Para um plenário quase vazio, o senador e ex-presidente da República, Fernando Collor de Mello (PTB-AL), voltou à tribuna para responder ao articulista de “Veja”, Roberto Pompeu de Toledo, que o chamou de “mentiroso” no último número da revista. Antes, porém, ele fez uma retrospectiva de sua saída da presidência da República em 92, mediante processo de impeachment, dizendo que arrancaram-lhe o mandato e os direitos políticos por oito anos, numa campanha que só teve similar na História em 1954 quando o então presidente Getúlio Vargas não suportou a oposição dos líderes da UDN e suicidou-se com um tiro no peito. Isso lhe foi dito, segundo o senador, por uma pessoa absolutamente insuspeita: o então governador do Rio, Leonel Brizola, que não o apoiou para presidente e sim o candidato do PT Luiz Inácio Lula da Silva. A campanha pela cassação do seu mandato, disse Collor, foi comandada pelo PT e o ex-presidente José Sarney, a quem chamava de “ladrão” durante a campanha de 89. - Hoje encontro-me aqui apoiando o governo do presidente Lula e a permanência do senador José Sarney na presidência desta Casa. Se calasse dentro de mim algum espírito de revanche, melhor momento não haveria do que este (para dar o troco aos seus inquisidores) – disse o ex-presidente da República. Além de não carregar dentro de si “sentimentos subalternos”, acrescentou, não deseja ao seu pior adversário político passar pelo mesmo calvário que ele passou: expulso da cadeira de presidente como “ladrão” e obrigado a exilar-se, em Miami, nos Estados Unidos, por não ter condições de andar livremente pelas ruas do seu país. Inaldo Sampaioquarta-feira, 12 de agosto de 2009
Collor diz que se fosse um ressentido, a hora de vingar-se de Sarney e Lula era agora
Para um plenário quase vazio, o senador e ex-presidente da República, Fernando Collor de Mello (PTB-AL), voltou à tribuna para responder ao articulista de “Veja”, Roberto Pompeu de Toledo, que o chamou de “mentiroso” no último número da revista. Antes, porém, ele fez uma retrospectiva de sua saída da presidência da República em 92, mediante processo de impeachment, dizendo que arrancaram-lhe o mandato e os direitos políticos por oito anos, numa campanha que só teve similar na História em 1954 quando o então presidente Getúlio Vargas não suportou a oposição dos líderes da UDN e suicidou-se com um tiro no peito. Isso lhe foi dito, segundo o senador, por uma pessoa absolutamente insuspeita: o então governador do Rio, Leonel Brizola, que não o apoiou para presidente e sim o candidato do PT Luiz Inácio Lula da Silva. A campanha pela cassação do seu mandato, disse Collor, foi comandada pelo PT e o ex-presidente José Sarney, a quem chamava de “ladrão” durante a campanha de 89. - Hoje encontro-me aqui apoiando o governo do presidente Lula e a permanência do senador José Sarney na presidência desta Casa. Se calasse dentro de mim algum espírito de revanche, melhor momento não haveria do que este (para dar o troco aos seus inquisidores) – disse o ex-presidente da República. Além de não carregar dentro de si “sentimentos subalternos”, acrescentou, não deseja ao seu pior adversário político passar pelo mesmo calvário que ele passou: expulso da cadeira de presidente como “ladrão” e obrigado a exilar-se, em Miami, nos Estados Unidos, por não ter condições de andar livremente pelas ruas do seu país. Inaldo Sampaio
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