras, isso não é bom para o Brasil”, disse Calheiros.
Nesta quarta-feira (26), até o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, defendeu que a estatal seja investigada, até para respaldar a própria empresa.

Oposição vai protocolar hoje pedido de CPI

 A oposição deve protocolar às 9 horas desta quinta-feira (27) o pedido de criação da CPI da Petrobras no Senado. Os parlamentares pretendem apresentar 29 assinaturas, duas a mais do que número mínimo suficiente.
Pelo requerimento, a comissão quer investigar quatro fatos principais: a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA); indícios de pagamento de propina a funcionários da estatal por uma companhia holandesa; denúncias de plataformas lançadas ao mar sem itens de segurança; e indícios de superfaturamento na construção de refinarias.   O Estado de S.Paulo 

Sport arranca empate e Vica é chamado de “burro”

O Santa abriu o placar, foi superior em grande parte do jogo e teve a vitória em suas mãos. Era o dia certo para vencer o Sport pela primeira vez na temporada. Quando o placar parecia definido, o velho “detalhe” de que tanto se fala no futebol apareceu. Um vacilo na defesa e gol do Leão. Os aplausos se transformaram em vaia, o apoio virou reclamação. No quarto Clássico das Multidões deste mês, o Tricolor não conseguiu superar o Rubro-negro e ficou no 1×1, no Arruda. O Sport mantém a liderança do Campeonato Pernambucano e o Santa segue em terceiro.
Com dores lombares, o meia Carlos Alberto foi a única ausência entre os titulares e o setor de armação do Santa foi formado por Raul e Natan. No Sport, Eduardo Baptista optou novamente por colocar o lateral Danilo no meio, ao lado de Aílton.
O Santa era melhor em campo, mas só aos 27 minutos criou sua primeira chance clara. Sorriso deu lançamento preciso para Zeca, mas o lateral finalizou fraco. Dois minutos depois, foi a vez de Natan chutar colocado para boa defesa de Magrão. Quando a bola veio pelo alto, o artilheiro do estadual não desperdiçou. Raul levantou na medida e Léo Gamalho cabeceou no melhor estilo centroavante para abrir o placar no Arruda.
(Fotos: Peu Ricardo)
Os dois técnicos mudaram suas equipes no intervalo. Jefferson Maranhão entrou na vaga de Natan. Leonardo e Renan Oliveira substituíram Neto Baiano e Aílton, respectivamente. Nos 10 minutos iniciais, duas grandes chances no lado Tricolor. Na primeira, Magrão salvou o chute à queima-roupa de Léo Gamalho. Na segunda, o goleiro apenas olhou a bola de Jefferson Maranhão passar rente a trave.
O roteiro do jogo caminhava para a vitória coral, mas um até então coadjuvante roubou a cena e mudou a história. Uma tabela na grande, um chute de Éwerton Páscoa e o empate leonino. Não foi desta vez que o Santa venceu o Leão.

Asdrúbal Bentes renuncia ao mandato de deputado


 O deputado federal Asdrúbal Bentes (PMDB-PA) acaba de renunciar ao mandato. O anúncio foi feito em plenário pelo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ao dar início à Ordem do Dia. De acordo com a carta, ele renuncia para concentrar os esforços em sua defesa.
Bentes foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 3 anos, 1 mês e 10 dias de prisão por oferecer, e realizar, cirurgias de esterilização feminina em troca de votos em 2004 quando foi candidato à Prefeitura de Marabá.
Sexto parlamentar encarcerado desde a promulgação da Constituição de 1988, Bentes cumpria prisão domiciliar e renunciou para fugir da cassação com voto aberto em plenário. Após a prisão ele ainda tripudiou dizendo que “três anos, um mês e 10 dias passam rápido. Eu voltarei”.

quarta-feira, 26 de março de 2014

1964... 2014


Elio Gaspari

A deposição do presidente João Goulart continua a ser um tema divisivo na política brasileira porque, meio século depois, alguns itens da agenda de 1964 continuam presentes, ao vivo e em cores. Registre-se que o elemento primordial, detonador e desfecho da revolta, foi o fato de que os dois lados jogavam com a carta da intervenção militar. Jango tinha um “dispositivo” nos quartéis e seus adversários tinham conspirações desconexas, até que um general voluntarioso implodiu a ordem constitucional. Não existe mais essa carta, mas há outras que, na essência, derivam de pensamentos autoritários. Vale a pena visitá-los, pois permitem que se descubra, em 2014, o código genético do golpismo de 1964.
O primeiro é a falta de respeito à vontade popular. Há 50 anos, uma das provas de que Jango era um esquerdista estava na sua defesa do voto para o analfabeto. Um iletrado não podia ter o mesmo peso político que um doutor. Veio a ditadura e cassou os votos de todos para a escolha do presidente. Em 1969, depois que o presidente Costa e Silva ficou incapacitado, os generais sabiam que o voto de um analfabeto não valia o de um doutor, mas descobriram que o de um coronel não valia o de um general e o de um general que comandava uma mesa não valia o de outro, que comandava uma tropa. Resultado: elegeram o general Emílio Médici sem que se saiba como essa escolha foi feita. A desqualificação do voto alheio está aí até hoje.
Há 50 anos havia uma repulsa ao Congresso e aos políticos. Um lado achava que o povo não sabia votar e elegia ladrões. O outro achava a mesma coisa e havia nele quem quisesse que a rua arrancasse uma Constituinte para fazer as reformas para o bem do país, permitindo inclusive que Jango fosse candidato à Presidência. Hoje as duas visões sobrevivem e no ano passado a doutora Dilma flertou com uma Constituinte exclusiva com adereços plebiscitários.
Passaram-se 50 anos, e aquilo que se chamava de infiltração comunista no governo denomina-se hoje aparelhamento do Estado pelo PT. Havia infiltração comunista na Petrobras em 1964, houve um período de petropirataria durante o tucanato e hoje há um comissariado petista na empresa.
1964 continua divisivo porque em 2014 há pessoas que veem nas instituições democráticas a origem e sede dos males. Isso vale tanto para o sujeito que não confia na vontade popular que escolhe presidentes petistas, como para comissários que veem nessa mesma vontade uma massa incapaz de eleger um Congresso que vote as leis necessárias para que o partido desenvolva o que chama de projeto estratégico. O golpista é antes de tudo um cético em busca de surtos de força.
Em 1964 havia dois candidatos à Presidência: Carlos Lacerda e Juscelino Kubitschek. Muita gente preferia um golpe a Lacerda e, do outro lado, sonhava-se com o golpe que evitaria a volta de JK. Um terceiro grupo queria virar a mesa contra os dois. Deu no que deu, e 20 anos depois todos achavam que tanto Lacerda como JK teriam sido melhores que a ditadura. Como a “Revolução Redentora” teria sido coisa dos militares, todos os civis viraram democratas. Felizmente, em 2014 a carta dos quartéis saiu do baralho. O DNA golpista, contudo, não desaparece, mesmo enfraquecido, transmuta-se.

