O Ministério Público Federal fez um pedido para que uma ação de
improbidade administrativa contra o ex-presidente Lula seja julgada pela
primeira instância da Justiça Federal. Também é réu no caso o
ex-ministro da Previdência Amir Lando. A ação pede a devolução de R$ 9,5
milhões para os cofres públicos.
O parecer faz parte de uma apelação do MPF contra uma decisão de um juiz
de primeira instância. O caso começou em 2011, quando o Ministério entrou com a ação contra Lula e Lando.
Eles eram acusados de uso da máquina pública para realizar promoção
pessoal e favorecer o banco BMG, envolvido no esquema do mensalão, pelo
envio de 10,6 milhões de cartas a segurados do INSS de outubro a
dezembro de 2004.
Segundo a Procuradoria, as cartas assinadas por Lula e Lando informavam
sobre empréstimos consignados com taxas de juros reduzidas. À época, o
BMG era o único banco privado que oferecia esse empréstimo, segundo a
acusação.
Em novembro de 2012, O juiz Paulo Cesar Lopes, da 13ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, extinguiu a ação por um erro técnico,
sem julgar o mérito. Segundo o magistrado, o Ministério Público somente
poderia ter processado Lula durante o mandato --e por meio de outra
ação, a de crime de responsabilidade.
Por isso, o MPF recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em
Brasília. O novo parecer, enviado na quarta-feira (27), é assinado pelo
promotor Marcelo Antônio Ceará Serra Azul. Ele não entra no mérito da
questão -- se Lula e Lando são ou não culpados-- mas defende que a ação
proposta está correta e pede que o tribunal obrigue a primeira instância
a aceitá-la.
O caso agora está com o desembargador I'Talo Fioravanti Sabo Mendes. Ainda não há data para uma decisão.
sábado, 30 de novembro de 2013
O gerente Dirceu e o professor Delúbio. Ou: “Empregos” acintosos
É
claro que José Dirceu e Delúbio Soares fazem, à sua maneira, pouco caso
da Justiça e da punição ao anunciar as suas respectivas intenções de
trabalho. Se alguém me passasse uma lista de atividades possíveis para
Dirceu exercer e me pedisse para excluir algumas, a primeira seria
justamente aquela que ele escolheu. Que mente tem este rapaz! Ooops!
Desculpo-me com o ancião que agora quer ser beneficiado pelo Estatuto do
Idoso! Que mente tem o vovô Dirceu! Confesso que chego a ficar
impressionado!
Pensem
bem: em que outro ramo ele poderia, se quisesse (é claro que ele será um
gerente de hotel dedicadíssimo; sabe tudo da área!), exercer seu
trabalho de “consultor de empresas privadas” sem ser importunado por
ninguém? Bastará ao empresário interessado em seus conselhos hospedar-se
no St. Peter. O mesmo vale para políticos, que sempre podem passar por
lá para tomar um cafezinho. Assim, só as noites representarão uma quebra
na rotina do lobista bem-sucedido, que continua, como se sabe, a ser um
dos chefões do PT mesmo na cadeia. Não é o primeiro presidiário que
passa “salves” para os colegas que estão do lado de fora do muro, não é
mesmo?
É evidente
que Dirceu sabe que a gente sabe e sabe que a Justiça sabe… A graça da
coisa está justamente nisto: arrancar do Judiciário uma espécie de
consentimento para a não pena. Caso não seja bem-sucedido nos embargos
infringentes, a sua condenação volta a ser de 130 meses (10 anos e 10
meses). Ao menos um sexto desse total (quase 1 ano e 10 meses) tem de
ser cumprido em regime fechado mesmo. Aí estará criada a questão: esse
início em regime semiaberto será “descontado” de que fase? O seu
“patrão”, no entanto, não se importa em, eventualmente, ter de abrir mão
de seu “gerente administrativo”.
O
“emprego” de Delúbio não é menos acintoso. A sua origem, como é sabido, é
o sindicalismo — nem Lênin via essa gente com bons olhos… O homem
pertence à velha-guarda lulista, que levou para a política os métodos
vigentes nos sindicatos, que nem sempre são os mais suaves. A CUT, de
que ele já fi dirigente, decidiu contratá-lo justamente para o seu
chamado “setor de formação”. Isso quer dizer que a central considera que
a experiência de Delúbio é fundamental para formar a têmpera e o
caráter de seus quadros.
E não
deixa de ser, à sua maneira, verdadeiro. De todas as personagens do
mensalão, nenhuma foi tão fiel à causa como Delúbio Soares. Ninguém fez,
nesses anos todos, um silêncio tão obsequioso. Outros — até Lula —
deram uma fraquejada, mínima que fosse. O próprio Dirceu, basta
pesquisar um pouco, andou dando recados aqui e ali — faz isso até hoje.
