sábado, 31 de outubro de 2009

PSDB consulta aliados sobre presidenciáveis

FHC e o senador Sérgio Guerra (PE), respectivamente presidentes de honra e nacional do PSDB, iniciam com o presidente do PP, senador Francisco Dornelles (RJ), uma séria de “consultas reservadas” a partidos com chances de se aliarem aos tucanos. Eles querem saber qual é o candidato do partido que soma mais e que tem mais chances de vencer a disputa pela Presidência com Dilma Rousseff, em 2010.

Prefeitura de Vertentes inscreve para concurso

A Prefeitura de Vertentes abrirá, no próximo dia 9 de novembro, as inscrições para concurso público para o preenchimento de 66 vagas. Os interessados terão até o próximo dia 11 de dezembro para se inscrever no site www.asperhs.com.br. O valor da taxa de inscrição será de R$ 65 para os cargos de Nível Superior, R$ 55 para os cargos de Nível Médio e R$ 45 para os cargos de Nível Fundamental I e II. O prazo de validade do concurso será de 2 anos, prorrogáveis por igual período.
As vagas de nível superior são para: Farmacêutico (1), Fonoaudiólogo (1), Médico Cardiologista (1), Médico Clínico Geral (2), Médico Colposcopista (1), Médico Dermatologista (1), Médico Endocrinologista (1), Médico Ginecologista (1), Médico Neurologista (1), Médico Pediatra (1), Médico Psiquiatra (1), Médico Urologista (1), Nutricionista (1), Odontólogo (2), Psicólogo (1), Professor de 5º a 8º séries - Ciências (3), Educação Física (2), Geografia (1), História (2), Informática (3), Inglês (1), Língua Portuguesa (4), Matemática (5).
Para o nível Médio, as vagas são para Oficial Administrativo (7), Técnico em Enfermagem (3).
Para o Nível Fundamental, as oportunidades são para Guarda Municipal (6), Motorista - "B" (3), Motorista - "D" (5), Motorista - "D" – Caminhão Compactador (2).
Já para quem não completou o Nível Fundamental as vagas são para Operador de Máquinas Pesadas (3).

César Borges (PR - BA)

César Augusto Rabello Borges
Aniversário: 21/11
Naturalidade:Salvador (BA)
Ala Senador Teotônio Vilela,
gab. 13Tel.:(61) 3303-2212 a 2217Fax: (61) 3303-2982

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Prévia em Araripina

Pesquisa que o deputado Bringel (PSDB) apresentou ontem na Assembleia Legislativa sobre a intenção de voto do eleitor de Araripina, terra dele, para o Senado, dá Marco Maciel (DEM) em 1º com 38% de intenções de voto, Sérgio Guerra (PSDB) em 2º com 24% e Armando Monteiro (PTB) em 3º com 18%. O prefeito Lula Sampaio é do mesmo partido de Armando, mas está desgastado.

Na bagagem do presidente...

Por Carol Carvalho

Minha casa, minha vida. Mendigo adota agência 24 horas do Bradesco



Veja o flagrante de um mendigo dormindo dentro de uma agência 24h do Bradesco, no centro do Recife. Um aluno registrou no celular dele e nos enviou. É o retrato da degradação do Recife, em sua pobre Avenida Conde da Boa Vista. Morei na juventude naquela via e dá pena ver o que a cidade se transformou.
Escrito por Jamildo Melo


Prefeito de Carpina chama Sílvio Costa de 'caloteiro'

Em resposta ao deputado Sílvio Costa (PTB), que em entrevista a uma rádio de Carpina fez críticas ao senador Sérgio Guerra (PSDB), o prefeito Manoel Botafogo (PSDB) chamou o paramentar de “caloteiro” dizendo que ele não recolhe os impostos à prefeitura referente a uma unidade do Colégio Decisão que possui lá.
A dívida, segundo o prefeito, totaliza cerca de R$ 50 mil, o que o deputado nega.
Botafogo ficou irritado com Sílvio Costa (PTB) por ter acertado uma dobradinha na Mata Norte com o ex-prefeito de Lagoa de Itaenga, Carlinhos do Moinho (PHS), que disputou a prefeitura com o tucano em 2008 e ficou em 2º lugar.
O coordenador da campanha de ambos é o ex-prefeito de Lagoa do Carro, Tota Barreto (PSB), que é outro desafeto de Botafogo. Inaldo Sampaio

Em depoimento, Chinaglia confirma que Jefferson avisou Lula sobre mensalão

O ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP) confirmou nesta quinta-feira (28), em depoimento à Justiça, que estava presente na reunião em que o presidente do PTB, Roberto Jefferson, revelou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que acreditava existir um esquema de compra de apoio ao governo no Congresso, antes de o caso vir à tona, conhecido como mensalão.

