
sábado, 31 de outubro de 2009
PSDB consulta aliados sobre presidenciáveis

Prefeitura de Vertentes inscreve para concurso
A Prefeitura de Vertentes abrirá, no próximo dia 9 de novembro, as inscrições para concurso público para o preenchimento de 66 vagas. Os interessados terão até o próximo dia 11 de dezembro para se inscrever no site www.asperhs.com.br. O valor da taxa de inscrição será de R$ 65 para os cargos de Nível Superior, R$ 55 para os cargos de Nível Médio e R$ 45 para os cargos de Nível Fundamental I e II. O prazo de validade do concurso será de 2 anos, prorrogáveis por igual período.
As vagas de nível superior são para: Farmacêutico (1), Fonoaudiólogo (1), Médico Cardiologista (1), Médico Clínico Geral (2), Médico Colposcopista (1), Médico Dermatologista (1), Médico Endocrinologista (1), Médico Ginecologista (1), Médico Neurologista (1), Médico Pediatra (1), Médico Psiquiatra (1), Médico Urologista (1), Nutricionista (1), Odontólogo (2), Psicólogo (1), Professor de 5º a 8º séries - Ciências (3), Educação Física (2), Geografia (1), História (2), Informática (3), Inglês (1), Língua Portuguesa (4), Matemática (5).
Para o nível Médio, as vagas são para Oficial Administrativo (7), Técnico em Enfermagem (3).
Para o Nível Fundamental, as oportunidades são para Guarda Municipal (6), Motorista - "B" (3), Motorista - "D" (5), Motorista - "D" – Caminhão Compactador (2).
Já para quem não completou o Nível Fundamental as vagas são para Operador de Máquinas Pesadas (3).
As vagas de nível superior são para: Farmacêutico (1), Fonoaudiólogo (1), Médico Cardiologista (1), Médico Clínico Geral (2), Médico Colposcopista (1), Médico Dermatologista (1), Médico Endocrinologista (1), Médico Ginecologista (1), Médico Neurologista (1), Médico Pediatra (1), Médico Psiquiatra (1), Médico Urologista (1), Nutricionista (1), Odontólogo (2), Psicólogo (1), Professor de 5º a 8º séries - Ciências (3), Educação Física (2), Geografia (1), História (2), Informática (3), Inglês (1), Língua Portuguesa (4), Matemática (5).
Para o nível Médio, as vagas são para Oficial Administrativo (7), Técnico em Enfermagem (3).
Para o Nível Fundamental, as oportunidades são para Guarda Municipal (6), Motorista - "B" (3), Motorista - "D" (5), Motorista - "D" – Caminhão Compactador (2).
Já para quem não completou o Nível Fundamental as vagas são para Operador de Máquinas Pesadas (3).
César Borges (PR - BA)

Aniversário: 21/11
Naturalidade:Salvador (BA)
Ala Senador Teotônio Vilela,
gab. 13Tel.:(61) 3303-2212 a 2217Fax: (61) 3303-2982
Correio:cesarborges@senador.gov.br
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Prévia em Araripina

Minha casa, minha vida. Mendigo adota agência 24 horas do Bradesco



Escrito por Jamildo Melo
Prefeito de Carpina chama Sílvio Costa de 'caloteiro'

A dívida, segundo o prefeito, totaliza cerca de R$ 50 mil, o que o deputado nega.
Botafogo ficou irritado com Sílvio Costa (PTB) por ter acertado uma dobradinha na Mata Norte com o ex-prefeito de Lagoa de Itaenga, Carlinhos do Moinho (PHS), que disputou a prefeitura com o tucano em 2008 e ficou em 2º lugar.
O coordenador da campanha de ambos é o ex-prefeito de Lagoa do Carro, Tota Barreto (PSB), que é outro desafeto de Botafogo. Inaldo Sampaio
Em depoimento, Chinaglia confirma que Jefferson avisou Lula sobre mensalão

