"Só o povo pode decretar meu fim", diz Lula


Larissa Rodrigues - especial para o blog
Em em entrevista coletiva, há pouco, na sede do PT em São Paulo, o ex-presidente Lula (PT) afirmou que "só o povo brasileiro tem o direito de decretar o seu fim". "Se alguém pensa que essa sentença me tira do jogo, pode saber que eu continuo no jogo", declarou. Lula disse também não saber "como uma pessoa pode escrever quase 300 páginas e não dizer absolutamente nada", referindo-se a sentença do juiz Sérgio Moro que o condenou a nove anos e meio de prisão.
"Vamos recorrer em todas as instâncias, de todas as arbitrariedades. Cada vez que eu vou prestar depoimento eu digo que só eu tenho interesse na verdade. Quero dizer ao meu partido que vou reivindicar o direito de me colocar como postulante a candidatura à presidência", garantiu.
O ex-presidente estava cercado de aliados, como a senadora Gleise Hoffmann (PT), e apoiadores que gritavam "Brasil urgente, Lula presidente". Lula destacou que a sentença do juiz Sérgio Moro contra ele foi baseada no discurso de Leo Pinheiro, que teria mudado as falas após ser orientado por um advogado. 
O ex-presidente acusou, ainda, a Rede Globo de ser disseminadora do ódio no Brasil e se declarou honesto. "Sou honesto porque aprendi com uma mulher analfabeta a ser honesto. Senhores da casa grande, permitam que alguém da senzala faça o que vocês não têm competência para fazer. Permitam colocar o pobre no orçamento de novo", enfatizou Lula.

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