Em conversa com jornalistas, após o depoimento, Chinaglia disse ter certeza que Lula não sabia do mensalão antes da denúncia de Roberto Jefferson. “A primeira reação é não acreditar em uma história dessa. O presidente pediu para que eu e Aldo [Rebelo, então presidente da Câmara] verificássemos”, disse. “Foi uma conversa inoportuna. Não era assunto para tratar com o presidente”, completou Chinaglia, lembrando que a pauta da reunião era a tratativa de assuntos políticos do governo.

O G1 entrou em contato com Palácio do Planalto e aguarda resposta. Em 2005, quando foi ao programa "Roda Viva", da TV Cultura, Lula falou sobre o escândalo e Roberto Jefferson: "ele [Jefferson] foi cassado exatamente porque não provou a denúncia que ele fez no que diz respeito, por exemplo, aos mensalões. O José Dirceu [ex-ministro da Casa Civil] foi acusado de ter montado uma quadrilha. E sobretudo, uma quadrilha para pagar mensalão. (...) Teve ou não mensalão? Tenho certeza que não teve," disse o presidente.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Jarbas diz que acordo PMDB/PT “é insano”

Mal tomou assento de volta na Comissão de Consituição e Justiça (CCJ) do Senado, na manhã de ontem, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) foi à tribuna da Casa, à tarde, e avisou que não exitará em comprar outra briga com o seu partido - sua destituição da CCJ foi justamente por criticar o PMDB. A razão para o novo embate é o pré-acordo entre PT e PMDB, firmado para oficializar o apoio dos peemedebistas à candidatura da presidenciável petista, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Jarbas classificou o pacto de “insano” e reagiu contra a pretensão do presidente Lula de pressionar as vozes discordantes do PMDB a aderir.
“Existem três grupos dentro do PMDB: os que defendem a aliança com o PSDB, os que querem se unir ao PT e os que defendem a candidatura própria. Ou essas diferenças são respeitadas, ou teremos um desnecessário confronto político dentro do PMDB”, asseverou.

STF determina cassação de senador de Rondônia

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou ontem, por 7 votos a 1, que o senador Expedito Júnior (PSDB-RO) deixe imediatamente o cargo. Ele foi cassado pela Justiça Eleitoral por abuso de poder econômico e compra de votos nas eleições de 2006, mas continua exercendo o mandato por decisão da Mesa Diretora do Senado. Os ministros julgaram uma ação proposta pelo segundo colocado nas eleições daquele ano, Acir Marcos Gurgacz (PDT-RO). Ele pediu para tomar posse no lugar de Expedito, já que tanto o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Rondônia - que o cassou em 2008 - como o Tribunal Superior Eleitoral - que confirmou a decisão em junho deste ano - já determinaram sua saída.

Aspirador de pó Zina! Esse aspirador é um fenômeno!

O “poeta de uma palavra só” foi detido nessa quarta feira por porte de drogas.
“Estou me sentindo em pleno Pacaembu” - Declarou Zina direto da cadeia. Agora resta esperar se ele vai continuar mandando “um salve” pra galera ou esperar que seu advogado o salve.

PP teme acordo imediato com Dilma

Ainda sem consenso sobre a chapa nacional que irá apoiar em 2010, o PP recebe hoje em jantar a ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão do presidente Lula. O PP é o sexto partido governista assediado oficialmente pela petista.
Embora hoje prevaleça a tendência de apoio a Dilma, a legenda não vai fechar um acordo formal neste momento. A intenção é ouvir as propostas dela e trabalhar para aparar arestas regionais, já que em pelo menos três Estados (MG, RS e RO) há problemas entre PP e PT. “A candidatura Dilma é um fato, mas o tempo do PP é outro, tem que amadurecer mais”, disse o senador Francisco Dornelles (RJ), presidente da sigla. “É muito cedo para tomar uma decisão dessas”, concorda o vice-líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PR).

Augusto Botelho (PT - RR)

Augusto Affonso Botelho Neto
Aniversário: 24/12
Naturalidade:Vitória (ES)
Ala Senador Filinto Müller,
gab. 11Tel.:(61) 3303-2041 a 2048/3664Fax: (61) 3303-1931

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Greenpeace presenteia Lula com protesto em frente ao Itamaraty


Por Carol Carvalho

Brilhante entrevista de Magalhães

Mendonça Filho, presidente regional do DEM, telefonou para o deputado Roberto Magalhães (DEM) parabenizando-o pela "brilhante" entrevista concedida ao jornalista André Duarte, do Diario. Mendonça disse a Magalhães que concorda com tudo o que ele disse, mas discorda de sua disposição de não mais disputar um mandato. DP,27/10/09.