Já houve até a ameaça de uma “biografia” contando tudo. Isso foi no
tempo em que Dirceu temeu que o Apedeuta pudesse jogá-lo ao mar. Mas
Lula não roeu a corda, e os originais da tal biografia desapareceram.
Delúbio nunca nem mesmo tremeu. Está com a causa e fim de papo!
No setor
de “Formação” da CUT, Delúbio será um professor. O que ele tem a
oferecer? Certamente não vai falar sobre a necessidade de respeitar as
instituições democráticas… Que fique claro: ao contratá-lo, ainda que
fosse para ele ficar sentado numa sala caçando moscas, a central
sindical está dando de ombros para a Justiça e deixando claro que não
acata seus fundamentos e seus valores.
“Ah, então
é assim com qualquer empresa que contrate um presidiário em regime
aberto ou semiaberto?” Claro que não! Ocorre que a CUT é uma entidade
que representa trabalhadores — parte de seus ganhos, diga-se, deriva do
indecente Imposto Sindical, compulsoriamente pago pelos trabalhadores.
Delúbio cometeu um crime contra a ordem republicana, contra os
fundamentos do próprio estado de direito. Chamá-lo para o “setor de
formação” corresponde a dizer que a entidade não contrata apenas o seu
trabalho, mas também referenda os seus valores.
E que se
note: A Justiça tem a prerrogativa, sim, de vetar tanto um emprego como
outro se julgar que não farão bem à ressocialização dos presos. Eu, por
exemplo, vetaria — para preservar os dois de si mesmos. Um presidiário
tem a sua liberdade tutelada pelo estado. Como o objetivo é fazer com
que Dirceu e Delúbio sejam pessoas melhores ao fim da pena, conviria não
lhes facultar circunstâncias que acabem predispondo ao crime, não é
mesmo?
Pensando
no bem de ambos, fosse eu o juiz das execuções penais, diria “não” a um e
a outro. É preciso pensar na alma desses reeducandos.
Por Reinaldo Azevedo
E Dirceu, quem diria?, ficou velho! Ou: por que o diabo é diabo
É,
gente, aconteceu! A defesa de José Dirceu resolveu apelar ao Estatuto
do Idoso para tentar apressar a tramitação do seu pedido para trabalhar
no hotel St. Peter. Ai, ai…
Uma coisa
tem de ficar bem clara nessa história: mesmo num regime semiaberto, a
permissão para que o condenado trabalhe fora da cadeia pode ou não ser
concedida pelo juiz de execuções penais. O trabalho tem de ser, por
exemplo, considerado adequado, contribuindo para a ressocialização do
preso. Eu, se juiz fosse, não deixaria Dirceu solto num ambiente em que
circulam tantos poderosos e endinheirados. Sabe como é? A tentação é a
grande arma do capeta.
Quanto à questão da idade, não resisto: o diabo é diabo porque é velho, não porque seja sábio.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Aumenta drama de famílias sertanejas por água
Por Nill Junior
Como o blog noticiou, o contato do comunicador Anchieta Santos com o programa Super Manhã de Geraldo Freire (Rádio Jornal) para relatar os problemas da Adutora do Pajeú com base no depoimento da Gerente Regional Nadja Rejane motivou um posicionamento da própria empresa sobre o tema, através do Diretor da Compesa no Interior Fernando Lôbo.
Como o blog noticiou, o contato do comunicador Anchieta Santos com o programa Super Manhã de Geraldo Freire (Rádio Jornal) para relatar os problemas da Adutora do Pajeú com base no depoimento da Gerente Regional Nadja Rejane motivou um posicionamento da própria empresa sobre o tema, através do Diretor da Compesa no Interior Fernando Lôbo.
Agora aumenta a expectativa para o
cumprimento da promessa. Assegurou Lôbo que até o meio dia de hoje a
situação estará normalizada. Leia-se normalizada a volta da água à ETA
de Afogados para retomada dos testes e para outras cidades com vazão
igual a enviada antes da interrupção.
E não chega em má hora : aumenta o
desespero das comunidades, com relatos de pessoas que estão buscando
como fonte de abastecimento água de qualidade duvidosa, brigas nas
filas no entorno de poços, famílias deixando o campo para a cidade ou a
cidade para o Sudeste, crianças que por não tomar banho deixam de ir à
escola e o mais dramático : famílias que reclamam dificuldade para
acessar água para beber.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Família do ex-senador Marcos Freire doa os arquivos dele à UFPE
Por Inaldo Sampaio
A família do ex-senador Marcos Freire (PMDB-PE) doou ao Centro de Memória da UFPE o arquivo com o registro da passagem dele pela política pernambucana, informa o JC deste domingo.