Branco Mendes rompe com governo e diz que não é traidor


O deputado Branco Mendes (PEN) assumuiu hoje (26) seu rompimento com o projeto político do governador Ricardo Coutinho (PSB), durante pronunciamento na tribuna da Assembléia Legislativa da Paraíba (ALPB). O parlamentar destacou que agora é oposição ao governo, mas que vai ter responsabilidade com os projetos de interesse da Paraíba.

- A partir de hoje sou oposição nesta Casa. Oposição com decência e quero dizer publicamente que os poucos cargos que tenho no governo está a disposição do governador para que ele faça o que bem quiser.
Branco acrescentou ainda que não mudou de lado, pois estaria na mesma posição de antes.
- Eu não estou traindo ninguém, porque estou permanecendo onde sempre estive.

O governador Eduardo Campos volta amanhã ao Pajeú. A agenda administrativa começa logo cedo por Afogados da Ingazeira, onde inaugura uma UPA e um conjunto habitacional, e se estende aos municípios de São José do Egito e Itapetim.

Será que o governador Eduardo Campos vai visitar a estrada que liga São José ao Ambó. Retrato do descaso do seu governo com o sertão do Pajeú.

Governo tenta blindar Gabrielli com tropa baiana

 O governo Dilma montou uma “tropa de choque” na comissão externa da Câmara que investigará a Petrobras, para tentar blindar seu ex-presidente Sérgio
Gabrielli, em cuja gestão a estatal fez a compra superfaturada da refinaria de Pasadena. O PT indicará Luiz Alberto (PT-BA) para a comissão, além dos aliados Mário Negromonte (PP), Paulo Magalhães (PSD) e Lúcio Vieira Lima (PMDB), todos baianos.
Da base aliada, também foram indicados para a comissão externa os deputados Anthony Garotinho (PR-RJ) e Maurício Quintella (PR-AL).
A oposição escolheu para investigar a Petrobras Fernando Francischini (SDD-PR), Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

terça-feira, 25 de março de 2014

Fernando Henrique compara situação de Dilma à de Jango

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB), três décadas depois do golpe, vê nos problemas da presidente Dilma Rousseff (PT) com o Congresso reflexos da crise que derrubou João Goulart (Jango). “Nossa democracia está se enraizando, mas ainda estamos em busca de um modo mais eficaz”, disse o tucano, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
Segundo FHC, que foi exilado durante o início da ditadura militar e que voltou ao País em 1968 para criar o MDB – Movimento Democrático Brasileiro, ninguém que dar golpe hoje no Brasil. “Mas ninguém sabe muito bem como atender demandas que aparecem de repente, com esses mecanismos lentos, muitas vezes desconectados, que são o Palácio e o Congresso”, avaliou.
Em 1964, FHC diz que o governo estava perdendo o controle da situação. “Jango assustava os proprietários e a classe média mais tradicional quando prometia reforma agrária e reforma urbana. Nós estávamos na Guerra Fria, e a tendência era radicalizar”, afirma.
O ex-presidente cita ainda, na entrevista, a relação com o Congresso como decisiva para o equilíbrio do poder e diz que isso vinha desde Jânio Quadros. “Ele tinha tudo na mão, eleito pelo povo, e um Congresso com o qual podia negociar, mas quis impor a autoridade presidencial sobre o Congresso e não conseguiu”.

Jarbas Vasconcelos confirma candidatura a deputado federal

O senador Jarbas Vasconcelos confirmou que irá mesmo disputar eleição para deputado federal. O peemedebista ainda marcará o dia do anúncio oficial em local a ser definido. De acordo com interlocutores, esta candidatura é uma forma de garantir a representação do partido na Câmara, que indicou o atual deputado Raul Henry para compor a chapa da Frente Popular na condição de vice.
Jarbas já esteve no Congresso como deputado por dois mandatos, entre 1975 e 1978 e 1983 e 1985. Ele também exerceu mandato de deputado estadual de 1971 a 1975, além de já ter sido prefeito do Recife por duas ocasiões: em 1986-1988 e 1993-1966. No Senado, o parlamentar está desde 2007, quando encerrou o período como governador de Pernambuco.

O programa Mais Médicos selecionou 41 profissionais brasileiros recém-formados na Venezuela que não cumprem todos os requisitos exigidos pelo Ministério da Saúde. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, os médicos voltaram ao Brasil sem atender as exigências da profissão previstas no Artigo 8º da Lei de Exercício da Medicina na Venezuela.

Mais Médicos convoca 41 profissionais em situação irregular




Manda quem pode: para Agripino, CPI só se Dilma quiser

O líder do Democratas no Senado, José Agripino (RN), fez discurso ontem convocando todos os partidos para uma reunião hoje, às 15h.
Agripino fez questão de chamar os partidos da base do governo para debater o pedido de abertura da CPI da Petrobras.