Prefeito do PT é preso com Crack e Travesti


II Encontro Nacional da Juventude do Democratas

30 de outubro a 2 de novembro:
Programa - palestras, debates e eventos
Tudo preparado para nosso Encontro Nacional
Hospedagem e pacotes
Informações práticas para os participantes
Visão geral do Encontro
Inscrições On-Line -Garanta a sua participação

Braga com Aécio

Em reunião com o DEM, o governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), revelou que avisará ao presidente Lula, o amigo de quem é admirador: não terá como deixar de apoiar o governador tucano Minas, Aécio Neves, caso ele confirme sua candidatura a presidente.

Roberto Freire critica Lula pelas viagens no São Francisco e uso da máquina em favor de Dilma

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, criticou nesta segunda-feira a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua comitiva às obras de transposição do rio São Francisco. Em entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultural, o socialista questionou uma possível campanha antecipada da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata à Presidência em 2010, durante as viagens presidenciais. "Não há nada para inaugurar no São Francisco para ele [Lula] passar três dias armando uma tenda de mil e uma noites", afirmou Freire. Jamildo Melo

Arthur Virgílio (PSDB - AM)

Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto
Aniversário: 15/11
Naturalidade:Manaus (AM)
Ala Senador Tancredo Neves
gab. 50Tel.:(61) 3303-1413/1301Fax: (61) 3303-1659

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Eramos 6


Desembargadores discutem no Tribunal de Justiça do Maranhão

A discussão entre os desembargadores começou quando o corregedor do Tribunal, Jamil Gudião, levou para votação um processo contra o juiz da comarca de Barreirinhas, Fernando Barbosa, que é acusado de grilagem de terras.

O desembargador Bayma Araújo disse que os desvios de conduta de Fernando eram conhecidos de todos.
O tio de Fernando, o também desembargador Jorge Rachid, saiu em defesa do sobrinho.
Apenas o áudio das sessões foi gravado:
Rachid - Você é um mentiroso, você é meu inimigo pessoal, deveria se dar por suspeito.

Bayma - Você, excelência, é sócio dele. É sócio dele, é sócio dele. Tem terrenos em Barreirinhas.

A sessão foi interrompida, mas a baixaria continuou.

Bayma - Você vive de esquema. Moleque. Tu passaste neste Tribunal e fez uma rapinagem aqui.

Rachid - Você é mentiroso. Bayma - Mentiroso é tu cachorro, safado.

Mais tarde, Bayma Araújo tentou se explicar: "Eu fui provocado, chamado de mentiroso, agressivo. Então, eu também o agredi no mesmo tom", afirmou .
O desembargador Jorge Rachid não quis se manifestar.
A discussão entre os desembargadores provocou reação no estado. A Ordem dos Advogados entrou com representação no Conselho Nacional de Justiça pedindo apuração da conduta dos desembargadores.
E a Associação dos Magistrados (AMA) também pediu a investigação sobre a troca de insultos. “A troca de insultos neste nível denigre a imagem do Poder Judiciário e é obrigação nossa apurar os fatos, até porque isto corresponde a quebra do dever funcional previsto no artigo 35 da lei orgânica da magistratura", afirma Gervásio Protásio, presidente da Associação dos Magistrados.

O Tribunal de Justiça declarou que a discussão acalorada é natural no ambiente democrático, mas repudiou o excesso de linguagem - e disse tomará medidas para restabelecer a cortesia que deve ser observada na corte. No G1

Dilma e o crime



Dilma Rousseff entrou ontem na canoa furada da suposta criminalização dos movimentos sociais… É mesmo, é? Sim, a ministra já transformou em ato heróico a sua atuação num grupo terrorista que assaltava bancos e matava pessoas. Segundo entendi, ela só estava lutando contra a ditadura. Se tivesse vencido a luta segundo aqueles parâmetros, o país passaria a ser governado segundo aquela ideologia — uma coisa, assim, entre Cuba e a Coréia do Norte. E então o país teria conhecido o socialismo real, não é mesmo? Orgulhar-se daquele passado implica uma grave distorção moral, que se reflete agora nessa história da suposta “criminalização dos movimentos sociais”.
Nada disso! Ninguém está criminalizando nada! Está-se chamando de crime o que a lei define como crime. Então eu faço outra acusação: ao falar essa bobagem, a ministra está descriminando o crime. Quero saber a que fato ela se refere. Ela considera que aquilo que o MST fez na fazenda da Cutrale foi crime ou não? A resposta é simples: há a lei, e há os fatos. Sim ou não?