Em conversa com jornalistas, após o depoimento, Chinaglia disse ter certeza que Lula não sabia do mensalão antes da denúncia de Roberto Jefferson. “A primeira reação é não acreditar em uma história dessa. O presidente pediu para que eu e Aldo [Rebelo, então presidente da Câmara] verificássemos”, disse. “Foi uma conversa inoportuna. Não era assunto para tratar com o presidente”, completou Chinaglia, lembrando que a pauta da reunião era a tratativa de assuntos políticos do governo.
O G1 entrou em contato com Palácio do Planalto e aguarda resposta. Em 2005, quando foi ao programa "Roda Viva", da TV Cultura, Lula falou sobre o escândalo e Roberto Jefferson: "ele [Jefferson] foi cassado exatamente porque não provou a denúncia que ele fez no que diz respeito, por exemplo, aos mensalões. O José Dirceu [ex-ministro da Casa Civil] foi acusado de ter montado uma quadrilha. E sobretudo, uma quadrilha para pagar mensalão. (...) Teve ou não mensalão? Tenho certeza que não teve," disse o presidente.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Jarbas diz que acordo PMDB/PT “é insano”

“Existem três grupos dentro do PMDB: os que defendem a aliança com o PSDB, os que querem se unir ao PT e os que defendem a candidatura própria. Ou essas diferenças são respeitadas, ou teremos um desnecessário confronto político dentro do PMDB”, asseverou.
STF determina cassação de senador de Rondônia

Aspirador de pó Zina! Esse aspirador é um fenômeno!

“Estou me sentindo em pleno Pacaembu” - Declarou Zina direto da cadeia. Agora resta esperar se ele vai continuar mandando “um salve” pra galera ou esperar que seu advogado o salve.
PP teme acordo imediato com Dilma

Embora hoje prevaleça a tendência de apoio a Dilma, a legenda não vai fechar um acordo formal neste momento. A intenção é ouvir as propostas dela e trabalhar para aparar arestas regionais, já que em pelo menos três Estados (MG, RS e RO) há problemas entre PP e PT. “A candidatura Dilma é um fato, mas o tempo do PP é outro, tem que amadurecer mais”, disse o senador Francisco Dornelles (RJ), presidente da sigla. “É muito cedo para tomar uma decisão dessas”, concorda o vice-líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PR).
Augusto Botelho (PT - RR)

Aniversário: 24/12
Naturalidade:Vitória (ES)
Ala Senador Filinto Müller,
gab. 11Tel.:(61) 3303-2041 a 2048/3664Fax: (61) 3303-1931
Correio:augusto.botelho@senador.gov.br
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Brilhante entrevista de Magalhães

II Encontro Nacional da Juventude do Democratas
Braga com Aécio
Em reunião com o DEM, o governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), revelou que avisará ao presidente Lula, o amigo de quem é admirador: não terá como deixar de apoiar o governador tucano Minas, Aécio Neves, caso ele confirme sua candidatura a presidente.
Roberto Freire critica Lula pelas viagens no São Francisco e uso da máquina em favor de Dilma

Arthur Virgílio (PSDB - AM)

Aniversário: 15/11
Naturalidade:Manaus (AM)
Ala Senador Tancredo Neves
gab. 50Tel.:(61) 3303-1413/1301Fax: (61) 3303-1659
Correio:arthur.virgilio@senador.gov.br
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Desembargadores discutem no Tribunal de Justiça do Maranhão