'Haverá uma reunião aberta para todos os partidos - não só os de oposição - que queiram discutir o processo de uma investigação sobre o caso Petrobras, que está muito mal explicado', disse o senador.
De acordo com Agripino, o povo brasileiro está se sentindo enganado e é dever dos parlamentares averiguar os fatos. O senador reconheceu, no entanto, que a oposição enfrentará para conseguir o número de assinaturas necessárias e só haverá CPI com o consentimento da presidenta Dilma.(Do blog Diario do Poder )

Nonato não concorda com exoneração de correligionário em João Pessoa

Se há ou não estremecimento na relação entre o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT) e o vice-prefeito Nonato Bandeira (PPS) ainda não se sabe, mas os reflexos provocados pela exoneração do secretário de Infraestrutura, Ronaldo Guerra, que é do PPS, da gestão municipal, deixou um clima pesado entre os aliados.

Enquanto Cartaxo afirma que a exoneração foi provocada por falta de resultados, Nonato, que é correligionário de Guerra assegura que o auxiliar representa um ótimo quadro para o Governo e por isso a exoneração foi desnecessária.

“Ninguém governa sozinho, é necessário alianças para se chegar ao poder e essas alianças precisam ser respeitadas, imagina a presidente chegando e dizendo não ao ministro do PP, ‘agora vai passar para um técnico ou alguém do PT’? Existem partidos aliados, vereadores e a sociedade, ninguém governa sozinho, senão seria uma monarquia”, disparou.

Deputado estadual se irrita quando questionado se irá seguir Cássio nas eleições

Com atuação política no Cariri paraibano, o deputado democrata Francisco de Assis Quintans ainda não revelou para que lado deve seguir após o racha entre o senador tucano Cássio Cunha Lima e o governador socialista Ricardo Coutinho.

Quando questionado sobre para que lado deve seguir o deputado disparou: “Eu já estou cansado de dizer na Paraíba que estou esperando a orientação do meu partido”.

Quintans disse ainda que é partidário e que assim que tomar conhecimento a respeito do rumo que o seu partido deve tomar comunicará a imprensa. “Eu só queria que a imprensa compreendesse que na hora que for dizer que voto em A ou em B eu venho à tribuna e digo, pois não tenho nada a esconder”.

Ricardo inaugura Rodovia da Produção e beneficia mais de 65 mil habitantes de Sousa

O governador Ricardo Coutinho, ao lado da primeira-dama do estado, Pâmela Bório, e do vice governador Rômulo Gouveia, inaugurou, neste fim de semana, na cidade de Sousa, a Rodovia da Produção (PB-380). A obra, executada com recursos do tesouro estadual na ordem de R$ 11.249.671,55, vai beneficiar diretamente mais de 65 mil habitantes da região polarizada pelo município localizado no Sertão paraibano.
 Para o governador Ricardo Coutinho, a pavimentação, que era esperada há anos pela população de São Gonçalo, promove o desenvolvimento sócio-econômico, além de proporcionar segurança, geração de empregos e melhorar, significativamente, a qualidade de vida dos moradores. “Antes, era preciso contratar um reboque, um trator para puxar os caminhões na época de chuva, pois a estrada era de barro. Antes só utilizavam caminhões velhos, pois os novos não suportavam. Essa é uma obra que marca Sousa e o Alto Sertão porque potencializa uma das vocações dessa cidade, que é exatamente a plantação de coco”, afirmou Ricardo.

ALPB firma parcerias com Câmara de Vereadores de Patos para oferecer cursos da FGV

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) assinou, na manhã desta segunda-feira (24), convênios com mais 26 Câmaras Municipais para oferecer cursos de capacitação para os servidores das Casas Legislativas. A solenidade aconteceu na Câmara de Patos, e contou com a presença do presidente da ALPB, deputado Ricardo Marcelo (PEN).
Os cursos são oferecidos por meio do  Programa de Qualificação Continuada do Legislativo (Proquale), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Além de Patos, foram firmados convênios com as Câmaras de Areia de Baraúnas, Cacimba de Areia, Cacimbas, Catingueira, Desterro, Emas, Junco do Seridó, Mãe D’água, Malta, Maturéia, Passagem, Quixaba, Salgadinho, Santa Luzia, Santa Terezinha, São José de Espinharas, São José do Bonfim, São José do Sabugi, São Mamede, Teixeira, Várzea, Condado, Cajazeirinhas, São Bentinho e Vista Serrana.
“A adesão tem sido importante em todos os lugares. Já estamos com mais de 80 convênios firmados e vamos atingir os 223 municípios. Queremos ofertar oportunidades para as pessoas participarem dessas capacitações”, afirmou o presidente Ricardo Marcelo.
As capacitações contemplam áreas como gestão, de projetos e prestação de serviços públicos, de licitações, de tributos, de contabilidade, e controle administrativo.
Segundo o deputado Assis Quintans (Democratas), coordenador da agenda positiva da Casa, a parceria vai garantir a oferta de três mil vagas para os servidores.