O arquivo inclui recortes de jornais e revistas, artigos escritos por ele e textos de discursos pronunciados na tribuna da Câmara Federal e do Senado.
Marcos Freire formou-se em Direito pela UFPE na turma de 1955. Era filho do físico Luiz Freire (UFPE).
Disputou sua primeira eleição em 1968, para prefeito de Olinda, derrotando três candidatos. Mas renunciou antes da posse em protesto contra a cassação do seu vice Renê Barbosa.
Em 1970 elegeu-se deputado federal e quatro anos depois para o Senado numa eleição em que os militares sofreram sua primeira derrota nacional.
A oposição (MDB), na época, elegeu 16 senadores e o partido do governo (Arena) apenas seis.
Freire disputou o Governo de Pernambuco em 1982 contra o então vice, Roberto Magalhães, mas foi derrotado por 97 mil votos de vantagem.
Quando Sarney assumiu a presidência da República em 1985 ele presidiu a Caixa Econômica e depois foi remanejado para o Ministério da Reforma Agrária.
Morreu num desastre de avião em setembro de 1987 após cumprir agenda como ministro no Estado do Pará.
A família do ex-senador Marcos Freire (PMDB-PE) doou ao Centro de Memória da UFPE o arquivo com o registro da passagem dele pela política pernambucana, informa o JC deste domingo.
O arquivo inclui recortes de jornais e revistas, artigos escritos por ele e textos de discursos pronunciados na tribuna da Câmara Federal e do Senado.
Marcos Freire formou-se em Direito pela UFPE na turma de 1955. Era filho do físico Luiz Freire (UFPE).
Disputou sua primeira eleição em 1968, para prefeito de Olinda, derrotando três candidatos. Mas renunciou antes da posse em protesto contra a cassação do seu vice Renê Barbosa.
Em 1970 elegeu-se deputado federal e quatro anos depois para o Senado numa eleição em que os militares sofreram sua primeira derrota nacional.
A oposição (MDB), na época, elegeu 16 senadores e o partido do governo (Arena) apenas seis.
Freire disputou o Governo de Pernambuco em 1982 contra o então vice, Roberto Magalhães, mas foi derrotado por 97 mil votos de vantagem.
Quando Sarney assumiu a presidência da República em 1985 ele presidiu a Caixa Econômica e depois foi remanejado para o Ministério da Reforma Agrária.
Morreu num desastre de avião em setembro de 1987 após cumprir agenda como ministro no Estado do Pará.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
RECLAMAÇÃO:
Porque
vocês do Jornal Globo News quando vão se referi ao criminoso condenado
Genuíno, se referem a ele como o deputado licenciado Genuíno, e não
como o Condenado pelo Mensalão?
O mundo já sabe, que ele foi casado pelo Supremo e é um criminoso condenado.
Porque vocês da Globo News ignoram isso?
SE ELE É UM CRIMINOSO CUMPRINDO PENA, PORQUE CHAMÁ-LO DE DEPUTADO?
SERÁ QUE VOCÊS VÃO CHAMÁ-LO DE SUA EXCELÊNCIA TAMBÉM?
Será que vocês foram advertidos pelo PT para não mencioná-lo como condenado pelo mensalão?
Será?
É lamentável e muiiiiito perigoso quando parte da imprensa se submete a desejos alheios de certos partidos.
sábado, 23 de novembro de 2013
Cubano é afastado por suspeita de erro em hospital da Bahia
A Secretaria de Saúde
de Feira de Santana, na Bahia, afastou, na última quinta-feira (21), um
médico cubano contratado pelo programa Mais Médicos, do Governo
Federal, por suspeita de que ele tenha receitado uma dose excessiva de
remédios a uma criança.
A família da paciente desconfiou da quantidade receitada e impediu que a criança fosse medicada. A Secretaria Municipal de Saúde informou que os médicos estrangeiros — 11 dos 12 que atuam na cidade por meio do programa federal — passarão por novo treinamento neste fim de semana.
