BRASÍLIA (Folhapress) - A crise aberta pela dificuldade de acomodar o apetite do PMDB no governo levou a presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), a desmentir, ontem, o aliado Sérgio Cabral e negar que tenha escolhido Sérgio Côrtes, indicado por ele, para o Ministério da Saúde.
Contrariado por ter sido excluído da negociação com Cabral, o vice-presidente eleito, Michel Temer, disse publicamente, ontem, que seu partido não aceita ter apenas quatro ministérios e quer comandar cinco pastas.
As bancadas peemedebistas no Congresso reagiram prontamente ao fato de a petista ter discutido nomes com Cabral, deixando em segundo plano seu vice. Na Câmara, a bancada soltou um manifesto dizendo que não aceita na sua cota nenhum nome que não passe pelos deputados.
Diante da reação contrária dos aliados, Dilma tentou negar o que havia acertado nos dias anteriores com Cabral. “Eu queria adiantar que ainda não escolhi o ministro da Saúde”, afirmou, ao abrir um seminário sobre o tema no escritório da transição. “Dilma foi muito enfática na campanha, na admiração do trabalho que nós realizamos aqui na saúde pública. E o secretário Sérgio Côrtes será o ministro da Saúde. Para nós, é uma honra. Já foi feito o convite da presidente Dilma a mim, eu já o consultei e ele aceitou”, disse Cabral.
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