O desembargador Bayma Araújo disse que os desvios de conduta de Fernando eram conhecidos de todos.
O tio de Fernando, o também desembargador Jorge Rachid, saiu em defesa do sobrinho.
Apenas o áudio das sessões foi gravado:
Rachid - Você é um mentiroso, você é meu inimigo pessoal, deveria se dar por suspeito.
Bayma - Você, excelência, é sócio dele. É sócio dele, é sócio dele. Tem terrenos em Barreirinhas.
A sessão foi interrompida, mas a baixaria continuou.
Bayma - Você vive de esquema. Moleque. Tu passaste neste Tribunal e fez uma rapinagem aqui.
Rachid - Você é mentiroso. Bayma - Mentiroso é tu cachorro, safado.
Mais tarde, Bayma Araújo tentou se explicar: "Eu fui provocado, chamado de mentiroso, agressivo. Então, eu também o agredi no mesmo tom", afirmou .
O desembargador Jorge Rachid não quis se manifestar.
A discussão entre os desembargadores provocou reação no estado. A Ordem dos Advogados entrou com representação no Conselho Nacional de Justiça pedindo apuração da conduta dos desembargadores.
E a Associação dos Magistrados (AMA) também pediu a investigação sobre a troca de insultos. “A troca de insultos neste nível denigre a imagem do Poder Judiciário e é obrigação nossa apurar os fatos, até porque isto corresponde a quebra do dever funcional previsto no artigo 35 da lei orgânica da magistratura", afirma Gervásio Protásio, presidente da Associação dos Magistrados.
O Tribunal de Justiça declarou que a discussão acalorada é natural no ambiente democrático, mas repudiou o excesso de linguagem - e disse tomará medidas para restabelecer a cortesia que deve ser observada na corte. No G1
A discussão entre os desembargadores provocou reação no estado. A Ordem dos Advogados entrou com representação no Conselho Nacional de Justiça pedindo apuração da conduta dos desembargadores.
E a Associação dos Magistrados (AMA) também pediu a investigação sobre a troca de insultos. “A troca de insultos neste nível denigre a imagem do Poder Judiciário e é obrigação nossa apurar os fatos, até porque isto corresponde a quebra do dever funcional previsto no artigo 35 da lei orgânica da magistratura", afirma Gervásio Protásio, presidente da Associação dos Magistrados.
O Tribunal de Justiça declarou que a discussão acalorada é natural no ambiente democrático, mas repudiou o excesso de linguagem - e disse tomará medidas para restabelecer a cortesia que deve ser observada na corte. No G1
Dilma e o crime

Dilma Rousseff entrou ontem na canoa furada da suposta criminalização dos movimentos sociais… É mesmo, é? Sim, a ministra já transformou em ato heróico a sua atuação num grupo terrorista que assaltava bancos e matava pessoas. Segundo entendi, ela só estava lutando contra a ditadura. Se tivesse vencido a luta segundo aqueles parâmetros, o país passaria a ser governado segundo aquela ideologia — uma coisa, assim, entre Cuba e a Coréia do Norte. E então o país teria conhecido o socialismo real, não é mesmo? Orgulhar-se daquele passado implica uma grave distorção moral, que se reflete agora nessa história da suposta “criminalização dos movimentos sociais”.
Nada disso! Ninguém está criminalizando nada! Está-se chamando de crime o que a lei define como crime. Então eu faço outra acusação: ao falar essa bobagem, a ministra está descriminando o crime. Quero saber a que fato ela se refere. Ela considera que aquilo que o MST fez na fazenda da Cutrale foi crime ou não? A resposta é simples: há a lei, e há os fatos. Sim ou não?
Por Reinaldo Azevedo
Antonio Carlos Valadares (PSB - SE)

Aniversário: 06/04
Naturalidade:Simão Dias (SE)
Ala Senador Teotônio Vilela -
gab. 12Tel.:(61) 3303-2201 a 2206Fax: (61) 3303-1786
Correio:antval@senador.gov.br
Marina critica campanha de Dilma

segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Finalmente a nossa semana - Encontro Nacional da Juventude

