BASE DE OPOSIÇÃO A RENAN TEM CINCO NOMES NA DISPUTA PELO SENADO

Diário do Poder

Está nas duas vagas para o Senado, a maior disputa da base que incentiva a candidatura do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), ao Governo de Alagoas. São cinco nomes avaliando o cenário, o que pode fortalecer o grupo, ou desintegrá-lo, até 2018.
O senador Benedito de Lira (PP) é o candidato natural à reeleição; o deputado federal e ex-governador Ronaldo Lessa (PDT-AL) diz que pode ser candidato a senador; o ex-governador tucano Teotonio Vilela Filho também admite que pode tentar retornar ao Senado; e o ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa, declarou, na semana passada, que também está avaliando o quadro, para decidir se tenta uma vaga de senador.
O ministro do Turismo, Marx Beltrão (PMDB-AL) é outro nome que ainda flerta com a base hoje liderada por Rui Palmeira, apesar de ter voltado a se alinhar aos seus colegas de partido, o governador Renan Filho (PMDB) e o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
No grupo, ainda tem o ex-presidente da Câmara dos Deputados, José Thomaz Nonô (DEM-AL), que mesmo em silêncio, nutre o sonho de ser senador, frustrado pela derrota surpreendente diante de Fernando Collor (PTC-AL), em 2006. Nonô é secretário de Saúde de Maceió.
Já o rumor de que o próprio Rui Palmeira pode entrar nessa disputa, ainda é tratado com indiferença pelos principais líderes de sua base. E tal perspectiva nem ajuda, nem atrapalha as articulações, porque o grupo acredita que, mesmo sem fazer declarações a respeito, Rui é candidato natural ao Governo de Alagoas, e não ao Senado.
A reunião da última sexta-feira (7) começou a tratar das pretensões eleitorais de cada um desses atores. Todos têm menos de um ano para escolher entre as suas ambições pessoais e o fortalecimento do grupo.

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