A família da paciente desconfiou da quantidade receitada e impediu que a criança fosse medicada. A Secretaria Municipal de Saúde informou que os médicos estrangeiros — 11 dos 12 que atuam na cidade por meio do programa federal — passarão por novo treinamento neste fim de semana.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Para petista gaúcho, prisão dos mensaleiros foi justa
Destoando do discurso de
lideranças petistas, intelectuais de esquerda e juristas, o
ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra (foto abaixo) não
acredita que houve cunho político na condenação e na prisão dos
correligionários José Genoino, José Dirceu e Delúbio Soares, detidos, na
semana passada, pelo escândalo do mensalão durante o primeiro governo
de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Funcionou o que deveria funcionar. O
STF (Supremo Tribunal Federal) julgou e a Justiça determinou a prisão,
cumpra-se a lei”, analisa o ex-presidente estadual e um dos fundadores
do Partido dos Trabalhadores (PT).
No entendimento de Olívio Dutra, o desfecho da Ação Penal 470, conhecida popularmente como mensalão, foi uma resposta aos processos de corrupção que, historicamente, permeiam a política nacional, independentemente de partidos. (Do Jornal do Comércio - Jimmy Azevedo)
No entendimento de Olívio Dutra, o desfecho da Ação Penal 470, conhecida popularmente como mensalão, foi uma resposta aos processos de corrupção que, historicamente, permeiam a política nacional, independentemente de partidos. (Do Jornal do Comércio - Jimmy Azevedo)
Dirceu, o 'rei da cela'
Acostumado a
dar ordens, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu impõe a disciplina
na prisão. Levanta bem cedo, faz ginástica, organiza temas para
'debates' e virou o 'rei da cela'. É ele o mandachuva que passa as
tarefas para os companheiros e decreta a hora de fazer exercícios, de
ler, de caminhar e jogar conversa fora.
Na manhã desta quinta-feira, 21, antes da saída do ex-presidente do PT José Genoino - que passou mal e foi hospitalizado -, Dirceu deu voz de comando a Delúbio Soares, ex-tesoureiro do partido. Aficcionado por limpeza, ele pegou um balde de água, sabão e vassoura e puxou Delúbio para ajudá-lo na faxina na cela 'S 13', número do PT. (De O Estado de S.Paulo - Vera Rosa)
Na manhã desta quinta-feira, 21, antes da saída do ex-presidente do PT José Genoino - que passou mal e foi hospitalizado -, Dirceu deu voz de comando a Delúbio Soares, ex-tesoureiro do partido. Aficcionado por limpeza, ele pegou um balde de água, sabão e vassoura e puxou Delúbio para ajudá-lo na faxina na cela 'S 13', número do PT. (De O Estado de S.Paulo - Vera Rosa)
Viagem a Brasília e convite de José Agripino reforçam candidatura de Paulo Souto na Bahia
Ao
que tudo indica, as chances do ex-ministro e atual presidente do PMDB
baiano, Geddel Vieira Lima, ser o candidato da oposição ao governo, são
diminutas. Isto porque, o ex-governador Paulo Souto (DEM) resolveu
acordar. Segundo o Fala Bahia, aumenta a chance do democrata topar a
candidatura ao Governo da Bahia. Ele, inclsuive, já está em Brasília
para gravar uma participação especial no programa nacional do DEM, que
será veiculado em rede nacional em breve.
O convite para que Souto seja candidato ao Palácio de Ondina partiu do presidente nacional do DEM, senador Agripino Maia, que já declarou publicamente na Bahia a prioridade do Estado na eleição de governador no ano que vem. Talvez este convite de Agripino e a viagem no dia do aniversário de Paulo Souto (ontem) tenham sido encarados por ele como um grande presente. Souto teve acesso a pesquisas de candidatos da oposição e ficou feliz com os números. Ele acha que pode dar. Souto, começou a se soltar.
Quem o conhece, sabe que sua mudança de humor ultimamente, tem a ver com sua vontade de voltar ao Palácio de Ondina.
O convite para que Souto seja candidato ao Palácio de Ondina partiu do presidente nacional do DEM, senador Agripino Maia, que já declarou publicamente na Bahia a prioridade do Estado na eleição de governador no ano que vem. Talvez este convite de Agripino e a viagem no dia do aniversário de Paulo Souto (ontem) tenham sido encarados por ele como um grande presente. Souto teve acesso a pesquisas de candidatos da oposição e ficou feliz com os números. Ele acha que pode dar. Souto, começou a se soltar.
Quem o conhece, sabe que sua mudança de humor ultimamente, tem a ver com sua vontade de voltar ao Palácio de Ondina.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Meyrielle Abrantes lança sua Playboy em São Paulo
A ex-Miss Pernambuco Meyrielle Abrantes lançou sua Playboy, na noite desta terça-feira (19), no Club Royal, em São Paulo. A modelo, que fotografou o ensaio de capa da publicação em SP, recebeu convidados e foi fotografada com a modelo Camila Vernaglia e as coelhinhas da revista. O ensaio já está nas bancas.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Deputado do PT condena a prisão dos mensaleiros e pede que psiquiatra avalie a saúde mental de Barbosa
Parafuso solto – No início da noite desta terça-feira (19), o
plenário da Câmara dos Deputados foi palco para que petistas
ensandecidos criticassem o Supremo Tribunal Federal, na pessoa de seu
presidente, ministro Joaquim Barbosa, que cumpriu a legislação ao mandar para a prisão os condenados na Ação Penal 470.