Governo acha que o Congresso vai barrar CPI por temer ex-diretor

CPI não sai por medo da língua de ex-diretor da Petrobras, diz o governo

 Na tentativa de convencer os insatisfeitos da base de apoio governista a não aprovar uma Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobrás, emissários da presidente Dilma Rousseff vão usar como argumento a sobrevivência política dos próprios aliados. O motivo é que Paulo Roberto Costa, ex-diretor da estatal preso pela Polícia Federal na semana passada durante a Operação Lava Jato, pode causar estragos se for convocado a depor no Congresso.
Suspeito de participação em esquema de lavagem de dinheiro num caso que, judicialmente, não tem relação com o centro da atual crise da Petrobrás – a compra de uma refinaria em Pasadena, nos EUA -, Costa foi indicado para a Diretoria de Abastecimento da estatal pelo PP, mas acabou “adotado” pelo PMDB e também pelo PT.
Em 2006, quando a compra da polêmica refinaria foi referendada pelo Conselho de Administração da Petrobrás, à época presidido por Dilma, então chefe da Casa Civil do governo Lula, Costa estava a pleno vapor no cargo. Ele foi um dos diretores mais atuantes na tentativa de consolidar o negócio.
Em conversas reservadas, deputados e senadores do PT afirmam que o maior problema, agora, não é a investigação do contrato de Pasadena, mas, sim, a possível descoberta das ramificações políticas das ações de Costa na Petrobrás.
No Planalto, auxiliares de Dilma dizem ter certeza de que a CPI não passará porque ninguém da base aliada quer puxar esse fio da meada, nem mesmo o “blocão”, grupo que reúne partidos dispostos a criar dificuldades ao governo no Congresso. Segundo um interlocutor da presidente, “os dois PMDBs, o da Câmara e o do Senado, têm interesse na Petrobrás”.
Há dúvidas até mesmo quanto ao comportamento da oposição, embora o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esteja agora defendendo a CPI. Dirigentes do PT afirmam que, se a CPI for criada, aliados do governo vão lembrar o afundamento da maior plataforma petrolífera do mundo, a P-36, ocorrida em março de 2001, no governo FHC, na Bacia de Campos. Dizem, ainda, que todos podem perder, mesmo quem aposta nos dividendos eleitorais.
Pré-candidato do PSDB ao Planalto, o senador mineiro Aécio Neves articula a criação de uma comissão mista, unindo Câmara e Senado. Ele terá reunião nesta terça-feira, 25, com aliados para discutir a apresentação do pedido oficial de investigação parlamentar.
sen aloysio nunes
Aloysio Nunes pergunta: quem colocou os “jabutis” Paulo Roberto e Ceveró na Petrobras?
Entre seus colegas de oposição, porém, o ceticismo já está instalado. “O contexto não é mais o mesmo de uma semana atrás, quando os partidos da base estavam dispostos a apoiar uma investigação mais aprofundada. Agora eu fico cético com a prisão do Paulo Roberto. Quero ver qual será o apetite desses partidos, se haverá a mesma boa vontade de antes da base para colaborar”, disse nesta segunda o deputado federal Rodrigo Maia (RJ), ex-presidente do DEM.
O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) ironizou: “Jabuti, sozinho, não sobe em árvore. Quem colocou os jabutis Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró na cúpula da Petrobrás tem muita força no Congresso e tudo fará para impedir investigações parlamentares, sobretudo a CPI sobre a negociata de Pasadena”.
Nestor Cerveró, citado pelo tucano, era diretor da área internacional da Petrobrás quando o contrato foi assinado. Ele foi o autor do “resumo técnico” no qual o Conselho de Administração da estatal se baseou para aprovar a compra. Dilma diz que só apoiou a compra porque esse “resumo técnico” não trazia cláusulas importantes do contrato que viriam a encarecer a compra.
O rebelado líder da bancada do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, contemporizou nesta segunda ao tratar do assunto. Afirmou que ainda não tem o “termômetro” de seus correligionários. “Só vou sentir a disposição da minha bancada amanhã (terça).”
Requerimentos. Enquanto a CPI ainda é uma incógnita, os opositores tentarão convidar Cerveró para depor. A aposta dos partidos é que a demissão dele na semana passada do cargo que ocupava na BR Distribuidora pode motivá-lo a comparecer e complicar a situação de Dilma. Os requerimentos serão apresentados nesta segunda nas Comissões de Fiscalização e Controle, Segurança Pública, Minas e Energia, Relações Exteriores e Defesa do Consumidor.
A principal aposta é que Cunha e seu “blocão” referendem pelo menos o convite na Comissão de Fiscalização e Controle, que é comandada pelos peemedebistas. O DEM ainda protocolará pedidos de convocação dos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União) para falar sobre o caso.
A crise na Petrobrás foi deflagrada na quarta-feira, 19, após o Estado revelar que Dilma apoiou a compra da refinaria de Pasadena. Em resposta ao jornal, a presidente disse que só fez isso porque seu “resumo técnico” era falho e “incompleto”. Informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Câmara ignora suspensão de amigo do Cachoeira

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN), defende a valorização do Parlamento, mas sentou em cima do pedido do Conselho de Ética para suspender por 90 dias o mandato de Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), amigo do bicheiro Carlinhos Cachoeira. A decisão foi tomada em setembro no conselho e aguarda há sete meses na gaveta do presidente para ser colocado em votação no Plenário. A suspensão de Leréia, decidida por 13 votos contra 3 no Conselho de Ética, se confirmada, seria o primeiro caso na Câmara desde 1988.

Bilionário que vendeu refinaria superfaturada à Petrobras está enrolado

O esperto “barão” Albert Frère, dono da Astra Oil, empresa que vendeu à Petrobras por US$ 1,180 bilhão uma velha refinaria que valia US$ 42,5 milhões, está enrolado com a Justiça na Bélgica. Ele é acusado de venda superfaturada de uma rede de restaurantes, em 2006. O mesmo ano em que iniciou seu “negócio da China” com a Petrobras, ao vender  por US$ 360 milhões metade da tal refinaria de Pasadena, Texas, EUA.
 Albert Frère é o 295º na lista dos mais ricos da Forbes, saltando de € 1.9 bilhão em 2009 para € 3,5 bilhões. Com a nossa luxuosa ajuda. Quem conhece Nestor Ceveró, operador da compra superfaturada da refinaria, jura que ele não é do tipo que “vai ao sacrifício” em silêncio.Quem conhece Nestor Ceveró, operador da compra superfaturada da refinaria, jura que ele não é do tipo que “vai ao sacrifício” em silêncio.

MARINA SILVA (REDE) INDICA PRÉ-CANDIDATO AO SENADO NA PARAÍBA

Na terça-feira, 18 de março, a REDE SUSTENTABILIDADE NA PARAÍBA realizou reunião com seus filiados e mobilizadores para tratar de assuntos pertinentes à política do movimento no Estado por ocasião da proximidade do processo eleitoral que acontecerá em outubro deste ano.

Em consenso, a REDE SUSTENTABILIDADE NA PARAÍBA, resolveu apoiar o lançamento das pré-candidaturas ao Senado Federal, a Deputado Federal e Deputado Estadual, encabeçadas por filiados e mobilizadores do movimento.

Como indicação a disputar espaço na chapa majoritária de Senador, a REDE definiu o nome do advogado HILÁRIO JÚNIOR (PSB/REDE), seguindo orientação de MARINA SILVA e da Direção Executiva Nacional da REDE. 