Por Reinaldo Azevedo

Não basta ser pesado, precisa também ter equilíbrio


Antonio Carlos Valadares (PSB - SE)

Antônio Carlos Valadares
Aniversário: 06/04
Naturalidade:Simão Dias (SE)
Ala Senador Teotônio Vilela -
gab. 12Tel.:(61) 3303-2201 a 2206Fax: (61) 3303-1786

Violência no Rio. Eu rio pra não chorar


Marina critica campanha de Dilma

Em viagem aos Estados Unidos segunda-feira (26), a senadora Marina Silva (PV-AC) criticou os supostos atos de campanha antecipada patrocinados pelo presidente Lula em favor da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Há cerca de duas semanas, o presidente Lula referiu-se a uma inauguração na região do São Francisco como um “comício”, em um ato falho. No domingo, Dilma disse que a oposição tem preconceito pelo fato de ela ser mulher e, por isso, a acusa de uso da máquina pública para fazer campanha eleitoral. A senadora criticou sua ex-colega de ministério por supostamente usar a máquina pública para fazer campanha e alegar que é vítima de preconceito por ser mulher. Segundo ela, “os atos falhos falam por si”. Marina realiza encontros com políticos americanos e participa de debates sobre o aquecimento global em Washington.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Finalmente a nossa semana - Encontro Nacional da Juventude

Veja aqui um resumão do que vai rolar em Blumenau de sexta à segunda, no maior evento já realizado pela Juventude Democratas. Tudo foi formatado para que a política feita por jovens tenha a cara dos jovens.
PALESTRANTES: Nomes de peso. Marcelo Tas, o comandante do CQC, falará sobre internet x jovem x twitter x política. Mário Rosa, o autor de A Era do Escândalo, debaterá a imagem pública. E mais os cientistas políticos Antonio Lavareda e Amaury Souza, o líder estudantil venezuelano Yon Gorcotchea, o blogueiro Marcelo Vitorino, o estrategista Marcelo Puppi, entre vários outros.
LÍDERES: Presença dos deputados Rodrigo Maia, José Carlos Aleluia, ACM Neto, Ronaldo Caiado e Paulo Bornhausen, além dos senadores Raimundo Colombo, Agripino Maia e Demóstenes Torres.
ALOJAMENTO GRATUITO - Na Escola Estadual Pedro II, que fica a 700 metros do local do evento. Com segurança, banho quente e café da manhã. Levar colchonete, roupa de cama, banho e demais itens pessoais. Confirmação no josvaldoo@gmail.com e aledecarly@yahoo.com.br. HOTEL - A agência oficial do Encontro é a Martur, que tem pacotes para o Hotel Viena, onde será realizada toda programação. Os preços começam no apartamento triplo por R$ 55,00 por pessoa por dia c/café incluso. Há outras opções de hotel. (47) 3323-6245 ou atendimento@marturviagens.com.br.
NAVEGANTES - Blumeau é servida pelo aeroporto de Navegantes. A TAM, GOL e AZUL possuem serviço de transfer e ponto de chegada fica a dois minutos do hotel do evento.
CHEGADA DAS CARAVANAS - Hoje é o prazo máximo para que as caravanas informem o horário da chegada em Blumenau e o número de participantes pelo encontronacional@juventudedemocratas.org.br. Haverá um local para recepção.
INSCRIÇÕES - Todos os participantes devem confirmar inscrição pelo encontronacional@juventudedemocratas.org.br .

Vereadores arrependidos...

Líderes do movimento de vereadores arrependem-se do fuzuê que fizeram no Congresso, sobre a emenda que criou mais de 7 mil vagas em todo o País. O caso está nas mãos do STF, que julga o caso nesta quinta. CH,26/10/09

... da farra e zona

Os vereadores reconhecem que passaram uma imagem de farristas e deixaram em segundo plano o fato de o Congresso haver obrigado as Câmaras a reduzir custos, e não a aumentá-los para abrigar salários. CH,26/10/09

CNBB: “Jesus não fazia alianças com fariseus”

O secretário-geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Dimas Lara Barbosa, rebateu a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a necessidade de fazer alianças. Lula afirmou que Jesus Cristo teria que fazer uma coalizão com Judas se precisasse de apoio numa votação. Dom Dimas disse que, apesar de Judas ser um dos discípulos de Cristo, Jesus não fazia alianças com “fariseus” - numa referência a pessoas que parecem uma coisa por fora, mas por dentro são outra.
O representante da CNBB ainda ironizou a declaração do presidente. “Para governar o Brasil? Estamos tão mal assim? Queria dizer que, sem dúvida Judas foi discípulo de Cristo, mas Cristo conhece o coração das pessoas e reconhece a liberdade de cada um. Cristo não fez alianças com fariseus. Pelo contrário, teve palavras duras para com eles. Deus conhece o coração das pessoas”, afirmou.

