GILBERTO PRAZERESA lista divulgada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e entregue ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com 1.137 nomes de gestores públicos e ordenadores de despesas que tiveram contas rejeitadas em suas gestões promete imprimir uma intensa corrida dos implicados pelo órgão de controle ao Ministério Público Eleitoral (MPE). Isto porque boa parte dos listados pretende disputar cargo eletivo este ano, e terá de segunda-feira até 5 de agosto para provar que gozam das condições necessárias para ingressar no pleito. Alguns já admitem que começaram a reunir documentação necessária para contropor a reijeição do TCE.
Presente na lista, o deputado estadual Esmeraldo Santos (PR) determinou que seus advogados levantessem as informações sobre um convênio efetuado pelo republicano, em 1999, quando ele estava à frente da Prefeitura de São Caetano, com o Governo Federal para a construção de uma barragem no município. Conforme o parlamentar, a benfeitoria foi empreendida em uma propriedade doada por um munícipe, que depois - motivado pelo mau comportamento de alguns moradores - resolveu cercar o local, impedindo o acesso da população a uma área que passou a ser pública.
“Eu peguei R$ 40 mil para fazer essa barragem e fiz. Depois, porque os jovens estavam frequentando a área e fazendo o que não devia, o ex-dono colocou uma porteira lá. E a oposição me acusou, dizendo que eu tinha usado dinheiro público para fazer algo num terreno privado. Foi isso o que aconteceu. Meus advogados vão mostrar isso. Já tinha feito isso na eleição de 2006”, lembrou Esmeraldo.
Além Esmeraldo Santos, outros cinco deputados também estão presentes na lista porque tiveram rejeitadas as contas de suas gestões de quando ainda eram prefeitos ou vereadores de seus respectivos municípios. São eles: Claudiano Martins (PSDB), ex-prefeito de Itaíba; Carlos Santana (PSDB), ex-prefeito de Ipojuca; Marco Barreto (PMN), ex-prefeito de Joaquim Nabuco; Ayres de Sá Carvalho (PSB), ex-vereador de Salgueiro; e Everaldo Cabral (PTB). A reportagem tentou contato com os parlamentares, mas não obteve retorno.
Também com as contas rejeitadas pelo TCE, o ex-prefeito de Belo Jardim e candidato a deputado estadual João Mendonça (DEM) ressalta que as contas de sua gestão, nos exercícios de 2003 e 2005, “apesar de julgadas irregulares pelo TCE, não contêm imputação de débito, de dano ao erário, nem alude a ato doloso de improbidade administrativa”. O que lhe garantiu a anulação, por meio de decisão judicial, do veto que já fora indicado pela Câmara de Vereadores do município.
Os nomes dos ex-prefeitos Joaquim Neto (PSDB), de Gravatá; Roberto Asfora (PSDB), de Brejo; e Beto Gadelha (PTC), de Goiana; e de Fernando Rodovalho (PRTB), de Jaboatão dos Guararapes; também aparecem na lista. Todos são candidatos a deputado.
Ja dizia Junior de Joao Bernardo e o vereador Naldo de Valdinho sabado em conversa na rua joao nunes a justiça começa ser feita para brejinho o nome de vanderlei esta na lista do ficha suja aleluia irmão naldo
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