Para Deputado Federal e Estadual, a REDE paraibana, sinaliza firmemente apoio aos nomes de VITAL FARIAS (PSB - capital) – deputado federal; RUI FILHO (PR - Patos) – deputado federal; BERG LIMA (PTN - Bayeux) – deputado estadual; HELDERLEY VIEIRA (PROS - Caaporã) – deputado estadual; PROFº ZÉ WAGNER (PSB- capital) - deputado estadual;

Este cenário está sendo repetido em vários Estados, a exemplo do Rio de Janeiro, com Miro Teixeira (PROS) e  Alfredo Sirkis (PSB), que estão colocando seus nomes como pré-candidatos ao governo do Rio de Janeiro. No Estado de Santa Catarina a REDE apresentou a professora  Miriam Prochnow,  como pré-candidata ao governo, já em
Pernambuco, Sérgio Xavier (PV), que é o atual Secretário de Meio Ambiente,  foi escolhido como pré- candidato ao Senado. Na Bahia a ex-Corregedora Nacional de Justiça, Eliana Calmon (PSB), foi indicada como pré-candidata para  disputar a vaga para o Senado Federal.


COMISSÃO ESTADUAL REDE SUSTENTABILIDADE NA PARAÍBA.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Isso é uma Vergonha!


DEMOCRATAS pressiona por instalação de CPI da Petrobras

O deputado federal Mendonça Filho (DEM) reafirmou, no último fim de semana, a necessidade imediata da instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar os escândalos que envolvem a Petrobras, principalmente, o que se refere a compra da refinaria de Pasadena (EUA). Reportagem de O Estado de S. Paulo revela que na compra de outra refinaria, a japonesa Nansei Sekiyu, em 2007, a presidente Dilma Rousseff (PT) admitiu que conhecia todos os termos do contrato que incluem as mesmas cláusulas que ela nega ter sido informada na compra da refinaria norte-americana.
Na época, a petista presidia o Conselho de Administração da Petrobras e aprovou a compra da refinaria japonesa.

De acordo com Mendonça Filho, cada elemento novo que surge ao longo do caso faz o governo se enrolar ainda mais e as suspeitas de irregularidades, segundo ele, ficam mais fortes.

'Está claro que alguém está mentindo nessa história. Como a presidente Dilma Rousseff diz desconhecer as mesmas cláusulas do contrato de Pasadena que foram usadas um ano depois na aquisição da refinaria japonesa, agora com o conhecimento de todos os detalhes? O próprio ex-presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, afirmou com convicção que se tratam de cláusulas comuns nesse tipo de negócio. Tudo isso só reforça  a responsabilidade de integrantes da alta cúpula do governo numa operação escandalosa que causou um rombo nos cofres públicos', destacou o democrata.

Segundo, O Globo, o ex-presidente Lula está apenas esperando Eduardo Campos deixar o governo, dia 4 de abril, para vir a Recife fazer campanha contra Campos, pró-Dilma e Armando Monteiro. Não quer ter que se submeter ao encontro protocolar, com fotos e apertos de mão.

Eles já beberam água no mesmo cocho!

FHC afirma que apoia criação de CPI de Pasadena

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (foto), que havia se colocado contra a medidia, disse neste domingo, 24, que apoia a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar como se deu a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras. Em nota, Fernando Henrique afirmou que o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), pré-candidato à Presidência da República, deve conduzir o tema em nome do partido, após a revelação de que a presidente Dilma Rousseff admitiu que desconhecia detalhes importantes do negócio, como uma cláusula que obrigava a estatal a comprar os 50% restantes da refinaria, se assim quisesse a sócia no empreendimento, a belga Astra.
“Os acontecimentos revelados pela imprensa sobre malfeitos na Petrobras são de tal gravidade que a própria titular da Presidência, arriscando-se a ser tomada como má gestora, preferiu abrir o jogo e reconhecer que foi dado um mau passo no caso da refinaria de Pasadena. Pior e fato único na história da empresa: um poderoso diretor está preso sob suspeição de lavagem de dinheiro”, disse o ex-presidente, em nota divulgada na página da legenda na internet.
FHC, que governou o País entre 1995 e 2002, antecedendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo, defendeu na semana passada uma investigação técnica do tema. Neste domingo, em nota, afirmou que endossa a criação da CPI e a posição de Aécio, que deve disputar com Dilma as eleições de outubro.
“Sendo assim, mais do que nunca se impõe apurar os fatos. Embora, antes desse desdobramento eu tivesse declarado que a apuração poderia ser feita por mecanismos do Estado, creio que é o caso de ampliar a apuração. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, conduzirá o tema, em nome do partido, podendo mesmo requerer, com meu apoio, uma CPMI.” (Agência Estado)

PT se articula no Amapá para tomar vaga de José Sarney no Senado

O PT nacional finge contrariedade, mas nada faz para impedir o PT-AP de lançar Dora Nascimento contra José Sarney (PMDB) ao Senado, em outubro. Pior: integrando a chapa do atual governador do Amapá, Camilo Capiberibe (PSB), arqui-inimigo do ex-presidente. A estratégia do PT, definida pelo ex-presidente Lula, é “atropelar” aliados para lhes tomar as vagas, nem que entre eles estejam figuras como José Sarney.
Na última eleição do senador José Sarney ganhou com menos de 2% de diferença uma disputa apertada a com deputada estadual Cristina Almeida (PSB). Agora, o PT acha que pode eleger Dora Nascimento contra Sarney.

Cássio teve encontro com Benjamim e Leonardo Gadelha em Brasília

 Buscando consolidar a sua pré-candidatura para o governo do Estado, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), já manteve alguns encontros com lideranças políticas da Paraíba. Além de investir em suas bases, Cássio também está tentando apoio em território de adversários.

De acordo com reportagem do Jornal da Paraíba publicada neste domingo, o senador tucano já se encontrou com o deputado federal Benjamin Maranhão (Solidariedade), sobrindo do ex-governador José Maranhão. O encontro aconteceu em Brasília e, provavelmente, tendo como pauta, as eleições deste ano. Cássio ainda segundo a reportagem, também teve uma conversa com o deputado federal Leonardo Gadelha (PSC).

