Críticos do Governo da PB cutucam Segurança Pública e são rebatidos com lição de moral



O secretário de Comunicação do Governo do Estado, Luís Tôrres, deu, nesta segunda-feira (31), durante entrevista, uma verdadeira lição de moral aos críticos do Governo Ricardo Coutinho (PSB), quando o assunto é Segurança Pública.

A reação surgiu após um questionamento feito pelo radialista João Costa, na Arapuan FM, ao auxiliar, sobre as críticas da oposição, que contestaram os dados do governo estadual, no tocante à diminuição do número de explosões a agências bancárias no Estado.

O radialista ressaltou que, segundo a oposição, esse número só diminuiu porque várias agências foram fechadas e, por conseguinte, os criminosos miraram as agências dos Correios como novo alvo, se tratando de uma ‘maquiagem’ e não de uma diminuição real.

A partir daí o secretário abriu sua metralhadora, detalhando ponto a ponto o que o atual Governo fez e faz e o que os críticos do governo não fizeram.

“Os críticos do governo deixaram a Paraíba explodir no número de homicídios. Os críticos do governo deixavam as viaturas sem gasolina, sendo empurradas. Os críticos do governo deixavam os policiais fazendo treinamento de tiro sem munição. Os críticos do governo deixavam que os policiais fossem pedir empréstimo para receber os salários. Os críticos do governo não deram 1 centavo de reajuste aos policiais. Os críticos do governo não pagaram gratificação por apreensão de armas. Os críticos do governo não fizeram nada no processo de segurança pública. Os críticos do governo não modernizaram o sistema de rádio comunicação digital para as policiais. Os críticos do governo não construíram instituto de polícia científica. Os críticos do governo não construíram academia de polícia. Os críticos do governo não deram uma nova central de polícia para a Polícia Civil. Os críticos do governo não fizeram efetivamente nada, então eles não podem ser fonte de debate sobre a segurança pública. Os críticos do governo, me permita, não merecem sequer atenção”, disparou.

O secretário destacou ainda que um dos únicos legitimados para entrar nesse debate é a população. “Esses sim podem chegar e opinar, esses merecem respeito e merecem nossa atenção”, arrematou.

PB Agora

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