segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Augusto Aras tem atuação afinada com Bolsonaro


Em 1 mês e meio na PGR, Aras tem atuação afinada com Bolsonaro. Procurador-geral da República arquiva pedido de indenização a uma comunidade indígena e abre espaço a procuradores bolsonaristas.
JBolsonaro cumprimenta o procurador-geral da República, Augusto Aras, Foto: Jorge William / Agência O Globo
O Globo - Vinicius Sassine

Em um mês e meio como procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras tem tido uma atuação sem atritos com o presidente da República, Jair Bolsonaro. Escolhido para o cargo fora da lista tríplice votada pela categoria, Aras já arquivou um pedido de indenização a comunidades indígenas. No caso Marielle Franco , descartou abrir investigação sobre a suposta citação ao nome de Bolsonaro por um dos acusados do crime, e determinou abertura de inquérito sobre o porteiro que citou o nome do presidente. Aras também abriu espaço a procuradores considerados bolsonaristas em seu gabinete.
Dentro do Ministério Público Federal (MPF) , os primeiros atos de Aras foram vistos como esperados, dado o contexto de sua indicação ao cargo. Quando escolheu Aras para chefiar a PGR, Bolsonaro explicou que o principal critério foi a busca por um procurador-geral que não fosse “xiita” em áreas como a ambiental.
Neste tema, Aras já mudou uma posição adotada por sua antecessora, Raquel Dodge.

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