PALESTRANTES: Nomes de peso. Marcelo Tas, o comandante do CQC, falará sobre internet x jovem x twitter x política. Mário Rosa, o autor de A Era do Escândalo, debaterá a imagem pública. E mais os cientistas políticos Antonio Lavareda e Amaury Souza, o líder estudantil venezuelano Yon Gorcotchea, o blogueiro Marcelo Vitorino, o estrategista Marcelo Puppi, entre vários outros.
LÍDERES: Presença dos deputados Rodrigo Maia, José Carlos Aleluia, ACM Neto, Ronaldo Caiado e Paulo Bornhausen, além dos senadores Raimundo Colombo, Agripino Maia e Demóstenes Torres.
ALOJAMENTO GRATUITO - Na Escola Estadual Pedro II, que fica a 700 metros do local do evento. Com segurança, banho quente e café da manhã. Levar colchonete, roupa de cama, banho e demais itens pessoais. Confirmação no josvaldoo@gmail.com e aledecarly@yahoo.com.br. HOTEL - A agência oficial do Encontro é a Martur, que tem pacotes para o Hotel Viena, onde será realizada toda programação. Os preços começam no apartamento triplo por R$ 55,00 por pessoa por dia c/café incluso. Há outras opções de hotel. (47) 3323-6245 ou atendimento@marturviagens.com.br.
NAVEGANTES - Blumeau é servida pelo aeroporto de Navegantes. A TAM, GOL e AZUL possuem serviço de transfer e ponto de chegada fica a dois minutos do hotel do evento.
CHEGADA DAS CARAVANAS - Hoje é o prazo máximo para que as caravanas informem o horário da chegada em Blumenau e o número de participantes pelo encontronacional@juventudedemocratas.org.br. Haverá um local para recepção.
INSCRIÇÕES - Todos os participantes devem confirmar inscrição pelo encontronacional@juventudedemocratas.org.br .
Vereadores arrependidos...
Líderes do movimento de vereadores arrependem-se do fuzuê que fizeram no Congresso, sobre a emenda que criou mais de 7 mil vagas em todo o País. O caso está nas mãos do STF, que julga o caso nesta quinta. CH,26/10/09
... da farra e zona
Os vereadores reconhecem que passaram uma imagem de farristas e deixaram em segundo plano o fato de o Congresso haver obrigado as Câmaras a reduzir custos, e não a aumentá-los para abrigar salários. CH,26/10/09
CNBB: “Jesus não fazia alianças com fariseus”

O representante da CNBB ainda ironizou a declaração do presidente. “Para governar o Brasil? Estamos tão mal assim? Queria dizer que, sem dúvida Judas foi discípulo de Cristo, mas Cristo conhece o coração das pessoas e reconhece a liberdade de cada um. Cristo não fez alianças com fariseus. Pelo contrário, teve palavras duras para com eles. Deus conhece o coração das pessoas”, afirmou.
Antonio Carlos Júnior (DEM - BA)

Aniversário: 24/09
Naturalidade:(BA)
Endereço: Ed. Principal -
Gabinete nº 5 Senado Federal Brasília-DF
CEP: 70165-900Tel.:(61) 3303-2191Fax: (61) 3303-2775
Correio:acmjr@senador.gov.br
domingo, 25 de outubro de 2009
Parlamentar com missão cumprida

Roberto Magalhães procurou reagir com prudência quando questionado sobre a situação do campo de oposição em Pernambuco, mas fez um alerta aos aliados sobre a pressão em torno da possível candidatura do senador Jarbas Vasconcelos ao governo do estado em 2010: "Nós queremos Jarbas, mas não podemos constrangê-lo, não devemos constrangê-lo. Nem temos esse direito", avisou.
Mantendo a tradição de falar sobre política de forma franca e sem rodeios, o deputado pernambucano acredita que o seu papel como legislador já foi cumprido e avalia que todos os parlamentares na sua situação deveriam ceder lugar aos políticos da nova geração. "Eu estou aqui (na Câmara) há sete anos na luta por uma reforma política que não se faz. Só se faz remendo. Qualquer inovação é rejeitada. Afinal de contas, há de se entender que se o deputado está eleito pelo sistema atual, ele naturalmente não quer mudar porque não quer correr risco", atacou. DP,25/10/09.
Os descontentes
“Lula faz aliança com o pior traidor”