Cássio Cunha Lima recentemente pediu aos tucanos para entregar os cargos no governo de Ricardo Coutinho, ratificando assim, o racha da aliança entre PSDB e PSB. Desde então, tucanos e socialistas passaram a trocar farpas. Embora ainda não tenha oficializado o rompimento, Cássio deve mesmo disputar o Palácio da Redenção nas eleições deste ano.

Ricardo festeja aniversário de Rômulo: “Estamos fazendo uma nova Paraíba”

Marcada por muita emoção, a festa de comemoração pela passagem de aniversário do vice-governador Rômulo Gouveia (PSD) levou uma multidão ao Spazzio, em Campina Grande, neste domingo.
O governador Ricardo Coutinho (PSB) prestigiou a festa, que contou com a participação de diversas outras lideranças políticas, a exemplo de vereadores, prefeitos, deputados e presidentes de partidos, e destacou a importância de Rômulo Gouveia na luta pelo desenvolvimento da Paraíba.
“Rômulo sabe o quanto é especial para nossa Paraíba. A política é a arte da somatória, a arte do fazer e do bem fazer é a determinação de olhar para a maioria do povo e Rômulo sabe somar, é o símbolo da somatória dentro da política da Paraíba. É por isso que nós estamos de coração aberto para continuar a olhar pra frente, para caminhar e trazer benefício para a população e só traz benefício quem tem unidade, determinação e isso nós temos”, disparou o governador em seu discurso de saudação ao aniversariante.

Aliados de Cássio e Dinaldo são exonerados de cargos do Estado na cidade de Patos

Está declarada a ruptura total entre Cássio Cunha Lima (PSDB) e Ricardo Coutinho (PSB). Há alguns meses vem se desmoronando o fim da aliança que elegeu Ricardo Coutinho como Governador da Paraíba e Cássio como Senador no último pleito eleitoral para os referidos cargos.
O embate político ficou notório tendo início na cidade de Patos onde o PSDB realizou na última sexta-feira, dia 21, sua 1ª consulta aos filiados do PSDB sobre candidatura própria ou não. Após o encontro, o Diário Oficial da Paraíba trouxe exonerações de aliados de Cássio e do ex-deputado Dinaldo Wanderley (PSDB).
Geminiano Raimundo de Lucena “Touro”, João Carlos da Silva Pereira “João da Água”, Keyla de Lacerda Brandão, Clédna Pereira Monteiro e Iana Carla Siqueira Medeiros foram exonerados de cargos que ocupavam em órgãos da saúde do Governo do Estado da Paraíba na cidade de Patos.
Está declarada a ruptura total entre Cássio Cunha Lima (PSDB) e Ricardo Coutinho (PSB). Há alguns meses vem se desmoronando o fim da aliança que elegeu Ricardo Coutinho como Governador da Paraíba e Cássio como Senador no último pleito eleitoral para os referidos cargos.
O embate político ficou notório tendo início na cidade de Patos onde o PSDB realizou na última sexta-feira, dia 21, sua 1ª consulta aos filiados do PSDB sobre candidatura própria ou não. Após o encontro, o Diário Oficial da Paraíba trouxe exonerações de aliados de Cássio e do ex-deputado Dinaldo Wanderley (PSDB).
Geminiano Raimundo de Lucena “Touro”, João Carlos da Silva Pereira “João da Água”, Keyla de Lacerda Brandão, Clédna Pereira Monteiro e Iana Carla Siqueira Medeiros foram exonerados de cargos que ocupavam em órgãos da saúde do Governo do Estado da Paraíba na cidade de Patos.

domingo, 23 de março de 2014

Filiados do PSDB de Guarabira e região pedem candidatura de Cássio ao governo da Paraíba

A segunda reunião do PSDB da Paraíba – da série o PSDB ouve você – para debater o posicionamento do partido nas eleições deste ano foi realizada na manhã deste domingo (23), em Guarabira, e reuniu dezenas de filiados da cidade e dos 35 municípios da região.

Mais uma vez, por unanimidade, os membros do PSDB decidiram pelo lançamento de candidatura própria. O encontro restrito aos filiados do partido foi realizado na sede da Associação Comercial e contou com a presença dos membros da Executiva Estadual, do presidente deputado federal Ruy Carneiro e dos senadores Cássio Cunha Lima e Cícero Lucena. A Executiva foi recepcionada pelo prefeito de Guarabira, secretário-geral da legenda, Zenóbio Toscano.
-Foi uma reunião democrática onde todos tiveram o direito de opinar sobre esse processo que iniciamos no início do ano. Mais uma vez prevaleceu, por unanimidade, a tese de candidatura própria e o sentimento dos filiados é de euforia e convocação para debater a Paraíba de desenvolvimento e respeito ao próximo que nós sonhamos para todos, afirmou o presidente Ruy Carneiro que abriu oficialmente a reunião.
Outro fator motivador, segundo Ruy Carneiro, foi a presença de filiados na reunião da Associação Comercial, e de simpatizantes e apoiadores do projeto do PSDB na entrevista coletiva que foi concedida na Câmara de Vereadores. “A animação e o carinho do povo de Guarabira e da região renovam nossa força na esperança de enfrentar esse debate em prol do povo da Paraíba”, afirmou Ruy.
 
Assim como em Patos, coube ao senador Cássio Cunha Lima o encaminhamento das decisões que foram submetidas aos filiados de Guarabira e dos 35 municípios da região. Ele consultou sobre manutenção da aliança de 2010, tese que foi derrotada; em seguida candidatura própria, tese que foi acolhida por unanimidade e por fim a cor predominante da campanha, o amarelo venceu.
Mamanguape - O próximo encontro do PSDB será no município de Mamanguape, no sábado (29), e terá o mesmo formato das reuniões anteriores.

