O deputado estadual pelo PMN, Marcos Barreto, disse, ontem, que “nunca passou pela cabeça nem passará” aderir à campanha do governador-candidato Eduardo Campos (PSB), como foi divulgado por integrantes da Frente Popular de Pernambuco. Ele chegou a insinuar ter sido vítima de uma “armação”, na última sexta-feira, quando foi anunciada uma coletiva para sua adesão ao palanque governista. “Isso nunca existiu. Meu candidato a governador é Jarbas Vasconcelos (PMDB), a presidente José Serra (PSDB) e para senadores Marco Maciel (DEM) e Raul Jungmann (PPS). E meu candidato a deputado federal é Augusto Coutinho (DEM). Me senti numa armação”, afirmou.Barreto contou que recebeu um telefonema do secretário de Relações Institucionais, Gilberto Rodrigues, dizendo que o governador queria falar com ele. “Como deputado, não podia me negar a ir. Isso foi pela manhã. Às 12h30 o deputado Guilherme Uchoa (PDT) me telefonou e disse que iria comigo. Mas quando foi às 17h, um amigo me ligou dizendo que estava em todos os blogs que teria uma coletiva para eu aderir a Eduardo. Isso nunca existiu”, contou Marco Barreto.
O parlamentar disse ainda que retornou a ligação para Uchoa para informar que não iria à reunião na sede do PSB. “Minha posição é a do partido. Estou na eleição com Jarbas. Se a reunião fosse no Palácio tudo bem, porque iria falar com o governador. Mas na sede do PSB eu vejo Eduardo como candidato”, frisou.
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