Revezando-se na tribuna ou no plenário, os parlamentares petistas balbuciaram os maiores absurdos, como prisões arbitrárias, julgamentos sem provas, pressão da imprensa e outras sandices.
Que os presos queiram que seus direitos sejam respeitados é normal e faz parte do estado democrático de Direito, mas é preciso salientar que só mesmo no pensamento de um irresponsável encontra abrigo a tese de que o julgamento do Mensalão do PT foi político, assim como as condenações decorrentes. O mais estranho nessa defesa desvairada que os petistas fazem sob encomenda é que até agora ninguém se preocupou com os presos que integram o núcleo não político do escândalo.
O tema central do desvario petista foi o deputado licenciado José Genoino, que há meses submeteu-se a cirurgia para corrigir problema na aorta e ainda sofre as consequências da cardiopatia e da hipertensão. A defesa de Genoino tenta no Supremo comutar a pena para prisão domiciliar, em razão dos problemas de saúde, mas ainda não é certo que a Justiça acolherá a investida.
Trata-se de um direito do preso, mas há no sistema prisional brasileiro milhares de presidiários com as mais distintas doenças, sendo que alguns morrem por falta de atendimento. José Genoino tem condições financeiras para se valer de bons médicos particulares, sem contar que o PT jamais deixaria um dos seus lendários integrantes à míngua. Fato é que se a moda pega entre os mensaleiros, não sobrará um para contar detalhes do cárcere.
O ápice do descontrole petista no plenário da Câmara coube ao deputado federal Jesus Rodrigues, do PT do Piauí, que não contente com sua insignificância procurou galgar os quinze minutos de fama a que tem direito e sugeriu que o ministro Joaquim Barbosa está louco e precisa ser interditado. Ao pedir ao presidente da sessão para que providenciasse um cardiologista para avaliar as condições de saúde de José Genoino, o parlamentar piauiense solicitou também o envio de um psiquiatra ao STF para avaliar a saúde mental de Joaquim Barbosa.
Fosse o ministro Joaquim Barbosa destemperado e truculento, como quer fazer acreditar a claque petista, o deputado Jesus Rodrigues, que na noite desta terça-feira possivelmente conseguiu seu maior feito como parlamentar, já estaria sendo processado, com a obrigação de se retratar publicamente, a exemplo do que fez quando atacou o presidente do Judiciário.
Que o Mensalão do PT existiu todos sabem, inclusive os petistas, mas é preciso que a “companheirada” mantenha o equilíbrio e a ponderação, sob pena de os condenados correrem o risco de comprometer seus futuros pleitos junto à Justiça. No momento em que a necessária razão cede lugar à apelação desmedida, a única interpretação plausível é de que a melhor defesa é o ataque. Ou será que o Mensalão do PT foi uma invenção de Marcos Valério, Kátia Rabelo e seus sequazes?
Revezando-se na tribuna ou no plenário, os parlamentares petistas balbuciaram os maiores absurdos, como prisões arbitrárias, julgamentos sem provas, pressão da imprensa e outras sandices.
Que os presos queiram que seus direitos sejam respeitados é normal e faz parte do estado democrático de Direito, mas é preciso salientar que só mesmo no pensamento de um irresponsável encontra abrigo a tese de que o julgamento do Mensalão do PT foi político, assim como as condenações decorrentes. O mais estranho nessa defesa desvairada que os petistas fazem sob encomenda é que até agora ninguém se preocupou com os presos que integram o núcleo não político do escândalo.
O tema central do desvario petista foi o deputado licenciado José Genoino, que há meses submeteu-se a cirurgia para corrigir problema na aorta e ainda sofre as consequências da cardiopatia e da hipertensão. A defesa de Genoino tenta no Supremo comutar a pena para prisão domiciliar, em razão dos problemas de saúde, mas ainda não é certo que a Justiça acolherá a investida.
Trata-se de um direito do preso, mas há no sistema prisional brasileiro milhares de presidiários com as mais distintas doenças, sendo que alguns morrem por falta de atendimento. José Genoino tem condições financeiras para se valer de bons médicos particulares, sem contar que o PT jamais deixaria um dos seus lendários integrantes à míngua. Fato é que se a moda pega entre os mensaleiros, não sobrará um para contar detalhes do cárcere.
