terça-feira, 29 de novembro de 2016

PMDB quer manter ministério que foi de Geddel


O peemedebista Baleia Rossi, um dos cotados para assumir ministério
Folha de S.Paulo - Gustavo Uribe e Daniel Carvalho
Com receio de perder espaço na Esplanada dos Ministérios, o comando nacional do PMDB pressiona o presidente Michel Temer a manter o partido à frente da Secretaria de Governo, pasta responsável pela articulação política e que ficou vaga com a saída de Geddel Vieira Lima.
Temer foi informado no final de semana de que a legenda não abre mão do ministério. O movimento pela manutenção do partido na pasta envolve deputados, senadores e dirigentes da sigla, que também procuraram assessores e auxiliares presidenciais para dar o recado.
A articulação tem como objetivo evitar que o ministério, que integra a chamada cozinha do Palácio do Planalto e é considerado um dos que detêm maior prestígio político, seja entregue ao "centrão", grupo de legendas formado por PSD, PP, PR, PTB e PRB.
A possibilidade de a pasta ser oferecida ao bloco partidário é avaliada pelo presidente para tentar construir um consenso em torno da candidatura à reeleição, em fevereiro, do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

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