Segundo ele, Lula está disposto a se aliar com o que há de “pior na política” para conseguir eleger a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à Presidência da República em 2010. O presidente do PPS, Roberto Freire, disse que Lula mostra que tem como prática se aliar a pessoas envolvidas em irregularidades. “A comparação com Jesus Cristo e Judas para quem é católico como ele e cristão, como boa parte da população brasileira, é uma violência para justificar todas as bandalheiras, traições que permitiu que se fizesse em seu governo. Com essa frase ele deixou claro porque ocorreu o mensalão, os aloprados”, afirmou.
Termômetro político

Gustavo Krause: 'Não é só o eleitoral que motiva uma candidatura'

Ele foi o candidato do então governista PFL – com o apoio de Jarbas – para o embate contra o então favorito Miguel Arraes (PSB) na eleição estadual de 94. No momento em que as legendas hoje na oposição, e agora num esboço de aliança mais ampla, se preparam para enfrentar o neto de Arraes, Eduardo Campos (PSB), Gustavo Krause (DEM) desabafa e dá o seu testemunho do que conta na armação de um palanque com essas características. Assegura que não foi para sacrifício algum, naquela época, pois tinha consciência das dificuldades, mas sobretudo do papel “político e histórico” que desempenharia.
JC – Se o debate de 2010 se der em torno de um candidato para competir, como será essa discussão? O que é considerado num debate nesses termos? A vontade do candidato é o que conta?
GUSTAVO KRAUSE – Primeiro vamos ao contexto da época (da eleição de 94, quando ele foi escolhido o candidato do PFL). Eu era deputado federal, tinha tido uma rápida experiência no Ministério da Fazenda, o que me deu uma certa notoriedade, e tive uma passagem razoável na Câmara dos Deputados, o que me daria talvez uma eleição mais tranquila.
JC – Mas o candidato em potencial não era você?
KRAUSE – Não. Os candidatos potencialmente fortes eram Jarbas Vasconcelos, que tinha dois anos de prefeitura, e Roberto Magalhães. No plano nacional havia Lula disparado nas pesquisas, e se esboçava uma aliança entre o PFL e o PSDB. Com a entrada em vigor do Plano Real, o PFL percebeu que poderia apontar para um cenário favorável, que desse para disputar.
Na época Fernando Henrique (PSDB) relutava muito. Ele estava fragilizado eleitoralmente e tinha quatro ou cinco pontos percentuais nas pesquisas, isso por volta de fevereiro ou março de 94. No caso específico de Pernambuco, começou a se desenhar a não candidatura de Jarbas e a de Magalhães, por uma série de motivos que cabe a cada um avaliar, e emergiu um candidato forte que era Miguel Arraes (PSB, então oposição). Eu percebi ali, era começo de abril, que aquilo iria sobrar para mim.
JC – Que você seria um candidato para competir apenas?
KRAUSE – É, mas acontece que eu tinha a perspectiva de que a aliança (nacional entre PFL e PSDB, para a eleição presidencial) precisava de um rebatimento político em Pernambuco. Era preciso um palanque que tivesse amplitude. Então eu vi ali um papel político mas também histórico. Era a primeira vez de uma aliança de centro-direita com centro-esquerda, com um cara como Fernando Henrique, com Maciel como vice... Mas independentemente disso, eu achava que Pernambuco deveria ter um palanque amplo. Tanto que uma das coisas que coloquei, quando a minha candidatura foi posta, é que só iria para aquela disputa com o PSDB e com Jarbas ao lado. Não precisava nem o PMDB, na época o candidato do PMDB era Cid Sampaio. Mas era preciso ir com Jarbas porque se eu não tivesse amplitude de pouco estaria valendo. Sem isso não contem comigo. Algumas pessoas imaginavam que se Fernando Henrique fosse eleito me colocaria num ministério, não houve acordo nenhum, eu fui para a luta porque eu achava que podia cumprir uma missão política, partidária e histórica, do ponto de vista da aliança e do grau de sua amplitude.