O ápice do descontrole petista no plenário da Câmara coube ao deputado federal Jesus Rodrigues, do PT do Piauí, que não contente com sua insignificância procurou galgar os quinze minutos de fama a que tem direito e sugeriu que o ministro Joaquim Barbosa está louco e precisa ser interditado. Ao pedir ao presidente da sessão para que providenciasse um cardiologista para avaliar as condições de saúde de José Genoino, o parlamentar piauiense solicitou também o envio de um psiquiatra ao STF para avaliar a saúde mental de Joaquim Barbosa.
Fosse o ministro Joaquim Barbosa destemperado e truculento, como quer fazer acreditar a claque petista, o deputado Jesus Rodrigues, que na noite desta terça-feira possivelmente conseguiu seu maior feito como parlamentar, já estaria sendo processado, com a obrigação de se retratar publicamente, a exemplo do que fez quando atacou o presidente do Judiciário.
Que o Mensalão do PT existiu todos sabem, inclusive os petistas, mas é preciso que a “companheirada” mantenha o equilíbrio e a ponderação, sob pena de os condenados correrem o risco de comprometer seus futuros pleitos junto à Justiça. No momento em que a necessária razão cede lugar à apelação desmedida, a única interpretação plausível é de que a melhor defesa é o ataque. Ou será que o Mensalão do PT foi uma invenção de Marcos Valério, Kátia Rabelo e seus sequazes?
''Valeu a pena''. diz Roberto Jefferson
Quem acompanhou de perto o
ex-deputado Roberto Jefferson nos últimos anos diz ver nele um
sentimento de “desfecho” no episódio do mensalão. E uma certa
despreocupação sobre o que pode vir pela frente.
Esta foi a interpretação feita por interlocutores sobre a mensagem assinada por Jefferson nesta segunda-feira, em seu blog na internet.
No texto, o ex-deputado diz que tudo “valeu a pena”. Discorre sobre o câncer contra o qual luta, diz que passou por um dos anos “mais difíceis” de sua vida, que paga “um alto preço” por ter denunciado o escândalo. Mas garante que não se arrepende de nada.
“Se não me arrependi do que fiz, tampouco guardo mágoas. A certeza do dever cumprido me permite esperar com serenidade.” (Blog Poder Online - Clarissa Olveira)
Esta foi a interpretação feita por interlocutores sobre a mensagem assinada por Jefferson nesta segunda-feira, em seu blog na internet.
No texto, o ex-deputado diz que tudo “valeu a pena”. Discorre sobre o câncer contra o qual luta, diz que passou por um dos anos “mais difíceis” de sua vida, que paga “um alto preço” por ter denunciado o escândalo. Mas garante que não se arrepende de nada.
“Se não me arrependi do que fiz, tampouco guardo mágoas. A certeza do dever cumprido me permite esperar com serenidade.” (Blog Poder Online - Clarissa Olveira)
Marco Auerélio não quer ''tripudiar'' de mensaleiros
O ministro Marco
Aurélio Mello, que assume hoje a presidência do TSE (Tribunal Superior
Eleitoral), deixará fora de seu discurso de posse a prisão dos réus do
mensalão. "Não devemos tripudiar de quem já está numa condição inferior.
E eles estão, porque foram presos", diz. O também ministro do STF
(Supremo Tribunal Federal), que pretende exaltar em sua fala o papel do
eleitor, discorda da forma como a corte determinou as detenções.
Para Mello, foi um erro a expedição dos mandados sem as cartas de sentença, que determinam o regime ao qual o condenado está designado. A decisão foi do presidente do STF, Joaquim Barbosa. A medida, diz, deu um caráter provisório às prisões até ontem. Mello também revela "perplexidade" com o transporte dos condenados para Brasília, já que a lei determina o cumprimento da pena próximo ao domicílio. "Não entendo essa pressa toda. Não havia nenhum tipo de risco." (Folha de S.Paulo - Mônica Bergamo)
Para Mello, foi um erro a expedição dos mandados sem as cartas de sentença, que determinam o regime ao qual o condenado está designado. A decisão foi do presidente do STF, Joaquim Barbosa. A medida, diz, deu um caráter provisório às prisões até ontem. Mello também revela "perplexidade" com o transporte dos condenados para Brasília, já que a lei determina o cumprimento da pena próximo ao domicílio. "Não entendo essa pressa toda. Não havia nenhum tipo de risco." (Folha de S.Paulo - Mônica Bergamo)
Zé Dirceu tomando banho frio? Reclamem com os petistas José Eduardo Cardozo e Maria do Rosário!