Marcha tem confronto entre grupos pró e contra intervenção militar

Claudio Humberto

Após chamarem de “fascistas” e “terroristas”, manifestantes contra e a favor de uma intervenção militar no Brasil entraram em confronto neste sábado (22), em frente ao Palácio Duque de Caxias, no centro do Rio, e policiais militares do Batalhão de Grandes Eventos usaram cassetetes e balas de borracha para acabar com a confusão.
marcha 04
Manifestantes de esquerda hostilizaram a Marcha da Família
Um grupo estimado em 150 pessoas pela Polícia Militar participava da tentativa de reeditar a Marcha da Família com Deus Pela Liberdade, 50 anos depois do movimento que antecedeu o golpe militar em 1964, quando cerca de 50 militantes de movimentos sociais se aproximaram aos gritos de “cadeia, já, para os fascistas do regime militar”. Os defensores da intervenção militar responderam aos gritos de “fora, comunistas,” e “terroristas”, e o clima ficou tenso.
A polícia fez um cordão de isolamento para impedir que os dois grupos se confrontassem, mas um homem que participava da Marcha da Família conseguiu furar o bloqueio, passando por cima de uma das saídas de ar próximas ao Panteão e ao monumento de Duque de Caxias e avançou contra os representantes dos movimentos sociais. Depois de agredir um manifestante, ele foi atingido com o cabo de uma bandeira, e os policiais dispersaram o protesto contra a intervenção, usando balas de borracha e cassetetes. Os manifestantes correram para a Central do Brasil, onde parte do comércio fechou as portas.
Em pelo menos mais duas ocasiões, manifestantes de lados opostos trocaram socos e chutes em frente ao Quartel-General do Comando Militar do Leste, e a polícia tentou separar as brigas. Durante cerca de 20 minutos, o clima foi de provocação, com palavras de baixo calão, acusações e xingamentos. Depois, o grupo contrário à intervenção militar se manteve em frente à Central do Brasil, enquanto a Marcha da Família continuou ao lado do prédio do Exército, já com número bastante reduzido.
marcha 01
Manifestaram gestos e roupas próprias de militares
O movimento que pedia intervenção militar no país se concentrou na Candelária e seguiu pela Avenida Presidente Vargas, que teve uma de suas pistas interditadas. Com gritos de “fora, PT”, “fora, comunismo” e “fora, Dilma”, os manifestantes levantavam cartazes que pediam a troca das eleições por um governo militar que “limpasse o Congresso de corruptos”. Com bandeiras do Brasil e faixas, o grupo parou diante do Palácio Duque de Caxias e cantou o Hino Nacional. Depois, continuaram os gritos de rejeição ao governo e ao sistema político.
Um ativista que transmitia o evento ao vivo pela internet foi hostilizado por membros da marcha aos gritos de “Vá para Cuba, você não é brasileiro”. Um dos manifestantes, então, deu um tapa no celular que era usado para a filmagem e o derrubou no chão. Sem se exaltar, o ativista pegou o aparelho de volta e se afastou.
Um dos organizadores da Marcha da Família, o cabo da reserva do Exército Emílio Alarcon, ponderou que, apesar dos pedidos de intervenção, a intenção deles não é a instauração de uma ditadura militar. Para ele, as Forças Armadas devem fechar o Congresso e derrubar o Executivo, para convocar novas eleições apenas com candidatos ficha limpa. “A intervenção é constitucional. A gente não está pedindo nada de anormal”, disse ele.
marcha 03
Vários pistaram os rostos em verde e amarelo
Para reivindicar a intervenção, os militantes desse grupo usaram o Artigo 142 da Constituição, que diz: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. Na interpretação do grupo, tal obrigação de garantir os poderes justificaria a intervenção, já que há problemas institucionais graves que só podem ser resolvidos dessa forma: “seria um reset, formatar de novo o Brasil. Todos os partidos estão envolvidos em corrupção”, argumentou Alarcon.
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) compareceu à marcha, mas não se posicionou a favor do pedido de intervenção militar, por entender que isso descaracteriza o movimento. “Estou aqui como um patriota”, disse Bolsonaro.
Na manifestação contra a marcha, militantes usaram palavras como anencéfalos e assassinos para provocar os defensores da intervenção. Em um dos cartazes, havia o pedido: “Paredão aos torturadores do regime militar”. “Este movimento quer a união da ditadura do capital à ditadura militar. Hoje, vivemos a ditadura do capital, porque um governo que remove famílias e leiloa o petróleo e o gás não está em busca dos nossos interesses, e sim dos norte-americanos. Esta marcha é uma demência. Só um tarado pode defender um regime que torturou e matou”, disse André de Paula, membro da Frente Internacionalista dos Sem-Teto.
A militante dos direitos LGBT Indianara Siqueira também se manifestou contra a Marcha da Família: “São pessoas que acham que perderam muito com a nossa sociedade mais liberal, de certa maneira. Eles falam em família como se nós não tivéssemos uma família, como se não pertencêssemos a nenhuma família e brotássemos como cogumelos do chão”, protestou Indianara.

"Só a CPI vai revelar o grau de culpa de Dilma na compra da refinaria", diz Mendonça Filho

O líder do Democratas na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho (PE), reafirmou hoje (22/3) a necessidade imediata da instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os escândalos que envolvem a Petrobras, principalmente, o que se refere a compra da refinaria de Pasadena. 

Reportagem de hoje do jornal O Estado de S. Paulo revela que na compra de outra refinaria, a japonesa Nansei Sekiyu em 2007, Dilma admitiu que conhecia todos os termos do contrato que incluem as mesmas cláusulas que ela nega ter sido informada na compra da refinaria de Pasadena. Na época Dilma Rousseff ainda era presidente do Conselho de Administração da Petrobras e aprovou a compra da refinaria japonesa. 

Na opinião do parlamentar, cada elemento novo que surge no caso o governo se enrola ainda mais e as suspeitas de irregularidades ficam mais fortes. 

"Está claro que alguém está mentindo nessa história. Como a presidente Dilma diz desconhecer as mesmas cláusulas do contrato de Pasadena que foram usadas um ano depois na aquisição da refinaria japonesa agora com o conhecimento de todos os detalhes? O próprio ex-presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, afirmou com convicção que se tratam de cláusulas comuns nesse tipo de negócio. Tudo isso só reforça  a responsabilidade de integrantes da alta cúpula do governo numa operação escandalosa que causou um rombo nos cofres públicos", destaca Mendonça Filho. 