Um Plano (Real) que estava estabilizando o País, um candidato extremamente clarividente como era Fernando Henrique, e com um vice como Marco Maciel... Quer dizer, existia um conjunto de condições que me levaram a não negligenciar, me levaram a não me preocupar tanto com o resultado eleitoral, porque eu sabia que teria muitas dificuldades. O resultado foi menor do que as dificuldades mostraram. Eu sei que a gente não pode olhar para o passado com o condicional ‘se’, mas se alguma coisa a mais tivesse sido feita naquele momento talvez o resultado fosse outro.
JC – Por quê? O que é que faltou?
KRAUSE – A candidatura nacional tracionou a candidatura local como habitualmente acontece. Eu fui tracionando também. Mas o que é importante é que eu tinha aquilo como missão. Eu não fui para sacrifício nenhum. Eu achava que estava cumprindo uma missão importante porque a gente precisava eleger uma bancada, de qualquer maneira elegemos um senador (Carlos Wilson, então no PSDB). Eu não tinha me preparado nem político nem eleitoralmente para ser candidato. Mas eu tinha um grau de consciência muito grande.
E outra coisa: do ponto de vista eleitoral, aquela candidatura minou o mito eleitoral, o mito político. Porque se percebeu que o eleitor de Arraes já não era mais aquele com o perfil de quando ele voltou (do exílio, em 79). Já havia uma certa diluição do voto ideológico. O chamado voto de opinião se deslocou em direção aos grotões, o voto metropolitano já não era aquele voto consagrador de outras épocas.
JC – O que é fundamental num processo decisório desse tipo que você viveu?
KRAUSE – Que seja colocado, lembrando que é legítima qualquer decisão, mas é preciso colocar até onde o processo lhe aponta um caminho que não seja apenas o eleitoral, onde se tem um maior ou menor grau de possibilidades. Do outro lado da balança você pesa a visão de um processo mais amplo.
De encarar uma missão histórico-política onde sairá maior do que entrou na eleição, mesmo perdendo. Porque não tenho dúvida nenhuma de que eu saí maior (da eleição de 94). Agora nisso tudo existe uma série de contingências: a disposição da pessoa é uma delas. Eu acho que é legítima qualquer tipo de decisão e eu a respeito. No meu caso, tenho a consciência de que no meu limite, no meu micro mundo, dei minha contribuição e não tenho dúvida nenhuma de que sai maior. É agradável perder a eleição? É não. Ela tem uma certa contundência? Tem. Mas ali as forças estavam íntegras.
JC – Você encontra semelhanças entre aquele momento e o de hoje?
KRAUSE – É muito difícil comparar momentos históricos. Eles têm suas peculiaridades. Agora é importante perceber que nós estamos diante, mais uma vez, de uma aliança ampla. Observei todos esses movimentos que aconteceram, até se ‘magnificaram’ certas coisas, mas quando eu olho para o DEM, para o PSDB, para o PPS e para o PMDB, vejo muito mais coisas nos unindo do que nos separando. Então esses episódios (a briga José Mendonça x Sérgio Guerra) são apenas pequenas trepidações. Há um quadro nacional que mantém até uma aliança mais ampla. Até mais consistente.
Naquela época, Fernando Henrique partiu numa situação de absoluta adversidade. Só se configurou uma avalanche ‘fernandista’ a partir de julho/agosto (94) por conta do Plano Real. Então hoje, em alguns aspectos, vejo uma situação, de certa forma, até vantajosa. Uma amplitude da aliança e um candidato que tem maior consistência eleitoral do que tinha Fernando Henrique naquele momento. José Serra (PSDB, provável candidato das oposições à Presidência em 2010) tem maior consistência eleitoral.
E seu perfil se enquadra bem nessa questão de o presidente (Lula) querer fazer uma eleição plebiscitária. Um presidente que propõe esse tipo de eleição está olhando para trás e a agenda tem de ser para a frente. Serra tem um perfil adequado para um debate desse tipo. Mas não sei se o quadro vai justificar esse desejo de um plebiscito entre oito anos versus oito anos. Essas circunstâncias trazem algumas vantagens. Desde que se respeite suas peculiaridades.
Alvaro Dias (PSDB - PR)

