Priscila Krause e Álvaro Porto questionam a política de saúde do governo Paulo Câmara



priscila krause - divulgação
Os deputados Priscila Krause (DEM) e Álvaro Porto (PSD) questionaram hoje (15), na Assembleia Legislativa, a política de saúde do governo Paulo Câmara.
A deputada deu conhecimento à Casa de que um ofício assinado pelo superintendente do Hospital Dom Malan, em Petrolina, Etiel Tavares Lins, suspendendo temporariamente os internamentos de obstetrícia e pediatria, bem como atendimentos ambulatoriais, por “absoluta falta de recursos financeiros para o seu custeio”.
Segundo ela, o Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira (IMIP), responsável pela gestão de várias unidades de saúde em Pernambuco, dentre elas o Dom Malan, tem um crédito a receber do Governo do Estado no valor de R$ 32,44 milhões.
“Este ofício retrata não apenas o que está acontecendo em Petrolina, mas em todo o Estado de Pernambuco. Se o IMIP tomou essa atitude em relação ao Dom Malan, outras certamente ocorrerão”, disse a parlamentar, questionando a administração dessas entidades por meio de Organizações Sociais.
Já o deputado Álvaro Porto (PSD) apresentou nesta quinta-feira (15) um pedido de informações ao Governo do Estado sobre a atuação das Organizações Sociais na gestão dos hospitais públicos e Unidades de Pronto Atendimento em Pernambuco.
Atualmente, a administração da rede pública de hospitais no Estado está a cargo do Instituto Materno-Infantil Professor Fernando Figueira (Imip).
Ele fez este pedido com base na instauração de um Inquérito Civil Público, pelo Ministério Público Federal em Pernambuco, destinado a investigar denúncia anônima de “possíveis irregularidades” na gestão dos hospitais administrados por OSs.
“É preciso esclarecer por que o dinheiro do SUS não chega aos hospitais e aos médicos como denunciaram, na semana passada, cardiologistas que operam pacientes pelo SUS no Hospital Português. É preciso transparência no processo de compra de medicamentos e material hospitalar. É importante que se investigue e se tire a cortina que encobre a gestão dos hospitais e é fundamental que se penalize os autores de eventuais crimes”, declarou Álvaro Porto.

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