Aliança PT x PMDB


Antonio Carlos Júnior (DEM - BA)

Antonio Carlos Peixoto de Magalhães Júnior
Aniversário: 24/09
Naturalidade:(BA)
Endereço: Ed. Principal -
Gabinete nº 5 Senado Federal Brasília-DF
CEP: 70165-900Tel.:(61) 3303-2191Fax: (61) 3303-2775
Correio:acmjr@senador.gov.br

domingo, 25 de outubro de 2009

Parlamentar com missão cumprida

Com oito mandatos, sendo quatro deles como deputado federal, Roberto Magalhães (DEM) decidiu jogar a toalha. Impaciente com os rumos do Congresso Nacional, o ex-prefeito do Recife e ex-governador de Pernambuco disse, mais uma vez, que não será candidato à reeleição em 2010, quando termina aquele que será o seu último mandato de deputado federal. O democrata acredita que o Legislativo foi rebaixado à condição de "sub-poder" e disse ainda que a Câmara dos Deputados perdeu a sua força ante o rolo compressor do governo federal.
Roberto Magalhães procurou reagir com prudência quando questionado sobre a situação do campo de oposição em Pernambuco, mas fez um alerta aos aliados sobre a pressão em torno da possível candidatura do senador Jarbas Vasconcelos ao governo do estado em 2010: "Nós queremos Jarbas, mas não podemos constrangê-lo, não devemos constrangê-lo. Nem temos esse direito", avisou.

Mantendo a tradição de falar sobre política de forma franca e sem rodeios, o deputado pernambucano acredita que o seu papel como legislador já foi cumprido e avalia que todos os parlamentares na sua situação deveriam ceder lugar aos políticos da nova geração. "Eu estou aqui (na Câmara) há sete anos na luta por uma reforma política que não se faz. Só se faz remendo. Qualquer inovação é rejeitada. Afinal de contas, há de se entender que se o deputado está eleito pelo sistema atual, ele naturalmente não quer mudar porque não quer correr risco", atacou. DP,25/10/09.

Os descontentes

A criação da CPI do MST contou com o apoio de 37 parlamentares do PMDB. É mais ou menos o número de descontentes com o acordo dos do partido para apoiar a campanha presidencial de Dilma Rousseff.

“Lula faz aliança com o pior traidor”

A oposição reagiu, quinta-feira, à declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que, em defesa da governabilidade disse que era preciso fazer alianças para ter apoio no Congresso. “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”, disse Lula em entrevista à Folha de São Paulo. O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), criticou as declarações e disse que o petista decidiu verbalizar práticas veladas do governo federal. “Infelizmente, o presidente apenas vocaliza o que no passado não vocalizava. É um governo pragmático que, para garantir sua sustentação, faz aliança até com o pior traidor”, afirmou.
Segundo ele, Lula está disposto a se aliar com o que há de “pior na política” para conseguir eleger a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à Presidência da República em 2010. O presidente do PPS, Roberto Freire, disse que Lula mostra que tem como prática se aliar a pessoas envolvidas em irregularidades. “A comparação com Jesus Cristo e Judas para quem é católico como ele e cristão, como boa parte da população brasileira, é uma violência para justificar todas as bandalheiras, traições que permitiu que se fizesse em seu governo. Com essa frase ele deixou claro porque ocorreu o mensalão, os aloprados”, afirmou.

Termômetro político

Em 1966, o pai do jovem advogado Marco Maciel arranjou para ele um emprego de assessor do governador Paulo Guerra, no Palácio Campo das Princesas. Dias depois, Guerra seria visitado pelo amigo Chico Heráclito, chefe político de Limoeiro, que ao entrar no gabinete passou pela figura alta e esquálida de Maciel, vestido num terno branco e gravata vermelha. Chico Heráclito foi logo perguntando ao governador:- Quem é aquele termômetro na sua ante-sala? CH,23/10/09.