Assessoria de Comunicação

Apesar de o presidente do PP, Eduardo da Fonte, não admitir publicamente, no PTB a aliança é tida como certa em apoio à candidatura do senador Armando Monteiro Neto. Os progressistas só estariam esperando o PT oficializar sua posição, neste domingo.


sábado, 22 de março de 2014

PSDB decide por candidatura própria e Cássio diz que seus correligionários estão sofrendo perseguição.

A primeira consulta do PSDB da Paraíba decidiu pela candidatura própria da legenda nas eleições de 2014. A reunião foi realizada nesta sexta-feira (21) na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba. Cerca de 200 filiados afirmaram que o partido deve sair como protagonista na próxima campanha. Durante o evento, o senador Cássio Cunha Lima reclamou de perseguição por parte do Governo Estadual aos que apoiam a decisão.

- A consulta é um instrumento importante. A Executiva acertou em deliberar pela consulta sobre as alianças. Durante muito tempo o partido vinha discutindo as teses de apoio ao governador ou a candidatura própria. Por unanimidade, os presentes a decisão foram pela candidatura própria.

O senador explicou que o deputado Antônio Mineral não pode participar do evento por ter outro compromisso agendado. Mineral é um dos tucanos que vêm defendo a aliança com o governador o que é considerado por Cássio "uma decisão legítima". O senador lembrou ainda que os partidos existem para disputar eleição e afirmou que não terá dificuldade em apontar acertos de Ricardo Coutinho, caso ele venha a ser candidato pelo PSDB. 

- Não terei dificuldade de apontar méritos como a sequência de obras iniciadas no meu governo. Mas não há mais espaço para governo que persegue e massacra. Chego aqui ao sertão e tenho notícias de prestadores de serviços que estão sendo demitidos. Ameaças que estão sendo realizadas a servidores públicos. O prefeito de Conceição, que é do PSDB e declarou que acata a candidatura própria, deixou de receber uma ambulância por perseguição política. Voltou, enfim, aquele clima de tensão. Aquele clima pesado que a Paraíba já derrotou nas eleições passadas.

Zenóbio revela que rompeu com Ricardo Coutinho

 Em uma declaração polêmica, o prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano (PSDB), revelou neste sábado (22) que rompeu com o governador Ricardo Coutinho (PSB), devido ao socialista lhe ter tentado destruir politicamente. “Deixei de defender Ricardo quando ele quis me destruir politicamente" desabafou.

Em entrevista ao Correio da Manhã da rádio 98FM, Zenóbio revelou que RC estava  levando seus prefeitos para Hervásio Bezerra, líder do governo na Assembleia Legislativa.

Segundo Zenóbio Toscano, o motivo pelo rompimento se deu não só pelas promessas não cumpridas, mas pelo fato do governador Ricardo está tentando aniquilar politicamente sua esposa a deputada Léa Toscano (PSB).

“Meu rompimento com Ricardo se deu pelo fato do governador está chegando nos meus prefeitos pedindo voto para o deputado Hervásio Bezerra (PSB), tentando aniquilar Léa Toscano e isso eu não permito”, afirmou Zenóbio.

sexta-feira, 21 de março de 2014

O colapso na base do governo demonstra a falta de sustentação política do Governo Dilma.

Os recentes conflitos entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional e a desorganização da própria estrutura do Executivo mostram que estamos em um processo que caminha para a ingovernabilidade no Brasil. O colapso na base do governo demonstra a falta de sustentação política do Governo Dilma.
Nós estamos entrando em um processo que está colocando em risco a democracia brasileira. E é isso que o Congresso Nacional tem que debater. A presidente da República não pode querer governar de uma maneira monocrática. Ela tem que ter sensibilidade política. Ela tem que saber que não é de uma maneira autoritária que deve e que vai governar.
Exemplos desse processo de ingovernabilidade não faltam. A crise no setor energético, a inflação crescente, os casos de corrupção que envolvem a Petrobras e as irregularidades na contratação de médicos cubanos pelo programa Mais Médicos são apenas alguns dos fatos recentes que envolvem o governo do PT.
Esse quadro nos preocupa. É hora de nós estarmos atentos, porque a sociedade não vai admitir aumento da carga tributária, na conta de energia, na conta de gás, na conta do IPVA do carro, do combustível e do supermercado. Nós precisamos corrigir isso. E a campanha eleitoral é o momento adequado para que essas matérias sejam debatidas

Vereadora é contrária ao alinhamento do DEM à candidatura presidencial de Eduardo Campos.

Vereadora do Recife Priscila Krause (DEM)

Jarbas ou Tony Gel

Folha Política

Antes de embarcar para a Suiça, o senador Jarbas Vasconcelos deixou acertado que conversaria com o deputado estadual Tony Gel assim que retornasse. O ex-prefeito de Caruaru aguarda uma decisão do ex-governador sobre a disputa por uma vaga na Câmara Federal, porque se organiza para fazer uma dobradinha com ele. Isso, se Jarbas confirmar seu ingresso no chapão da Frente Popular. Ele é, hoje, o único nome do PMDB cotado para entrar no páreo depois que o deputado federal Raul Henry foi escolhido como pré-candidato a vice na chapa majoritária socialista. O PMDB pernambucano correria o risco de ficar sem um representante no Congresso Nacional caso a decisão de Jarbas fosse a de não concorrer este ano. Mas as chances são grandes de Tony Gel assumir a missão, caso o senador decline dela. E, nessa hipótese, a ex-deputada Miriam Lacerda tentaria retornar à Assembleia Legislativa dobrando com o marido. O retorno de Jarbas, ontem, dá início a uma contagem regressiva por sua decisão.

O radialista Roberto Murilo, da Nova Cultura AM de São José do Egito, coordena, hoje, o lançamento do livro do jornalista Magno Martins, Reféns da Seca, naquela cidade com um modelo bem interessante: uma palestra sobre a temática seguida por debate e os autógrafos. Será às 19h30m na Câmara de Vereadores.

Câmara de Vereadores de São José do Egito-PE