Aniversário: 07/12
Naturalidade:Quatá (SP)
Ala Senador Nilo Coelho,
gab. 10Tel.:(61) 3303-4059/4060Fax: (61) 3303-2941
Correio:alvarodias@senador.gov.br
sábado, 24 de outubro de 2009
Democratas diz que não vai tolerar manobras
Segundo o presidente do DEM, o TCU não pode sofrer críticas públicas pela sua atuação no controle de obras realizadas no País. “Em um Estado de Direito, o governo deveria procurar se amoldar, o mais rapidamente possível, às leis e às decisões proferidas pelos órgãos competentes, como é o caso do TCU. Mas isso, ao que parece, é muito difícil de acontecer em um governo que tem como máxima a ideia de que os fins justificam os meios”, afirmou.
FHC: mais fariseus do que cristãos

FHC disse, porém, nunca ter feito aliança com “Judas”. “O ruim é quando você faz alianças espúrias, quando são feitas não para um programa, para a eleição, mas depois da eleição e para ganhar votos no Congresso. E, quando chega o momento, parece que tem mais fariseus do que cristãos. Aí fica difícil, inverte a lógica. Em vez de puxar o atraso para melhorar, você que é puxado pelo atraso. Isso não aconteceu comigo”, afirmou.
O ex-presidente disse ter estabelecido a coalizão que sustentou seu governo (1995-2002) antes das eleições, com “um partido que era um grande partido (PFL, atual DEM)”. FP,24/10/09.
PF indicia 22 por fraudar obras do PAC

A quadrilha contou com a participação de servidores públicos, agentes de governo e empresas concorrentes de licitações. A Sanecap (Companhia de Saneamento da Capital), responsável pela gerência de águas e esgotos em Cuiabá, deu nome à operação -Pacenas é o nome ao contrário-, pois alguns dos contratos com indícios de fraude eram justamente de saneamento básico.
A polícia encontrou crimes de fraude à licitação, advocacia administrativa e formação de quadrilha. Foram realizadas 21 perícias técnicas nos materiais apreendidos, além de oitivas e análises dos dados encontrados. Como prova do esquema, a PF encontrou uma mensagem eletrônica, contendo orientações sobre como burlar o processo licitatório. FP,24/10/09.
PV realizará encontro regional

Porém, o verde ainda não confirmou se o encontro regional contará com a presença da senadora-presidenciável Marina Silva. Sérgio Xavier contou que a parlamentar deixou claro para a direção da legenda que cumprirá sua agenda no Senado e que, “ao contrário de outros candidatos”, não deixará de exercer suas funções.
No Recife, Democratas ingressam na Justiça para reaver mandatos de deputados infiéis

Conforme prevê a legislação eleitoral, os mandatos pertencem ao partido e não ao titular.
Cada ação será sorteada e cairá para um desembargador diferente.
Itamar na direção nacional do PPS
Aloizio Mercadante (PT - SP)

Aniversário: 13/05
Naturalidade:Santos (SP)
Ala Senador Dinarte Mariz,
gab. 01Tel.:(61) 3303-1313/5198/5214Fax: (61) 3303-5219
Correio:mercadante@senador.gov.br
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ao mérito
Pergunta para Deus
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