Gustavo Krause: 'Não é só o eleitoral que motiva uma candidatura'

Por Ana Lúcia Andrade, de Política / JC

Ele foi o candidato do então governista PFL – com o apoio de Jarbas – para o embate contra o então favorito Miguel Arraes (PSB) na eleição estadual de 94. No momento em que as legendas hoje na oposição, e agora num esboço de aliança mais ampla, se preparam para enfrentar o neto de Arraes, Eduardo Campos (PSB), Gustavo Krause (DEM) desabafa e dá o seu testemunho do que conta na armação de um palanque com essas características. Assegura que não foi para sacrifício algum, naquela época, pois tinha consciência das dificuldades, mas sobretudo do papel “político e histórico” que desempenharia.

JC – Se o debate de 2010 se der em torno de um candidato para competir, como será essa discussão? O que é considerado num debate nesses termos? A vontade do candidato é o que conta?
GUSTAVO KRAUSE – Primeiro vamos ao contexto da época (da eleição de 94, quando ele foi escolhido o candidato do PFL). Eu era deputado federal, tinha tido uma rápida experiência no Ministério da Fazenda, o que me deu uma certa notoriedade, e tive uma passagem razoável na Câmara dos Deputados, o que me daria talvez uma eleição mais tranquila.

JC – Mas o candidato em potencial não era você?
KRAUSE – Não. Os candidatos potencialmente fortes eram Jarbas Vasconcelos, que tinha dois anos de prefeitura, e Roberto Magalhães. No plano nacional havia Lula disparado nas pesquisas, e se esboçava uma aliança entre o PFL e o PSDB. Com a entrada em vigor do Plano Real, o PFL percebeu que poderia apontar para um cenário favorável, que desse para disputar.
Na época Fernando Henrique (PSDB) relutava muito. Ele estava fragilizado eleitoralmente e tinha quatro ou cinco pontos percentuais nas pesquisas, isso por volta de fevereiro ou março de 94. No caso específico de Pernambuco, começou a se desenhar a não candidatura de Jarbas e a de Magalhães, por uma série de motivos que cabe a cada um avaliar, e emergiu um candidato forte que era Miguel Arraes (PSB, então oposição). Eu percebi ali, era começo de abril, que aquilo iria sobrar para mim.

JC – Que você seria um candidato para competir apenas?
KRAUSE – É, mas acontece que eu tinha a perspectiva de que a aliança (nacional entre PFL e PSDB, para a eleição presidencial) precisava de um rebatimento político em Pernambuco. Era preciso um palanque que tivesse amplitude. Então eu vi ali um papel político mas também histórico. Era a primeira vez de uma aliança de centro-direita com centro-esquerda, com um cara como Fernando Henrique, com Maciel como vice... Mas independentemente disso, eu achava que Pernambuco deveria ter um palanque amplo. Tanto que uma das coisas que coloquei, quando a minha candidatura foi posta, é que só iria para aquela disputa com o PSDB e com Jarbas ao lado. Não precisava nem o PMDB, na época o candidato do PMDB era Cid Sampaio. Mas era preciso ir com Jarbas porque se eu não tivesse amplitude de pouco estaria valendo. Sem isso não contem comigo. Algumas pessoas imaginavam que se Fernando Henrique fosse eleito me colocaria num ministério, não houve acordo nenhum, eu fui para a luta porque eu achava que podia cumprir uma missão política, partidária e histórica, do ponto de vista da aliança e do grau de sua amplitude.
Um Plano (Real) que estava estabilizando o País, um candidato extremamente clarividente como era Fernando Henrique, e com um vice como Marco Maciel... Quer dizer, existia um conjunto de condições que me levaram a não negligenciar, me levaram a não me preocupar tanto com o resultado eleitoral, porque eu sabia que teria muitas dificuldades. O resultado foi menor do que as dificuldades mostraram. Eu sei que a gente não pode olhar para o passado com o condicional ‘se’, mas se alguma coisa a mais tivesse sido feita naquele momento talvez o resultado fosse outro.

JC – Por quê? O que é que faltou?
KRAUSE – A candidatura nacional tracionou a candidatura local como habitualmente acontece. Eu fui tracionando também. Mas o que é importante é que eu tinha aquilo como missão. Eu não fui para sacrifício nenhum. Eu achava que estava cumprindo uma missão importante porque a gente precisava eleger uma bancada, de qualquer maneira elegemos um senador (Carlos Wilson, então no PSDB). Eu não tinha me preparado nem político nem eleitoralmente para ser candidato. Mas eu tinha um grau de consciência muito grande.
E outra coisa: do ponto de vista eleitoral, aquela candidatura minou o mito eleitoral, o mito político. Porque se percebeu que o eleitor de Arraes já não era mais aquele com o perfil de quando ele voltou (do exílio, em 79). Já havia uma certa diluição do voto ideológico. O chamado voto de opinião se deslocou em direção aos grotões, o voto metropolitano já não era aquele voto consagrador de outras épocas.