Acho
uma desnecessidade moral (embora haja razão técnica, já chego lá) preso
tomar banho frio. Pra quê? Ninguém merece isso! Poucas coisas podem ser
tão detestáveis. De resto, esse tratamento não corrige ninguém. Falo
por mim. Um chuveiro frio desperta “meus instintos mais primitivos”,
para lembrar frase com que Roberto Jefferson brindou José Dirceu — no
caso, o que acordava os tais instintos…
Existe um
troço chamado Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Está
subordinado ao Ministério da Justiça. O titular da pasta é José Eduardo
Cardozo. Os petistas estão entrando no 12º ano de governo, não? Se
achassem que os presos devem ter banho quente, já teriam tomado as
devidas providências, não é mesmo?
E Maria do
Rosário, este poema épico do humanismo nacional? Por que, até agora,
não acusou esse tratamento desumano? Os que estão com pena de Dirceu e
demais companheiros devem dirigir suas questões a esses dois luminares
do petismo.
Existe, é
claro, uma razão para que seja assim. Não é conveniente que presos
tenham acesso a fios elétricos. Descartem-se, pois, chuveiros dessa
natureza. Um sistema de caldeira, elétrico ou gás, suponho, seria
estupidamente caro. De todo modo, eis uma questão com a qual, até agora,
os brasileiros não haviam se defrontado. Como a Papuda recebeu
moradores ilustres, então a questão surgiu.
Há certo
tipo de humanista no Brasil que deveria vir com uma tarja preta,
advertindo que o consumo de suas ideias pode gerar graves perturbações
psíquicas. Todo mundo sabe o que todo mundo sabe: os presídios
brasileiros, com algumas exceções, são verdadeiros pardieiros. A tortura
a presos políticos ainda é um tema quente e alimenta uma indústria
bilionária de indenizações, mas quase nada se diz sobre a tortura a
presos comuns, uma realidade cotidiana. Na verdade, até isso se
politiza: atribui-se, o que é escandalosamente mentiroso, a prática a
uma herança do… regime militar.
Os
meliantes intelectuais que sustentam essa falácia não tiveram nem o
trabalho de ler “Memórias do Cárcere”, obra estupenda, escrita por um
comunista: Graciliano Ramos. Vejam lá as condições em que eram
confinados tanto os presos comuns como os inimigos do regime getulista,
durante o Estado Novo. Há muito tempo se tortura no Brasil. Mas só os
presos com pedigree ideológico mobilizam os nossos sedizentes
progressistas.
E o mesmo
se diga de algo mais prosaico, muito menos agressivo: a água fria. Agora
que os a Papuda recebeu os presos estrelados, a questão virou um tema
nacional. Parecia razoável que o sujeito que bateu uma carteira tomasse
um banho frio, mas há gente chocada que José Dirceu, que chefiou a
quadrilha do mensalão, segundo o STF, seja submetido ao mesmo
tratamento.
A República foi proclamada em 1889.
Por Reinaldo Azevedo
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Líderes Democratas estão entre os parlamentares mais influentes do País
Fonte: Assessoria de imprensa
O líder do Democratas na Câmara, deputado federal Ronaldo Caiado (GO), aparece mais uma vez na lista da elite parlamentar. O deputado foi escolhido como o sexto parlamentar mais influente do Congresso Nacional, conforme o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), que há 13 anos divulga a relação dos 10 melhores deputados federais e senadores. O ranking, anunciado nesta segunda-feira (11/11), foi elaborado a partir de votação realizada apenas pelos 100 “Cabeças” do Congresso, definidos pelo próprio DIAP em agosto deste ano. Caiado é o único goiano que figura na relação do DIAP.
“O DIAP é uma lista técnica, que leva em consideração o trabalho e atuação de cada um. Só de entrar na lista dos 100 cabeças, o parlamentar tem que se orgulhar. Agora, estar entre os mais influentes, de acordo com os colegas de parlamento, é outro prêmio, por ser uma lista ainda mais restrita. Mostra que o seu trabalho é respeitado por todos, não importando a sigla partidária. Fico feliz. É mais um item para a minha prestação de contas aos goianos, já que este é o meu último mandato como deputado. E aumenta a minha responsabilidade e me credencia a disputar outros cargos”, afirmou Caiado.
Entre os senadores democratas, o presidente nacional do partido, José Agripino está pelo 14º ano consecutivo entre os parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Na lista dos 150 deputados e senadores apontados como os mais influentes, José Agripino está em 15º lugar.
