Com a equação das candidaturas ao Senado ainda sem resolução, o governador Eduardo Campos (PSB), sob o ponto de vista da oposição, não terá que escolher entre cinco potenciais nomes, mas entre seis, o que dificultaria ainda mais a filtragem. O cálculo é do presidente nacional do PSDB e candidato à reeleição, senador Sérgio Guerra. “Ainda tem gente para aparecer”, apostou ele ontem, sem citar nomes. “Vai aparecer”, reforçou.A tese leva em conta os governistas já cotados para ocupar as duas vagas na majoritária socialista - os secretários João Paulo (PT-Articulação Regional), Humberto Costa (PT-Cidades), Luciana Santos (PCdoB- Ciência e Tecnologia), Fernando Bezerra Coelho (PSB-Desenvolvimento Econômico) e o deputado federal Armando Monteiro Neto (PTB).
O tucano preferiu não afirmar que uma candidatura do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) ao Campo das Princesas dificultaria o caminho dos governistas rumo ao Senado - cujas três vagas de Pernambuco são ocupadas por oposicionistas. O terceiro representante é o senador Marco Maciel (DEM). “As eleições de Pernambuco serão acirradas num sentido geral, presidente, governador, Senado. Quem viver verá”, asseverou Guerra.
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