JC – O que é fundamental num processo decisório desse tipo que você viveu?
KRAUSE – Que seja colocado, lembrando que é legítima qualquer decisão, mas é preciso colocar até onde o processo lhe aponta um caminho que não seja apenas o eleitoral, onde se tem um maior ou menor grau de possibilidades. Do outro lado da balança você pesa a visão de um processo mais amplo.
De encarar uma missão histórico-política onde sairá maior do que entrou na eleição, mesmo perdendo. Porque não tenho dúvida nenhuma de que eu saí maior (da eleição de 94). Agora nisso tudo existe uma série de contingências: a disposição da pessoa é uma delas. Eu acho que é legítima qualquer tipo de decisão e eu a respeito. No meu caso, tenho a consciência de que no meu limite, no meu micro mundo, dei minha contribuição e não tenho dúvida nenhuma de que sai maior. É agradável perder a eleição? É não. Ela tem uma certa contundência? Tem. Mas ali as forças estavam íntegras.

JC – Você encontra semelhanças entre aquele momento e o de hoje?
KRAUSE – É muito difícil comparar momentos históricos. Eles têm suas peculiaridades. Agora é importante perceber que nós estamos diante, mais uma vez, de uma aliança ampla. Observei todos esses movimentos que aconteceram, até se ‘magnificaram’ certas coisas, mas quando eu olho para o DEM, para o PSDB, para o PPS e para o PMDB, vejo muito mais coisas nos unindo do que nos separando. Então esses episódios (a briga José Mendonça x Sérgio Guerra) são apenas pequenas trepidações. Há um quadro nacional que mantém até uma aliança mais ampla. Até mais consistente.
Naquela época, Fernando Henrique partiu numa situação de absoluta adversidade. Só se configurou uma avalanche ‘fernandista’ a partir de julho/agosto (94) por conta do Plano Real. Então hoje, em alguns aspectos, vejo uma situação, de certa forma, até vantajosa. Uma amplitude da aliança e um candidato que tem maior consistência eleitoral do que tinha Fernando Henrique naquele momento. José Serra (PSDB, provável candidato das oposições à Presidência em 2010) tem maior consistência eleitoral.
E seu perfil se enquadra bem nessa questão de o presidente (Lula) querer fazer uma eleição plebiscitária. Um presidente que propõe esse tipo de eleição está olhando para trás e a agenda tem de ser para a frente. Serra tem um perfil adequado para um debate desse tipo. Mas não sei se o quadro vai justificar esse desejo de um plebiscito entre oito anos versus oito anos. Essas circunstâncias trazem algumas vantagens. Desde que se respeite suas peculiaridades.

Eramos 6


Alvaro Dias (PSDB - PR)

Alvaro Fernandes Dias
Aniversário: 07/12
Naturalidade:Quatá (SP)
Ala Senador Nilo Coelho,
gab. 10Tel.:(61) 3303-4059/4060Fax: (61) 3303-2941

sábado, 24 de outubro de 2009

Democratas diz que não vai tolerar manobras

A oposição reagiu, ontem, às críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a atuação do Tribunal de Contas da União (TCU) na paralisação de obras do governo federal. O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), disse que não vai tolerar manobras do governo para enfraquecer a atuação do TCU no País. “O discurso não é inédito e, como se vem percebendo, tem o propósito velado de jogar a sociedade contra um dos mais respeitados órgãos de controle do Brasil. Órgão esse, aliás, que apenas vem cumprindo o seu papel constitucionalmente assegurado: o de exercer o controle externo do Poder Executivo, por meio de uma fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial”, disse Maia em nota.

Segundo o presidente do DEM, o TCU não pode sofrer críticas públicas pela sua atuação no controle de obras realizadas no País. “Em um Estado de Direito, o governo deveria procurar se amoldar, o mais rapidamente possível, às leis e às decisões proferidas pelos órgãos competentes, como é o caso do TCU. Mas isso, ao que parece, é muito difícil de acontecer em um governo que tem como máxima a ideia de que os fins justificam os meios”, afirmou.