“Para mim, é uma honra ter sido outra vez indicado entre os parlamentares mais influentes do Congresso. Tento fazer do meu mandato o melhor possível, sem demagogia, mas com espírito público, seja nas discussões na Casa, na apresentação de projetos e representando meu Estado”, afirmou o senador potiguar. O levantamento do Diap leva em consideração qualidades como negociar projetos, conduzir debates e formular políticas públicas.
Entenda melhor
O Diap faz a eleição dos dez parlamentares mais influentes há 13 anos, da qual participam os 100 “Cabeças do Congresso”, selecionados pela entidade a partir de vário critérios, entre os quais a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, como a reputação do congressista. Neste ano, 75 dos 100 votaram – 56 deputados e 19 senadores.
Conforme definição do DIAP, os “Cabeças” são os parlamentares que influenciam o poder decisório no Congresso Nacional com suas opiniões, posições, atos, vetos, e iniciativas. Para a escolha, a instituição realiza pesquisa por meio de entrevistas com os próprios parlamentares, jornalistas, assessores das duas Casas do Congresso, cientistas e analistas políticos no período de fevereiro a julho de 2013. Há ainda, segundo a instituição, uma análise criteriosa das atividades profissionais, dos vínculos com empresas ou organizações econômicas ou de classe, da formação e vida acadêmica, além de levantamentos de pronunciamentos, apresentação de proposições, resultados de votações, intervenções nos debates do Legislativo, frequência de citações na imprensa, entre outros. Também são consideradas posições ocupadas no Congresso, como liderança, vice-liderança, presidência de comissão e partido político, relatoria de projetos de lei e direção na Câmara e Senado.
O líder do Democratas na Câmara, deputado federal Ronaldo Caiado (GO), aparece mais uma vez na lista da elite parlamentar. O deputado foi escolhido como o sexto parlamentar mais influente do Congresso Nacional, conforme o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), que há 13 anos divulga a relação dos 10 melhores deputados federais e senadores. O ranking, anunciado nesta segunda-feira (11/11), foi elaborado a partir de votação realizada apenas pelos 100 “Cabeças” do Congresso, definidos pelo próprio DIAP em agosto deste ano. Caiado é o único goiano que figura na relação do DIAP.
“O DIAP é uma lista técnica, que leva em consideração o trabalho e atuação de cada um. Só de entrar na lista dos 100 cabeças, o parlamentar tem que se orgulhar. Agora, estar entre os mais influentes, de acordo com os colegas de parlamento, é outro prêmio, por ser uma lista ainda mais restrita. Mostra que o seu trabalho é respeitado por todos, não importando a sigla partidária. Fico feliz. É mais um item para a minha prestação de contas aos goianos, já que este é o meu último mandato como deputado. E aumenta a minha responsabilidade e me credencia a disputar outros cargos”, afirmou Caiado.
Entre os senadores democratas, o presidente nacional do partido, José Agripino está pelo 14º ano consecutivo entre os parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Na lista dos 150 deputados e senadores apontados como os mais influentes, José Agripino está em 15º lugar.
“Para mim, é uma honra ter sido outra vez indicado entre os parlamentares mais influentes do Congresso. Tento fazer do meu mandato o melhor possível, sem demagogia, mas com espírito público, seja nas discussões na Casa, na apresentação de projetos e representando meu Estado”, afirmou o senador potiguar. O levantamento do Diap leva em consideração qualidades como negociar projetos, conduzir debates e formular políticas públicas.
Entenda melhor
O Diap faz a eleição dos dez parlamentares mais influentes há 13 anos, da qual participam os 100 “Cabeças do Congresso”, selecionados pela entidade a partir de vário critérios, entre os quais a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, como a reputação do congressista. Neste ano, 75 dos 100 votaram – 56 deputados e 19 senadores.
Conforme definição do DIAP, os “Cabeças” são os parlamentares que influenciam o poder decisório no Congresso Nacional com suas opiniões, posições, atos, vetos, e iniciativas. Para a escolha, a instituição realiza pesquisa por meio de entrevistas com os próprios parlamentares, jornalistas, assessores das duas Casas do Congresso, cientistas e analistas políticos no período de fevereiro a julho de 2013. Há ainda, segundo a instituição, uma análise criteriosa das atividades profissionais, dos vínculos com empresas ou organizações econômicas ou de classe, da formação e vida acadêmica, além de levantamentos de pronunciamentos, apresentação de proposições, resultados de votações, intervenções nos debates do Legislativo, frequência de citações na imprensa, entre outros. Também são consideradas posições ocupadas no Congresso, como liderança, vice-liderança, presidência de comissão e partido político, relatoria de projetos de lei e direção na Câmara e Senado.
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