FHC: mais fariseus do que cristãos

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem, em Belo Horizonte, que a aliança montada pelo Governo de Luiz Inácio Lula da Silva parece possuir “mais fariseus do que cristãos”, em referência a declarações do presidente anteontem. Na ocasião, Lula falou que, no Brasil, “Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”. Segundo o tucano, “pessoas atrasadas” na política sempre existirão e elas “não podem ser jogadas fora, fazem parte do jogo”.
FHC disse, porém, nunca ter feito aliança com “Judas”. “O ruim é quando você faz alianças espúrias, quando são feitas não para um programa, para a eleição, mas depois da eleição e para ganhar votos no Congresso. E, quando chega o momento, parece que tem mais fariseus do que cristãos. Aí fica difícil, inverte a lógica. Em vez de puxar o atraso para melhorar, você que é puxado pelo atraso. Isso não aconteceu comigo”, afirmou.
O ex-presidente disse ter estabelecido a coalizão que sustentou seu governo (1995-2002) antes das eleições, com “um partido que era um grande partido (PFL, atual DEM)”. FP,24/10/09.

PF indicia 22 por fraudar obras do PAC

A Polícia Federal concluiu ontem o inquérito da Operação Pacenas, que desmantelou uma quadrilha especializada em fraudes a licitações de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), e indiciou 22 pessoas. O inquérito foi encaminho à 1ª Vara da Justiça Federal. Durante a operação, foram cumpridos 11 mandados de prisão e 22 de busca e apreensão em Cuiabá, cinco mandados de busca e apreensão em São Paulo, três em Goiânia e um no Distrito Federal.

A quadrilha contou com a participação de servidores públicos, agentes de governo e empresas concorrentes de licitações. A Sanecap (Companhia de Saneamento da Capital), responsável pela gerência de águas e esgotos em Cuiabá, deu nome à operação -Pacenas é o nome ao contrário-, pois alguns dos contratos com indícios de fraude eram justamente de saneamento básico.

A polícia encontrou crimes de fraude à licitação, advocacia administrativa e formação de quadrilha. Foram realizadas 21 perícias técnicas nos materiais apreendidos, além de oitivas e análises dos dados encontrados. Como prova do esquema, a PF encontrou uma mensagem eletrônica, contendo orientações sobre como burlar o processo licitatório. FP,24/10/09.

Jesus nega ser vice de Dilma: Deus me livre




PV realizará encontro regional

A coordenação geral do PV definiu, ontem, a realização de um encontro regional com a participação de filiados de todo o Nordeste, no dia 21 do mês que vem, no Recife. O evento faz parte do conjunto de ações que a direção da legenda está programando para este ano com vista ao próximo pleito. “Vamos reunir dirigentes, filiados e pessoas ligadas ao partido de todos esses estados. Será uma oportunidade de debater o cenário da eleição de 2010 e algumas questões programáticas”, revelou o presidente estadual da sigla, Sérgio Xavier, ressaltando que essa será a primeira vez que o partido organizará uma movimentação com esse porte em Pernambuco.
Porém, o verde ainda não confirmou se o encontro regional contará com a presença da senadora-presidenciável Marina Silva. Sérgio Xavier contou que a parlamentar deixou claro para a direção da legenda que cumprirá sua agenda no Senado e que, “ao contrário de outros candidatos”, não deixará de exercer suas funções.

No Recife, Democratas ingressam na Justiça para reaver mandatos de deputados infiéis

Seguindo orientação da Executiva Nacional do partido, o Departamento Jurídico do Democratas deu entrada sexta-feira (23/10), no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em duas Ações de Decretação de Perda de Mandato Eletivo, relativas aos mandatos dos deputados estaduais Ciro Coelho e Sebastião Rufino, que se desligaram do Democratas para se filiarem ao PSB.
Conforme prevê a legislação eleitoral, os mandatos pertencem ao partido e não ao titular.
Cada ação será sorteada e cairá para um desembargador diferente.

Itamar na direção nacional do PPS

Hoje, no encerramento do encontro da Executiva Nacional do partido, Freire será reconduzido à presidência. O ex-presidente Itamar Franco, que se recupera de uma cirurgia na próstata, é vice.

Apagão no Distrito Federal paralisa metrô e deixa Congresso no escuro


Aloizio Mercadante (PT - SP)

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Aniversário: 13/05
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Ala Senador Dinarte Mariz,
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ao mérito

Ontem foi o Dia do Paraquedista. Os milhares de “cumpanhêros” que caem no serviço público lulista devem ter achado que era com eles.

Pergunta para Deus

Lula disse à Folha que “no Brasil, Cristo teria que se aliar a Judas”. Em troca de qual boquinha para o traidor?